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rodado 290c4cc21d feat: acervo Brasiliana Fotográfica coletado e mural 3D no ar
Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional)
para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059
com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444
objetos no ledger.

Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde
200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural,
porque todos têm thumbnail.

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fora pelo .gitignore.
2026-09-13 20:17:02 +02:00

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13932 https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=13932 A bela Ilha de Paquetá Andrea Wanderley 2019-03-28T11:51:53+00:00
Análise de documento
Biografia
Cronologia
Curadoria
Efemérides
Convidados
Preservação digital
Sem categoria
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2026-09-10T09:57:49.818Z

A bela Ilha de Paquetá

Por sua beleza e, provavelmente, por sua proximidade com o Rio de Janeiro, a Ilha de Paquetá, bairro localizado na Baía de Guanabara, foi eternizada por vários fotógrafos nos séculos XIX e XX. A Brasiliana Fotográfica traz para seus leitores uma seleção de imagens de Paquetá produzidas por Antônio Caetano da Costa Ribeiro (18? – 19?), Augusto Malta(1864 – 1957), Frederico Carlos Con, Jorge Kfuri (1893 – 1965), Juan Gutierrez (c. 1860 – 1897), Marc Ferrez (1843 – 1923), S.H. Holland (1883 – 1936) e Uriel Malta (1910 – 1994). Em 1555, o registro da descoberta de Paquetá foi feito por André Thevet (1502 – 1590), cosmógrafo da expedição comandada por Villegaignon (1510 – 1571), que tinha como objetivo fundar a França Antártica no Brasil. Na época, a ilha era habitada por índios tamoios. Em 10 de setembro de 1565, Paquetá foi doada pelo português Estácio de Sá (1520 – 1567), fundador e primeiro governador-geral do Rio de Janeiro, sob a forma de duas sesmarias, a dois de seus companheiros de luta contra os invasores franceses: a parte norte para Inácio de Bulhões e a parte sul para Fernão Valdez.  O significado do nome Paquetá, de origem tupi, é polêmica:  para alguns especialistas quer dizer “muitas pacas” e, para outros, “muitas conchas”.   Marc Ferrez. Paquetá, c. 1885. Paquetá, RJ / Acervo IMS   Acessando o link para as fotografias da Ilha de Paquetá disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.    Antônio Caetano da Costa Ribeiro. Paquetá, c. 1914. Paquetá, RJ / Acervo FBN   O príncipe regente do Brasil, D. João (1767 – 1826), que desde a chegada da Família Real ao Brasil, em 1808, frequentava a ilha, criou com um alvará especial a Freguesia do Senhor Bom Jesus do Monte, desvinculando Paquetá da Freguesia de Magé. Em 1903, os distritos de Paquetá e Governador foram unidos no Distrito das Ilhas e, em 1961, o governador do estado da Guanabara, Carlos Lacerda (1914 – 1977), criou o Distrito Administrativo de Paquetá. Em 1975, com a fusão da Guanabara e do Rio de Janeiro, a Ilha de Paquetá passou a pertencer à cidade do Rio de Janeiro. Tornou-se, em 1999, uma Área de Preservação do Ambiente Cultural – APAC. Seu padroeiro é São Roque. Paquetá teria sido a inspiração ou o cenário do romance A Moreninha (1844), marco da literatura romântica brasileira e obra-prima de seu autor, o médico e jornalista Joaquim Manuel de Macedo (1820 – 1882), sócio-fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.   Marc Ferrez. Praia dos Coqueiros, c. 1884. Paquetá, RJ / Acervo IMS   “É um espetáculo agradável o passeio em noite de luar.  As árvores açoutadas pelo Nordeste, o céu puro de nuvens, e o caminho branqueado de areia, fazem com que ao caminhar lentamente mais se alegre o nosso espírito!  Mas quando se presta atenção, e se houve o sussurro das árvores, quando se lança os olhares para a baía do lado sueste, e o mar plácido e prateado pelo clarão da Lua, se assemelha a um claro espelho, o coração se encanta, e o homem recorda-se de um Deus criador, e lembra-se necessariamente do Paraíso, onde foram  colocados nosso primeiros pais.  Mas, se derdes alguns passos, atravessando a ilha em direção leste, vereis tudo quanto tenho descrito, o mar agitado pela brisa, vem quebrar seus grossos vendavais nas lindas praias que o limitam.” Citação sobre Paquetá atribuída ao padre Joaquim da Rocha Cristallina, em 1869   Juan Gutierrez. Vista de uma praia em Paquetá, c. 189?. Rio de Janeiro, RJ / Acervo Museu Histórico Nacional     Andrea C. T. Wanderley Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica    

Fontes: CABRAL, Jacqueline Ribeiro. Paquetá, memórias da ilha. Rio de Janeiro : Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, 1999. COARACY, Vivaldo. Paquetá. Rio de Janeiro : José Olympio, 1964. Ilha de Paquetá Portal Paquetá Rio 450 anos – Bairros do Rio – Paquetá


Itens do acervo referenciados neste post:

  • 20.500.12156.1/6233 — itens/20.500.12156.1_6233/
  • 20.500.12156.1/3685 — itens/20.500.12156.1_3685/
  • 20.500.12156.1/3537 — itens/20.500.12156.1_3537/
  • 20.500.12156.1/6369 — itens/20.500.12156.1_6369/