Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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titulo: "Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra"
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autor: "Andrea Wanderley"
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data: "2023-07-25T09:52:06+00:00"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra
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A Brasiliana Fotográfica celebra o Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra com uma seleção de imagens de mulheres produzidas por Alberto Henschel (1827 – 1882), Antônio Lopes Cardoso (18? – ?), Augusto Stahl (1828 – 1877), Carneiro & Gaspar (Joaquim Feliciano Alves Carneiro (18? – 1887) e Gaspar Antonio da Silva Guimarães (18? – 1874) ), Felipe Augusto Fidanza (1844 – 1903), João Goston (18? – ?), Marc Ferrez (1843 – 1923), José Christiano Junior (1832 – 1902) e por fotógrafos ainda não identificados.
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Foi no encontro de Mulheres Negras Latino-Americanas e Caribenhas, realizado em Santo Domingo, na República Dominicana, em 1992, cujo objetivo era propor a união entre essas mulheres e denunciar o machismo e o racismo, que nasceu o Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha, reconhecido pela ONU no mesmo ano. Também durante o encontro foi estabelecida a criação da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Diáspora.
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Augusto Stahl. Mulher negra com manto, c. 1860. Recife, Pernambuco / Acervo IMS
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Acessando o link para a seleção de fotografias que foram selecionadas para homenagear o Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Alberto Henschel. Mulher negra da Bahia, c. 1869. Salvador, Bahia / Convênio Instituto Moreira Salles – Leibniz-Institut für Länderkunde
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No Brasil, cerca de 22 anos depois, em 2 de junho de 2014, a Lei 12.987/2014, estabeleceu o dia 25 de julho como o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. A partir da figura da matriarca quilombola Tereza de Benguela, a data tem o propósito de dar visibilidade ao papel da mulher negra na história brasileira. Tereza de Benguela viveu no século XVIII e foi escravizada pelo capitão Timóteo Pereira Gomes. Foi casada com José Piolho, que era o chefe do Quilombo Quariterê ou Quilombo do Piolho, na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia, até ser assassinado por soldados do Estado. A partir de sua morte, a Rainha Tereza, como era chamada, assumiu a chefia do quilombo, que liderou por cerca de 20 anos, resistindo contra o governo escravocrata.
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Segundo os anais de Vila Bela da Santíssima Trindade, Tereza:
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Governava esse quilombo a modo de parlamento, tendo para o conselho uma casa destinada, para a qual, em dias assinalados de todas as semanas, entravam os deputados, sendo o de maior autoridade, tido por conselheiro, José Piolho, escravo da herança do defunto Antônio Pacheco de Morais. Isso faziam, tanto que eram chamados pela rainha, que era a que presidia e que naquele negral Senado se assentava, e se executavam à risca, sem apelação nem agravo.
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Carneiro & Gaspar. Glicéria da Conceição Ferreira, 1870-1872 / Acervo Arquivo Nacional
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O GLOBO, 23 de julho de 2014
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Antes de ser homenageada com a criação da data, Tereza de Benguela já havia sido, no carnaval de 1994, tema do enredo Tereza de Benguela – Uma Rainha Negra no Pantanal. da Escola de Samba Unidos do Viradouro.
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Amor, amor, amor…
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Sou a viola de cocho dolente
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Vim da Pérsia, no Oriente
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Para chegar ao Pantanal
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Pela Mongólia eu passei
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Atravessei a Europa medieval
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Nos meus acordes vou contar
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A saga de Tereza de Benguela
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Uma rainha africana
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Escravizada em Vila Bela
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O ciclo do ouro iniciava
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No cativeiro, sofrimento e agonia
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A rebeldia, acendeu a chama da liberdade
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No Quilombo, o sonho de felicidade
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Ilê Ayê, Ara Ayê Ilu Ayê
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Um grito forte ecoou (bis)
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A esperança, no quariterê
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O negro abraçou
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No seio de Mato Grosso, a festança começava
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Com o parlamento, a rainha negra governava
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Índios, caboclos e mestiços, numa civilização
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O sangue latino vem na miscigenação
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A invasão gananciosa, um ideal aniquilava
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A rainha enlouqueceu, foi sacrificada
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Quando a maldição, a opressão exterminou
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No infinito uma estrela cintilou
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Vai clarear, oi vai clarear
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Um Sol dourado de Quimera (bis)
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A luz de Tereza não apagará
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E a Viradouro brilhará na nova era
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Esta ilustração do século 19 foi adotada por várias organizações do movimento negro para representar Tereza de Benguela
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Voltou a ser homenageada por uma escola de samba, a Barroca Zona Sul, de São Paulo, desta vez em 2020, com o enredo Benguela… A Barroca Clama a Ti, Tereza.
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Axé, Tereza
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Divina alteza, meu tambor foi te chamar
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Sua luz nessa avenida
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Incorpora a chama, Yabá
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Da magia irmanada por Odé
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Não sucumbe a fé, traz a luta de Angola
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E a corrente arrastou pro sofrimento
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Um sentimento, valentia quilombola
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Reluz o ouro que brota em seu chão
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Desperta ambição, mas há de raiar o dia
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Do Guaporé, ser voz de preservação
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Em plena floresta, auê, auê!
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Resistência na aldeia, Quariterê!
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Na mata, sou mestiço, guardião
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O meu grito de guerra é por libertação!
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O nosso canto não é apenas um lamento
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A coragem vem da alma de quem ergueu o parlamento
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Do castigo na senzala à miséria da favela
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O povo não se cala, ó Tereza de Benguela!
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Vem plantar a paz por essa terra
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A emoção que se liberta
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E a pele negra faz a gente refletir
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Nossa força, nossa luta
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De tantas Terezas por aí!
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No caminho do amanhã, Obatalá!
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É a luz que vem do céu, clareia!
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Vem de Benguela o clamor de liberdade
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Barroca pede tolerância e igualdade!
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Uma curiosidade: assim como a ilutração acima foi adotada para representar Tereza de Benguela, a fotografia abaixo, produzida por Alberto Henschel, em torno de 1870, é frequentemente associada a Luiza Mahin (18? – 18?), que viveu no século XIX e foi mãe do poeta, advogado e abolicionista Luís Gama (1831 – 1882), e liderança da Revolta dos Malês, um dos maiores levantes de escravizados promovidos no Brasil, em Salvador, em 1835. Para saber mais sobre essa história, acesse o artigo A mulher negra de turbante, de Alberto Henschel, de autoria de Aline Montenegro Magalhães e Maria do Carmo Rainho, publicada na Brasiliana Fotográfica, em 13 de maio de 2020.
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Alberto Henschel. Mulher de turbante, c. 1870. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Acesse aqui a pesquisa Visível e Invisível: A Vitimização de Mulheres no Brasil, realizado pelo Datafolha a pedido do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgada em 2 de março de 2023.
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Montagem feita por Januário Garcia (1943 – 2021) com fotos de sua autoria para o Dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha de 2015
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Fontes:
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BANDEIRA, Maria de Lourdes. Território Negro Em Espaço Branco. São Paulo : Brasiliense, 1988.
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LACERDA, Thays de Campos. Tereza de Benguela: identidade e representatividade negra. Revista de Estudos Acadêmicos de Letras.
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NUNES, Dimalice. Teresa de Benguela: a heroica rainha do Quilombo Quariterê. Aventura da História, 20 de novembro de 2019.
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O GLOBO
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Portal Geledés
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Site Fiocruz
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Site ONU Mulheres
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Site Senado Federal
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Site Sipad
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Site Universidade Federal do Recôncavo Baiano
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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- `20.500.12156.1/4489` — `itens/20.500.12156.1_4489/`
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- `20.500.12156.1/5154` — `itens/20.500.12156.1_5154/`
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- `20.500.12156.1/6847` — `itens/20.500.12156.1_6847/`
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