Files
brasiliano/wordpress/5008-desafios-e-alternativas-para-a-preservacao-digital.md
T
rodado 290c4cc21d feat: acervo Brasiliana Fotográfica coletado e mural 3D no ar
Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional)
para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059
com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444
objetos no ledger.

Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde
200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural,
porque todos têm thumbnail.

Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo,
posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de
fora pelo .gitignore.
2026-09-13 20:17:02 +02:00

3.0 KiB

id, url, titulo, autor, data, categorias, handles_referenciados, fetched_at
id url titulo autor data categorias handles_referenciados fetched_at
5008 https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=5008 Desafios e alternativas para a preservação digital Andrea Wanderley 2016-04-17T05:25:21+00:00
Análise de documento
Biografia
Cronologia
Curadoria
Efemérides
Convidados
Preservação digital
Sem categoria
2026-09-10T10:24:58.854Z

Desafios e alternativas para a preservação digital

Continuando a comemoração pelo primeiro ano da Brasiliana Fotográfica, publicamos o primeiro artigo  da seção de Preservação Digital do portal, do pesquisador e professor Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva.   Desafios e alternativas para a preservação digital Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva*   Marc Ferrez. Viaduto da estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, c. 1884. Paraná / Acervo IMS   Pensar a preservação digital nas instâncias públicas implica em pensar e agir cooperativamente. Creio que não temos saída, ou permaneceremos presos apenas às vontades de realização, mas sem os produtos digitais (quero dizer aqui os produtos eficientes e eficazes) que almejamos. Esse deve ser o “novo” fundamento das ações de preservação de nossa memória visual e de nosso patrimônio documental no universo digital, quando a cada dia geramos mais e mais arquivos nato-digitais, e a cada dia geramos novas versões digitais das imagens fotográficas mantidas em nossas instituições, originalmente criadas nos mais diferentes processos técnicos já históricos, um monumento gigantesco à memória fotográfica nacional. Se nossa atenção está voltada aos acervos fotográficos, sejam estes de viés arquivístico, museológico ou de caráter biblioteconômico-documental, devemos concentrar esforços em dois sentidos: primeiramente, interrompendo a cultura de “cada um inventa a sua própria roda”: temos que trabalhar em equipes multi-institucionais, para alcançar aprendizados e soluções comuns a todos (não são exatamente as instituições e suas “rodas” que interessam aqui, mas o público em geral a quem se destina a documentação); depois, criando as condições para que o resultado deste trabalho das instituições seja um ambiente digital seguro, tecnicamente e tecnologicamente adequado, não somente para acesso às imagens, mas principalmente visando à preservação das versões digitais de nosso patrimônio fotográfico. Procedimentos padrão para o acesso remoto e a preservação digital de nosso patrimônio fotográfico são possíveis. Já há alternativas para que isso seja realizado. A Brasiliana Fotográfica é uma destas iniciativas formidáveis de acesso multi-institucional, que promove, estimula, aperfeiçoa e possibilita o compartilhamento e a criação de resultados concretos do trabalho cooperativo interinstitucional. Vida longa à Brasiliana Fotográfica!   * Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva é doutor em Ciência da Informação, pesquisador e professor titular do Instituto de Ciência da Informação, da Universidade Federal da Bahia.