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titulo: "Série “Conflitos” III – Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870)"
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autor: "Andrea Wanderley"
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# Série “Conflitos” III – Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870)
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Registros da Guerra do Paraguai (1864 – 1870) *
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Anônimo. Capitania em Humaitá : vista do lado de terra, 1868. Humaitá, Paraguai / Acervo FBN
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A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores registros de aspectos da Guerra do Paraguai, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Sua iconografia fotográfica é escassa, apesar da importância do evento e do fato de que na época já existia um bom número de fotógrafos atuando no continente. Porém, segundo o historiador André Toral: O registro fotográfico da guerra do Paraguai contra a Tríplice Aliança (1864-1870) foi, em termos gerais, uma continuidade do tipo de fotografia que se fazia na época. Mas foi, também, mais do que isso. A cobertura in loco e a força do assunto trouxeram maneiras inovadoras de se representar o conflito, o que colaborou para a constituição de uma linguagem fotográfica com características próprias em relação à pintura ou gravura do período dedicadas à guerra.
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Acessando o link para as fotografias de aspectos da Guerra do Paraguai disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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A Guerra do Paraguai abriu um lucrativo mercado para os fotógrafos itinerantes. Eles retratavam os soldados tanto nos acampamentos como em casa, antes da partida, tirando-os do anonimato, dando a eles um rosto, o que aumentava o custo humano dos combates. Os registros ainda não eram publicados nos jornais, devido à falta de arcabouço técnico, mas circulavam de mão em mão a partir de álbuns vendidos ao público. As capitais dos países envolvidos no conflito e algumas das províncias foram visitadas por esses profissionais, que também registravam os locais e seus costumes.
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As imagens do acervo do portal sobre o assunto são de autoria de Agostinho Forni, de Carlos Cesar, do estúdio Bate & CA, de Frederico Trebbi, de José Ferreira Guimarães (1841 – 1924), de Luiz Terragno (c.1831-1891) e de outros fotógrafos ainda não identificados. Retratam aspectos de várias cidades como Assunção, Humaitá, Lambaré e Luque; a batalha de 18 de julho, casas de militares como os generais José Antônio Correia da Câmara (1824-1893) e Joaquim Andrade Neves (1807 – 1869), a casa de Elisa Lynch (1835 – 1886), mulher do presidente do Paraguai, Francisco Solano Lopez Filho ( 1827 – 1870); acampamentos militares, igrejas, estações de ferro e hospitais, dentre outros. Há também uma fotografia do quadro Passagem de Humaitá, do pintor Victor Meirelles (1832 – 1903), produzida por José Ferreira Guimarães (1841 – 1924).
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José Ferreira Guimarães e Victor Meirelles. Passagem de Humaitá: pintura de Victor Meirelles, 1872 / Acervo FBN
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A Guerra do Paraguai, primeiro conflito a receber uma cobertura visual na imprensa sul-americana e um de seus assuntos preponderantes entre 1864 e 1870, foi um importante marco da fotorreportagem no Brasil, tema central da tese de doutorado A Semana Illustrada e a guerra contra o Paraguai: primórdios da fotorreportagem no Brasil, de autoria de Joaquim Marçal de Andrade, um dos curadores do portal Brasiliana Fotográfica. Diversas ilustrações de episódios da guerra e de alguns de seus participantes foram publicadas. A litografia propiciava a reprodução de fotografias, daguerreótipos e pinturas levando as imagens da guerra a um público maior. No início do conflito ainda não havia tecnologia capar de realizar a reprodução direta da fotografia pela prensa, então as fotografias foram largamente utilizadas como base para as ilustrações produzidas pelos litógrafos e publicadas pela imprensa.
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O engenheiro militar, historiador, teatrólogo e músico Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay (1843 – 1899), futuro visconde de Taunay, título que recebeu de D. Pedro II em 6 de setmbro de 1889, participou da cobertura da Guerra do Paraguai. Integrou as expedições militares entre 1865 e 1867 e entre 1869 e 1870 e seus escritos circularam na Semana Ilustrada. Parte dos textos jornalísticos do visconde de Taunay foram reunidos por Affonso Taunay (1876 – 1958) na coletânea Recordações de Guerra e de Viagem. Entre suas obras está o clássico A Retirada da Laguna, sobre um dos episódios da Guerra do Paraguai, quando a tropa brasileira, adoecida por beribéri, cólera e tifo foi forçada a se retirar sob os constantes ataques da cavalaria paraguaia.
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Destacamos no periódico Semana Illustrada, do alemão Henrique Fleuiss (1824 – 1882), edição de 10 de setembro de 1865, as publicações de ilustrações da Batalha Naval de Riachuelo e de dom Pedro II e do duque de Saxe em traje de campanha.
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Semana Ilustrada, 10 de setembro de 1865
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Semana Ilustrada, 10 de setembro de 1865
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Segunda antropóloga Lúcia Stumpf que em 2019 defendeu a tese de doutorado Fragmentos de Guerra: Imagens e Visualidades contra a Guerra do Paraguai (1865-1881):
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Além de sua importância histórica, a guerra contra o Paraguai se apresenta como um estudo de caso muito interessante para pesquisas de cultura visual… Isso porque a eclosão da guerra coincidiu, no Brasil, com o auge do desenvolvimento de novas tecnologias óticas e de impressão, que impactavam as artes e a indústria, no que chamamos, em referência ao famoso ensaio de Walter Benjamin, de era da reprodutibilidade técnica.
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Grande parte da documentação fotográfica do conflito constitui-se por de cartes-de-visite de generais, soldados, governantes e outros envolvidos na guerra, produzidos entre 1864 e 1870. A guerra rendeu aos fotógrafos uma nova clientela de militares. Eram fotografados nos ateliês de suas cidades antes de irem para os combates.
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Durante a Guerra do Paraguai, em 1865, d. Pedro II esteve no Rio Grande do Sul e foi retratado pelo fotógrafo italiano Luiz Terragno (c. 1831 – 1891 ), um dos fotógrafos pioneiros do Rio Grande do Sul.
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Luiz Terragno. Pedro II, Imperador do Brasil : retrato, 1865. RS/ Acervo FBN
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Terragno fotografou, entre 1865 e 1867, outros personagens envolvidos no conflito como o Conde d´Eu (1842 – 1922) e o Duque de Saxe (1845 – 1907). Algumas dessas fotos e outras também de autoria de Terragno, de vistas de Porto Alegre, foram exibidas na Exposição de História do Brasil realizada pela Biblioteca Nacional e aberta por Pedro II, em 2 de dezembro de 1881, dia em que o monarca completava 56 anos. A exposição foi um dos mais importantes eventos da historiografia nacional. Foi organizada por Benjamin Franklin de Ramiz Galvão (1846 – 1938), diretor da Biblioteca Nacional de 1870 a 1882.
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O conde d´Eu (1842-1922), marido da Princesa Isabel (1846 – 1921), assumiu a chefia das tropas, em 1869, substituindo Luis Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias (1803 – 1880).
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Anônimo. S. A. Real Conde d’Eu com seu estado maior em Lambaré, 1868. Lambaré, Paraguai / Acervo FBN
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Bartolomeu Mitre (1821 – 1906) foi presidente da Argentina durante a Guerra do Paraguai.
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Francisco Benque e Alberto Henschel. Bartolomeu Mitre, 1874. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Arquivo Nacional
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Um pouco sobre a Guerra do Paraguai
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Travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, – cujo tratado foi assinado em 1º de maio de 1865 entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai -, a Guerra do Paraguai ocorreu entre 1864 e 1870 e foi, como já mencionado, o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. O Uruguai estava em guerra civil e cidadãos brasileiros foram perseguidos e tiveram suas fazendas atacadas. Apesar dos esforços do Brasil, da Argentina e da Inglaterra para pôr fim à crise, com representantes reunindo-se tanto com o presidente Aguirre e o chefe da rebelião, Venâncio Flores, a guerra civil continuou, e com ela os ataques aos brasileiros. Em agosto, o governo brasileiro ameaçou intervir militarmente no Uruguai e o Paraguai protestou. O Uruguai rompeu relações com o Brasil, que invadiu o país em 12 de outubro de 1864. Como retaliação, o Paraguai sequestrou, em 12 de novembro de 1864, o vapor brasileiro Marquês de Olinda, que havia partido de Buenos Aires, em 3 de novembro, e transportava o novo presidente do Mato Grosso, o coronel Frederico Carneiro de Campos (1800 – 1867).
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O presidente do Paraguai, Francisco Solano Lopez Filho ( 1827 – 1870), declarou guerra ao Brasil em 13 de dezembro de 1864 e, à Argentina, em 18 de março do ano seguinte. O conflito, durante o qual cerca de de 280 mil paraguaios, na época a metade da população do país, e 120 mil soldados argentinos, uruguaios e brasileiros morreram, terminou em 1870, com a vitória da Tríplice Aliança e com a destruição do Paraguai. A origem do conflito é motivo de divergência entre historiadores, mas algumas de suas causas foram as questões de fronteiras entre os países, rivalidades históricas e a navegação nos rios platinos.
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No Campo da Aclamação, atual Praça da República, foi construído um monumento, o Templo da Vitória, um pavilhão de madeira onde foi celebrada, em 10 de julho de 1870, o Te Deum em comemoração ao término da Guerra do Paraguai, com a presença de dom Pedro II e de outros membros da família real e de ministros do império. A data foi escolhida devido à chegada de dom Pedro II, cinco anos antes, à cidade de Uruguaiana, local da primeira rendição paraguaia.
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A construção do templo teria que ser feita rapidamente e como os cofres públicos estavam depauperados foi criado um impoto extraordinário para financiá-la. A obra e sua concepção foram de Fachinetti e a decoração das ruas do entorno foram entregues ao escritório de arquitetura ligado a Pietro Bosisio, genro do ministro da Fazenda, o visconde de Itaboraí (A Reforma, 17 de maio de 1870, sugunda coluna). Anteriomente, havia se informado que a obra havia ficado a cargo do próprio Bosisio (A Reforma, 15 de maio de 1870, quarta coluna). O empreendimento foi muito criticado e ele foi apelidado na imprensa como o templo de papelão, já que apesar de uma aparência sólida, o edifício foi feito com papelão, lona, gesso e sarrafo. A missa foi um fiasco, com cerca de 200 pessoas nas arquibancadas quando cerca de 8 mil convites haviam sido enviados pelo ministro da Guerra. No mesmo mês de sua inauguração foi desmanchado (A Reforma, 10 de julho de 1870, primeira coluna e quarta coluna); Diário do Rio de Janeiro, 11 de julho de 1870, quarta coluna; A Reforma, 12 de julho de 1870, primeira coluna; Correio Nacional, 13 de julho de 1870, primeira coluna; A Reforma, 29 de julho de 1870, segunda coluna; e A Reforma, 31 de julho de 1870, terceira coluna).
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Anônimo. Templo da Vitória, 1870. Rio de Janeiro, RJ / Acervo FBN
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Na edição do Correio Nacional de 13 de julho de 1870, há uns versos sob o título “Cousas do Crispim”, onde foram comentados os eventos envolvendo o Templo da Vitória.
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Acesse a reportagem A Guerra do Paraguai vista por um pintor suíco, de Theofilo Andrade, publicada na revista O Cruzeiro, 14 de abril de 1971.
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Acesse o artigo Edoardo de Martino, pintor dos tempos de guerra, publicado na Brasiliana Iconográfica em 19 de julho de 2021.
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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* O texto desse artigo foi atualizado em 18 de maio de 2020.
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Esse artigo passou a integrar a série Conflitos, em 20 de março de 2026.
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Fontes:
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ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de. A Semana Illustrada e a guerra contra o Paraguai: primórdios da fotorreportagem no Brasil. Rio de Janeiro : Universidade Federal do Rio de Janeiro – Tese de doutorado, 2011.
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ANDRADE, Joaquim Marçal Ferreira de. História da fotorreportagem no Brasil. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
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CARVALHO, José Murilo. Pedro II: ser ou não ser. São Paulo : Companhia das Letras, 2007.
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CHIAVENATO, Júlio José. Genocídio americano: a Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro : Editora Guanabara, 1979.
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CUARTEROLO, Miguel Angel. Soldados de la memoria: imágenes y hombres de la Guerra del Paraguay. Argentina : Planeta,em 2000.
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DORATIOTO, Francisco Fernando Monteoliva. Maldita Guerra.São Paulo:Companhia das Letras, 2002.
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FAUSTO, Boris. História do Brasil.São Paulo:Editora Universidade de São Paulo, 1998.
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FRAGOSO, Augusto Tasso.História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai. Rio de Janeiro : Biblioteca do Exército, 2012.
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GOMES, Laurentino. 1889. Rio de Janeiro : Globo Editora, 2013.
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História Militar em debate
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LAGO, Bia Corrêa do;LAGO, Pedro Corrêa do.Coleção Princesa Isabel: fotografia do século XIX. Rio de Janeiro : Capivara, 2008.432p.:il., retrs.
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LIMA, Luiz Octavio de. A Guerra do Paraguai. São Paulo:Planeta do Brasil, 2016.
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MAESTRI, Mário. Guerra no Papel: história e historiografia da Guerra do Paraguai (1864 – 1870). Passo Fundo:PPGH/UPF, 2013.
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MORENO, Leila Yaeko Kiyomura. Na Guerra do Paraguai, a imprensa inovou em reportagens visuais. Jornal da USP, 2020
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MOTA, Isabela; PAMPLONA, Patricia. Vestígios da Paisagem Carioca: 50 lugares desaparecidos do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Mauad X, 2019.
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QUEIROZ, Silvânia de. Revisando a Revisão: Genocídio americano: a Guerra do Paraguai. Porto Alegre: FCM Editora, 2014.
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SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai – Memórias e Imagens. Rio de Janeiro:Biblioteca Nacional, 2003.
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SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
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Site As histórias dos monumentos
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Site Enciclopédia Itaú Cultural
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Site MultiRio
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STUMPF, Lúcia Klück. Fragmentos de Guerra: Imagens e Visualidades contra a Guerra do Paraguai (1865-1881). Tese de doutorado. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, 2019.
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TORAL, André. Imagens em desordem: a iconografia da Guerra do Paraguai. São Paulo : Universidade de São Paulo, 2001.
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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- `20.500.12156.1/3991` — `itens/20.500.12156.1_3991/`
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