Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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titulo: "Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XI – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol"
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autor: "Andrea Wanderley"
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data: "2021-07-22T11:03:27+00:00"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# Série “O Rio de Janeiro desaparecido” XI – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol
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Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, c, 1897. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional
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Antes da construção do Cristo Redentor, inaugurado em 12 de outubro de 1931, havia no Corcovado um mirante que, devido a seu formato, ficou conhecido como Chapéu de Sol. Foi encomendado a uma fundição belga e construído, em 1885, por decisão de dom Pedro II (1825 – 1891), substituindo um precário pagode de madeira.
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Juan Gutierrez. Mirante Chapéu do Sol, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional
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Acessando o link para as fotografias do Chapéu de Sol no Morro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Cerca de um ano antes, em 9 de outubro de 1884, foi concluída a linha férrea que ligava o Cosme Velho às Paineiras, cuja concessão para a construção foi dada aos engenheiros Francisco Pereira Passos (1836 – 1913), futuro prefeito do Rio de Janeiro, e a João Teixeira Soares (1848 – 1927), um dos realizadores da Estrada de Ferro do Paraná, de Curitiba a Paranaguá, inaugurada também em 1884 (Revista de Engenharia, 1882, primeira coluna; Gazeta de Notícias, 8 de janeiro de 1882, segunda coluna).
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Pereira Passos havia sido responsável, em 1874, pela elaboração de um plano urbano para o Rio de Janeiro inspirado nas obras realizadas em Paris pelo Barão de Haussmann (1809 – 1891). A Estrada de Ferro do Corcovado já estava prevista em relatórios de 1875 e 1876 entregues à Coroa pela comissão chefiada por ele.
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O renomado engenheiro Marcelino Ramos da Silva (1844 – 1910), um dos fundadores do Club de Engenharia, que havia estudado nas escolas de Hannover e Hamburgo, na Alemanha, dirigiu as obras. Estavam presentes à inauguração deste primeiro trecho dom Pedro II (1825 – 1891), dona Teresa Cristina (1822 – 1889), a princesa Isabel (1846- 1921), o conde D ´Eu (1842 – 1922) , além dos ministros da Agricultura, Antônio Carneiro da Rocha (1842 – 1925), da Guerra, João José de Oliveira Junqueira Júnior (1832 – 1887), de outras autoridades e dos diretores da estrada (Gazeta de Notícias, 10 de outubro de 1884, primeira coluna).
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Juan Gutierrez. Estação das Paineiras, na Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional
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Augusto Malta.Família Passos: Pereira Passos, Maria Rita Passos, Maria Paula Passos de Castro, Francisco de Oliveira Passos, Olímpia Passos e Maria Ernestina T. de Castro, 14 de novembro de 1910. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu da República
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João Teixeira Soares / Site Geni
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Jornal do Commercio, 9 de outubro de 1884
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Jorge Kfuri. O Chapéu de Sol no morro do Corcovado, s/d. Rio de Janeiro, RJ / DPHDM
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Em 1º de julho de 1885, o tráfego foi aberto até o alto do Corcovado (Jornal do Commercio, 2 de julho de 1885, quinta coluna; Revista de Engenharia, 1885, primeira coluna). O ramal ferroviário entre o Cosme Velho e o Corcovado foi construído sob o sistema Riggenbach, com cremalheira denteada sobre um trilho central para dar maior segurança à composição (Revista de Engenharia, 14 de abril de 1884, primeira coluna).
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Jornal do Commercio, 2 de julho de 1885
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Acessando o link para as fotografias da Estrada de Ferro do Corcovado disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Juan Gutierrez. Ponto de chegada da Estrada de Ferro do Corcovado, 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional
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A ferrovia, com aproximadamente 3.800 km de extensão, era percorrida por uma locomotiva a carvão. Foi a primeira linha férrea turística das Américas. O passeio de trem até o mirante, inicialmente de tração à vapor e, a partir de fevereiro de 1910, de tração elétrica, passou a ser uma das atrações prediletas dos cariocas, que do topo do morro admiravam a beleza do Rio de Janeiro em todo o seu esplendor (O Paiz, 26 de fevereiro de 1910, quinta coluna; O Jornal, 5 de abril de 1945, última coluna).
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Marc Ferrez. Ponte do Silvestre, c. 1895. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Editores & propriedade de Rodrigues & Co. Corcovado (Chapéu de Sol), 1890-1900. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional
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Uma curiosidade: durante as celebrações do centenário da independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, houve a primeira transmissão radiofônica no Brasil, marcada por um discurso do presidente Epitácio Pessoa (1865 – 1942) transmitido pelas antenas – que aparecem na fotografia aérea abaixo -, instaladas no morro do Corcovado, ao lado do Chapéu de Sol, que alcançou receptores em Niterói, Petrópolis e São Paulo.
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Jorge Kfuri. Vista aérea do Morro do Corcovado com o Mirante Chapéu do Sol, c. 1921. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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O mirante Chapéu de Sol foi totalmente removido na década de 40 pelo então prefeito Henrique Dodsworth (1895 – 1975), dentro de um programa de melhoramentos no alto do Corcovado (O Jornal, 28 de maio de 1941, sexta coluna; Gazeta de Notícias, 24 de junho de 1942, quarta coluna; Correio da Manhã, 2 de abril de 1944, quarta coluna; Revista da Semana, 17 de junho de 1944).
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S.H. Holland. Cristo Redentor em construção, c. 1931. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Uma curiosidade: O primeiro nome do Morro do Corcovado foi Pináculo das Tentações, possivelmente atribuído pelo navegador italiano Américo Vespúcio (1451 – 1512), que no início do século XVI, passou pela Baía do Rio de Janeiro. Mas por sua forma, no século XVII, passou a ser comumente chamado Corcovado. Sua ocupação definitiva aconteceu com a chegada da família imperial ao Brasil, em 1808. Dom Pedro I (17 98- 1834) conduziu, com o objetivo de estabelecer pontos de observação para a defesa da costa, a primeira expedição oficial ao Monte Corcovado, em 22 de fevereiro de 1824, registrada nas telas do francês Jean-Baptiste Debret (1868 – 1948).
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Segundo o Portal do Iphan:
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“A iniciativa da abertura de um caminho terrestre para o Corcovado foi de D. Pedro I. Assessorado por engenheiros militares, D. Pedro I percorreu as montanhas que circundavam a cidade e dirigiu pessoalmente, os trabalhos para abrir uma picada para um cavaleiro, no Corcovado. No cimo do morro, mandou instalar um telégrafo (semáforo, que sinalizava a subida com bandeiras, em conexão com outras estações Palácio de S. Cristóvão, fortaleza de Santa Cruz e Forte de Copacabana). Neste mesmo ano, instalou-se o primeiro belvedere para descortinio da paisagem e um acampamento rústico para uso da família imperial, quando de suas excursões ao local. As caminhadas e passeios à região, tornaram-se um hábito junto à população, e em especial junto aos visitantes e cronistas estrangeiros que registram textual e iconograficamente estes passeios”.
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O título deste artigo foi alterado de A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol para Série O Rio de Janeiro desaparecido XI – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol, em 16 de setembro de 2021.
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Fontes:
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BARBOSA, Verônica Mendes Borges; BONILHA, Caroline Leal. Paisagem brasileira: do retrtao pictórico ao retrato fotográfico. Universidade Federal de Pelotas, RS.
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Dunlop, Charles Julius. Rio Antigo. Rio de Janeiro: Editora Rio Antigo, 1963.
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Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
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MOTA, Isabela; PAMPLONA, Patricia. Vestígios da paisagem carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro ; Mauad X, 2019.
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Portal Iphan
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SEMENOVITCH, Jorge Scévola. Corcovado: a conquista da montanha de Deus. Rio de Janeiro : Editora Lutecia, 2010
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Site Arquidiocese de São Sebaastião do Rio de Janeiro
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Site Câmara dos Deputados
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Site Diário do Rio
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Site História de Marcelino Ramos
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Links para os outros artigos da Série O Rio de Janeiro desaparecido
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Série O Rio de Janeiro desaparecido I - Salas de cinema do Rio de Janeiro do início do século XX, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de fevereiro de 2016.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido II – A Exposição Nacional de 1908 na Coleção Família Passos, de autoria de Carla Costa, historiadora do Museu da República, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 5 de abril de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido III – O Palácio Monroe, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica, em 9 de novembro de 2016.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido IV - A via elevada da Perimetral, de autoria da historiadora Beatriz Kushnir, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2017.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de julho de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VI – O primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de setembro de 2018.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VII – O Morro de Santo Antônio na Casa de Oswaldo Cruz, de autoria de historiador Ricardo Augusto dos Santos da Casa de Oswaldo Cruz, publicado na Brasiliana Fotográfica em 5 de fevereiro de 2019.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido VIII – A demolição do Morro do Castelo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 30 de abril de 2019.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido X – No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de junho de 2020.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XI – A Estrada de Ferro do Corcovado e o mirante Chapéu de Sol, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 22 de julho de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XII – o Teatro Lírico (Theatro Lyrico), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 15 de setembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XIII – O Convento da Ajuda, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 12 de outubro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XIV – O Conselho Municipal, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de novembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XV – A Praia de Santa Luzia no primeiro dia do verão, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 21 de dezembro de 2021.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVI – O prédio da Academia Imperial de Belas Artes, de autoria de Andrea C.T. Wanderley, publicado na Brasiliana Fotográfica em 13 de janeiro de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVII – Igreja São Pedro dos Clérigos, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 18 de março de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XVIII – A Praça Onze, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 20 de abril de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XIX – A Igrejinha de Copacabana, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 23 de junho de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XX – O Pavilhão dos Estados, futuro prédio do Ministério da Agricultura, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 26 de julho de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXI – O Chafariz do Largo da Carioca, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 19 de setembro de 2022.
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXII – A Cadeia Velha que deu lugar ao Palácio Tiradentes, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicado na Brasiliana Fotográfica em 11 de abril de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXIII e Avenidas e ruas do Brasil XVII - A Praia e a Rua do Russel, na Glória, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 15 de maio de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXIV – O luxuoso Palace Hotel, na Avenida Rio Branco, uma referência da vanguarda artística no Rio de Janeiro, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 4 de julho de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXV – O Theatro Phenix, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 5 de setembro de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXVI – Conclusão do arrasamento do Morro do Castelo por Augusto Malta, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, publicada em 14 de dezembro de 2023
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Série O Rio de Janeiro desaparecido XXVII e Série Os arquitetos do Rio de Janeiro V – O Jockey Club e o Derby Club, na Avenida Rio Branco e o arquiteto Heitor de Mello (1875 – 1920), de autoria de Andrea c. T. Wanderley, editora e pesquisadora do portal, em 15 de janeiro de 2024
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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