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titulo: "Série “Exposições” IX – A Exposição Internacional de Higiene de Dresden, na Alemanha, em 1911"
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autor: "Andrea Wanderley"
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# Série “Exposições” IX – A Exposição Internacional de Higiene de Dresden, na Alemanha, em 1911
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A Brasiliana Fotográfica inaugura 2022 com um artigo sobre a participação do Brasil na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911, no qual foi o único país das Américas a ter um pavilhão. O Instituto Oswaldo Cruz, o Instituto Butantã e o Instituto Vacinogênico de São Paulo participaram do evento. O pavilhão brasileiro foi projetado por Luiz Moraes Junior (1872 – 1955), responsável pela construção do castelo de Manguinhos, prédio principal da Fiocruz, em estilo mourisco. Cristiane d´Avila, jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, uma das instituições parceiras da Brasiliana Fotográfica, nos conta um pouco desta história. Não deixem de ver o filme Cinematógrafo brasileiro em Dresden, cujo link está no final do artigo!
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A Exposição Internacional de Higiene de Dresden
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Cristiane d´Avila*
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Pavilhão Brasileiro da Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Sala repleta, público de pé, palmas ao final da sessão. Na tela do cinematógrafo, imagens das ações de combate à febre amarela no Rio de Janeiro e do médico Carlos Chagas em Lassance, Minas Gerais, onde pesquisava a doença que levaria seu nome. Era o ano de 1911, e um longínquo país chamado Brasil, como também os achados de seus cientistas, causavam espanto e admiração em mulheres, homens e crianças que visitavam a Exposição Internacional de Higiene de Dresden, Alemanha. Organizado para celebrar o progresso e a modernidade ocidental, o evento temático representava a oportunidade de os participantes exibirem produtos, pesquisas e inovações para um público diverso e ampliado.
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911 – Sala dedicada à Doença de Chagas. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Nos salões e espaços de convivência distribuídos pelos 320 mil metros quadrados de área, mais de cinco milhões de visitantes conheceram, ao longo dos seis meses de duração do megaevento, o que de mais avançado havia sobre higiene e cuidados com o corpo, obras sanitárias, ciência e saúde pública. Nos pavilhões eram exibidos, entre inúmeros artefatos, microscópios, modelos em gesso e cera de partes do corpo humano, fotografias e também filmes relacionados às descobertas da medicina e da microbiologia.
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Acessando o link para as imagens relativas à Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911, disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Em artigo sobre essa exposição, a pesquisadora Alice Ferry de Moraes detalhou a composição dos pavilhões do evento internacional: doenças infecciosas, saúde da mulher, nutrição, cidades e habitações, esportes. No amplo terreno ocupado – onde havia praça e jardim, pavilhão de música e restaurante, pista de dança, cervejaria e casa de chá – circulavam não apenas cientistas, mas um público curioso e atento às descobertas da época. Além da Alemanha, anfitriã, havia pavilhões de mais 12 países: Áustria, China, Espanha, França, Holanda (Amsterdã), Hungria, Inglaterra, Itália, Japão, Rússia, Suíça e Brasil, única nação das Américas presente à mostra.
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Símbolo da Exposição Internacional de Higiene de Dresden , de autoria de Franz von Stuck (1863 – 1928), da Academia de Belas-Artes de Munique. Ele foi professor de Paul Klee e de Wassily Kandinsky
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Um dos destaques, o pavilhão do Brasil foi projetado por Luiz Moraes Junior, responsável pela construção do castelo de Manguinhos (prédio principal da Fiocruz, em estilo mourisco).
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Huberti. Luiz Moraes Jr., engenheiro responsável pelo projeto do Núcleo Arquitetônico de Manguinhos, incluindo o Pavilhão Mourisco, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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“Dentro do pavilhão havia uma casa que representava o sistema de isolamento criado para evitar a contaminação das pessoas saudáveis por pacientes vítimas da febre amarela. Também estavam expostos uniformes dos “mata-mosquitos” e material de desinfecção das ruas e casas. O pavilhão contava ainda com a exibição de soros e vacinas, uma coleção de mosquitos e outros insetos brasileiros”, detalha a pesquisadora.
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Segundo Ferry, havia imensa expectativa sobre o que o Brasil exibiria em Dresden, pois já se sabia das descobertas de Chagas em Lassance. O sucesso de Oswaldo Cruz e do Instituto de Manguinhos no XIV Congresso Internacional de Higiene e Demografia de Berlim e na Exposição de Higiene contígua ao evento, realizados em 1907, concorriam para uma nova consagração.
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De acordo com o historiador Jaime Benchimol, no evento berlinense o Brasil ocupou três salas: uma exibia a profilaxia da febre amarela no Rio de Janeiro; outra, as estatísticas demográficas da cidade; a terceira, projetos e fotografias dos prédios do Instituto e produtos biológicos fabricados em Manguinhos. A exibição dos materiais das doenças tropicais, segundo ele, causou sensação em Berlim: peças anatomopatológicas das lesões provocadas pela febre amarela e peste bubônica e a coleção de insetos brasileiros. Ao final, o reconhecimento: o país foi laureado com medalha de ouro, entregue a Oswaldo Cruz pela imperatriz da Alemanha. No ano seguinte, 1908, o instituto foi rebatizado como Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
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Não à toa, o sucesso da campanha em Berlim elevou a expectativa sobre a presença do Brasil em Dresden: de três salas, o país ganhou um pavilhão inteiro para exibir seus avanços científicos e sanitários. Agraciado com o prêmio máximo na capital alemã, o Instituto, principalmente pelas descobertas de Chagas e a campanha de combate à febre amarela no Rio, tornou o país reconhecido por suas pesquisas na medicina tropical e microbiologia.
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Uniformes dos guardas no combate à febre amarela e estatísticas da doença apresentadas em quadros e por objetos. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Casa dentro do pavilhão brasileiro mostrando as formas de isolar os doentes de febre amarela. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Além do IOC, o Instituto Butantã e o Instituto Vacinogênico de São Paulo também se fizeram presentes na Exposição de Dresden: o primeiro, com exibição de ofídios, fotografias e filme sobre a produção da vacina contra mordida de cobra; o segundo, com fotos e filme sobre pesquisas experimentais e fabricação da vacina contra tuberculose bovina. No cinematógrafo brasileiro de Dresden foram exibidos quatro filmes: dois do IOC (Chagas em Lassance e o combate à febre amarela no Rio de Janeiro); um do Instituto Butantã e um do Instituto Vacinogênico de São Paulo.
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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“O cinematógrafo brasileiro lotava todos os dias, mantendo uma parte do público em pé e terminando suas sessões sob aplausos”, destaca Ferry no artigo, lembrando que os dois filmes paulistas se perderam. Utilizando a ferramenta zoom, pode-se ver, na fotografia abaixo, a entrada do cinematógrafo e outros detalhes da imagem.
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Pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, 1911. Na mesa, uma maquete da região do Instituto Oswaldo Cruz e do Castelo de Manguinhos. A porta no centro da imagem é do cinematógrafo. Dresden, Alemanha / Acervo Casa de Oswaldo Cruz
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Felizmente, os filmes sobre a campanha de febre amarela e Chagas em Lassance foram recuperados e podem ser vistos no documentário Cinematógrafo brasileiro em Dresden, roteirizado e dirigido pelos pesquisadores da Fiocruz Eduardo Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido.
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Biblioteca Virtual Oswaldo Cruz
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*Cristiane d´Avila é jornalista do Departamento de Arquivo e Documentação Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz
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“O comparecimento do Brasil à nossa Exposição tem uma importância capital. Aqui estão as principais nações do mundo. Grande é a nossa satisfação e o nosso reconhecimento ao governo brasileiro por ter sido o único país das Américas a participar e construir pavilhão especial”
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Karl Lingner (1861 – 1916), presidente da Exposição Internacional de Higiene de Dresden
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Karl Lingner (1861- 1916)
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Nota da editora: esse artigo passou a integrar uma série e mudou de título em 1º de dezembro de 2025.
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Fontes:
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ALMEIDA, Marta de. Entre balões, carrosséis e ciências: a exposição internacional de higiene na capital federal. ‘Usos do Passado’ — XII Encontro Regional de História ANPUH-RJ, 2006.
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BENCHIMOL, Jaime Larry (coord.). Manguinhos do sonho à vida: a ciência na Belle Époque. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2020.
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MONTEIRO, José Carlos. Imagens de paradoxos. RECIIS – R. Eletr. de Com. Inf. Inov. Saúde. Rio de Janeiro, v.6, n.4 – Suplemento, Fev., 2013.
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MORAES, Alice Ferry de. O Cinematógrafo e os Filmes Brasileiros na Exposição Internacional de Higiene De Dresden, em 1911. Revista Livre de Cinema, v.2, n. 2, mai/ago, 2015.
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SANJAD, Nelson. Exposições internacionais: uma abordagem historiográfica a partir da América Latina. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, vol. 24, núm. 3, pp. 785-826, 2017.
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Cartão postal da Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911. hartung & Ruttinger (autores) / Wikipedia
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Reprodução de cartão postal da entrada principal da Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911 / Wikipedia
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Pavilhão chinês na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911 / Wikipedia
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Pavilhão russo na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911 / Wikipedia
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Campo esportivo com escultura de lançamento de bola de Richard Daniel Fabricius na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911. Representante dos cartões postais: Hartung & Ruttinger / Wikipedia
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Salão de Esportes e roupas na Exposição Internacional de Higiene de Dresden, em 1911. Representantes dos cartões postais: Hartung & Rüttinger / Wikipedia
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Iluminação da Herkules-Allee no Grande Jardim naExposição Internacional de Higiene Dresden, em 1911. Representantes do cartão postal: Hartung & Rüttingeer / Wikipedia
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Links para os artigos sobre exposições nacionais ou internacionais publicados na Brasiliana Fotográfica
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O pintor Victor Meirelles e a fotografia na II Exposição Nacional de 1866, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 17 de agosto de 2017.
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A festa do progresso: o Brasil na Exposição Continental, Buenos Aires, 1882, de autoria de Maria do Carmo Rainho, Arquivo Nacional, publicado em 29 de março de 2018.
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Série “O Rio de Janeiro desaparecido” II – A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, de autoria de Carla Costa, Museu da República, publicado em 5 de abril de 2018.
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Marc Ferrez, a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de junho de 2018.
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Paris, 1889: o álbum da exposição universal, de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional,publicado em 27 de julho de 2018.
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Café Brasil: o Império na Exposição Internacional de Filadélfia, de autoria de Claudia B. Heynemann, Arquivo Nacional, publicada em 4 de dezembro de 2019.
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Festa das Artes e da Indústria Segunda Exposição Nacional, 1866, de autoria de Claudia Beatriz Heynemann e Maria Elizabeth Brêa Monteiro, Arquivo Nacional, em 5 de abril de 2020.
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A apresentação do Departamento Nacional de Saúde Pública na Exposição Internacional do Centenário da Independência, de Ricardo Augusto dos Santos, Fiocruz, publicado em 13 de abril de 2020.
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Série 1922 – Hoje, há 100 anos VIII – A abertura da Exposição Internacional do Centenário da Independência do Brasil e o centenário da primeira grande transmissão pública de rádio no país, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, publicado em 7 de setembro de 2022, na Brasiliana Fotográfica.
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Três álbuns fotográficos da Exposição Nacional de 1908 no Museu Histórico Nacional: Boscagli, Malta e Musso, de autoria de Maria Isabel Ribeiro Lenzi, historiadora do Museu Histórico Nacional, publicado em 25 de agosto de 2023, na Brasiliana Fotográfica.
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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