Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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url: "https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=18725"
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titulo: "Fotografia de Leuzinger é capa da revista “Fon-Fon” em 1922"
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autor: "Andrea Wanderley"
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data: "2020-08-27T09:20:06+00:00"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# Fotografia de Leuzinger é capa da revista “Fon-Fon” em 1922
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Imagens produzidas no século XIX pelo fotógrafo e editor suíço Georges Leuzinger (1813 – 1892) foram usadas na matéria O Rio Desapparecido, publicada na revista Fon-Fon de 29 de abril de 1922. Uma delas, do Largo de São Francisco, no centro do Rio de Janeiro, está na capa acompanhando um pequeno texto onde se lê: “O velho Rio morreu”. A edição, acessada a partir da Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional, era comemorativa do aniversário da revista, que circulou entre abril de 1907 e agosto de 1958. A Brasiliana Fotográfica vai reproduzir nessa publicação todas as páginas do artigo, destacando as fotografias de autoria de Leuzinger que pertencem ao acervo do Instituto Moreira Salles, um das instituições fundadoras do portal. Com a preservação digital, os registros fotográficos podem, a partir de recursos tecnológicos como a digitalização e o zoom, terem uma melhor visibilidade e serem acessadas em sua qualidade plena.
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Na foto da capa da edição da Fon-Fon de 29 de abril de 1922 é comentado que em mais ou menos meio século, no Largo de São Francisco, só a Igreja de São Francisco, assim mesmo sem os gradis desse tempo permaneceu intocada. Foi também comentado que a Litografia Comercial havia se tornado o majestoso prédio do Parc Royal, que pardieiros eram agora belas casas de negócios e que ao invés de diligências com quatro mulas viam-se então circulando bondes elétricos.
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Capa da revista Fon-Fon de 29 de abril de 1922
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Georges Leuzinger. Largo de São Francisco de Paula, 1860. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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As duas primeiras fotos que ilustram a matéria, uma intitulada Igreja da Ordem Terceira do Carmo na Rua Direita, atual rua Primeiro de Março e outra Largo de São Francisco em destaque a Real Academia Militar pertencem ao álbum Rio de Janeiro e ses environs, produzido por Leuzinger em torno de 1868. A última, do Convento da Ajuda, não faz parte do álbum.
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Acessando o link para as fotografias de Leuzinger que ilustram a matéria O Rio desapparecido disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Início da matéria O Rio desapparecido, Fon-Fon, 29 de abril de 1922
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Georges Leuzinger. Igreja da Ordem Terceira do Carmo, na rua Direita, atual Primeiro de Março, c. 1870. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Segunda página do artigo O Rio Desapparecido, Fon-Fon, 29 de abril de 1922
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Georges Leuzinger. Largo de São Francisco em destaque a real Academia Militar, c. 1865. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Última página da matéria O Rio Desapparecido, Fon-Fon, 29 de abril de 1922
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Augusto Malta. Convento da Ajuda, 1905. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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A matéria menciona as diversas mudanças ocorridas na cidade desde 1872 como o desaparecimento do Morro do Senado, a destruição do Morro do Castelo, e as transformações nas construções em torno da Boulevard Carceller – como era conhecida um trecho da rua Direita, atual Primeiro de Março – e do Largo de São Francisco. Mas seu tom não é melancólico tanto que em seu último parágrafo lê-se:
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No texto da reportagem é lamentada a morte do escritor José Vieira Fazenda (1874-1917), identificado como um homem-arquivo do Rio de Janeiro. A partir de 1896, publicou, principalmente, no jornal A Notícia e nas revistas Kosmos e Renascença uma série de artigos sobre diversos aspectos do Rio de Janeiro, de assuntos históricos a suas tradições e costumes. Os artigo foram reunidos, a partir de 1919, com o título Antiqualhas e Memórias do Rio de Janeiro e ocupam cinco volumes da Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro.
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José Vieira Fazendo / Acervo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Fontes:
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Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional
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Site CPDOC
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Site Reficio
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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- `20.500.12156.1/8084` — `itens/20.500.12156.1_8084/`
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- `20.500.12156.1/1775` — `itens/20.500.12156.1_1775/`
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- `20.500.12156.1/7941` — `itens/20.500.12156.1_7941/`
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- `20.500.12156.1/8519` — `itens/20.500.12156.1_8519/`
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- `20.500.12156.1/9346` — `itens/20.500.12156.1_9346/`
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