Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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url: "https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=36479"
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titulo: "No Dia dos Namorados, fotos de casais produzidas por Chichico Alkmim (1886 – 1978)"
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autor: "Andrea Wanderley"
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data: "2024-06-12T12:12:46+00:00"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# No Dia dos Namorados, fotos de casais produzidas por Chichico Alkmim (1886 – 1978)
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Para celebrar o Dia dos Namorados, a Brasiliana Fotográfica destaca duas imagens produzidas, na década de 1920, pelo mineiro Chichico Alkmim (1886 – 1978), o cronista visual de Diamantina. Uma delas é do próprio fotógrafo ao lado de sua mulher, Miquita, com quem casou-se em 14 de junho de 1913. É muito raro um sinal de enamoramento explícito em fotos de casais nesta época. Os pares estão quase sempre muito sérios e compenetrados. O que as imagens revelam, em maior ou menor grau, é afeto, cumplicidade e companheirismo.
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Chichico Alkmim. Chichico Alkmim e Maria Josephina Netto Alkmim (Miquita), sua esposa, década de 1920. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS
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As duas fotografias em destaque neste artigo foram realizadas no ateliê definitivo de Chichico, no beco João Pinto, 86, na parte alta da cidade, para onde se transferiu, em 9 de outubro de 1919 – seu primeiro ateliê havia sido inaugurado em 1912.
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Chichico Alkmim. Retrato de casal, década de 1920. Diamantina, Minas Gerais / Acervo IMS
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Seu laboratório fotográfico ficava no nível da rua e o segundo andar abrigava seu estúdio. Possuía uma ampla janela envidraçada em uma das paredes e claraboia; sobre ambas, um cortinado leve, deslizante graças a um sistema de cordas, compondo um mecanismo de controle da luz natural; na parede ao fundo, uma viga de madeira serve como suporte para os painéis pintados com paisagens viçosas e motivos arquitetônicos de gosto classicizante; algum mobiliário – cadeiras, pequenas mesas, apoios para jarros, tapetes, cortina – ajuda a compor os cenários (Eucanaã Ferraz).
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Chichico Alkmim, nascido em 28 de março de 1886, na fazenda do Sítio, município de Bocaiuva, foi autodidata e pioneiro da fotografia de estúdio em Diamantina. Atuou na profissão, que adotou em 1907, até 1955. Com um perfeito domínio técnico da fotografia, os registros de Chichico traduzem um olhar sensível e atento ao mundo em que viveu. Sua obra, que compreende imagens da arquitetura diamantinense, sua religiosidade, costumes, ritos e retratos de seus habitantes, é uma das principais referências da memória visual de Minas Gerais. Retratou a burguesia e também os trabalhadores ligados ao pequeno garimpo, ao comércio e à indústria. Produziu imagens de casamentos, batizados, funerais, festas populares e religiosas, paisagens e cenas de rua. De 1955, quando parou de fotografar, até 22 de agosto de 1978, quando faleceu, continuou cuidando de seu acervo, que guardava no porão de sua casa. Em 2015, o acervo de Chichiko Alkmim passou, em regime de comodato, a integrar o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica. Em 2015, o acervo de Chichiko Alkmim passou, em regime de comodato, a integrar o acervo de fotografias do Instituto Moreira Salles, uma das instituições fundadoras da Brasiliana Fotográfica.
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Acessando o link para as imagens produzidas por Chichico Alkmim disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
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Acesse aqui a Cronologia de Chichico Alkmim (1886 – 1978)
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Outros artigos publicados na Brasiliana Fotográfica no Dia dos Namorados
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Fotografia e namoro, publicado em 12 de junho de 2018, escrito por Élvia Bezerra, então Coordenadora de Literatura do Insituto Moreira Salles
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Série “O Rio de Janeiro desaparecido” X – No Dia dos Namorados, um pouco da história do Pavilhão Mourisco em Botafogo, publicado em 12 de junho de 2020, escrito por Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.
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No Dia dos Namorados, o álbum “Vistas de Petrópolis” e o fotógrafo alemão Pedro Hees (1841-1880), publicado em 12 de junho de 2023, escrito por Andrea C.T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica.
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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- `20.500.12156.1/5233` — `itens/20.500.12156.1_5233/`
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- `20.500.12156.1/5229` — `itens/20.500.12156.1_5229/`
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