Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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titulo: "Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XIX – A Igrejinha de Copacabana"
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autor: "Andrea Wanderley"
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data: "2022-06-23T12:11:42+00:00"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XIX – A Igrejinha de Copacabana
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o 19º artigo da Série O Rio de Janeiro desaparecido, o tema é a bucólica e bela Igrejinha de Copacabana, que ficava no topo de um morro no Posto 6, e deu nome a uma das mais famosas praias do mundo. Foi desapropriada e demolida, entre 1918 e 1919. As fotografias são de autoria do alagoano Augusto Malta (1864 – 1957) e de um fotógrafo ainda não identificado, que retratou o promontório em que ficava a igreja e onde atualmente se encontra o Forte de Copacabana. Mais uma vez, lembramos do zoom, ferramenta oferecida pelo portal, que proporciona ao leitor uma possibilidade de se aproximar da imagem e explorá-la mais detalhadamente.
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Morro da Igrejinha de Copacabana, 1907. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Acessando o link para as fotografias da Igrejinha de Copacabana disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Augusto Malta. A Igrejinha de Copacabana, 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN
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Sabe-se que a Igrejinha de Copacabana já existia na primeira metade do século XVIII. Segundo Charles Julius Dunlop (1908–1987), escritor e entusiasta do Rio Antigo, em 1746:
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“Regressava o bispo frei Antônio do Desterro de uma viagem a angola, quando, à entrada da baía, o nvaio que o conduzia, colhido por uma forte tempestade, foi impelido até fora da barra. No momento do perigo, vendo de longe a Igrejinha, em destroços, o bispo implorou o amparo de Nossa Senhora de Copacabana, prometendo restaurá-la se o mar enfurecido não o tragasse. Salvou-se e cumriu a promessa, reconstruindo o santuário.”
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Charles Julius Dunlop (1908–1987) / Editora Rio Antigo
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Na segunda metade do século XVIII, foi novamente restaurada e, no início do século XX, sua Missa do Galo era muito concorrida. Como já mencionado, a Igrejinha de Copacabana ficava no promontório onde hoje se encontra o Forte de Copacabana, cuja pedra fundamental foi lançada em 5 de janeiro de 1908, quando o presidente do Brasil era Afonso Pena (1847 – 1909) e o ministro da Guerra, o marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que já era o presidente da República na inauguração do Forte, em 28 de setembro de 1914 (Correio da Manhã, 6 de janeiro de 1908, terceira coluna; Correio da Manhã, 29 de setembro de 1914, quinta coluna) .
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Cerca de quatro anos depois da inauguração do Forte, a Igrejinha de Copacabana foi adquirida pelo Ministério da Guerra, conforme publicado no Decreto nº 12.924, de 20 de março de 1918, que a identificou como igreja de Ipanema.
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Decreto nº 12.924, de 20 de março de 1918
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Abre ao Ministerio da Guerra o credito especial de 80:000$, para a acquisição da igreja de Ipanema, perto do forte de Copacabana.
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O Presidente da Republica dos Estados Unidos do Brasil, usando da autorização contida na alinea IX do art. 52 da lei n. 3.454, de 6 de janeiro do corrente anno, resolve abrir ao Ministerio da Guerra o credito especial de 80:000$, para a acquisição da igreja de Ipanema, perto do forte de Copacabana.
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Rio de Janeiro, 20 de março de 1918, 97º da Independencia e 30º da Republica.
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WENCESLAU BRAZ P. GOMES.
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José Caetano de Faria.
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Foi publicado que o Ministério da Guerra pretendia destruir o pequeno templo e fazer construir em seus terrenos uma fortificação militar (O Paiz, 9 de julho de 1918, segunda coluna). A Igrejinha de Copacabana foi demolida entre 1918 e 1919. Segundo Dunlop, a imagem de Nossa Senhora de Copacabana foi recolhida pela família Tefé e levada à sua residência em Corrêas, Petrópolis.
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O Paiz, 9 de julho de 1918
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Algumas imagens e um texto sobre a Igrejinha de Copacabana publicadas na imprensa do início do século XX
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A Igrejinha de Copacabana / O Malho, 31 de dezembro de 1904
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Sobre a imagem abaixo, o pesquisador Agenor Araújo Filho informou à Brasiliana Fotográfica ser de autoria do fotógrafo francês André-Charles Armeilla (c. 1853 – 1913). Encontra-se reproduzida na página 43 do livro Armeilla: um mestre esquecido da paisagem carioca. Armeilla chegou ao Brasil em torno de 1903, após trabalhar por cerca de 10 anos em Montevidéu, no Uruguai. No Rio de Janeiro, vendia fotos para a imprensa e foram publicadas em revistas como a Kosmos e a Careta. Algumas fotos de sua autoria da Biblioteca Nacional, do Jardim Botânico e do Teatro Municipal foram publicadas, em 1912, sem crédito, no livro Brasilien, Ein Land Der Zukunft (Brasil, Um País do Futuro). Segundo Agenor, no dia 15 de maio de 1913, o fotógrafofoi encontrado morto por um policial na rua Bento Lisboa, no Catete. Foi sepultado como indigente no cemitério de São Francisco Xavier, tendo morrido de uma moléstia não determinada. *
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Careta, 2 de abril de 1910
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Jornal do Commercio, 21 de maio de 1913, última coluna
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Fon-Fon, 2 de março de 1912
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Texto sobre a Igrejinha de Copacabana, de autoria de Alice Lassance (18? – 19?), segundo o qual a pompa solene das catedrais não é tão comovente nem tão enternecedora como a singela poesia dessa igreja de pescadores (O Copacabana, 4 de julho de 1909)
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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* Esse parágrafo foi acrescentado ao artigo em 2 de maio de 2023.
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Fontes:
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Dunlop, Charles Julius. Rio Antigo. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963.
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Editora Rio Antigo
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FAZENDA, José Vieira. A Igrejinha de Copacabana in Antiqualhas e Memórias do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 1919.
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Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
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LAGO, Pedro Corrêa. Armeilla: um mestre esquecido da paisagem carioca. Rio de Janeiro : Capivara, 2020.
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MOTA, Isabela; PAMPLONA, Patricia. Vestígios da paisagem carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro ; Mauad X, 2019.
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Site Ministério da Defesa – Exército Brasileiro
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Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido
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Série O Rio de Janeiro desaparecido I - Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido II – A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido III – O Palácio Monroe, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido IV - A via elevada da Perimetral, de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VI – O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VII – O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz, de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz, publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VIII – A demolição do Morro do Castelo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido IX – Estrada de Ferro Central do Brasil: estação e trilhos, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de novembro de 2019.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido X – No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XI – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XII – o Teatro Lírico (Theatro Lyrico), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XIII – O Convento da Ajuda, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XIV – O Conselho Municipal, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XV – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVI – O prédio da Academia Imperial de Belas Artes, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVII – Igreja São Pedro dos Clérigos, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVIII – A Praça Onze, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XX – O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXI – O Chafariz do Largo da Carioca, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXII – A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXIII e Avenidas e ruas do Brasil XVII - A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXIV – O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXV – O Theatro Phenix, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXVI – Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXVII e Série Os arquitetos do Rio de Janeiro V – O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 – 1920), de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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- `20.500.12156.1/2638` — `itens/20.500.12156.1_2638/`
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- `20.500.12156.1/2982` — `itens/20.500.12156.1_2982/`
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