Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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titulo: "A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez"
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autor: "Andrea Wanderley"
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categorias: ["Análise de documento", "Biografia", "Cronologia", "Curadoria", "Efemérides", "Convidados", "Preservação digital", "Sem categoria"]
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# A Fonte Adriano Ramos Pinto por Guilherme Santos e Marc Ferrez
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A Brasiliana Fotográfica destaca três fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto – a Fonte da Juventude: uma produzida pelo fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 – 1966) e duas por Marc Ferrez (1843 – 1923). A fonte foi inaugurada pelo presidente Rodrigues Alves (1848 – 1919), em 24 de fevereiro de 1906, no jardim da Glória (O Paiz, 25 de fevereiro de 1906, primeira coluna).
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Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto – Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Gazeta de Notícias, 25 de fevereiro de 1906
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Estava localizada onde havia o Mercado da Glória, demolido em 1904 (Gazeta de Notícias, 7 de maio, quarta coluna).
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Torres. Demolição do mercado da Glória; ao fundo, o Outeiro da Glória, 1904. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Acessando o link para as fotografias estereoscópicas da Fonte Adriano Ramos Pinto disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá visualizar e magnificar as imagens.
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“Objetivamente, a estereoscopia consiste em pares de imagens de uma mesma cena que, vistas simultaneamente num visor binocular – o estereoscópio-, produzem a ilusão de tridimensionalidade. As vistas estereoscópicas, também conhecidas como estereografias ou estereogramas, podem ser produzidas a partir de diferentes tipos de imagens como desenhos, gravuras ou fotografias, sendo esta última a forma que ganhou maior popularidade”.
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Maria Isabela Mendonça dos Santos
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Marc Ferrez (1843 – 1923) foi um brilhante cronista visual das paisagens e dos costumes cariocas da segunda metade do século XIX e do início do século XX. Sua vasta e abrangente obra iconográfica se equipara a dos maiores nomes da fotografia do mundo. Estabeleceu-se como fotógrafo com a firma Marc Ferrez & Cia, em 1867, na rua São José, nº 96, e logo se tornou o mais importante profissional da área no Rio de Janeiro. Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade e em seus arredores, onde registrou, além do patrimônio construído, a exuberância das paisagens naturais.
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O fotógrafo amador Guilherme Antônio dos Santos (1871 – 1966) era um entusiasta da fotografia estereoscópica, tendo sido um dos pioneiros dessa técnica no Brasil, ao adquirir, em 1905, na França, o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor, que permitia ver imagens em 3D, produzidas a partir de duas fotos quase iguais, porém tiradas de ângulos um pouco diferentes. Eram impressas em uma placa de vidro e reproduziam a sensação de profundidade de maneira bem próxima da visão real. Guilherme Santos, cuja produção mais intensa ocorreu entre 1910 e 1958, registrou a paisagem, o cotidiano e os hábitos do carioca.
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Breve história da Fonte Adriano Ramos Pinto
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A inauguração da fonte que, como já mencionado, contou com a presença do presidente da República, Rodrigues Alves (1845 – 1919), aconteceu dentro do contexto da reforma urbana realizada no Rio de Janeiro pelo prefeito Francisco Pereira Passos (1848 – 1913) – também presente à cerimônia -, que contribuiu fortemente para o surgimento do Rio de Janeiro da Belle Époque. Para sanear e modernizar a cidade, Pereira Passos realizou diversas demolições, conhecidas popularmente como a política do “bota-abaixo”, além de diversas iniciativas de embelezamento. A Fonte Adriano Ramos Pinto foi uma contribuição a esse trabalho.
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Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto – Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro,RJ / Acervo IMS
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Detalhe da Fonte Adriano Ramos – Fonte da Juventude, por Marc Ferrez, c. 1912 / Acervo IMS
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Pereira Passos, um Haussman tropical por Jaime Larry Benchimol
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Foi doada ao Rio de Janeiro por Adriano e Antônio Ramos Pinto, proprietários da Casa Adriano Ramos Pinto, fundada em 1880, na cidade do Porto, em Portugal, e grande exportadora de vinhos para o Brasil no início do século XX. Foi o poeta Olavo Bilac (1865 – 1918) que fez o agradecimento ao senhor Ramos Pinto em nome da Prefeitura do Rio de Janeiro. O monumento foi encomendado ao escultor parisiense Eugène Thievier (1845 – 1920) e foi realizado, em cerca de nove meses, em uma peça de mármore carrara de 37 toneladas e 7 metros de altura. Nela, três jovens, que representam a Mocidade, aproximam-se de Cupido que está no alto do monumento, personificando o Amor. A montagem foi entregue à casa Jourdan de Paris, o arquiteto Baulain o adaptou às condições de fonte e ele foi instalado por Franck Smithson. Em seu pedestal está inscrito:
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Ao Brazil, Adriano Ramos Pinto & Irmão.
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Correio da Manhã, 31 de março de 1935
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“Porque ofereço um monumento de arte ao Brasil?… Por um simples ato de agradecimento. Os meus vinhos têm naqueles mercados uma aceitação extraordinária e devo reconhecer que isso é mais a obra de simpatia do publico, cujas qualidades de coração admiro, do que dos esforços de minha propaganda. Daí querer eu corresponder a essa gentileza com um sinal bem público perdurável da minha gratidão, afirmando ao mesmo tempo o meu amor pelo Brasil”
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Do livro A Fonte Adriano Ramos Pinto, de Ana Filipa Correia
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Guilherme Santos. Fonte Adriano Ramos Pinto – Fonte da Juventude; ao fundo, Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, c. 1917. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Houve protestos na ocasião de sua inauguração: alguns alegavam que não passava de uma propaganda para a Casa Adriano Ramos Pinto e outros achavam que os jovens eram apresentados em poses licenciosas (Leitura para Todos, junho de 1906, primeira coluna).
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Marc Ferrez. Fonte Adriano Ramos Pinto – Fonte da Juventude, c. 1912. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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Encontra-se, desde 1935, na entrada do Túnel Novo, no lado de Botafogo. Em 1983, a fonte teve sua água cortada. Foi vandalizada, em 2011, e sua restauração custou mais que 100 mil reais. Não foi a primeira vez que a fonte foi vítima de vandalismo (Correio da Manhã, 1º de outubro de 1966, última coluna).
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Correio de Manhã, 11 de março de 1956
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Publicações da Brasiliana Fotográfica em torno da obra do fotógrafo Marc Ferrez
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Marc Ferrez aos 33 anos, c. 1876. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS
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O Rio de Janeiro de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 30 de junho de 2015
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Obras para o abastecimento no Rio de Janeiro por Marc Ferrez , de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 25 de janeiro de 2016
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O brilhante cronista visual Marc Ferrez (7/12/1843 – 12/01/1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2016
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Do natural ao construído: O Rio de Janeiro na fotografia de Marc Ferrez, de autoria de Sérgio Burgi, um dos curadores da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de dezembro de 2016
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No primeiro dia da primavera, as cores de Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 22 de setembro de 2017
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Marc Ferrez , a Comissão Geológica do Império (1875 – 1878) e a Exposição Antropológica Brasileira no Museu Nacional (1882), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 29 de junho de 2018
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Série “O Rio de Janeiro desaparecido” V – O quiosque Chopp Berrante no Passeio Público, Ferrez, Malta e Charles Dunlop, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 20 de julho de 2018
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Uma homenagem aos 175 anos de Marc Ferrez (7 de dezembro de 1843 – 12 de janeiro de 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de dezembro de 2018
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Pereira Passos e Marc Ferrez: engenharia e fotografia para o desenvolvimento das ferrovias, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de abril de 2019
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Fotografia e ciência: eclipse solar, Marc Ferrez e Albert Einstein, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 24 de junho de 2019
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Os 180 anos da invenção do daguerreótipo – Os álbuns da Comissão Geológica do Império com fotografias de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 19 de agosto de 2019
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Celebrando o fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 4 de dezembro de 2019
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Uma homenagem da Casa Granado ao imperial sob as lentes de Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicada em 7 de fevereiro de 2020
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Ressaca no Rio de Janeiro invade o porão da casa do fotógrafo Marc Ferrez, em 1913, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado 6 de março de 2020
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Petrópolis, a Cidade Imperial, pelos fotógrafos Marc Ferrez e Revert Henrique Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 16 de março de 2020
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Bambus, por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2020
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O Baile da Ilha Fiscal: registro raro realizado por Marc Ferrez e retrato de Aurélio de Figueiredo diante de sua obra, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 9 de novembro de 2020
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O Palácio de Cristal fotografado por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 2 de fevereiro de 2021
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A Estrada de Ferro do Paraná, de Paranaguá a Curitiba, pelos fotógrafos Arthur Wischral (1894 – 1982) e Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 22 de março de 2021
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Dia dos Pais – Julio e Luciano, os filhos do fotógrafo Marc Ferrez, e outras famílias, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 6 de agosto de 2021
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No Dia da Árvore, mangueiras fotografadas por Ferrez e Leuzinger, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 21 de setembro de 2021
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Retratos de Pauline Caroline Lefebvre, sogra do fotógrafo Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 28 de abril de 2022
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A Serra dos Órgãos: uma foto aérea e imagens realizadas pelos mestres Ferrez, Leuzinger e Klumb, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 30 de junho de 2022
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O centenário da morte do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 12 de janeiro de 2023
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O Observatório Nacional pelas lentes de Marc Ferrez, amigo de vários cientistas, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 29 de maio de 2023
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No Dia Mundial do Meio Ambiente, a potente imagem da Cachoeira de Paulo Afonso, por Marc Ferrez, de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 5 de junho de 2023
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Os 180 anos de nascimento do fotógrafo Marc Ferrez (1843 – 1923), de autoria de Andrea C. T. Wanderley, editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica, publicado em 7 de dezembro de 2023
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Andrea C. T. Wanderley
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Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica
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Fontes:
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BENCHIMOL, Jaime Larry. Pereira Passos: um Haussmann tropical. Rio de Janeiro, SMCTT, 1990.
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Biblioteca do IBGE
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Blog Histórias dos Monumentos do Rio de Janeiro
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CORREIA, Ana Felipa. A fonte Adriano Ramos Pinto: o Vinho do Porto e a arte da Belle Époque no Rio de Janeiro. Portugal : Editores Adriano Ramos Pinto, 2000.
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DEL BRENNA, Giovanna Rosso (org.). O Rio de Janeiro de Pereira Passos: Uma cidade em questão II. Rio de Janeiro:Index, 1985
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DE LOS RIOS FILHO, Adolfo Morales. Dois Notáveis Engenheiros: Pereira Passos e Vieira Souto. Rio de Janeiro: Edit
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Inventário dos Monumentos – RJ
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LENZI, Maria Isabel Ribeiro. Pereira Passos: Notas de Viagens. Rio de Janeiro:Editora Sextante, 2000.
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O GLOBO, 3 de novembro de 2011
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G1, 23 de outubro de 2012
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OLIVEIRA REIS, José de. O Rio de Janeiro e seus prefeitos, evolução urbanística da cidade. vol.3, Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1977.
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PINHEIRO, Manoel Carlos; FIALHO JR, Renato. Pereira Passos: vida e obra in coleção Estudos Cariocas. Rio de Janeiro:IPP/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1996.
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Monumentos do Rio
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SANTOS, Maria Isabela Mendonça. A estereoscopia e o olhar da modernidade in Brasiliana Fotográfica, 29 de maio de 2019.
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Veja Rio, 27 de julho de 2016 e 9 de janeiro de 2017
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WANDERLEY, Andrea C.T. O brilhante cronista visual Marc Ferrez (RJ, 07/12/1843 – RJ, 12/01/1923) in Brasiliana Fotográfica, 7 de dezembro de 2016.
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WANDERLEY, Andrea C.T.O fotógrafo amador Guilherme Santos (1871 – 1966) in Brasiliana Fotográfica. 28 de julho de 2016.
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**Itens do acervo referenciados neste post:**
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