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titulo: "O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas"
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autor: "Andrea Wanderley"
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# O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas
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Marc Ferrez (1843 – 1923) fotografou a sede do novo Observatório Nacional, no Morro de São Januário, em São Cristóvão. A ata de lançamento da pedra fundamental do edifício foi assinada em 28 de setembro de 1913 e as estereoscopias que Ferrez produziu das novas instalações mostram os prédios prontos. Ele esteve fora do Brasil entre abril de 1915 e fevereiro de 1920. Voltou à França em maio de 1921 e retornou ao Rio de Janeiro em 14 de agosto de 1922, onde faleceu em 12 de janeiro de 1923. Ou seja, ele pode ter retratado o Observatório entre fevereiro de 1920 e maio de 1921, período mais provável; ou no segundo semestre de 1922.
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Marc Ferrez. Observatório Nacional do Rio de Janeiro, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Como já mencionado em outros artigos da Brasiliana Fotográfica, a estereoscopia chegou ao Brasil, ainda no século XIX, e foi uma técnica utilizada por fotógrafos renomados como Revert Henrique Klumb (c.1826 – c. 1886) e Georges Leuzinger (1813 – 1892), ambos europeus e radicados no país. Do século XX, temos em nosso acervo fotógrafico imagens realizadas pelos estereoscopistas amadores Guilherme Antônio dos Santos (187 1- 1966) e Archanjo Sobrinho (18? – 1941). Todos já foram temas de artigos publicados no portal.
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O Observatório Nacional
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O Imperial Observatório do Rio de Janeiro foi criado por D. Pedro I em 15 de outubro de 1827, sendo uma das mais antigas instituições científicas brasileiras (Diário Fluminense, 11 de outubro de 1827, primeira coluna; e 22 de outubro de 1827, segunda coluna; Diário da Câmara dos Senadores do Império do Brasil, 27 de setembro de 1927, segunda coluna). Entre suas finalidades estava a orientação e estudos geográficos do território brasileiro e de ensino da navegação.
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Diário Fluminense, 2 de novembro de 1827
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Com a Proclamação da República, em 1889, o Imperial Observatório Astronômico passou a denominar-se Observatório Astronômico e, finalmente, ganhou o nome de Observatório Nacional, a partir do Decreto nº 7672, de 18 de novembro de 1909.
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Acessando o link para as fotografias do Observatório Nacional realizadas por Marc Ferrez disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Inicialmente, funcionou numa das torres da Escola Militar e seu diretor, entre 1842 e 1844, foi Pedro de Alcântara Bellegarde (1842-1844). A partir de 1846, suas instalações foram transferidas para o prédio de uma antiga igreja jesuita do Morro do Castelo, apesar da contrariedade de seu então diretor, o belga Eugênio Antônio Fernando Soulier de Sauve (? – 1850), que achava que “o observatório não teria a máxima imobilidade que lhe é necessária e porque, no Castelo, o observatório seria provisório, pois, segundo era corrente, havia projeto em arrasá-lo e, portanto, teria que ser abandonado, o que seria motivo de grandes despesas, razão esta, muito forte, para que não mais se pensasse no referido morro” . (SAUVE, S. de, apud MORIZE, 1987, p. 48).
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Augusto Malta. Igreja dos Jesuítas e Observatório Nacional, 1922. Morro do Castelo. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Detalhe da foto com destaque para a fachada do Observatório Nacional
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A inauguração do novo Observatório ocorreu durante a gestão do francês naturalizado brasileiro Henri Charles Morize ou Henrique Morize (1860 – 1930), engenheiro e astrônomo, que esteve à frente da instituição de 27 de junho de 1908 a 1927, quando se afastou da direção por motivos de saúde, tendo nomeado Alix de Lemos (1877–1957) diretor interino. Seu sucessor foi o paraense Sebastião Sodré da Gama (1883 – 1951) (O Paiz, 21 de abril de 1929, quinta coluna; O Malho, 29 de março de 1930).
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Henrique Morize / Acervo Museu de Astronomia e Ciências Afins
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Morize era discípulo do astrônomo belga Louis Ferdinand Cruls (1848 – 1908), a quem sucedeu na direção da instituição. Ambos eram muito amigos de Marc Ferrez, que se relacionou com diversos cientistas e pesquisadores no Brasil do século XIX e do início do século XX, dentre eles o geólogo norte-americano Charles Frederick Hartt (1840 – 1878), que chefiou a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878), da qual fez parte; o médico Camillo Fonseca (18? – 1923), em cujo consultório foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Pinheiro, nascidas em 1893, no Espírito Santo; além dos já citados diretores do Observatório Nacional no Rio de Janeiro.
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Marc Ferrez. Observatório Nacional, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Uma das diretrizes da gestão de Morize era dotar o Observatório Nacional de instalações adequadas às suas atividades (Correio da Manhã, 20 de março de 1930).
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Henrique Morize / Fon-Fon, 18 de maio de 1912
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Em 28 de setembro de 1913, foi, como anteriormente mencionado, assinada a ata de lançamento da pedra fundamental do novo Observatório Nacional. Finalmente, em 1922, foi transferido do Morro do Castelo, atual Esplanada do Castelo, para o Morro de São Januário, onde permanece funcionando (Illustração Brasileira, 20 de janeiro de 1922).
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Marc Ferrez. Observatório Nacional, c. 1920. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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O Malho, 10 de dezembro de 1921
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Visita de Albert Einstein, sentado ao centro, ao Observatório Nacional, 9 de maio de 1925 ( O Paiz, 10 de maio de 1925, última coluna). Morize está à direita de Einstein e Alix de Lemos à esquerda / Acervo Museu da Astronomia e Ciências Afins
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As relações entre o fotógrafo Marc Ferrez e os cientistas Henrique Morize, Louis Ferdinand Cruls e outros
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Marc Ferrez. Henrique Morize, c. 1896. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Desde a década de 1890, Morize e Ferrez se conheciam. Em 1891, a Casa Lombaerts & C incorporou-se à Casa Marc Ferrez, sob a firma Lombaerts, Marc Ferrez & C (Diário da Manhã, 9 de março de 1891, na terceira coluna). A firma publicou postais e, por encomenda da Inspetoria Geral da Instrução Primária e Secundária da Capital, publicou o álbum Quadros de história Pátria, com 21 fototipias, e o ensaio de Henrique Morize, intitulado Esboço de uma climatologia do Brasil. No mesmo ano, a sociedade de Lombaerts e Ferrez foi dissolvida (Diário de Notícias, 15 de dezembro de 1891, quarta coluna). Em torno de 1897, Ferrez realizava experiências no campo da imagem com Morize e com Tasso Fragoso (1869 – 1945), na época aluno da Escola Militar e, posteriormente, general.
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Em 1899, no gabinete dos doutores Camilo Fonseca e de Morize, foram realizadas experiências radiográficas nas gêmeas siamesas Rosalina e Maria Pinheiro, nascidas em 1893, no Espírito Santo, que chegaram ao Rio de Janeiro em junho (A Imprensa, 23 de junho de 1899, na terceira coluna). Elas foram fotografadas por Marc Ferrez em várias posições (O Cachoeirano, 2 de julho de 1899, na última coluna). A cirurgia para separá-las, realizada em 30 de maio de 1900, na Casa de Saúde São Sebastião, no Rio de Janeiro, pelo médico Eduardo Chapot Prevost (1864 – 1907), foi a primeira do gênero que foi bem sucedida em todo o mundo. Maria morreu cinco dias após a cirurgia devido a uma grave infecção e Rosalina viveu até pelo menos 75 anos, tendo casado e tido filhos (A Imprensa, 11 de agosto de 1900, na primeira coluna).
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Em 1902, o então capitão Tasso Fragoso realizou sua segunda conferência sobre artilharia de campanha de tiro rápido. Foram apresentadas fotografias de projéteis e canhões, expostas em uma lanterna de projeção manejada por Morize e Ferrez (Jornal do Brasil, 26 de abril de 1902, nona coluna). Em 1912, Marc Ferrez era um dos integrantes da comitiva do presidente do Brasil, Marechal Hermes da Fonseca (1855 – 1923), que havia ido para Passa Quatro observar o eclipse solar ocorrido em 10 de outubro daquele ano. Também participaram do evento Morize, chefe da comissão brasileira; o diretor do Jardim Botânico, Graciano dos Santos Neves (1868 – 1922), e astrônomos ingleses, dentre outros (Gazeta de Notícias, 11 de outubro de 1912, na quinta coluna sob o título “Marechal Hermes e o eclipse“).
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Em 1919, Marc Ferrez morava na França e supõe-se que ele teria, por seu interesse no assunto e por sua proximidade com Henrique Morize, acompanhado à distância os trabalhos dos registros fotográficos do eclipse total do Sol, ocorrido em 29 de maio de 1919, realizados por astrônomos brasileiros do Observatório Nacional e também por cientistas de outros países, em Sobral, no Ceará. A equipe brasileira, liderada por Morize, era formada pelos astrônomos Domingos Fernandes da Costa (1882 – 1956), Allyrio Hugueney de Mattos (1889 – 1975) e Lélio Itapuambyra Gama (1892 – 1981), além do químico Theophilo Henry Lee (1873 – ?), do meteorologista Luís Rodrigues, do mecânico Arthur de Castro Almeida e do carpinteiro Primo Flores. Partiram do Rio de Janeiro no dia 25 de abril de 1919, a bordo do vapor João Alfredo (Jornal do Commercio, 23 de abril de 1919, última coluna). Em março de 1922, em Paris, Marc Ferrez recebeu a visita de Morize, em viagem para Europa em missão oficial do Observatório Nacional. Morize esteve presente à missa de sétimo dia de Ferrez, em janeiro de 1923 (O Paiz, 20 de janeiro de 1923, na última coluna).
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Como já mencionado, Morize sucedeu no Observatório Nacional o astrônomo Louis Ferdinand Cruls, que já conhecia Ferrez desde a década de 1880. Cruls dirigiu o Observatório entre 1891 e 1908. O retrato abaixo foi exposto, em 1884, na Notre Dame de Paris, e referido como um “trabalho artístico obtido pelo novo sistema de gelatino-bromureto, especialidade do sr. Marc Ferrez, clichê do sr. Insley Pacheco”(Jornal do Commercio, 4 de julho de 1884, na última coluna).
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Marc Ferrez. Luis Cruls, c. 1890. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Fotografias de Ferrez ilustraram a matéria escrita por Arthur Barreiros sobre Cruls, publicada na segunda edição da revista Galeria Contemporânea do Brasil (O Cearense, 29 de agosto de 1884, na terceira coluna). Em uma reunião da Sociedade Central de Immigração, da qual faziam parte, entre outros, Cruls, o pintor italiano Nicolau Facchinetti (1824 – 1900) e o político Alfredo d´Escragnolle Taunay (1843 – 1899), foram apresentadas por esse último, presidente da associação, fotografias da ferrovia do Paraná, de autoria de Ferrez (A Immigração, agosto de 1886). Em 1888, no Arsenal de Marinha, com as presenças de Suas Altezas, da baronesa de Loreto Maria Amanda Paranaguá Dória (1849 – 1931), do barão de Corumbá João Mendes Salgado (1832 – 1894), do marquês de Paranaguá João Lustosa da Cunha Paranaguá (1821 – 1912), e de Cruls (1848 – 1908), dentre outros, o meteorito de Bedengó foi coberto com ácido nítrico. Na matéria, foi mencionado que Ferrez fotografaria o meteorito (Gazeta de Notícias, 17 de agosto de 1888, na segunda coluna sob o título “Corte do Bendegó”).
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Um curiosidade: O daguerreótipo chegou ao Brasil no mesmo navio em que Soulier de Sauve (? – 1850), que dirigiu Observatório Nacional entre 1845 e 1850, e sua esposa, Louise, vieram para o país, a corveta Oriental , que aportou no Rio de Janeiro, em 23 de dezembro de 1839. A embarcação foi identificada como um colégio boiante, um navio-escola que promovia uma expedição didática- científica (Jornal do Commercio, 25 de dezembro de 1839, terceira coluna e Jornal do Commercio, 28 de dezembro de 1839, terceira coluna). No navio havia marinheiros capazes e professores hábeis, reunidos pelo capitão para iniciar os alunos a bordo nas primeiras noções da marinha e do comércio. Dentre eles estava Francisco Sauvage, inventor do phisionotypo, um novo modo de suprir a escultura, Soulier de Sauve e e o abade francês Louis Comte (1798 – 1868) (Correio Mercantil (BA), 13 de dezembro de 1839, terceira coluna). A expedição naval trazia a bordo um daguerreótipo, aparelho capaz de produzir as primeiras fotografias, cuja invenção devida a Louis Daguerre e Nicéphore Niépce, tinha sido anunciada ao mundo por François Arago na sessão da Academia de Ciências da França de 19 de agosto de 1839. O abade Comte, que havia aprendido com o próprio Daguerre a daguerreotipia, era o encarregado pela assistência intelectual e espiritual e pelo ensino de religião, música e canto durante a viagem. Produziu alguns daguerreótipos, em 16 de janeiro de 1840, no Rio de Janeiro e, alguns dias depois, apresentou o invento a dom Pedro II.
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Jornal do Commercio, 17 de janeiro de 1840
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A partir daí a fotografia tornou-se uma das paixões do futuro imperador. Em março do mesmo ano, d. Pedro II adquiriu um daguerreótipo, provavelmente o primeiro da América do Sul (Jornal do Commercio, 20 de janeiro de 1840, terceira coluna).
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Andrea C.T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Fontes:
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BARRETO, Luiz Muniz. Observatório Nacional: 160 anos de história. Academia brasileira de ciências, Secretaria de ciência e tecnologia do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1987.
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CAMPOS, J.A. Eclipse Solar de 31 de dezembro de 1842: Confronto entre Maximiano da Silva Leite e Soulier de Sauve. Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2016.
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Eu sei tudo, janeiro de 1928
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Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
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LUZ, Sabina Ferreira. Do Castelo ao Januário: o Observatório Nacional muda de morro. XXVIII Simpósio Nacional de História. Florianópolis, Santa Catarina. 21 a 31 de julho de 2015.
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MORIZE, Henrique. Observatório Astronômico, um século de história (1827-1927). Rio de Janeiro : Museu de Astronomia e Ciências afins : Salamandra, 1987.
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Portal da Academia Nacional de Engenharia
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Portal da Câmara dos Deputados
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ROBBA, Olivia R. Entre a prática de ensino e os afazeres militares: A construção do Imperial Observatório do Rio de Janeiro entre 1827 e 1870. Dissertação de mestrado, HCTE/UFRJ, 2011.
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TURAZZI, Maria Inez. A viagem do Oriental-Hydrographe (1839 – 1840) e a introdução da daguerreotipia no Brasil. Acervo; Revista do Arquivo Nacional, Rio de Janeiro, v.23, nº 1, p.45-62, jan-jun 2010.
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Site Ministério da Tecnologia
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Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez
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Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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O Rio de Janeiro de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015
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Obras para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016
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O brilhante cronista visual Marc Ferrez (7/12/1843 – 12/01/1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016
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Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016
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No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017
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Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 29 de junho de 2018
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Série “O Rio de Janeiro desaparecido” V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018
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Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018
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Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019
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Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 24 de junho de 2019
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Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019
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Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019
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Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020
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Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020
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Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 16 de março de 2020
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Bambus, por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020
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O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020
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O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021
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A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 – 1982) e Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021
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Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021
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No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021
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Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 28 de abril de 2022
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A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de junho de 2022
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O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023
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No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023
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A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 18 de julho de 2023
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Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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