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SONIA Assinado de forma COCHRANE digital por SONIA
COCHRANE RAO:0295660 RAO:02956601806
Dados: 2026.05.20 1806 15:15:42 -03'00'
5.4 Drenagem
O projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV VRB, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área em que os painéis e as estruturas ainda não foram instalados, com objetivo de evitar os problemas de erosão. Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas. A ausência da cobertura vegetal e da execução do projeto de drenagem, com o último período de chuvas, resultaram em um processo avançado de erosão em algumas regiões da planta em que serão necessárias um novo processo de aterro/compactação e novos estudos quanto a necessidade de ser realizada a concretagem da fundação. Deve ser destacado também que como o processo de hidrossemeadura realizado com objetivo de realizar uma cobertura vegetal no solo, foi executado em paralelo com a montagem, o processo de erosão se faz presente na área em que já foram montadas as estruturas e com isso, alguns parafusos que constituem o pilar de sustentação ficaram expostos.
Figura 15 - Projeto de drenagem da UFV VRB, que ainda não foi executado.
Consuttoria Projetos
Figura 16 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, na região com módulos e estruturas instaladas.
Figura 17 - Erosão do solo no interior da UFV VRB.
Projetos Luda
Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB.
Vistonde do Rio Branco UFV.VRB 01547
Figura 19 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, próximo a cerca.
Consutoria Projetos Engentaria Ltda
Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB, na via de acesso central.
UEV VRE
20360
Figura 21 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB.
Figura 22 - Erosão do solo no interior da UFV VRB.
16:08
Figura 23 - Erosão do solo no interior da UFV VRB.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 24 - Erosão do solo no interior da UFV VRB.
5.5 Vegetação
No interior da UFV VRB, foi verificado a presença de vegetação rasteira em uma parte da planta, e uma outra parte ainda sendo necessário realizar o processo de hidrossemeadura para evitar que o solo fique exposto às chuvas. Durante a inspeção não foi verificada existência de ninhos de insetos ou pragas.
Fin Beanpto
Figura 25 - Vegetação rasteira na área dos módulos.
Figura 26 - Vegetação rasteira na área dos módulos.
UFY VRE
Figura 27 - Vegetação rasteira na área dos módulos.
Figura 28 - Área da planta sem cobertura vegetal.
Figura 29 - Área da planta sem cobertura vegetal
5.6 Estrutura dos módulos
Durante a inspeção foi verificado que as estruturas apresentam alinhamento adequado além de bom nivelamento, porém, não foi possível ser verificado um controle de torqueamento. Em algumas estruturas foi verificado um processo inicial de oxidação, destacando que em alguns pontos que o processo de oxidação está ocorrendo já foi realizada uma correção mas que não está impedindo o processo de oxidação.
lmeng
Consutoris Projete
Foi apresentado pela Delta Energias o relatório de ocorrências durante a montagem (anexo II), no qual apresenta um problema de torção das terças das estruturas e um problema com os grampos de fixação dos módulos que estavam gerando sombreamento nos módulos. A Delta Energias informou que devido ao representante da Usiminas, fabricante da estrutura, está presente na obra facilitou a comunicação para realizar os ajustes que foram necessários para garantir o alinhamento e a fixação dos módulos e acabar com problema de sombreamento. Diante das soluções e dos procedimentos utilizados para que os problemas fossem resolvidos, devem ser destacados os seguintes pontos:
- Como foi utilizado arame recozido para evitar a torção das terças das estruturas e depois o arame foi retirado, com o passar do tempo e a força que o vento exerce nas estruturas, o problema poderá voltar a existir;
- Com relação aos grampos utilizados para fixar os módulos, se eles rompem o anodizado do alumínio da moldura dos módulos e colocam em mesmo potencial módulos vizinhos e garantem a equipotencialização dos módulos com a estrutura.
Figura 30 - Estrutura alinhada/ nivelada.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 31 - Estrutura alinhada/ nivelada.
UFV VRE 18/05/2020
Figura 32 - Arruelas dobradas utilizadas para fixação dos módulos.
Projetos Luda
Figura 33 - Grampos intermediários de fixação dos módulos.
Figura 34 - Arame recozido utilizado durante a montagem.
Consutoria Projetos Engentaria Ltda
Figura 35 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem.
Figura 36 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem.
lmeng
Consuttoria Projetos
5.7 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados na UFV apresentam boas condições de montagem e alinhamento.
Figura 37 - Módulos fotovoltaicos alinhados.
Figura 38 - Módulos fotovoltaicos alinhados.
lmeng
Consutoria Projetos Ltda
5.8 Interface eletromecânica
De acordo com a inspeção visual, as caixas de passagem implantadas possuem material de ótima qualidade, porém, como as caixas foram instaladas sem as devidas tampas que ainda não estão na UFV, a maioria das caixas estão cheias de lama e mato. Algumas caixas estão com problemas de desnivelamento frente ao solo e erosão. A infraestrutura com os eletrodutos é outro ponto de atenção devido as pontas estarem soltas e sem a devida vedação, foi possível verificar eletrodutos com água e com lama.
Figura 39 - Caixa de passagem com lama.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 40 - Eletroduto com água.
Figura 41 - Caixa de passagem desnivelada em relação ao solo.
Consutoria Proj
Figura 42 - Caixa de passagem cheia de mato/plástico.
Figura 43 - Caixa de passagem e eletroduto com lama.
Consutoria Projetes Engentariz Luda
Figura 44 - Eletrodutos com as pontas soltas possibilitando entrada de água.
| 5.9 | Saúde e Segurança |
|---|---|
| Não foi | verificada durante a inspeção a equipe de saúde e segurança do trabalho na planta. |
| 6 | ANEXOS |
6.1 Anexo I
Link com fotos da Usina UFV VRB.
https://drive.google.com/drive/folders/1lOrMmOWldbUmFKuTiSzGIy8zdyGb7Vnw?usp=sharing
6.2 Anexo II
Relatório de ocorrência durante a montagem da UFV VRB elaborado pela Delta Energias.
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Itapecerica da Serra - SP, 29/05/2020 Itatiba - SP, 29/05/2020 Paulínia - SP, 29/05/2020 Referência: Futuras instalações de Usinas Solares Fotovoltaica - empresa ANDRÔMEDA.
Desenvolvido por Aléssio Proficio (PMI - Proficio Manutenção Industrial Ltda.) Revisado por Tiago Ferreira
Sumário
1 Objetivo. ..........................................................................................................................................................4 2 Participantes....................................................................................................................................................4 3 Metodologia ...................................................................................................................................................4 4 Análises ............................................................................................................................................................4 4.1 Itapecerica da Serra / SP ...........................................................................................................................4 4.2 Itatiba / SP..............................................................................................................................................21 4.3 Paulinia / SP............................................................................................................................................22
1Objetivo
Relatar informações coletadas em campo, referentes a Visita Técnica realizado nas futuras instalações de Usinas Solares Fotovoltaica, localizada nas cidades de Itapecerica da Serra/SP, na cidade de Itatiba/SP e em Paulínia/SP, em conjunto com representantes da empresa Andrômeda.
2Participantes
- Aléssio Proficio (preposto da PMI contratada pela LMENG)
- Joel Martins Cardoso (representante da empresa Andrômeda / Engenheiro Ambiental)
- Ronaldo Barbosa (representante da empresa Andrômeda / Diretor Finanças)
3Metodologia
Previamente agendada as visitas técnicas em campo com os representantes do Grupo Andrômeda, nas cidades de Itapecerica da Serra, Itatiba e Paulínia, todas no estado de São Paulo, para apresentação dos locais a serem realizadas as instalações das Usinas Solares. A visita a campo ocorreu no dia 29/05/2020.
4Análises
4.1 Itapecerica da Serra / SP
A visita técnica transcorreu num antigo complexo esportivo de beisebol na referida cidade. Os representantes do Grupo Andrômeda mostraram o local onde será instalada uma Usina Solar de capacidade de 1,5 MW (Fotos 1 e 2), com uma subestação (Fotos 3 - 4 - 5). Os locais apresentados são planos, com ótima compactação do solo e sem problemas de drenagens, mesmo assim conversamos sobre um dispositivo para facilitar o escoamento das águas de chuvas que os representantes do Grupo Andrômeda acataram e poderão ser implementados. A Foto 6 mostra o local onde será reformado as salas para utilização da estrutura de trabalho do Grupo. As Fotos 7, 8, 9, 10 e 11 será reformado e instalado o refeitório. As Fotos 12, 13 e 14 mostram as dependências do ambulatório médico que será reformado para utilização na montagem da obra. As Fotos 15, 16 e 17 mostram as dependências dos sanitários femininos que serão reformados e reaproveitados.
As Fotos 18, 19, 20 e 21 mostram as dependências dos sanitários masculinos que serão reformados e reaproveitados. Na sequência de fotos (22 a 30) temos os locais dos alojamentos, Administração, almoxarifado e outras dependências que serão reformados para utilização durante o período da obra. Nas fotos 31, 32 e 33 vemos os três locais das arenas de beisebol que poderão ser transformados em plantas de usina fotovoltaica com potencial de ampliação de mais 4,5 mW, futuramente.
Figura 1 - Local a ser instalado a Usina Solar Voltaica de 1,5 mW de capacidade
Figura 2 - Local a ser instalado a Usina Solar Voltaica de 1,5 mW de capacidade
Figura 3 - Local a ser instalado a Subestação
Figura 4 - Local a ser instalado a Subestação
Figura 5 - Local a ser instalado a Subestação
Figura 6 - Galpão onde será utilizado a estrutura para instalação do escritório, sanitários e refeitório
Figura 7 - Refeitório existente que será reformado para ser utilizado
Figura 8 - Refeitório existente que será reformado para ser utilizado
Figura 9 - Refeitório existente que será reformado para ser utilizado
Figura 10 - Refeitório existente que será reformado para ser utilizado
Figura 11 - Refeitório existente que será reformado para ser utilizado
Figura 12 - Dependências do Ambulatório Médico que será reformado
Figura 13 - Dependências do Ambulatório Médico que será reformado
Figura 14 - Dependências do Ambulatório Médico que será reformado
Figura 15 - Sanitário Feminino a ser reaproveitado e reformado
Figura 16 - Sanitário Feminino a ser reaproveitado e reformado
Figura 17 - Sanitário Feminino a ser reaproveitado e reformado
Figura 18 - Sanitário Masculino a ser reaproveitado e reformado
Figura 19 - Sanitário Masculino a ser reaproveitado e reformado
Figura 20 - Sanitário Masculino a ser reaproveitado e reformado
Figura 21 - Sanitário Masculino a ser reaproveitado e reformado
Figura 22 - Local dos alojamentos a serem reaproveitados e reformados
Figura 23 - Local dos alojamentos a serem reaproveitados e reformados
Figura 24 - Local dos alojamentos a serem reaproveitados e reformados
Figura 25 - Local dos alojamentos a serem reaproveitados e reformados
Figura 26 - Local dos alojamentos a serem reaproveitados e reformados
Figura 27 - Local para instalação da ADM e escritórios e Almoxarifado
Figura 28 - Local para instalação da ADM e escritórios e Almoxarifado
Figura 29 - Local para instalação da ADM e escritórios e Almoxarifado
Figura 30 - Local para instalação da ADM e escritórios e Almoxarifado
Figura 31 - Áreas futuras instalações
Figura 32 - Áreas futuras instalações
Figura 33 - Áreas futuras instalações
4.2 ITATIBA / SP
A visita técnica foi a uma Igreja localizada na Rua Domingos Preti, 285 - Jardim de Lucca, e foi mostrado que será instalado painéis solares sobre o telhado da igreja e será implantado um poste padrão como entrada de energia próximo ao atual poste padrão da igreja e montado um painel medidor. Como está apresentado o telhado tem estrutura que suporte as instalações e não há problemas que impeçam a montagem.
Em seguida nos deslocamos para uma indústria de fabricação de banheiras em fibra de vidro, localizada na Rodovia Luciano Consoline, 4901 - Sitio da Moenda, onde estão montados três galpões de pé direito de aproximadamente 8 metros e onde serão implantados painéis solares em dois deles e uma entrada padrão de energia que será reformada com montagem de cabine para medição e uma mini subestação. As estruturas dos telhados dos galpões apresentam condições que favorecem a implantação dos painéis não tendo problemas estruturais que impeçam as instalações.
4.3 PAULINIA / SP
A visita técnica foi a uma indústria localizada na Avenida Constante Pavan, 4244 e foi mostrado que será instalado painéis solares sobre o telhado de três galpões e o local onde será implantado um poste padrão como entrada de energia, próximo ao atual poste padrão da indústria e um painel medidor com a implementação de ampliação do piso e aumento dos tubos de drenagem. Como está apresentado o telhado dos galpões tem estrutura que suporte as instalações e não há problemas que impeçam a montagem.
As duas usinas, de Itatiba e de Paulínia, têm capacidade de 0,75 mW, somando as duas, sendo que as placas solares, estruturas e inversoras estão no porto seco do EAD de Betim/MG no Porto Alfandegário.
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Itajaí, Santa Catarina - 10/06/2020 Cascavel, Paraná - 11/06/2020
Referência: Futuras instalações de Usinas Solares Fotovoltaica - empresa BRGD / Andrômeda.
Desenvolvido por Aléssio Proficio (PMI - Proficio Manutenção Industrial Ltda.) Revisado por Tiago Ferreira
Sumário
1 Objetivo. ..........................................................................................................................................................4 2 Participantes....................................................................................................................................................4 3 Metodologia ...................................................................................................................................................4 4 Análises ............................................................................................................................................................4 4.1 Itajaí / SC ...................................................................................................................................................4 4.2 Cascavel / PR..........................................................................................................................................12 5 Anexos..........................................................................................................................................................15 5.1 Anexo 1 - Fotos.......................................................................................................................................15
Índice de Figuras
Figura 1 - Materiais depositados no galpão e pátio...........................................................................................................Erro! Indicador não definido. Figura 2 - Materiais depositados no galpão e pátio........................................................................................................... 5 Figura 3 - Materiais depositados no galpão e pátio..............................................................Erro! Indicador não definido. Figura 4 - Materiais depositados no galpão e pátio........................................................................................................... 6 Figura 5 - Materiais depositados no galpão e pátio..............................................................Erro! Indicador não definido. Figura 6 - Materiais depositados no galpão e pátio........................................................................................................ ...7 Figura 7 - Materiais depositados no galpão e pátio..............................................................Erro! Indicador não definido. Figura 8 - Materiais depositados no galpão e pátio........................................................................................................... 8 Figura 9 - Materiais depositados no galpão e pátio..............................................................Erro! Indicador não definido. Figura 10 - Montagem das placas sobre cobertura ........................................................................................................... 9 Figura 11 - Montagem das placas sobre cobertura .........................................................................................................10 Figura 12 - Montagem das placas sobre cobertura .........................................................................................................10 Figura 13 - Montagem das placas sobre cobertura ............................................................Erro! Indicador não definido.1 Figura 14 - Cobertura do telhado.....................................................................................................................................11 Figura 15 - Cobertura do telhado..........................................................................................Erro! Indicador não definido. Figura 16 - Dependências da ALFA Transportes..............................................................................................................Erro! Indicador não definido.3 Figura 17 - Placas solares montados no telhado do galpão ..........................................Erro! Indicador não definido. Figura 18 - Placas solares montados no telhado do galpão ........................................Erro! Indicador não definido.4 Figura 19 - Montagem dos Inversores e disjuntores ......................................................Erro! Indicador não definido. Figura 20 - Montagem dos Inversores e disjuntores. .....................................................Erro! Indicador não definido. Figura 21 - Local onde serão instalados o padrão e os painéis de medição ...............Erro! Indicador não definido.
1Objetivo
Relatar informações coletadas em campo, referentes a Visita Técnica realizado nas futuras instalações de Usinas Solares Fotovoltaica, localizada nas cidades de Itajaí/SC e na cidade de Cascavel/PR, em conjunto com representantes da empresa BRGD - Andrômeda.
2Participantes
- Aléssio Proficio (preposto da PMI contratada pela LMENG)
- Oscar (sócio - representante da empresa BRGD)
- Noely (representante da empresa BRGD)
- Tarcísio Tomasi (diretor da empresa AMP Empreendimentos Logísticos Ltda.)
3Metodologia
Previamente agendada as visitas técnicas em campo com os representantes do Grupo BRGD - Andrômeda, nas cidades de Itajaí/SC e Cascavel/PR, para apresentação dos locais a serem realizadas as instalações das Usinas Solares. As visitas a campo ocorreram nos dias 10/06 e 11/06/2020, respectivamente.
4Análises
4.1 Itajaí / SC
Para a visita técnica, o Sr. Oscar, sócio-diretor da BRGD foi comigo até a AMP Empreendimentos Logísticos Ltda., localizado na Rodovia Antônio Heil, Km 1, número 1001, onde fomos recebidos pelo diretor da AMP, Tarcísio Tomasi que colocou à disposição os funcionários Heric Lourenço e Sabrina Trindade Alves de Andrade que me levaram até o local onde estão depositados os materiais que estão sendo utilizados na montagem da Usina Solar Fotovoltaica (fotos 1 a 9). Histórico da instalação: foi iniciado a montagem da usina solar pela cobertura das marquises do estacionamento como mostram as fotos 10 a 13. Durante a montagem das estruturas na cobertura do galpão, foi furado o telhado que era de telhas tipo sanduiche, provocando vazamento de água de chuvas. Com isso foi interrompido as montagens para que fosse instalado rufos no telhado que permitiam a montagem das estruturas sem problemas de vazamento de água de chuva.
Estão paralisadas as atividades de montagem da Usina, sendo retirado as estruturas e as placas solares do telhado, como mostram as fotos 14 e 15.
Figura 1 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 2 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 3 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 4 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 5 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 6 - Materiais depositados no galpão e pátio
Afdre
Figura 7 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 8 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 9 - Materiais depositados no galpão e pátio
Figura 10 - Montagem das placas sobre cobertura
Figura 11 - Montagem das placas sobre cobertura
Figura 12 - Montagem das placas sobre cobertura
Figura 13 - Montagem das placas sobre cobertura
Figura 14 - Cobertura do telhado
Figura 15 - Cobertura do telhado
4.2 CASCAVEL / PR
A visita técnica foi a um galpão da ALFA Transportes (Foto 16) na Rodovia 277 na altura do Km 580. Está concluído a montagem das estruturas e placas solares no telhado da cobertura na face norte do empreendimento logístico (Fotos 17 e 18). As conexões foram concluídas, bem como a montagem dos Inversores (Fotos 19 e 20) faltando instalar o padrão de distribuição e os painéis de medição (Foto 21). Ainda não foi realizado o comissionamento. Foi relatado que durante a montagem das estruturas das placas sobre o telhado, ocorreram furos no telhado provocando vazamento no interior do galpão. Problema sanado no momento da ocorrência.
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Figura 16 - Dependências da ALFA Transportes
Figura 17 - Placas solares montados no telhado do galpão
Figura 18 - Montagem das estruturas e placas solares sobre o telhado do galpão
Figura 19 - Montagem dos Inversores e disjuntores
Figura 20 - Montagem dos Inversores e disjuntores
Figura 21 - Local onde serão instalados o padrão e os painéis de medição
5ANEXOS 5.1 ANEXO 1
Outras fotos tiradas nos locais das visitas técnicas.
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Atibaia/SP, 20/05/2020
Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV Atibaia
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
lneng
Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4
4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6
5.1 Estrutura dos módulos ............................................................................................................. 6 5.2 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 11 5.3 Interface Eletromecânica ........................................................................................................ 15 6 Anexos .............................................................................................................................................16
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................16
lneng
Índice de Figuras
Figura 1 - Localização UFV Atibaia (coordenadas: -23.145146, -46.574355) ..................................... 5 Figura 2 - UFV Atibaia ........................................................................................................................ 5 Figura 3 - Galpões com os módulos da UFV Atibaia .......................................................................... 6 Figura 4 - Galpão com os módulos da UFV Atibaia, unidades 1 e 2 ................................................... 7 Figura 5 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 2 da UFV Atibaia ..................................... 7 Figura 6 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 1 da UFV Atibaia ..................................... 8 Figura 7 - Escada para acesso ao telhado do galpão da UFV Atibaia, unidades 1 e 2 ....................... 8 Figura 8 - Galpão que serão instalados os módulos da UFV Atibaia, unidade 3 ................................ 9 Figura 9 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 3 da UFV Atibaia ..................................... 9 Figura 10 - Estrutura fixação dos módulos da UFV Atibaia ............................................................... 10 Figura 11 - Grampo de fixação dos módulos .................................................................................... 10 Figura 12 - Sombreamento na UFV Atibaia nas unidades 1 e 2 ........................................................ 11 Figura 13 - Sombreamento na UFV Atibaia ...................................................................................... 11 Figura 14 - Platibanda e uma antena fazendo sombreamento na UFV Atibaia ................................ 12 Figura 15 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia ....................................................................... 12 Figura 16 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia ....................................................................... 13 Figura 17 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia ....................................................................... 13 Figura 18 - Sombreamento no telhado da unidade 3 da UFV Atibaia .............................................. 14 Figura 19 - Sombreamento no telhado da unidade 3 da UFV Atibaia .............................................. 14 Figura 20 - Local em que serão instalados os inversores ................................................................ 15 Figura 21 - CFTV e cerca elétrica ...................................................................................................... 15 Figura 22 - Cerca ao fundo do galpão da unidade 3 da UFV Atibaia com concertina ....................... 16
lneng
1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV Atibaia, de propriedade da Albury Participações S.A, localizada nos telhados da PJP Truck Center Pneus, na estrada Masakasu Hayashida, 1700, Itapetinga - Atibaia/SP.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Guilherme Veloso (Minera Engenharia)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Minera Engenharia, para avaliação da situação da implantação da usina UFV Atibaia na data de 20/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra; Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica;
4 Dados Básicos da Plantas
UFV Atibaia
184,14 kWp
| Poténcia | Nominal Instalada | 150 kw |
|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo Modulos Fotovoltaicos | Poténcia |
HT72-156P-330 330 Wp) 558
Estrutura
| - | - | |
|---|---|---|
| Afore BNTOGOKTL | 60 kW| | 2 |
| BNTO30KTL | 30 kW| |
Consuttoria Projetos
4.1 Localização
FA 8
2
8
Que
§) chads
Planatis de
X
Fos
Figura 1 - Localização UFV Atibaia (coordenadas: -23.145146, -46.574355).
Figura 2 - UFV Atibaia.
lmeng
Consutoria Prof 0 Ltda
5 Análises 5.1 Estrutura dos módulos
A UFV Atibaia está instalada com a estrutura de fixação dos módulos acompanhando a inclinação do telhado dos galpões. Com relação a essa pequena inclinação os pontos a serem destacados são com relação a limpeza dos módulos e com relação a geração. Porque com uma maior inclinação a própria água das chuvas auxiliam na limpeza dos módulos removendo poeira e fuligem. E com relação a geração quanto mais próximo o ângulo de inclinação da instalação dos módulos for da latitude local irá favorecer uma maior geração. A orientação da pequena inclinação do telhado da unidade 2 é sudoeste.
Figura 3 - Galpões com os módulos da UFV Atibaia.
lmeng
Consuttoria Projetos
i
I
II;
Figura 4 - Galpão com os módulos da UFV Atibaia, unidades 1 e 2.
Figura 5 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 2 da UFV Atibaia.
lmeng
Consutoris Projetes Engentaris Lda
A
Figura 6 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 1 da UFV Atibaia.
Figura 7 - Escada para acesso ao telhado do galpão da UFV Atibaia, unidades 1 e 2.
lmeng
Consutora Py Lids
i
iil
Figura 8 - Galpão que serão instalados os módulos da UFV Atibaia, unidade 3.
Figura 9 - Vista interna do telhado do galpão da unidade 3 da UFV Atibaia.
Consutoria Projetos Engentaria Ltda
Figura 10 - Estrutura fixação dos módulos da UFV Atibaia.
Figura 11 - Grampo de fixação dos módulos.
Consuttoria Projetos
5.2 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados na UFV Atibaia, apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Com relação a instalação dos módulos deve ser destacado o sombreamento nos módulos devido a proximidade da instalação dos módulos com as platibandas dos telhados e a sujeira decorrente de poeira/ fuligem já existente nos módulos o que compromete a geração. O telhado do galpão em que serão instalados os módulos da unidade 3 da UFV Atibaia apresenta bastante sombreamento devido a proximidade das árvores.
Figura 12 - Sombreamento na UFV Atibaia nas unidades 1 e 2.
Figura 13 - Sombreamento na UFV Atibaia.
lmeng
Projet Lids
Atibaia UFV ATIBAIA 20/05/2020 16:19
Figura 14 - Platibanda e uma antena fazendo sombreamento na UFV Atibaia.
Figura 15 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia.
Consutora Projetos
Figura 16 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia.
Figura 17 - Sujeira sobre os módulos da UFV Atibaia.
Projete
Consutoris
Figura 18 - Sombreamento no telhado da unidade 3 da UFV Atibaia.
Figura 19 - Sombreamento no telhado da unidade 3 da UFV Atibaia.
lmeng
Consuttoria Projetos
5.3 Interface eletromecânica
Com relação ao local em que serão instalados os inversores por ser do lado de fora dos galpões, deve ser verificada a necessidade de se instalar um repetidor de sinal do roteador para o monitoramento dos inversores.
JF
1625
Figura 20 - Local em que serão instalados os inversores.
Figura 21 - CFTV e cerca elétrica.
lmeng
Projet Lids
Figura 22 - Cerca ao fundo do galpão da unidade 3 da UFV Atibaia com concertina.
6 ANEXOS
6.1 Anexo I
Link com fotos da Usina UFV Atibaia.
https://drive.google.com/drive/folders/1mNICvTc0nXNLjr3zWFqdzFrVOz7kwvcM?usp=sharing
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Guarulhos/SP, 19/05/2020
Referência: Instalações das Usinas Solares Fotovoltaicas - UFV GRU 1 e UFV GRU 2
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
lneng
Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4 4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................5 5.1 Estrutura dos módulos ............................................................................................................. 5 5.2 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 10 5.3 Interface Eletromecânica ........................................................................................................ 14 6 Anexos .............................................................................................................................................19
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................19
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Índice de Figuras
Figura 1 - Localização UFV's GRU 1 e GRU 2 (coordenadas: -23.487455, -46.558846) ...................... 5 Figura 2 - Galpões com os módulos da UFV GRU 1 ............................................................................ 6 Figura 3 - Galpão com os módulos da UFV GRU 1 ............................................................................. 6 Figura 4 - Galpão com os módulos da UFV GRU 1 ............................................................................. 7 Figura 5 - Escada para acesso ao telhado do galpão da UFV ............................................................. 7 Figura 6 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2 ...................................................................................... 8 Figura 7 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2 ...................................................................................... 8 Figura 8 - Fixação da estrutura inclinada da UFV GRU 2 no telhado ................................................. 9 Figura 9 - Base da estrutura inclinada da UFV GRU 2 mal apoiada ao telhado ................................. 9 Figura 10 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2 no telhado ................................................................ 10 Figura 11 - Sombreamento na UFV GRU 1 ........................................................................................ 10 Figura 12 - Sombreamento na UFV GRU 1 ....................................................................................... 11 Figura 13 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 1 ........................................................................ 11 Figura 14 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 1 gerando sombreamento ................................ 12 Figura 15 - Módulos da UFV GRU 2 .................................................................................................. 12 Figura 16 - Módulos da UFV GRU 2 .................................................................................................. 13 Figura 17 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 2 ........................................................................ 13 Figura 18 - Cabos CC da UFV GRU 1 expostos ao sol e a chuva ........................................................ 14 Figura 19 - Cabos CC da UFV GRU 1 expostos ao sol e a chuva ........................................................ 15 Figura 20 - Cabos CC da UFV GRU 2 enrolados nas estruturas de fixação dos módulos .................. 15 Figura 21 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados ........................................................................ 16 Figura 22 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados ........................................................................ 16 Figura 23 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados ........................................................................ 17 Figura 24 - Cabos CC da UFV GRU 2 expostos ao sol e a chuva ........................................................ 17 Figura 25 - Cabo para equipotencialização das estruturas fixado incorretamente .......................... 18 Figura 26 - Descida SPDA do galpão ................................................................................................. 18 Figura 27 - Descida SPDA do galpão ................................................................................................. 19
1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usinas Solares Fotovoltaicas - UFV GRU 1 e UFV GRU 2, de propriedade da Albury Participações S.A, localizadas nos telhados da IBL Logística na rua Manoel Borba Gato, 100 - Vila Saiago, Guarulhos/ SP.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Rodrigo Botelho (Albury Participações S.A)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Albury participações S.A, para avaliação da situação da implantação das usinas UFV GRU 1 e UFV GRU 2 na data de 19/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra; Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica;
4 Dados Básicos da Plantas
UFVGRU 1
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 376,2 kWp 300 kw | ||
|---|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia | Quantidade |
| Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp | 1140 |
| - | - | - | |
| Inversores | Afore BNTO60KTL | 60 | 5 |
UFV GRU 2
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 376,2 kWp 300 kw | ||
|---|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia | Quantidade |
| Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 Solar | 330 Wp | 1140 |
group
Inversores Afore BNTO60KTL 60 5
4.1 Localização
POY
Figura 1 - Localização UFV's GRU 1 e GRU 2 (coordenadas: -23.487455, -46.558846).
5 Análises 5.1 Estrutura dos módulos
A UFV GRU 1, está instalada com a estrutura de fixação dos módulos acompanhando a inclinação do telhado dos galpões. Com relação a essa pequena inclinação os pontos a serem destacados são com relação a limpeza dos módulos e com relação a geração. Porque com uma maior inclinação a própria água das chuvas auxiliam na limpeza dos módulos removendo poeira e fuligem. E com relação a geração quanto mais próximo o ângulo de inclinação da instalação dos módulos for da latitude local irá favorecer uma maior geração. Para a instalação da UFV GRU 2 estão sendo utilizadas estruturas do fabricante Solar Group, que permitem um ajuste adequado na inclinação da instalação dos módulos. Durante a inspeção foi verificado que as estruturas apresentam alinhamento adequado além de bom nivelamento, porém, não foi possível ser verificado um controle de torqueamento e as estruturas foram fixadas de forma que um dos lados da base não ficou devidamente apoiada.
Figura 2 - Galpões com os módulos da UFV GRU 1.
|
Figura 3 - Galpão com os módulos da UFV GRU 1.
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|
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litt
08/2020
15°35
Projetos Luda
Figura 4 - Galpão com os módulos da UFV GRU 1.
Figura 5 - Escada para acesso ao telhado do galpão da UFV.
Projetos Luda
Figura 6 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2.
Figura 7 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2.
lmeng
Consuttoria Projetos
UFV GRU 2
19/05/2020 15:44
Figura 8 - Fixação da estrutura inclinada da UFV GRU 2 no telhado.
Figura 9 - Base da estrutura inclinada da UFV GRU 2 mal apoiada ao telhado.
lmeng
Consutoria Prof 2s Ltda
Figura 10 - Estrutura inclinada da UFV GRU 2 no telhado.
5.2 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados nas UFV's GRU 1 e GRU 2, apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Na UFV GRU 1, foi verificado um pouco de sombreamento devido ao galpão em que está instalada a UFV GRU 2.
Figura 11 - Sombreamento na UFV GRU 1.
lmeng
Consutora Projetos
Figura 12 - Sombreamento na UFV GRU 1.
Figura 13 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 1.
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Consuttoria Projetos
Figura 14 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 1 gerando sombreamento.
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Figura 15 - Módulos da UFV GRU 2.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 16 - Módulos da UFV GRU 2.
Figura 17 - Sujeira sobre os módulos da UFV GRU 2.
lmeng
Consutoria Projetes Lids
5.3 Interface eletromecânica
Com relação ao cabeamento CC das strings das UFV's GRU 1 e GRU 2, durante a inspeção foi possível verificar uma falta de cuidado para realizar a devida fixação dos cabos e passar os cabos por eletrodutos. Em GRU 1, por um longo trecho o cabeamento está exposto a sol e chuva. Na UFV GRU 2, o cabeamento CC está enrolado na estrutura de fixação dos módulos e o cabo utilizado para equipotencialização/aterramento das estruturas/módulos não está fixado corretamente.
|
UFV
15:39
Figura 18 - Cabos CC da UFV GRU 1 expostos ao sol e a chuva.
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Consutora Projetos
Figura 19 - Cabos CC da UFV GRU 1 expostos ao sol e a chuva.
Figura 20 - Cabos CC da UFV GRU 2 enrolados nas estruturas de fixação dos módulos.
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Consutoria Prof 2s
Lida
Figura 21 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados.
Figura 22 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados.
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Consutora Py
Lids
Figura 23 - Cabos CC da UFV GRU 2 desorganizados.
Figura 24 - Cabos CC da UFV GRU 2 expostos ao sol e a chuva.
Projetes Lids
Figura 25 - Cabo para equipotencialização das estruturas fixado incorretamente.
Figura 26 - Descida SPDA do galpão.
Consutoria Projetes Engentariz Luda
Figura 27 - Descida SPDA do galpão.
6 ANEXOS
6.1 Anexo I
Link com fotos das Usinas UFV's GRU 1 e GRU 2.
https://drive.google.com/drive/folders/1G0KKB_ryOpRfXCWA59Xv9uOYufIhvV-g?usp=sharing
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Sorocaba/SP, 20/05/2020
Referência: Instalações das Usinas Solares Fotovoltaicas - UFV's Sorocaba
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
lneng
Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4
4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................9
5.1 Estrutura dos módulos ............................................................................................................. 9 5.2 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 14 5.3 Interface Eletromecânica ........................................................................................................ 17 6 Anexos .............................................................................................................................................20
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................20
lneng
Índice de Figuras
Figura 1 - Localização UFV Sorocaba 1 (coordenadas: -23.499800, -47.460564) .............................. 5 Figura 2 - UFV Sorocaba 1 .................................................................................................................. 5 Figura 3 - Localização UFV Sorocaba 2 (coordenadas: -23.440744, -47.435845) .............................. 6 Figura 4 - UFV Sorocaba 2 .................................................................................................................. 6 Figura 5 - Localização UFV Sorocaba 3 (coordenadas: -23.441447, -47.435375) .............................. 7 Figura 6 - UFV Sorocaba 3 .................................................................................................................. 7 Figura 7 - Localização UFV's Sorocaba 4 e 5 (coordenadas: -23.441161, -47.435816) ...................... 8 Figura 8 - UFV's Sorocaba 4 e 5 .......................................................................................................... 8 Figura 9 - Vista superior da UFV Sorocaba 1 ...................................................................................... 9 Figura 10 - Vista interna do telhado da UFV Sorocaba 1 ................................................................... 9 Figura 11 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 1 ................................. 10 Figura 12 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 1 ................................. 10 Figura 13 - Vista superior da UFV Sorocaba 2, utilizando telhados com inclinação no sentido noroeste) .......................................................................................................................................... 11 Figura 14 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 2 ................................. 11 Figura 15 - Vista superior da UFV Sorocaba 3, utilizando telhados com inclinação nos sentidos noroeste e sudeste ........................................................................................................................... 12 Figura 16 - Perfil da estrutura para instalação dos módulos não está completamente fixado, UFV Sorocaba 3 ........................................................................................................................................ 12 Figura 17 - Vista interna do telhado da UFV Sorocaba 3 .................................................................. 13 Figura 18 - Vista superior das UFV's Sorocaba 4 e 5, utilizando telhados com inclinação no sentido noroeste ........................................................................................................................................... 13 Figura 19 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos das UFV's Sorocaba 4 e 5 ....................... 14 Figura 20 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 2 ........................ 14 Figura 21 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 2 ........................ 15 Figura 22 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 3 ........................ 15 Figura 23 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 3 ......................... 16 Figura 24 - Telhado noroeste não utilizado na UFV Sorocaba 3 ....................................................... 16 Figura 25 - Região com sombreamento próximo dos módulos nas UFV's Sorocaba 4 e 5 .............. 17 Figura 26 - Eletrodutos UFV Sorocaba 1 .......................................................................................... 17 Figura 27 - Eletrodutos UFV Sorocaba 1 ........................................................................................... 18 Figura 28 - Conduletes UFV Sorocaba 1 ........................................................................................... 18 Figura 29 - Cabos e eletrodutos da UFV Sorocaba 1 ........................................................................ 19 Figura 30 - Cabos CC da UFV Sorocaba 1 .......................................................................................... 19
lneng
1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usinas Solares Fotovoltaicas - UFV's Sorocaba, de propriedade da Albury Participações S.A, localizadas nos telhados:
- UFV Sorocaba 1, Estacionamento na rua da Penha, 652 - Centro, Sorocaba/SP
- UFV Sorocaba 2, Deposite - Self Storage e Guarda Tudo Sorocaba na rua Henrique Manasses, 105, Éden - Sorocaba/SP
- UFV Sorocaba 3, UsisolJP Estamparia na rua Henrique Manasses, 202, Éden - Sorocaba/SP
- UFV Sorocaba 4, galpão na rua Henrique Manasses, Éden - Sorocaba/SP
- UFV Sorocaba 5, galpão na rua Henrique Manasses, Éden - Sorocaba/SP
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Rodrigo Botelho (Albury Participações S.A)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Albury participações S.A, para avaliação da situação da implantação das usinas UFV's Sorocaba na data de 20/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra; Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica;
4 Dados Básicos da Plantas
UFV's Sorocaba
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 318,12 kWp 255 kW | ||
|---|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia | Quantidade |
| Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp| | 964 |
| - | - | ||
| BNTOGOKTL | 60 kW| | 4 | |
| Afore BNTO15KTL | 15 |
4.1 Localização
Artesanat edos
da Penha 652 - Centro
Q
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Figura 1 - Localização UFV Sorocaba 1 (coordenadas: -23.499800, -47.460564).
Figura 2 - UFV Sorocaba 1.
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Mineo do Stes ind de
Metalirgicos
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Figura 3 - Localização UFV Sorocaba 2 (coordenadas: -23.440744, -47.435845).
Figura 4 - UFV Sorocaba 2.
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Consutoria Prof 2s Lida
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Figura 5 - Localização UFV Sorocaba 3 (coordenadas: -23.441447, -47.435375).
Figura 6 - UFV Sorocaba 3.
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Consuttoria Projetos i
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Seif Storage
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© Guards Tudo Soroceba
Minco do Brasil Ind de Produtos Metakirgicos
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Usinage
rmores e Granitos
Figura 7 - Localização UFV's Sorocaba 4 e 5 (coordenadas: -23.441161, -47.435816).
Figura 8 - UFV's Sorocaba 4 e 5.
lmeng
Consuttoria Projetos
5 Análises 5.1 Estrutura dos módulos
As UFV's Sorocaba, estão instaladas com a estruturas de fixação dos módulos acompanhando a inclinação do telhado dos galpões.
Figura 9 - Vista superior da UFV Sorocaba 1.
Figura 10 - Vista interna do telhado da UFV Sorocaba 1.
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Pro
Consutora aria Lids
Figura 11 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 1.
Figura 12 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 1.
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Consutoris Projetes Engentaris Lda
Figura 13 - Vista superior da UFV Sorocaba 2, utilizando telhados com inclinação no sentido noroeste).
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Figura 14 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos da UFV Sorocaba 2.
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Consutoris Projetes Engentaris Lda
Figura 15 - Vista superior da UFV Sorocaba 3, utilizando telhados com inclinação nos sentidos noroeste e sudeste.
Figura 16 - Perfil da estrutura para instalação dos módulos não está completamente fixado, UFV Sorocaba 3.
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Consutora Projetos
FV SOROCABA
Figura 17 - Vista interna do telhado da UFV Sorocaba 3.
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Figura 18 - Vista superior das UFV's Sorocaba 4 e 5, utilizando telhados com inclinação no sentido noroeste.
Figura 19 - Perfis da estrutura para fixação dos módulos das UFV's Sorocaba 4 e 5.
5.2 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados nas UFV's Sorocaba, apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Nas UFV's Sorocaba, não foi verificado sombreamento, porém como o horário da visita foi próximo ao meiodia (sol a pino) algumas regiões próximas as platibandas dos telhados devem ser destacadas. Na UFV Sorocaba 3, foram instalados módulos no telhado com sentido sudeste. Em campo a fiscalização foi informada que não foi utilizado o outro telhado com sentido noroeste devido o telhado está com a estrutura comprometida em razão dos compostos químicos utilizados no interior do galpão. Ao ser destacada a questão do sentido do telhado a Albury informou que será feita a correção do sentido da inclinação com uma estrutura.
Figura 20 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 2.
Figura 21 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 2.
Figura 22 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 3.
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Consuttoria Projetos
Figura 23 - Região com sombreamento próximo dos módulos na UFV Sorocaba 3.
Figura 24 - Telhado noroeste não utilizado na UFV Sorocaba 3.
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Figura 25 - Região com sombreamento próximo dos módulos nas UFV's Sorocaba 4 e 5.
5.3 Interface eletromecânica
Com relação ao cabeamento CC das strings da UFV Sorocaba 1, durante a inspeção foi possível verificar que os eletrodutos não estão fixados corretamente e as conduletes estão sem as tampas.
Figura 26 - Eletrodutos UFV Sorocaba 1.
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Consutora Py Engentaria Lida
Figura 27 - Eletrodutos UFV Sorocaba 1.
Figura 28 - Conduletes UFV Sorocaba 1.
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Consutora Py Lids
Figura 29 - Cabos e eletrodutos da UFV Sorocaba 1.
Figura 30 - Cabos CC da UFV Sorocaba 1.
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Consutoria Projets
6 ANEXOS
6.1 Anexo I
Links com fotos/ vídeos das Usinas UFV's Sorocaba.
https://drive.google.com/drive/folders/1M7dFZp0LGiOvbNoQka35aAgiQRBXfMnj?usp=sharing https://onedrive.live.com/?authkey=%21AF6CRxVc2NnWcpU&id=9AA311F47942F75D%211704&cid=9AA3 11F47942F75D
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Montes Claros-MG, 14/05/2020
Referência: Área da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC 1
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4 4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6 5.1 Acesso Interno e Externo ......................................................................................................... 6 5.2 Cercamento e Portão ............................................................................................................... 6 5.3 Drenagem ..................................................................................................................................7 5.4 Conexão .................................................................................................................................. 11 6 Anexos .............................................................................................................................................11
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................11
Índice de Figuras
Figura 1 - Rascunho do layout UFV MOC 1 ........................................................................................ 5 Figura 2 - Localização UFV MOC 1 (coordenadas: -16.621056, -43.770028) ..................................... 5 Figura 3 - Área vizinha que dá acesso a área da UFV MOC 1 ............................................................. 6 Figura 4 - Cerca de arame farpado demarcando área que será instalada UFV MOC 1 ...................... 7 Figura 5 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1 .................................................. 8 Figura 6 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1 .................................................. 8 Figura 7 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1 .................................................. 9 Figura 8 - Solo do interior da UFV MOC 1 .......................................................................................... 9 Figura 9 - Solo do interior da UFV MOC 1 ......................................................................................... 10 Figura 10 - Solo do interior da UFV MOC 1 ....................................................................................... 10 Figura 11 - Rede MT necessária para a conexão da UFV MOC 1 ...................................................... 11
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1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada na área da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC 1, de propriedade da Northenergia, na cidade de Montes Claros/MG.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Eron Souza (Delta Energias)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV MOC 1 na data de 14/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra;
4 Dados Básicos da Planta
Não foi informado o quantitativo dos equipamentos a serem instalados na UFV MOC 1.
UFVMOC1
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | kWp kVA | |
|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia |
| Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp) |
Goomax
Inversores
Afore BNTOGOKTL 60 kw
Transformador Romagnole
1500 kVA]
Lids
Figura 1 - Rascunho do layout UFV MOC 1.
4.1 Localização
Figura 2 - Localização UFV MOC 1 (coordenadas: -16.621056, -43.770028).
5 Análises 5.1 Acesso Interno e Externo
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento no trecho da rodovia que é asfaltada estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 1 está localizada a aproximadamente 18 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 7km de estrada não pavimentada na área rural. No trecho que corresponde a estrada não pavimentada na zona rural é necessária uma sinalização para o empreendimento devido as bifurcações até o local da obra, assim como uma melhoria em alguns trechos com aterro/ compactação e alargamento da via para que possibilite a chegada de equipamentos ao local da obra.
5.2 Cercamento e Portão
Na área em que será instalada a UFV MOC 1, ainda não foi realizada nenhuma obra de infraestrutura.
Figura 3 - Área vizinha que dá acesso a área da UFV MOC 1.
Figura 4 - Cerca de arame farpado demarcando área que será instalada UFV MOC 1.
5.3 Drenagem
O projeto de drenagem ainda não foi apresentado, devido ao IEF - Instituto Estadual de Florestas/MG, que é o órgão responsável por delimitar área de preservação não ter realizado a visita no local da obra impossibilitando o prosseguimento nos projetos. Na área em que será instalada a UFV MOC 1 o projeto de drenagem deverá ter uma preocupação com a região vizinha que está mais ao alto, devido ser possível verificar que a força da água das chuvas da região vizinha está causando carreamento e erosão do solo na área interna da planta.
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Consutora Projetos
Figura 5 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1.
UFV MOC
020 17 46
Figura 6 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1.
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Consutoria Prof Engentariz Lida
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Figura 7 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 1.
Figura 8 - Solo do interior da UFV MOC 1.
UFV MOC 1
14/05/2020 17:50
Figura 9 - Solo do interior da UFV MOC 1.
Figura 10 - Solo do interior da UFV MOC 1.
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P Lida
5.4 Conexão
Com relação a rede MT necessária para fazer a conexão da UFV MOC 1, está em tramitação uma solicitação frente a CEMIG para que seja modificado o traçado da rede visando conferir maior celeridade e redução de custos.
GERAGAO DISTRIBUIDA ALBURY
REDE ELE THICAPARAATENORENTO
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LDCAUTACAD ALBURY
GO BEATE
LOCAIZAGAD
2 REDE TRELOORA
THAGADO A TERNATIG
Figura 11 - Rede MT necessária para a conexão da UFV MOC 1.
6 ANEXOS
6.1 Anexo I
Link com fotos da área da Usina UFV MOC 1.
https://drive.google.com/drive/folders/1GctdV27KAWYOwNCWVKKlDqM0LGCVoJZB?usp=sharing
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Linhares-ES, 21/05/2020
Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV Linhares
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
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Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4
4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6
5.1 Acesso Interno e Externo ......................................................................................................... 6 5.2 Cercamento e Portão ............................................................................................................... 8 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 10 5.4 Drenagem ................................................................................................................................10 5.5 Vegetação ................................................................................................................................13 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................16 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 20 5.8 Cubículo para inversores ......................................................................................................... 23 5.9 Saúde e Segurança ...................................................................................................................25 6 Anexos .............................................................................................................................................25
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................25
lneng
Índice de Figuras
Figura 1 - UFV Linhares ...................................................................................................................... 4 Figura 2 - Layout UFV Linhares .......................................................................................................... 5 Figura 3 - Localização UFV Linhares (coordenadas: -19.485059, -40.130195) ................................... 5 Figura 4 - Via de acesso externa da UFV Linhares .............................................................................. 6 Figura 5 - Estruturas muito próximas da cerca na UFV Linhares ....................................................... 7 Figura 6 - Estruturas com módulos instalados muito próximas da cerca na UFV Linhares ............... 7 Figura 7 - Estruturas com módulos instalados muito próximas dos cubículos .................................. 8 Figura 8 - Lateral em que não foi feito o cercamento com os mourões ............................................ 8 Figura 9 - Concertina mal fixada e mourão de apoio não concretado ............................................... 9 Figura 10 - Portão de entrada que fornece o único acesso a UFV Linhares ...................................... 9 Figura 11 - Início da lateral em que não foi feito o cercamento com os mourões ........................... 10 Figura 12 - Solo sem cobertura vegetal rasteira ............................................................................... 11 Figura 13 - Solo sem cobertura vegetal rasteira ............................................................................... 11 Figura 14 - Concretagem realizada para fixar as estruturas, dificultando a infiltração da água ...... 12 Figura 15 - Módulos instalados rente ao solo .................................................................................. 12 Figura 16 - Ausência de vegetação rasteira deixando o solo desprotegido ..................................... 13 Figura 17 - Queima realizada no interior da UFV ............................................................................. 14 Figura 18 - Sujeira no interior da UFV .............................................................................................. 14 Figura 19 - Sujeira no interior da UFV .............................................................................................. 15 Figura 20 - Piolho de cobra dentro do padrão de energia ............................................................... 15 Figura 21 - Piolho de cobra na combiner box ................................................................................... 16 Figura 22 - Estruturas desalinhadas, desniveladas e torcidas .......................................................... 16 Figura 23 - Estruturas desalinhadas ................................................................................................. 17 Figura 24 - Estruturas desalinhadas e desniveladas gerando sombreamento nos módulos ........... 17 Figura 25 - Grampos de fixação dos módulos mal instalados .......................................................... 18 Figura 26 - Parafuso enferrujado ..................................................................................................... 18 Figura 27 - Parafuso enferrujado ..................................................................................................... 19 Figura 28 - Perfis mal instalados ....................................................................................................... 19 Figura 29 - Módulos fotovoltaicos instalados na UFV Linhares ....................................................... 20 Figura 30 - Módulos fotovoltaicos para serem instalados na UFV Linhares .................................... 21 Figura 31 - Módulos instalados sem o devido alinhamento e nivelamento ..................................... 21 Figura 32 - Módulo instalado fazendo sombreamento em outro módulo fotovoltaico .................. 22 Figura 33 - Perfil de uma estrutura fazendo sombreamento em módulo em outra estrutura ........ 22 Figura 34 - Perfil de uma estrutura fazendo sombreamento em módulo em outra estrutura ........ 23 Figura 35 - Cubículo de alvenaria ..................................................................................................... 23 Figura 36 - Paredes sem acabamento/pintura do cubículo de alvenaria ......................................... 24
lmeng
Consutoria Proj 2s Lita
1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV Linhares, de propriedade da Albury Participações S.A, localizada na BR 101, Km 162, nº 06 a 23 (18 lotes), bairro Bebedouro na cidade de Linhares/ES.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Aloizio Souza (Albury Participações S.A)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Albury Participações S.A, para avaliação da situação da implantação da UFV Linhares na data de 21/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica; Obras civis.
4 Dados Básicos da Planta
UFV Linhares
Poténcia Pico Instalada kWp
1354
| Poténcia Nominal Instalada | 1080 kW. | |
|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia |
| Modulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp |
Solar group 342
Inversores Transformador
Afore BNTOGOKTL 60 kW| 18 Ideal Transformadores 80 kVA] 18
Figura 1 - UFV Linhares.
Figura 2 - Layout UFV Linhares.
4.1 Localização
BRAMETAI
Figura 3 - Localização UFV Linhares (coordenadas: -19.485059, -40.130195).
5 Análises 5.1 Acesso Interno e Externo
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV Linhares está localizada a aproximadamente 14 km do centro de Linhares/ES. Não há via de acesso interno na planta, as estruturas com os módulos foram instaladas muito próximas da cerca e dos cubículos de alvenaria em que estão instalados os inversores.
Linhares
Figura 4 - Via de acesso externa da UFV Linhares.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 5 - Estruturas muito próximas da cerca na UFV Linhares.
Figura 6 - Estruturas com módulos instalados muito próximas da cerca na UFV Linhares.
Figura 7 - Estruturas com módulos instalados muito próximas dos cubículos.
5.2 Cercamento e Portão
A execução do cercamento não foi concluída, e se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio que não estão concretados. A concertina em algumas regiões não está bem fixada e o único acesso a UFV Linhares é por um portão pequeno impossibilitando a entrada de qualquer veículo ou equipamento de manutenção de maior porte.
Figura 8 - Lateral em que não foi feito o cercamento com os mourões.
Linhares
2013:16
Figura 9 - Concertina mal fixada e mourão de apoio não concretado.
Linhares
Li imines
21/05/2020 13:14
Figura 10 - Portão de entrada que fornece o único acesso a UFV Linhares.
lmeng
Consutoris Projetes Engentaris Lda
Figura 11 - Início da lateral em que não foi feito o cercamento com os mourões.
| 5.3 | Guarita |
|---|---|
| Não há | uma guarita na UFV Linhares. |
| 5.4 | Drenagem |
O projeto de drenagem da UFV Linhares não foi apresentado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV Linhares, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão. Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas. Para realizar a fixação das estruturas no solo foi feita uma concretagem rente ao solo, dificultando a infiltração da água das chuvas no solo, e possibilitando a formação de poças d'água próximas aos módulos.
lmeng
Consutora Projetos
Linhares
UFV LINHARES 1437
Figura 12 - Solo sem cobertura vegetal rasteira.
Figura 13 - Solo sem cobertura vegetal rasteira.
Consutoria Projetos Engentaria Ltda
Lint UFV LINHARE 21/06/2020 13:17
Figura 14 - Concretagem realizada para fixar as estruturas, dificultando a infiltração da água das chuvas no solo.
Figura 15 - Módulos instalados rente ao solo.
lmeng
Consutoris Projetes Engentaris Lda
5.5 Vegetação
No interior da UFV MOC 2, não foi verificada presença de vegetação rasteira, o que deixa o solo exposto às chuvas. Em alguns pontos há desenvolvimento de vegetação vertical. Foi verificado que foi realizada uma queima da vegetação que foi retirada na manutenção recente no interior da UFV. Ao norte da planta na área externa há uma plantação de eucaliptos que faz sombreamento nos módulos. No interior do padrão de energia e próximo das combiner boxes foram verificados a existência de piolhos de cobra.
or
Figura 16 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido e pedaços de concreto soltos.
Consutora Py
Linhares LINHARES
5
Figura 17 - Queima realizada no interior da UFV.
Linhares UFV LINHARES
21/05/21 3:56
Figura 18 - Sujeira no interior da UFV.
Projetos Luda
20901403
Figura 19 - Sujeira no interior da UFV.
Cinhare
Figura 20 - Piolho de cobra dentro do padrão de energia.
Projetos Luda
Figura 21 - Piolho de cobra na combiner box.
5.6 Estrutura dos módulos
Durante a inspeção foi verificado estruturas desalinhadas, desniveladas e torcidas. Alguns grampos de fixação dos módulos mal instalados, e com parafusos enferrujados. Não foi possível ser verificado um controle de torqueamento.
Figura 22 - Estruturas desalinhadas, desniveladas e torcidas.
lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 23 - Estruturas desalinhadas.
Figura 24 - Estruturas desalinhadas e desniveladas gerando sombreamento nos módulos.
Consutoria Projetes Engentariz Ltda
Figura 25 - Grampos de fixação dos módulos mal instalados.
Figura 26 - Parafuso enferrujado.
Projetos Luda
Figura 27 - Parafuso enferrujado.
Figura 28 - Perfis mal instalados.
lmeng
Consuttoria Projetos
5.7 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados na UFV Linhares não apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Diante da situação apresentada e com a informação de serão que trocadas as estruturas de suporte/fixação, é de suma importância o cuidado e controle adequado de como serão removidos e acomodados os módulos para que não sejam danificados. Além do que em alguns módulos em função dos perfis da estrutura terem sido instalados sem o devido alinhamento e como os módulos foram torqueados com a estrutura torcida é possível que tenham surgido cracks, microfissuras nos módulos. Antes dos módulos serem reinstalados com as novas estruturas adequadas para usina de solo deve ser realizado o ensaio de eletroluminescência, no qual é possível detectar problemas físicos nos módulos que não são visíveis a olho nu como cracks, microfissuras. Em algumas regiões da planta da UFV Linhares foi possível verificar que módulos e perfis de uma estrutura foram instalados de maneira que estão fazendo um sombreamento em módulos nas estruturas adjacentes.
=>
5
Figura 29 - Módulos fotovoltaicos instalados na UFV Linhares.
LINHARES
UFV 21/05/2020 1440
Figura 30 - Módulos fotovoltaicos para serem instalados na UFV Linhares.
Figura 31 - Módulos instalados sem o devido alinhamento e nivelamento.
Consutoria Projetos & Lids
Figura 32 - Módulo instalado fazendo sombreamento em outro módulo fotovoltaico.
Figura 33 - Perfil de uma estrutura fazendo sombreamento em módulo fotovoltaico em outra estrutura.
Consutoris Projetes Engentaris Lda
Figura 34 - Perfil de uma estrutura fazendo sombreamento em módulo fotovoltaico em outra estrutura.
5.8 Cubículo para os inversores
Para a instalação dos inversores e das combiner boxes foram feitos cubículos de alvenaria. As paredes estão
| sem o devido acabamento com massa fina e pintura. E as ripas do telhado | sem o verniz que ajuda na |
|---|---|
| proteção contra as ações do tempo e de pragas como cupins e traças. |
Figura 35 - Cubículo de alvenaria.
Projetos Luda
Figura 36 - Paredes sem acabamento/pintura do cubículo de alvenaria.
Figura 37 - Ripas do telhado que devem ser lixadas e tratadas contra pragas de cupins.
lneng
| 5.9 | Saúde e Segurança |
|---|---|
| Não foi | verificada durante a inspeção uma equipe de saúde e segurança do trabalho na planta. Não havia |
| registro | de atividades na UFV Linhares nos últimos dias. |
| 6 | ANEXOS |
6.1 Anexo I
Link com fotos da Usina UFV Linhares.
https://drive.google.com/drive/folders/1XmbRDwMS2bGrmevmzAQ4pp4i5xj3FgFA?usp=sharing







































































































































































































































































































































































































