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DOC. 2
SONIA
Assinado de COCHRAN forma digital por
SONIA E
COCHRANE RAO:0295 RAO:02956601806
Dados: 2026.05.20 6601806 15:13:50 -03'00'
BTGPactual
| BRGD FCC July 22th, 2020 | BRGD FCC July 22th, 2020 |
|---|---|
Deal Team: Special Situations: Alexandre Camara / Edwyn Neves / Bruno Cavalcanti / Rafael Chitarra
Credit Risk: Rafael Pessoa / Tainah Conde Tax: Vitor Guimarães / Bruno Abaurre / Marcella Mallet
Legal: Gabriel Barretti / Julia Baldacci / Felipe Giannattasio / Bianca Dutra ESG: Beatriz Freitas / Rafaella Dortas Operations: Dan Segabinaze / Eduardo Cordovil / Alan Dale Onboarding: Leonardo Neri Compliance: Marina Moraes
Operação de até R$ 120 mm (Fase 1: R$ 60 mm / Fase 2: +R$ 60 mm) para o Grupo BRGD para refinanciamento de dívidas e capex de novos empreendimentos; dos quais (a) R$ 20 mm opcionalmente
Deal:
conversíveis em 50% das ações da BRGD; e (b) R$ 100 mm amortizáveis em 5 anos.
| Approval: | CRC: Rafael Pessoa FI: Alexandre Camara |
|---|---|
| Date | July 22th, 2020 |
(Br = Pactual
Term Sheet
Term-Sheet Fase 1.1 (´conversível´) Fase 1.2 Fase 2 (Commitment)
| Issuer | BRGD S.A. | BRGD S.A. | BRGD S.A. |
|---|---|---|---|
| Lender | BTG Pactual | BTG Pactual | BTG Pactual |
(i)R$ 40 mm Volume R$ 20 mm (i.1) D0: R$ 10 mm; R$ 60 mm
(i.2) Após CPs: R$ 30 mm
(i) Pré-pagamento Banco Máxima; (ii) Capex Fase 1 (16.5 MWp); (i) Capex Fase 2 (14.5 MWp); Use of Proceeds (iii) Fees de estruturação (ii) Fee de estruturação (iv) Fee commitment (6 meses) (v) Custos diligência / estruturação
| Debt Instrument | CCB | CCB | Commitment |
|---|---|---|---|
| Currency | BRL | BRL | BRL |
(i) Commitment: 12 meses
(ii) Linha: 5 anos
| Maturity | 5 anos | 5 anos | |
|---|---|---|---|
| Grace Period | 1 ano | 5 anos | 5 anos |
| Ano 1: 0% | Ano 1: 0% | ||
| Ano 2: 15% | Ano 2: 15% | ||
| Principal Amortization | Bullet | Ano 3: 15% | Ano 3: 15% |
| Ano 4: 20% | Ano 4: 20% | ||
| Ano 5: 50% | Ano 5: 50% | ||
| Average Maturity (years) | 5 anos | 4 anos | 4 anos |
(i) Commitment: 6 meses antecipado; Interest Payments Mensal (12 meses carência) Mensal (12 meses carência) (ii) Linha Mensal (12 meses carência);
| Structuring Fee | 2.5% | 2.5% | 2.5% |
|---|---|---|---|
| Gross up | Sim | Sim | Sim |
Commitment: 10% a.a.; Interest CDI + 12% a.a. CDI + 12% a.a.
Linha: CDI + 12% a.a.
(i) Commitment: 1.7% a.a. Funding Cost CDI + 2.06% a.a. DI + 2.25% a.a. (ii) Linha: DI + 2.26% a.a.
)
BTGPactual
(i) Commitment: 8.3% a.a. [Passivo DI + 2.25% a.a. e Spread 9.75% a.a. 9.94% a.a. ativo DI + 0.55% a.a.] (ii) Linha: 9.74% a.a. Bônus de subscrição (10 anos): Preço de exercício de R$ 20 mm - Fase 1: 70% do capital da Conversibility: - - BRGD - Fase 2: 50% do capital da BRGD
| IRR (w/ equity upside) | 20-30% range |
|---|---|
| Prepayment Fee | 10% a.a. (x) prazo remanescente 10% a.a. (x) prazo remanescente 10% a.a. (x) prazo remanescente |
Guarantee Aval sócios
(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; Collateral (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos
Aval sócios
(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos
Aval sócios
(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos
| Margin Call | n.a. | n.a. | n.a. |
|---|---|---|---|
| Margin Call Triggers | n.a. | n.a. | n.a. |
| Notice of Assignment | n.a. | n.a. | n.a. |
| Receivables Monitoring | n.a. | n.a. | n.a. |
-
Covenants padrão de crédito BTG - Manutenção do Plano de Investimentos Covenants
-
Acompanhamento ambiental - Estrutura de capital 70/30 2% multa; 2% multa; 2% multa; Default Penalties
| 1% mora | 1% mora | 1% mora | |
|---|---|---|---|
| Step up | n.a. | n.a. | n.a. |
| Governing Law | Brasil | Brasil | Brasil |
| R$ 10 mm: 22 de Julho/2020 | (i) Commitment: 07 de | ||
| Expected Disbursement Date | 07 de Agosto/2020 | Agosto/2020; | |
| R$ 50 mm: 07 de Agosto/2020 | (ii) Linha: Dezembro/2020 |
)
BTGPactual
=
Entrega do projeto Fase 1: Todas
| as obras e vendas de energia | |||
| (i.1): Sem CPs | |||
| CPs | negociadas (Venda 70% | com exceção de Northenergia | |
| energia, | reorganização | (i.2) CPs negociadas (Venda de | |
| Required Conditions to disbursement | 70% da energia, reorganização | Destinação dos recursos: | |
| societária, | regularização de | ||
| assembleias, | etc.) | ||
| assembleias, etc) | análogos, com TIR | ||
| Costs | Cliente | Cliente | Cliente |
| Mandates | Right to match para operações | ECM/DCM/M&A | |
| Withholding Taxes (Offshore) | n.a. | n.a. | n.a. |
| Ranking Anbima | n.a. | n.a. | n.a. |
| Pledged to FGC? | Não | Não | |
| Internal Metrics: | |||
| Internal Metrics/Information | |||
| Rating Bacen | C | ||
| Rating CRC | B | ||
| LGD | 60% | ||
| Assets in BRL MM (2019) | N/A | ||
| Revenues in BRL MM (2019) | N/A | ||
| Economic Group | BRGD | ||
| Sector / Subsector / Segment | Utilities, Electricity, Generation |
Current Exposure: n/a
(Br Pactual
A
O Grupo BRGD
A origem do grupo e os investimentos em GD
Fundada em 2017 por 3 empresários de MG/SP, a BRGD é uma cia que possui projetos de geração distribuída a partir de energia fotovoltaica nos estados de MG, SP, ES, PR e SC. A cia se beneficia de trackrecord como epecista de projetos de construção de plantas fotovoltaicas através da Forgreen, cia que foi o início do projeto de plantas próprias. Até o momento os acionistas aportaram R$ 23 mm de equity e levantaram R$ 24 mm de endividamento junto ao Banco Máxima, dinheiro que foi utilizado para a construção de 9 plantas. Tais plantas deverão entrar em operação entre os meses de agosto e novembro de 2020, atingindo uma capacidade pico de 17.5 MWp [16 MWp considerando a participação proporcional da BRGD].
Estrutura societária
A cia estruturou seus negócios e organizou sua estrutura societária de forma a (i) aproveitar os benefícios fiscais aplicáveis a cada planta [Isenções de ICMS em todas as plantas / Isenções de PIS/COFINS em todas as plantas / Benefício SUDENE de redução de IRPJ em determinadas plantas]; e (ii) estar preparada para um evento de liquidez no formato de IPO de FIP Infraestrutura.
| Antonio Neto | Rodrigo Botelho | Oscar Moura |
|---|---|---|
| 30% | 35% | 35% |
FIM Clean Energy
100%
FIP BZ Clean Energy
100% FIP CXI
BRGD S.A.
60% 100% 40%
| Norsol | SolarPharm | Northenergia |
|---|---|---|
| - Usina MOC 2 | - Usinas Pague Menos - Usinas Solar Pharm | - Usina MOC 1 |
Tese de investimentos: escolha das localidades plantas
✓ Preço: Conexão a distribuidoras em que a energia é relativamente cara; ✓ Irradiação solar: Implantação de usinas em locais onde há muita incidência de irradiação solar; ✓ Mercado: Locais onde há um bom mercado consumidor; ✓ Impostos> Locais/estruturas onde há algum benefício fiscal; ✓ Custo de arrendamento: Locais onde há grande disponibilidade de terra a baixos custos;
(Br = Pactual
Principais equipamentos:
✓ Placas solares: HT-SAAE Highway ✓ Inversores: Afore A cia possuirá uma base de clientes variada entre atacado e varejo, um tradeoff entre rentabilidade e risco de crédito, tendo como âncora um contrato com as farmácias Pague Menos, além de contratos com a Usiminas, Unimed Uberaba, Promed e IBL Logística. Todos seus projetos possuem placas solares de qualidade (HT) e estão localizadas em cidades estratégicas [ver notas abaixo sobre estratégia de investimentos], tendo altos IRRs [entre 15% e 25% desalavancadas e post-tax], com fluxos de caixa estáveis e previsíveis, dada natureza do negócio.
Principais desafios de implementação das usinas
✓ Pareceres de acesso: Obtenção correta de pareceres / compra de pareceres sem vícios e inconsistências]; ✓ Dificuldade criadas pelas distribuidoras no capex necessário para acesso; ✓ Conexão final da planta ao sistema;
Principais riscos e mitigantes:
✓ Mudanças regulatórias (Cobrança de tarifas adicionais): Evolução da discussão regulatória com regras de
transição; ✓ Mudanças regulatórias (Reforma fiscal): Proposição de regras de transição e força de grupos de grupos com
interesses contrários a algumas premissas da reforma;
✓ Danificação das placas e/ou infra-estrutura: Contratação de seguros que cobrem danos físicos, além de garantias
oferecidas pelo produtor para defeitos de produto (7 anos) e performance (25 anos);
✓ Roubo de placas: Segurança in-loco e sistemas de monitoramento; ✓ Inadimplência: Estratégia de venda para clientes prime além de pulverização de parte da receita. Adicionalmente
sistema de amarrações+ contratuais que facilitam a retirada de clientes inadimplentes do consórcio;
✓ Variação da incidência solar: Margem de segurança na quantidade de energia vendida, vis-à-vis a quantidade
produzida projetada, além da implantação de sistemas de acompanhamento de irradiação solar, para melhor adaptação das vendas/ajustes de consórcio futuros;
✓ Competição: Busca por amarração contratual robusta com os clientes prevendo um volume substancial de multas
por quebra de contratos;
Upsides relevantes:
✓ Plataforma para investimentos em geração distribuída;
✓ Venda de maior quantidade de energia, vis-à-vis a margem de segurança projetada; ✓ Reajuste de bandeira amarela/vermelha: Conta 13º a cada ano de contrato, com reajuste das bandeiras cobradas
pelas distribuidoras [histórico acima de 10% por ano];
✓ Revisões tarifárias: Histórico de revisões relevantemente acima do índice IPCA;
(Br = Pactual
Usinas Fase 1
Planta Estado Tipo Fase Avanço Prazo Conexão Capacidade Produção Vendido # clientes Vendido Capex
|
- dias - - - - - Feito A fazer Total R$ / KWp
- MWp KW / mês KW / mês # % R$ k R$ k
VRB MG Chão Montagem 55% 105 5.4 802,000 499,001 274 62% 14,980 5,797 20,777 3,848
| Norsol (MOC 2) | MG | Chão | Montagem | 70% | 75 | 3.0 | 513,000 | 262,444 | 10 | 51% | 10,400 | 1,998 | 12,398 | 4,133 |
| Northenergia (MOC 1) | MG | Chão | Início obras | 3% | 150 | 3.0 | 514,000 | 130,000 | 1 | 25% | 1,000 | 10,539 | 11,539 | 3,846 |
| GRU 2 [IBL Logística] | SP | Rooftop | Início montagem | 30% | 40 | 0.4 | 49,000 | 49,000 | 1 | 100% | 1,429 | 300 | 1,729 | 4,611 |
| Subtotal | - | 107 | 11.8 | 1,878,000 | 940,445 | 286 | 50% | 27,809 | 18,634 | 46,443 | 3,944 | |||
| Enel (Itapecerica da Serra) | SP | Rooftop | Início montagem | 0% | 90 | 1.5 | 197,000 | 185,000 | 1 | 94% | 3,720 | 1,433 | 5,153 | 3,435 |
| Linhares | ES | Chão | Conexão / Troca estruturas | 90% | 20 | 1.4 | 178,000 | 165,620 | 1 | 93% | 5,001 | 872 | 5,873 | 4,302 |
| Itajaí | SC | Rooftop | Montagem | 30% | 90 | 0.7 | 92,000 | 80,000 | 1 | 87% | 2,667 | 292 | 2,959 | 4,227 |
| Paulínia | SP | Rooftop | Montagem (início) | 0% | 90 | 0.7 | 91,000 | 79,800 | 1 | 88% | 2,100 | 658 | 2,758 | 3,940 |
| Sorocaba | SP | Rooftop | Conexão | 65% | 40 | 0.4 | 49,000 | 36,350 | 1 | 74% | 1,429 | 143 | 1,572 | 4,192 |
| GRU 1 | SP | Rooftop | Montagem (final) | 80% | 40 | 0.4 | 49,000 | 42,800 | 1 | 87% | 1,429 | 112 | 1,541 | 4,110 |
| Cascavel | PR | Rooftop | Conexão | 95% | 40 | 0.4 | 46,000 | 42,000 | 1 | 91% | 1,334 | 310 | 1,644 | 4,697 |
| Itatiba | SP | Rooftop | Montagem (início) | 0% | 90 | 0.2 | 24,000 | 25,137 | 1 | 105% | 705 | 174 | 879 | 4,751 |
| Atibaia | SP | Rooftop | Conexão | 80% | 40 | 0.2 | 24,000 | 21,200 | 1 | 88% | 705 | 71 | 776 | 4,192 |
| Total Usinas Pague Menos | - | 62 | 5.7 | 553,000 | 492,907 | 1 | 89% | 19,090 | 4,064 | 23,154 | 4,037 | |||
| [| Total | | 92 | 17.5 | 2,431,000 | 1,433,352 | 287 | 59% | 46,899 | 22,698 | 69,597 | 3,975 |
(Br =
Deal figures
Use of funds (R$ k)
Use of funds (BTG check) BTG´s check (Fase 1)
Capex Debt repayment (Máxima) Structuring fee Commitment fee Legal assessment (Stocche Forbes) Technical assessment (Barne) Other
Capex breakdown (R$ k)
Pactual
60,000
22,698 27,000 1,375 3,000 350 120 5,457
Capex breakdown (Fase 1) Capex breakdown (Fase 2)
| Capex done | 46,899 | Capex done | 0 |
|---|---|---|---|
| of which, equity (BRGD) | 18,984 | of which, equity (BRGD) | 0 |
| of which, equity (CXI) | 4,515 | of which, equity (CXI) | 0 |
| of which, debt (Máxima) | 23,400 | of which, debt (Máxima) | 0 |
| Capex to be done | 22,698 | Capex to be done | 58,000 |
| of which, BTG´s funding | 22,698 | of which, BTG´s funding | 58,000 |
Sources & uses(R$ k)
Sources & uses (new money) Sources & uses (all cash)
| Sources (new money) | 83,499 | Sources (all cash) | 106,899 |
|---|---|---|---|
| Equity | 23,499 | Equity | 23,499 |
| Banco Máxima | 27,000 | Banco Máxima | 23,400 |
| BTG Pactual | 33,000 | BTG Pactual | 60,000 |
| Uses (ex-debt repayment) | 83,499 | Uses (ex debt-repayment) | 106,899 |
|---|---|---|---|
| Capex | 69,597 | Capex | 69,597 |
| Interest & others | 3,600 | Debt Repayment (Banco Máxima) | 27,000 |
| Structuring fee | 1,375 | Structuring fee | 1,375 |
| Commitment fee | 3,000 | Commitment fee | 3,000 |
| Legal assessment (Stocche Forbes) | 350 | Legal assessment (Stocche Forbes) | 350 |
| Technical assessment (Barne) | 120 | Technical assessment (Barne) | 120 |
| Other | 5,457 | Other | 5,457 |
Return Table
Exit Year 2021 2022 2023 2024 2025
Desembolso R$ 60 mm [Equity Stake = 70%]
Fase 1 (@IPCA + 12%)
| IRR | 33% | 29% | 27% | 26% | 25% |
|---|---|---|---|---|---|
| MOIC | 1.9x | 2.0x | 2.0x | 2.1x | 2.2x |
| R$ (over principal) | 55,097 | 58,850 | 59,709 | 65,632 | 72,247 |
Fase 1 (@IPCA + 10%)
| IRR | 41% | 34% | 30% | 28% | 27% |
|---|---|---|---|---|---|
| MOIC | 2.0x | 2.1x | 2.2x | 2.2x | 2.4x |
| R$ (over principal) | 59,335 | 63,845 | 69,086 | 74,710 | 81,003 |
Desembolso R$ 120 mm [Equity Stake = 50%]
| Fase 1 & | Fase 2 (@IPCA + 12%) | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| IRR | 26% | 25% | 24% | 23% | 23% |
| MOIC | 1.8x | 1.8x | 1.9x | 1.9x | 2.0x |
| R$ | 92,147 | 97,503 | 104,043 | 111,130 | 119,310 |
Fase 1 & Fase 2 (@IPCA + 10%)
IRR 31% 28% 26% 25% 24%
MOIC R$ (over principal)
1.9x 105,773
1.9x 2.0x 110,668 116,725
2.0x 2.1x 123,306 130,962
(Br = Pactual
Governança
Enquanto o BTG Pactual não optar por exercer o Bônus de Subscrição que lhe será conferido a relação com a cia se dará na forma tradicional de credor e devedor. De forma a possibilitar o melhor acompanhamento do projeto, serão criadas obrigações de entrega de informações financeiras/técnicas e o BTG Pactual, na qualidade de bonus holder, possuirá um observer seat no board da cia. Dessa forma será acompanhado o cumprimento do plano de investimentos na Fase 1 e Fase 2 ("Plano de Investimentos") que a mesma apresentou BTG Pactual e utilizado como base para a estruturação da presente operação. Adicionalmente a fase de construção das plantas fotovoltaicas será objeto de acompanhamento in-loco por parte da consultoria LMeng (Barne), os mesmo que prestaram assessoria técnica ao BTG para avaliação técnica das plantas.
Cenário 1: BTG com 70% de participação: Não haverá acordo de acionistas, e o BTG será o controlador da cia. Cenário 2: BTG com 50% de participação: Haverá um Acordo de Acionistas da BRGD, que será celebrado sob
condição suspensiva do exercício do Bônus de Subscrição. Os direitos de tag along, de preferência e de primeira oferta serão assegurados por meio de Acordo de Direitos de Liquidez enquanto o Bônus de Subscrição não tiver sido exercido, de modo a (i) permitir que o próprio Bônus de Subscrição seja objeto da transferência ou (ii) fazer com que, imediatamente antes da transferência, o Bônus de Subscrição seja exercido para que as ações emitidas em razão do Bônus de Subscrição sejam objeto da transferência. O Acordo de Acionistas da BRGD deverá prever regras sobre condução dos negócios, estrutura societária, administração, restrições sobre a transferência de ações, distribuição de lucros e exercício do direito de voto, tais como:
(i) Conselho de administração: Uma vez que passe a deter 50% do capital social da BRGD (Estrutura de Cocontrole), o BTG Pactual terá o direito de eleger metade dos membros do Conselho de Administração (3 membros), bem como indicar o Presidente do Conselho;
| (ii) | Apontamento do CFO: Enquanto vigorar a Estrutura de Co-Controle, o BTG Pactual terá o direito de nomear o CFO da Companhia e o mais alto executivo financeiro das sociedades controladas; |
|---|---|
| (iii) | Tag along: O BTG Pactual terá direito a tag along integral caso o Acionista Original transferir suas ações de emissão da BRGD; |
| (iv) | Direito de preferência: Caso qualquer acionista (exceto BTG) deseje transferir ações da BRGD, o BTG Pactual terá direito de preferência; |
(v) Direito de primeira oferta: Caso o BTG Pactual deseje transferir ações da BRGD, o Acionista Original terá
direito de primeira oferta;
| (vi) | Drag along: O BTG Pactual terá direito de drag along a partir do 3º aniversário da operação; |
|---|---|
| (vii) | Aprovação de matérias relevantes: Enquanto o Acionista Original detiver, ao menos 50% do capital social da BRGD, determinadas matérias de relevância (p.ex. questões orçamentárias, alteração estatutária, reorganização societária, pedido de falência ou recuperação judicial, aquisição ou alienação de |
participação societária, entre outras) dependerão do voto favorável de, ao menos, 60% do capital social da BRGD;
(viii) Recursos emergenciais: O BTG Pactual terá o direito de realizar mútuo à BRGD caso esta venha a se
encontrar em situações emergenciais ou caso esta não disponha de recursos para cumprir seu Plano de Negócios, tendo os demais acionistas direito de participar proporcionalmente da concessão de tal empréstimo emergencial; (ix) Non-compete: Aplicável pelo prazo de 2 anos a contar da data de término da relação com a BRGD; e (x) Key person: Retenção de Pessoas-Chave em termos a serem negociados.
(Br Pactual
<<
Geração Distribuída
O que é e como funciona a Geração Distribuída
Desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. A resolução reduziu as barreiras para a conexão à rede de distribuição de pequenos geradores de energia renovável, tornando-se assim um incentivo para que qualquer brasileiro produza sua própria eletricidade, tratando a GD como uma inovação que podem aliar economia financeira, consciência socioambiental e autossustentabilidade. Microgeração distribuída (autoconsumo): Central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 kW e que utilize fontes renováveis de energia elétrica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras. Minigeração distribuída (BRGD):Central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW para fontes hídricas ou menor ou igual a 5 MW para demais fontes renováveis de energia elétrica, incluindo a fotovoltaica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.
- PROD
Os painéis fotovoltaicos instalados na usina
produzem energia.
al
A energia é injetada
rede da distribuidora
na
para consumo
- DISTRIBUIGAO
A energia gerada é destinada aos consumidores para compensagao.
(Br = Pactual
O sistema de compensação (net metering)
As usinas de geração distribuída se conectam ao sistema da distribuidora de energia local e utilizam o chamado Sistema de Compensação, onde a energia injetada por uma unidade de microgeração ou minigeração, é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa. Esse sistema é conhecido como net metering. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário ou na fatura dos meses subsequentes. Os créditos de energia gerados continuam válidos por 60 meses. Há ainda a possibilidade de o consumidor utilizar esses créditos em outras unidades cadastradas dentro da mesma área de concessão, que podem ser caracterizadas como:
(i) Autoconsumo remoto:
"Caracterizado por unidades consumidoras de titularidade de uma mesma Pessoa Jurídica, incluídas matriz e filial, ou Pessoa Física que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras, dentro da mesma área de concessão ou permissão, nas quais a energia excedente será compensada."
(ii) Geração compartilhada [Caso da BRGD]:
"Caracterizada pela reunião de consumidores, dentro da mesma área de concessão ou permissão, por meio de consórcio ou cooperativa, composta por pessoa física ou jurídica, que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras nas quais a energia excedente será compensada." (iii) Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras (condomínios):
"Caracterizado pela utilização da energia elétrica de forma independente, no qual cada fração com uso individualizado constitua uma unidade consumidora e as instalações para atendimento das áreas de uso comum constituam uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio, da administração ou do proprietário do empreendimento, com microgeração ou minigeração distribuída, e desde que as unidades consumidoras estejam localizadas em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas, sendo vedada a utilização de vias públicas, de passagem aérea ou subterrânea e de propriedades de terceiros não integrantes do empreendimento."
Area
comum
(a im
Diferentes titularidades
Mesma titularidade =» (consorcio/ cooperativa)
“=
(Br = Pactual
Quem pode aderir ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica?
Apenas os consumidores cativos da distribuidora podem fazer a adesão. Os consumidores livres, especiais ou parcialmente livres não podem fazer parte do Sistema de Compensação de Energia Elétrica.
Nível de tensão da conexão
A quantidade de fases e o nível de tensão de conexão da central geradora serão definidos pela distribuidora em função das características técnicas da rede. Para os casos de conexão em baixa tensão a distribuidora não cobrará o custo de disponibilidade, o que acontecerá para os casos de média tensão.
Localização unidade geradora x unidade consumidora
É sim possível instalar uma micro ou minigeração em local diferente da unidade consumidora, na qual a energia excedente será compensada, o que é permitido pela Resolução Normativa No 482/2015. Adicionalmente a lei deixa claro que consumidores podem se unir, na forma de consórcio ou cooperativa, para comprarem ou arrendarem plantas que se enquadrem no conceito de Geração Distribuida, conforme abaixo:
Cooperativa/Consórcio
De acordo com a Resolução Aneel nº 482/2012, a exploração compartilhada da Usina deve ser feita por meio de um Consórcio entre a sociedade proprietária da Usina e as sociedades que consumirão a energia elétrica. O Consórcio é uma modalidade de contratação simultânea entre diversas partes, nas quais se estabelecem obrigações complementares entre as partes para se atingir um objetivo comum. O Consórcio não possui personalidade jurídica própria e não caracteriza uma sociedade entre as consorciadas. O funcionamento dos consórcios é regulado pelos artigos 278 a 284 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Ao disponibilizar energia no sistema da distribuidora e o Consórcio passa a ter créditos de energia, os quais são alocados mensalmente às partes do Consórcio.
(Br = Pactual
Geração Distribuída: O caso Brasil
O Brasil, por ser um país continental e tropical possui alta qualidade de irradiação solar, entre 1.500-2.500 kWh/m², superior a países, como Alemanha (900-1.250 kWh/m²), França (900-1.650 kWh/m²) e Espanha (1.200-1.850 kWh/m²). Este diferencial dá ao Brasil uma condição de competitividade ímpar em relação aos outros países, e internamente frente às outras fontes de energia.
O sucesso exponencial da GD é atribuído, a grosso modo, a quatro vetores: (i) redução mundial dos custos dos módulos solares; (ii) qualidade do recurso solar brasileiro; (iii) altas tarifas de energia elétrica; e (iv) regulamentação favorável, analisados a seguir.
A transição energética mundial tem priorizado as fontes eólica e solar, por serem renováveis e aumentarem a independência energética dos países. O aumento da escala produtiva de energia solar (China), provocou, de 2009 a 2018, segundo a International Renewable Energy Agency (IRENA), a redução de 90% no preço dos módulos solares fotovoltaicos. Outro fator decisivo para a expansão da GD é o grande crescimento das tarifas do mercado regulado, conforme visto acima.
Resumo das conexões de GD atualmente no Brasil
Consumidores Potência
Distribuidora Usinas de GD
| de GD | Instalada | |
|---|---|---|
| [#] | [#] | [MW] |
| 45,819 | 72,878 | 541.9 |
| 16,774 | 16,784 | 263.4 |
| 22,149 | 26,097 | 262.2 |
| 9,437 | 10,566 | 184.1 |
| 11,267 | 15,285 | 134.0 |
| 14,634 | 17,172 | 129.8 |
| 8,876 | 11,801 | 128.1 |
| 6,155 | 7,677 | 98.5 |
| 7,055 | 95 | 87.8 |
| 10,121 | 10,984 | 82.7 |
| 6,699 | 9,307 | 68.6 |
| 4,727 | 5,107 | 60.8 |
| 7,781 | 9,248 | 57.0 |
| 347 | 5,159 | 56.1 |
| 3,338 | 3,897 | 53.0 |
| 3,387 | 425 | 47.6 |
| 392 | 5,154 | 45.0 |
| 3,684 | 4,835 | 44.5 |
| 3,135 | 5,125 | 41.8 |
| 3,806 | 5,042 | 36.9 |
| 2,823 | 3,519 | 34.8 |
| 3,237 | 3,599 | 34.1 |
| 201 | 2,958 | 26.5 |
| 2,249 | 2,672 | 26.4 |
| 2,243 | 2,307 | 25.6 |
| 2,163 | 3,298 | 25.3 |
| 1,681 | 1,804 | 24.5 |
| 2,449 | 2,689 | 20.4 |
| 1,996 | 5,314 | 17.6 |
| 11,726 | 14,926 | 158.0 |
| 220,351 | 285,724 | 2,817 |
(Br = Pactual
Mercado de Energia | Composição das tarifas
Tarifa de energia
A tarifa visa assegurar aos prestadores dos serviços receita suficiente para cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento com qualidade. Os custos e investimentos repassados às tarifas são calculados pelo órgão regulador.
energia gerada transporte de energia até as
unidades consumidoras
transmissao e distribuicao encargos
setoriais
Além da tarifa, os Governos Federal, Estadual e Municipal cobram na conta de luz o PIS/COFINS, o ICMS e a Contribuição para Iluminação Pública, respectivamente.
TUST Rede Basica
TUST Rede Fronteira TUST
Gusto Uso de Sistemas de
Uso da rede de distribuic3o de outras
concessionarias
TUSD Perdas Técnicas Perdas Tecnicas
Perdas Elétricas
TUSD Perdas Nao Técnicas Perdas
<
Cotas da Reserva Global de Reversao (RGR)
a
Pesquisa Desenvolvimento (P&D)
5 TUSD Encargos
2 Taxa de Fiscalizagio de Energia Elétrica (TFSEE)
2
30 ONS
| TUSD | CCC - | Conta de Consumo de Combustiveis Fosseis (CCC) |
|---|---|---|
| TUSD | CDE - | Conta de Desenvolvimento Energetico (CDE) |
TUSD PROINFA
Programa de Incentivo 3s Fontes Alternativas de Energia
Elétrica (Proinfa)
Remuneragao dos ativos
<
3 HS
s
Custo de da energia eletrica
Perdas Elétricas na Rede Basica
Custos
Quotas de reintegracio Custos operacionais & de manutengio
Encargos de Servicos do Sistema (ESS) PAD, Eficiéncia Energética e TFSSE
(Br = Pactual
Mercado de Energia | Revisões e reajustes tarifários
Revisão tarifária
Os custos de Parcela B são revisados a cada 4 anos, a depender do que consta do Contrato de Concessão ou Permissão. A Parcela B representa os custos diretamente gerenciáveis pela distribuidora. São custos próprios da atividade de distribuição que estão sujeitos ao controle ou influência das práticas gerenciais adotadas pela empresa. Para fins de cálculo tarifário, a Parcela B é composta de:
| (ii) | Receitas Irrecuperáveis; |
|---|---|
| (iii) | Remuneração de Capital; e |
| (iv) | Cota de Depreciação. |
Reajuste tarifário
No período entre as revisões, a Parcela B é atualizada anualmente pelo índice de correção monetária constante no Contrato de Concessão ou Permissão, subtraído de um fator de eficiência chamado fator X.
Revisão tarifária periódica
A revisão tarifária periódica também é um dos mecanismos de definição do valor da energia paga pelo consumidor, sendo realizada a cada quatro anos, em média, de acordo com o contrato de concessão assinado entre as empresas e o poder concedente. Na revisão periódica são redefinidos o nível eficiente dos custos operacionais e a remuneração dos investimentos, a chamada Parcela B.
Revisão tarifária extraordinária
Revisão extraordinária pode ocorrer a qualquer tempo, independentemente dos reajustes e revisões, se houver alterações significativas comprovadas nos custos da concessionária e/ou modificação ou extinção de tributos e encargos posteriores à assinatura do contrato, quando comprovado o seu impacto sobre os custos da empresa.
Evolução da tarifa média de energia no Brasil
Tarifa Média Nominal Brasil por Componente (RS/MWh)
ss
230%
a
a=
| 189%
30 nm
|
|
w
250 80 i
|
=
7 x
20 B
83 8 BR | 24 ® 1 | B | i |
= |
100 wo 18s
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|] 102 116 2 =
8 9 | | | w | 1 1 3»
B a 1 gE = 8 8
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Encargos (RSMWh) = (RSMWh) = Energia
= Financeiros (RSMWh) Bandeiras (RSMWh)
(Br = Pactual
Geração Distribuída: Regulação no Brasil
Evolução do marco regulatório até 2020
O ponto de partida crucial foi a Resolução Normativa n° 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que definiu as regras para as distribuidoras e consumidores, com o objetivo de reduzir as barreiras para a conexão da micro e minigeração distribuída. O núcleo da resolução é o sistema de compensação de energia elétrica, um mecanismo de compensação financeira conhecido como net metering, em que o "prossumidor" (produtor/consumidor), pode injetar, na rede de distribuição, o excedente gerado, recebendo em troca créditos (em kWh) que podem ser utilizados em momentos em que não há geração ou que o consumo é superior ao montante gerado. A Resolução alcançou seus objetivos, notadamente para os sistemas de geração a partir da fonte solar. A Regra da ANEEL possibilitou a consolidação de um mercado que atualmente instala cerca de 300 sistemas de geração distribuída por dia útil, equivalente a quase 3 MW diários em todo país. "O avanço dos sistemas fotovoltaicos em geração distribuída, que agora já ultrapassam os 2 mil GW de potência instalada, mostra como a ANEEL acertou ao regular esse tema", disse o diretor-geral da ANEEL, André Pepitone. Em 2015, por meio da REN nº 687, as regras foram aprimoradas, com a elevação da potência limite de 1 MW para 5 MW (ou 3 MW para fontes hídricas) e a criação dos modelos de empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras e geração compartilhada.
Possíveis mudanças no marco regulatório da GD no Brasil
Em função do crescimento exponencial da GD, há a necessidade, já prevista pela ANEEL em 2015, de se revisar a regulamentação vigente para impedir o subsídio cruzado: os consumidores sem GD pagam pelo uso da rede dos prossumidores. Muito embora o prossumidor use a rede, tanto para se abastecer de energia em horas em que não há geração solar, como para injetar na rede excedentes de energia em horas em que há muita geração, a tarifação ocorre apenas pelo consumo deduzido das injeções. Além disso, a rede de distribuição está sempre disponível para caso a geração do prossumidor não ocorra. Com isso, este consumidor, embora utilize a rede de forma relativamente intensa, paga bem menos pelo uso da rede. Como as tarifas de distribuição são fixadas pelo regulador de forma que os custos da rede sejam recuperados de todos os consumidores, o resultado é que os consumidores que não possuem GD arcam pelos custos evitados pelos consumidores com GD. De acordo com dados da ANEEL, o subsídio cruzado, em 2018, foi de R$ 205 milhões. As previsões, caso a regulação não seja revista, indicam transferência de custos, via subsídio cruzado, de R$ 11 bilhões a R$ 13 bilhões, em 2025, de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões, em 2050. Como estes custos serão pagos pelas tarifas dos consumidores sem GD, estimulam-se, ainda mais, novas instalações, o que acarreta no paradoxo do "espiral da morte", em que as tarifas de acesso à rede crescem cada vez mais, incentivando mais consumidores a instalarem geração distribuída, para, com isso, deixarem de pagar os custos da rede.
Alternativas analisadas para modificação nas regras da GD
TUSD-fioA
|
_TUSD-Encargos
Perdas | 0
TUSD Alternativa
Alternativa2 |
Alternativa 4
Alternativa 5
BTGPactual
✓ Alternativa 0 - Cenário atual: a compensação da energia injetada na rede se dá por todas as componentes da TUSD e
da TE;
✓ Alternativa 1 - Incide Fio B26: a componente Transporte Fio B incidiria sobre toda a energia consumida da rede. As
demais componentes tarifárias continuariam incidindo sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede;
✓ Alternativa 2 - Incide Fio A27 e Fio B: as componentes referentes ao Transporte (Fio A e Fio B) incidiriam sobre toda a
energia consumida da rede. As demais parcelas da tarifa continuariam incidindo sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede; ✓ Alternativa 3 - Incide Fio A, Fio B e Encargos: equivalente à alternativa anterior, mas incluindo a parcela de Encargos da
TUSD entre as componentes que seriam aplicáveis a todo o consumo de energia registrado na unidade; ✓ Alternativa 4 - Incide toda a TUSD: com esta alternativa, as componentes da TE incidiriam sobre a diferença entre a
energia consumida e a energia injetada na rede, de maneira que a TUSD continuaria incidindo sobre toda a energia consumida da rede;
✓ Alternativa 5 - Incide toda a TUSD e os Encargos e demais componentes da TE: neste caso, apenas a componente de
Energia da TE incidiria sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede. As demais componentes tarifárias incidiriam sobre toda a energia consumida da rede.
Recomendação da ANEEL (Análise de Impacto Regulatório | 2019)
A proposta elencada para o Sistema de Compensação da GD Remota é conforme a seguir: ✓ Consumidores já existentes e aqueles que formularem solicitação de acesso completa (nos termos dos modelos
apresentados na seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST, contemplando os anexos devidos) antes da publicação da norma: continuariam com as regras atualmente vigentes aplicáveis a seus empreendimentos até o final de 2030 (31/12/2030); ✓ Consumidores que formularem solicitação de acesso após a publicação da norma: seria aplicada a Alternativa 5
(compensação apenas da TE Energia).
Embate político em relação à mudança da regulação
Após a recomendação da ANEEL, de que a regulação deveria ser ajustada para que, na prática, os prossumidores pagassem por todos os custos que não o custo da geração de energia, o presidente Jair Bolsonaro se envolveu na questão sendo contrário à opinião dos técnicos do seu governo, rechaçando veementemente o que chamou de "taxação do sol". A seguir alguns trechos com opiniões do presidente: "Está uma comoção nacional sobre taxar energia solar. Resolvi ontem a questão. A decisão é minha. Nenhum ministro, nenhum secretário, ninguém mais fala no assunto. A nossa posição é tarifa zero" "talvez nem precise de nada, a própria Aneel se conscientiza de que essa fonte de energia tem que ser estimulada pelo governo", sem a influência de "grupos lobistas" "Sol, fique tranquilo, não serás taxado"
Projeto de Lei (2020)
Após as discussões citadas acima o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) acertoucom o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a apresentação de projeto de lei em Fev/20, na volta do recesso parlamentar, para criar um marco legal da energia fotovoltaica.
(Br = Pactual
O projeto do deputado mineiro prevê dois caminhos diferentes. Para quem já tem painéis fotovoltaicos instalados, o benefício continua valendo indefinidamente. É, segundo Andrada, uma forma de dar segurança jurídica aos contratos firmados. Novas instalações ficam com os incentivos atuais, sem nenhuma mudança, até o fim de 2021. A partir de janeiro de 2022, a geração distribuída entra em um processo de corte gradual dos estímulos. De acordo com o PL, para os novos prossumidores deve-se aplicar a regra de não compensação da TUSD - Fio B, a qual corresponde ao custo das distribuidoras embutido nas tarifas de energia elétrica. De qualquer forma o PL prevê uma taxação gradual, em que apenas 50% de tais custos serão cobrados no início, o que será gradualmente aumentado para 100% até 2030.
Fiscal
Benefícios Fiscais: os estabelecimentos ainda não estão em operação, mas todos os benefícios fiscais mencionados pela
companhia existem e em tese poderiam ser aplicáveis (falta verificar determinadas condições objetivas).
I. IRPJ - SUDENE: redução de 75% do IRPJ devido.
Aspectos gerais: - É necessário realizar pleito para reconhecimento do projeto para fins de aproveitamento do benefício fiscal para cada CNPJ, além de produzir laudo constitutivo. Como os estabelecimentos ainda não estão em operação, o laudo ainda não pôde ser solicitado (prazo é dezembro 2023); - A aplicação do benefício depende da localidade e da atividade do solicitante, mas trata-se de uma questão factual de plano de desenvolvimento e expansão no território. Assim, uma vez feito o plano, o órgão não tem discricionar iedade para negar o reconhecimento do benefício; - Não recebemos confirmação de protocolo do pedido para reconhecimento do direito a pleitear o benefício fiscal quando da implantação e entrada em operação do empreendimento, tampouco a documentação suporte; * Necessário observar que o benefício é aplicável ao IRPJ, e não à CSLL, de forma que esta contribuição deverá ser recolhida a 9% sobre o lucro líquido ajustado.
Limitações ao modelo: impossibilidade de distribuir o valor relacionado aos benefícios aos sócios.
- O valor correspondente ao IRPJ que deixou de ser recolhido não pode ser distribuído aos sócios a qualquer tempo e deve ser contabilizado na reserva de incentivos fiscais; - Como o caixa não é "carimbado", desde que a reserva não seja alterada, é possível distribuí-lo (e.g., lucros acumulados) ou reduzir o capital; - De acordo com a legislação, o valor não recolhido deve constituir reserva de capital e ser utilizado somente para absorção de prejuízos ou aumento de capital social. Além disso, considera-se como "distribuição do valor do imposto" (i) tanto a restituição de capital aos sócios até o montante do aumento com a incorporação da reserva, quanto (ii) a partilha do acervo líquido da sociedade dissolvida até o valor do saldo da reserva de capital; - Base Legal: art. 19, §§ 3º e 4º do Decreto-Lei nº 1.598/77;
Possibilidade de revogação: - Como há prazo certo e há condições para usufruir do benefício, seria difícil revogá-lo e aplicar os efeitos da revogação à cia.
Regimes Normais de Apuração:
(i) Lucro Real: 25% IRPJ e 9% CSLL sobre o lucro líquido ajustado; (ii) Lucro Presumido*: 25% IRPJ sobre o percentual de 8% das receitas provenientes da venda de energia elétrica, e 9% CSLL sobre o percentual de 12% dessas receitas (por se classificarem como receitas auferidas na atividade de venda de mercadorias). *Possibilidade de desconsideração do regime do lucro presumido para que seja aplicada tributação conjunta das Sociedades, no regime do lucro real, no caso de as receitas anuais, somadas, superem R$ 78M.
(Br = Pactual
II. ICMS: isenção nas saídas de micro e mini geração.
Aspectos gerais: Convênio Confaz dá respaldo a todos os benefícios. - Em MG: até 5MW: Prazo de Dezembro/2022; - SC e PR: até 1MW, há prazo certo para utilizar o benefício - 48 meses. - Demais Estados: até 1MW, não há prazo para utilizar o benefício.
O benefício de ICMS do estado de Minas Gerais, atualmente com prazo até Dezembro/2022,está atualmente em discussão para ser renovado até o ano de 2032. A equipe econômica do Partido Novo está engajadaem tais discussões com o CONFAZ e espera ter sucesso no curto prazo.
A BRGD estruturou seu business de forma a não depender de tal extensão do benefício no estado de MG, construindo usinas com capacidade máxima de 1MWp, se encaixando assim na regra geral de benefício indeterminado para usinas de até 1MWp. De forma a não caracterizar a junção de usinas pequenas para fins de tributação, as plantas da BRGD adotarão os seguintes critérios:
(i) separação física dos projetos - utilização de muros, cercas, etc., entradas separadas para projetos em áreas próximas/contíguas; (ii) segregação da área do imóvel - individualização das propriedades/lotes/terrenos e celebração dos correspondentes contratos para cada uma das propriedades/lotes/terrenos; (iii) unidades consumidoras/clientes distintos para projetos em áreas próximas/contíguas;
(iv) alocação dos projetos nessa situação (i.e. "vizinhos") para SPEs distintas do Grupo BRGD; e
Duas exceções para tal regra seriam as usinas de VRB (2.8 MWp dos 5.4 MWp) e MOC 2 (1.8 MWp dos 3.0 MWp) que já estão construídas dessa forma, para as quais modelamos o fim do benefício no ano de 2022 e um consequente aumento do desconto dos clientes de 10% para 25%, de forma a viabilizar a permanência dos mesmos no consórcio, mesmo após a cobrança do ICMS sobre a energia entregue pela distribuidora. A tabela abaixo é uma simulação da conta de energia na visão do cliente nos cenários pré e pós cobrança do ICMS na energia entregue pela distribuidora:
Composição do preço da energia
| Tarifa CEMIG | 0.70 | R$ / KW | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| ICMS | 18% | 0.15 | R$ / KW | |||
| Outros impostos e encargos | 21% | 0.15 | R$ / KW | |||
| Preço energia ("PE-CEMIG") | 1.00 | R$ / KW | ||||
| Desconto BRGD (oferecido aos consorciados) | 10.0% | [% s/ PE-CEMIG] | Desconto BRGD (oferecido aos consorciados) | 25% | [% s/ PE-CEMIG] | |
| Visão consorciado (até Dez/2022) | Sem ICMS | Visão consorciado (pós Jan/2023) | Com ICMS | |||||
| 1. Consumo consorciado (100% entregue pela CEMIG) | 1. Consumo consorciado (100% entregue pela CEMIG) | |||||
| (+) dos quais, comprados diretamenta da CEMIG | ["E-CEMIG"] | 20 | KW / mês | (+) dos quais, comprados diretamenta da CEMIG ["E-CEMIG"] | 20 | KW / mês |
| (+) dos quais, compensados por créditos da BRGD | ["E-BRGD"] | 80 | KW / mês | (+) dos quais, compensados por créditos da BRGD ["E-BRGD"] | 80 | KW / mês |
| (=) Consumo total do consorciado | 100 | KW / mês | (=) Consumo total do consorciado | 100 | KW / mês | |
| 2. Preço consorciado | 2. Preço consorciado | |||||
| 2.1 CEMIG | 2.1 CEMIG | |||||
| (+) Tarifa CEMIG | 0.70 | R$ / KW | (+) Tarifa CEMIG | 0.70 | R$ / KW | |
| (+) ICMS | 0.00 | R$ / KW | (+) ICMS | 0.15 | R$ / KW | |
| (+) Outros Impostos e encargos | 0.15 | R$ / KW | (+) Outros Impostos e encargos | 0.15 | R$ / KW | |
| (=) preço sobre E-CEMIG sem ICSM ["PE-CEMIG s/ ICMS"] | 0.85 | R$ / KW | (=) preço sobre E-CEMIG com ICSM ["PE-CEMIG c/ ICMS"] | 1.00 | R$ / KW | |
| 2.2 BRGD | 2.2 BRGD | |||||
| (+) PE-CEMIG | 1.00 | R$ / KW | (+) PE-CEMIG | 1.00 | R$ / KW | |
| (-) Desconto BRGD | -0.10 | R$ / KW | (-) Desconto BRGD | -0.25 | R$ / KW | |
| (=) preço sobre E-BRGD ["PE-BRGD"] | 0.90 | R$ / KW | (=) preço sobre E-BRGD ["PE-BRGD"] | 0.75 | R$ / KW | |
| 3. Conta do consorciado | 3. Conta do consorciado | |||||
| (+) Conta CEMIG | 16.9 | [R$] | (+) Conta CEMIG | 20.0 | [R$] | |
| (+) Conta BRGD | 72.0 | [R$] | (+) Conta BRGD | 60.0 | [R$] | |
| (+) ICMS sobre E-BRGD | 0.0 | [R$] | (+) ICMS sobre E-BRGD | 12.3 | [R$] | |
| (=) Conta total | 88.9 | [R$] | (=) Conta total | 92.3 | [R$] | |
| Preço efetivo | 0.89 | [R$ / KW] | Preço efetivo | 0.9 | [R$ / KW] | |
| Desconto final | 11.1% | [%] | Desconto final | 7.7% | [%] |
(Br = Pactual
Possibilidade de revogação: - É uma possibilidade nos Estados em que não há previsão de prazo certo, embora haja condições para utilizar os benefícios: Nos termos da Cláusula Segunda do Convênio ICMS nº 16/2015, reproduzido pelas legislações estaduais que instituem os benefícios fiscais de ICMS informados, o aproveitamento de tais benefícios fica condicionado: (i) à observância pelas distribuidoras e pelos microgeradores e minigeradores dos procedimentos previstos em Ajuste SINIEF; e (ii) a que as operações estejam contempladas com desoneração de PIS/COFINS. - A jurisprudência tem aplicado à revogação de tributos os mesmos efeitos da majoração de tributos, isto é, necessário observar legalidade e anterioridade. Para o ICMS, teria efeito para o ano seguinte. - Em caso de revogação, e na hipótese de não ser instituída alíquota específica, as operações poderão estar sujeitas, em geral, a alíquotas de 18%.
III. PIS e COFINS: alíquota zero (art. 8º da Lei nº 13.169/ 2015).
Possibilidade de revogação: - A revogação é uma possibilidade, dado que não há previsão de prazo certo para fruição do benefício; - Para PIS/COFINS é possível defender a necessidade de aplicação da anterioridade nonagesimal (efeitos em 90 dias);
Regimes Normais de Apuração:
(i) Cumulativo (aplicável na opção pelo lucro presumido): alíquota combinada de 3,65%, sem a possibilidade de tomada de créditos sobre insumos; (ii) Não-cumulativo: alíquota combinada de 9,25%, com a possibilidade de tomada de créditos sobre insumos.
Aspectos relacionados à Reforma Tributária:
- A PEC 45 visa a reunir, em um só tributo, todos os tributos atualmente vigentes e que "incidem sobre consumo"- IPI, PIS, COFINS, ICMS, ISS; - A ideia é que seja a aplicada alíquota semelhante para todos os produtos e serviços; - Esse tributo seria 100% não cumulativo, de forma que o ônus é repassado através da cadeia até o consumidor final; - Há discussões sobre como ocorrerá a implementação (1/10 por ano); - De acordo com a proposta original, não seria possível instituir benefício fiscal com relação a esse novo tributo.
Andamentos no Congresso: - Há comissão mista constituída; - Ideia do governo federal é começar por PIS/COFINS, já que não precisa de emenda constitucional. Porém, o Presidente da Câmara tem visão oposta, e acredita que deve ser aprovado o pacote completo; - Stocche Forbes acredita que a reforma não passa neste ano.
(Br = Pactual
Diligência Técnica (LMeng: Barne)
Assessor: LMeng (Barne) Data das visitas: Maio/Junho de 2020
Escopo: Avaliação técnica (aderência do empreendimento as condições executivas projetadas e em desenvolvimento) e de geração de energia das diferentes usinas fotovoltaicas em regime de minigeração
distribuída, além de avaliação do capex realizado / a realizar e aspectos ambientais/regulatórios.
mem RELEVANCIA
Alto
cambial
/ IMPACTOS
Pontos de atengdo riscos
Aumento da parcela do empreendimento custeada em cambial em fung3o una de de crise ¢ pandemia pandemia associadaassock a0 COVID-19 e
crise
délar, essencialmente os modulos, inversores racks.
RECOMENDACAO
| a
Concluir comercial através de Notas de
procedimento, ou lastreamento financeiro da moeda
|
industria chinesa
0
Dado impacto do COVID-18 na fabricag3o chinesa, pode-se ter
©
das atividades fabris desta regido.
| 0
Atraso na chegada dos mdulos demais equipamentos que
east de
sido importados deste pais de oe de
6
48
Acompanhamento do Alto
cronograma de execugio
Dada a concorréncia de atividades envolvendo a Companhia, deve-se
|
a necessidade de acompanhamento proximo para evitar atrasos Atraso na
na dos diferentes empreendimentos
Acompanhamento préximo pelo cliente e engenharia dos proprietirios exigindo a apresentagdo dos recursos entrada para operagdo dos empreendimentos
de forma independente pelo lado do EPC para tratativa
dos empreendimentos
|
Execugdo das atividades
em VRE
Necessidade de realizagdo do trabalho de terraplanagem e
projeto de crenagem com a planta j4 parciaimente montada
| Acompanhamento a de do Necessidade de retirada de estruturas ou danos aos
equipamentos j4 montados e uso
independente d
|
Atrasos no inicio das atividades com risco de atendimento Verificar junto ao EPC e/ou desenvolvedor qual
| Pendenteemissdo do pela distrbuidora para lantas |
informe de acesso as
Parecer de Acesso Mégio |; prazo, Risco de variagdo de ndo haver viabilidade na estratégia serd seguida.
conexdo;
| Confirmar |
Pode impactar no dimensionamento das drenagens do junto a empresa de EPC que isto estd sendo
Estudo Hidroldgico Médio [Nao foifoi verificadoverif estudo hidrologico nos projetos disponibilizados lizados.
i
« soar no
|
foi verificado equipamentos sobressalentes na documentaglo Alo tempo de do atvo em caso de
Sobressalentes | em
Médio disponibilizada. Nao foi previsto no projeto bisico a construgdo de Desgaste acelerado de componentes virtude de
err CAE ambiente coberto para acondicionamento de pegas. exposicio a intempéries.
| dos componentes sobre drea do Medio Nd foi verificada a Possibilidade de queima de equipamentos & a Sistema de Protego de do SPDA nas a parti dos projetos
disponibilizados supervisdrio, cabine de medicio e estruturas da planta,
Descargas Atmosfeérica indisponibilidade da planta de geralo
(Br = Pactual
Solar
BRGD GRU 1.5MW Solar Plant
BRGD PRO1 Plant
Solar Plant
BRGD ATIBAIA
Solar Plant
BRGD GRU 1.5MW
ALBURY
z=
_BIG Pactual
Diligência Legal (Stocche Forbes)
| Societário | ||
|---|---|---|
| Principais Pontos de Atenção | Possíveis Riscos | Abordagem do Risco |
| Anuência prévia e renúncia do CXI: (i) acordo de acionistas da Norsol contém restrições e condições para a transferência de ações da companhia, assim como para a constituição de ônus sob suas ações; (ii) CXI possui opção de compra das ações da Norsol de titularidade da BRGD. | Eficácia de todos os negócios jurídicos poderá ser questionada (Emissão e exercício do bônus de subscrição; AF ações da Norsol; Reorganização societária do Fundo FPI) | CP: obter anuência e renúncia prévia do CXI |
| Sem que os consórcios estejam devidamente constituídos, o | ||
| Consórcios Norsol e VRB: ainda não formalmente constituidos | Grupo BRGD não poderá implementar os respectivos projetos de geração distribuída | CP: finalizar constituição dos Consórcios Norsol e VRB |
| Opção de Compra das Ações da Albury: No âmbito da CCB com o Banco Máxima, o Banco Máxima e Ideal Capital Ltda tem opção de compra de ações equivalente a 30% do capital social total da Albury, podendo ser exercida, inclusive, após 12 meses da quitação integral das CCBs. | A inexistência de um distrato devidamente assinado do referido instrumento poderia ensejar questionamentos quanto à manutenção da sua validade e futura eficácia. | CP: distrato da opção por todas as partes envolvidas, inclusive para que também seja regularizada a situação com a Ideal Capital Ltda |
| Ausência de registros: (a) atos constitutivos do Consórcio | ||
| Norsol; (a) atos constitutivos do Consórcio VRB; (c) ata de | A ausência do registro dos atos societários perante o registro | |
| aprovação das contas e das demonstrações financeiras; (d) | competente faz com que tais atos careçam de eficácia | CP: apresentação dos documentos devidamente registrados |
| ata de deliberação do aumento do capital social para R$ 910.500,00; (e) ata deliberando pela cisão da Albury. | perante terceiros. | |
| Ausência de livros societários das Sociedades: Averbação e atualização dos livros de registro de transferência de ações da Albury e da Northenergia | A ausência dos livros mencionados impede a verificação precisa acerca da cadeia de transferências e da composição do capital social da Northenergia e da Albury. | CP: os livros de registro de transferências de ações da BRGD, Northenergia e da Albury deverão ser apresentados e estar com todas as averbações atualizadas e regulares. |
BTGPactual
| Embora ata da assembleia geral em questão não tenha sido | ||
|---|---|---|
| Emissão de debêntures pela BRGD: Oct/19 foi realizada | publicada,o não cancelamento da referida deliberação | |
| uma assembleia geral extraordinária da BRGD em que foi | enseja o risco de que as formalidades exigidas por lei, caso | Recomendação: Assembleia Geral Extraordinária para |
| aprovada emissão de até BRL 5mio | implementadas (erroneamente) no futuro, confiram eficácia a ela. | cancelar a deliberação em questão. |
| Infraestrutura | ||
| Principais Pontos de Atenção | Possíveis Riscos | Abordagem do Risco |
| Ausência de informação: não foi possível identificar o prazo para a conclusão da implantação das Usinas | Informações Disponibilizadas não permitem identificar com precisão os prazos para a conclusão de cada Usina e, por conseguinte, a possibilidade de cumprir os compromissos assumidos com clientes | CP: (i) a apresentação de contratos e/ou termos aditivos aos contratos para implantação de todas as Usinas formalizando os cronogramas de implantação das Usinas; e/ou (ii) a entrada em operação das Usinas. |
| CP: (i) a apresentação de termo aditivo ao contrato com a | ||
| Situação deixa as Sociedades expostas às consequências | Pague Menos formalizando os cronogramas de implantação | |
| Potencial descumprimento do contrato com a Pague Menos | previstas no contrato em questão para o atraso na conclusão | das Usinas e/ou (ii) a entrada em operação das Usinas e |
| da implantação das Usinas. | apresentação de documentos atestando a aceitação das Usinas pela Pague Menos. | |
| Contrato com Usiminas: anuência para cessão e do exercício da opção de compra. Usiminas optou por converter os pagamentos realizados sob o contrato de arrendamento em crédito para aquisição da Usina, | Sem comprovação da regularidade da cessão da posição contratual da Forgreen no contrato de arrendamento à Albury e do cumprimento da obrigação de disponibilização da Usina à Usiminas há risco de nulidade da cessão operada, o que poderia conceder à Usiminas o direito de rescindir o contrato de arrendamento | CP: (i) a apresentação de cópia assinada do termo aditivo ao contrato com a Usiminas prevendo a cessão contratual para a Albury; e (ii) a apresentação de documentos comprovando a aceitação da Usina pela Usiminas e o exercício da opção de compra pela Usiminas. |
| Impossibilidade de recurso a fornecedores ou fabricantes | ||
| Contratos com fornecedores: ausência de garantias | para reparação ou substituição de equipamentos | CP: apresentação de garantias técnicas dos equipamentos |
| técnicas. | desconformes ou para a cobrança de penalidades em razão de falhas de performance, o que pode implicar impacto | que compõem as Usinas |
| financeiro |
| Ausência de seguros: os seguros relacionados às placas | Eventuais danos causados às placas solares não serão | Recomendação: Comprovação da contratação do Seguro |
|---|---|---|
| solares instaladas nos telhados ainda não foram contratados | indenizados. | das Placas Solares, |
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Consórcios
Geração de Créditos em GD de conexão pretendido pelas Sociedades e/ou que os custos
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Ativos dados em garantia: Fundo BCE alienou Originais de Mútuo devidamente assinados por todas as fiduciariamente as ações emitidas pela BRGD de sua partes; e (ii) do aditamento referente ao Contrato Original de titularidade em decorrência dos Contratos Originais de Mútuo Mútuo, que tenham por objeto o cancelamento da Alienação
Anuência prévia do Banco Máxima: Dada existência das
operações entre a Albury e o Banco Máxima no âmbito das CCBs e dos Instrumentos Particulares de Swap, as quais implicam em restrição à reorganização societária, à alteração CP: anuência prévia do Banco Máxima de controle da Albury e à contratação de novas operações de empréstimo, assim como a existência de garantias que recaem sobre ações e recebíveis da Albury
Regulatório
Apesar da regulamentação aplicável não dispor detalhadamente sobre a estruturação de consórcios, a CP: revisar e adequar as minutas dos contratos de estrutura adotada para a organização do consórcios das formalização dos consórcios Sociedades pode ser objeto de questionamento Para os projetos que não possuem Parecer de Acesso, não há garantais de que a sua conexão será aprovada no ponto envolvidos para conexão possibilitarão a implementação dos projetos.
Financeiros
A alteração de controle da Albury antes da quitação integral das obrigações da Albury decorrentes da emissão das CCBs sem a obtenção da prévia e expressa anuência do Banco Máxima implicaria o vencimento antecipado das referidas obrigações, ficando a Albury automaticamente constituída em mora.
CP: obtenção dos Pareceres de Acesso pendentes para os
projetos da "Fase 1"
CP: disponibilização (i) dos Aditamentos ao Contratos
Fiduciária BRGD
BTGPactual
| Contencioso | ||
|---|---|---|
| - Um único Processo Cível de BRL 5.116,91, classificado como | risco de perda provável, na Albury Participações | |
| Tributário | ||
| - Grupo BRGD possui os seguintes débitos em aberto junto | à RFB, Fiscos Estaduais e Municipais, que não são objeto de valor total de BRL 331.097,99 | parcelamento ou de processos administrativos ou judiciais no |
| Principais Pontos de Atenção | Possíveis Riscos | Abordagem do Risco |
| Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou | ||
| Certidão Positiva de Débitos: Northenergiapossui | Possibilidade de contingências não identificadas nas | |
| pendências perante o Município de Montes Claros/MG. | Informações Disponibilizadas. | materializados quanto à inexistência de quaisquer processos e/ou obrigações de natureza tributária em andamento em |
| face da Northenergia. | ||
| Execuções Fiscais em nome do Sócio Rodrigo: não foram fornecidas informações sobre status, valores envolvidos, objeto ou prognóstico das Execuções Fiscais. | Possibilidade de contingências não identificadas nas Informações Disponibilizadas. | Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou materializados relacionados às Execuções Fiscais |
| Parcelamentos em nome da Albury: não foram | Recomendação: apresentar extrato dos parcelamentos | |
| disponibilizadas informações ou valores sobre | Possibilidade de contingências não identificadas nas Informações Disponibilizadas. | federais e estaduais ativos para liquidação dos recursos das |
| parcelamentos da Albury | Operações. | |
| Parcelamentos: não foram disponibilizadas informações ou valores sobre parcelamentos dos Sócios Oscar e Rodrigo e da AJF | Existência de contingências cujos valores não puderam ser identificados nas Informações Disponibilizadas e de responsabilização das Sociedades | Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou materializados quanto aos parcelamentos em nome dos Sócios Oscar, Rodrigo e AJF. |
BTGPactual
| Trabalhista | ||
|---|---|---|
| - não há (i) Processos Trabalhistas; (ii) procedimentos | administrativos decorrentes de autos de infração lavrados pela | Secretaria de Inspeção do Trabalho ou (iii) investigações |
| conduzidas pelo MPT ativas em face do Grupo BRGD. | ||
| Imobiliário | ||
| Principais Pontos de Atenção | Possíveis Riscos | Abordagem do Risco |
| Ausência de certidão vintenária, de inteiro teor e de ônus reais de alguns Imóveis: Não foram disponibilizadas as certidões de matrícula dos seguintes Imóveis: (i)VRB; (ii) Sorocaba 05; (iii) Atibaia; (iv) Itajaí; e (v) Itapecerica da Serra. | Sem a análise de tais certidões, não é possível confirmar a regularidade da cadeia registral dos Imóveis Ocupados especificados ao lado e garantir a segurança jurídica das transações imobiliárias ocorridas até o presente momento, | Recomendação: declarações e garantias sobre a (in)existência de ônus ou gravames que possam afetar as Operações. |
| Ausência de certidão negativa relativa aos tributos | A ausência de apresentação das referidas certidões impede | |
| imobiliários (CND de IPTU) para alguns Imóveis: Não | a verificação da regularidade da situação cadastral dos | Recomendação: declarações e garantias sobre a |
| foram disponibilizados os documentos de regularidade | Imóveis perante as Prefeituras locais, bem como a | (in)existência de débitos que possam afetar as ocupações |
| cadastral e fiscal para os seguintes Imóveis: (i) VRB; (ii) | inexistência de débitos que possam afetar as ocupações | exercidas pelas Sociedades. |
| Linhares; e (iii) Itapecerica da Serra. | exercidas | |
| Ausência de Certidão Negativa: CND de ITR de Norsol, Northenergia, e Cascavel; CCIR de Norsol42, Nothenergia43e Cascavel; e CAR de Cascavel e Paulínia. | A ausência de apresentação das referidas certidões impede a verificação da regularidade da situação cadastral do imóvel perante o INCRA, Receita Federal e ao CAR, bem como a inexistência de débitos que possam afetar a ocupação | Recomendação: declarações e garantias sobre a (in)existência de débitos que possam afetar as ocupações exercidas pelas Sociedades. |
| Em caso de alienação dos Imóveis, considerando a inexistência da cláusula de vigência ou do seu respectivo | ||
| registro nas matrículas dos Imóveis, o terceiro adquirente | Recomendação: celebração de novos contratos de locação | |
| Contratos de locação: Ausência de cláusula de vigência e | não estará obrigado a respeitar a locação e poderá | (ou aditivos) com a inclusão de cláusula de vigência, bem |
| de registro do contrato de locação de alguns Imóveis | denunciá-la em até 90 dias contados do registro de sua | como o registro destes e dos contratos que já contemplam |
| Ocupados. | aquisição, notificando a locatária para que desocupe o imóvel em até outros 90 dias, contados do recebimento de notificação nesse sentido. | tal cláusula perante o Ofício de Registro de Imóveis |
BTGPactual
(i) Penhora: não é possível atestar que a ocupação exercida pelas Sociedades é segura, visto que o imóvel pode ser leiloado para sanar eventuais débitos contraídos com o credor, caso haja inadimplência da obrigação contraída. (ii) Reserva Legal: as áreas consideradas como reserva legal Existência de gravame incidente sobre alguns Imóveis: dos imóveis, normalmente equivalentes a 20 % da área de Penhora em Itatiba; Reserva Legal em Cascavel; e Servidão superfície, não podem ser utilizadas para exploração de de Passagem em Cascavel. atividades econômicas e possuem o seu uso restrito, estando o proprietário obrigado a proteger a vegetação ali localizada; e (iii) Servidão de passagem: o proprietário e terceiro adquirente devem respeitar as restrições impostas ao imóvel quando da instituição da servidão de passagem. Existe uma fragilidade jurídica advinda do instrumento firmado, na medida em que o contrato de arrendamento do Recomendação: celebração/apresentação de um novo
Divergências entre os proprietários e a arrendante do imóvel Norsol
imóvel mencionado não foi celebrado por quem detinha a contrato de arrendamento com os legítimos proprietários propriedade do imóvel e, portanto, não possuía o direito de desse imóvel figurar como promitente arrendante.
Recomendação: declarações e garantias sobre a
inexistência de ônus e gravames que possam comprometer a condução das atividades das Sociedades no curso normal dos negócios e, por conseguinte, as Operações.
(Br = Pactual
Ambiental
Principais issues do setor de energia solar
Anuência do IPHAN para construção ❖ Alguns escritórios regionais do Instituto de Patrimônio Histórico e Cultural consideram necessários sua
autorização e acompanhamento de arqueólogo durante a construção das UFVs (a despeito de não haver uma exigência regulatória expressa). Em MG este entendimento não está claro. Tivemos uma experiência com parque solar em que não foi solicitada autorização do IPHAN e não houve paralisação das atividades/multa. Supressão de Vegetação com posterior recuperação da área e monitoramento para evitar erosões Riscos à Saúde e Segurança do Trabalho ❖ Radiação solar, ruído, poeira (máquinas e veículos), trabalho em altura (construção e manutenção dos
equipamentos, ergonômico (utilização da pá). Mitigantes: uso de equipamento de proteção individual, realização de exames e treinamentos periódicos
Análise dos Projetos Fase 1
Licenciamento Ambiental
| ❖ | Usinas de Chão |
|---|---|
| ❖ | Única USV em que é exigível pela legislação ambiental a licença ambiental é da Linhares. Solicitada licença |
| ambiental em 11/2019 aguardando manifestação da Prefeitura. Como parque foi construído sem licença | |
| ambiental há risco de multa (em torno de 60k) e paralisação das atividades (poderá ser revertida na esfera | |
| judicial). Entrada em operação do parque pode sujeitar uma nova multa (operar sem licença), aumentando | |
| risco de atuação | |
| ❖ | Subestações: responsabilidade da concessionária em obter documentação |
| ❖ | Usinas de teto necessidade: não há exigência expressa do órgão ambiental (entendimento SP, pendente |
| PR, SC) |
Supressão de Vegetação ❖ Das 4 UFVs de chão em que poderia ser necessária a supressão de vegetação, em 3 delas foi feita a
supressão sendo que
- MOC 1: solicitada autorização ambiental e não tivemos a confirmação de que foi emitida
- MOC 2: obtida autorização ambiental, mas não sabemos se termo de compromisso para estabelecer medidas mitigatórias e compensatórias foi concluído
- VRB: não sabemos se foi solicitada autorização ambiental e/ou se foi emitida ❖ Como não sabemos se UFV ITAPECERICA DA SERRA será uma usina de teto ou de chão, caso seja uma usina de chão e seja necessária a supressão de vegetação, necessário obter autorização previamente ao início das atividades AVCB (Autorização Corpo de Bombeiros) ❖ Prazo médio para obtenção da documentação é de 4 meses. Caso a usina comece a operar sem AVCB, os riscos são: multa, suspensão das atividades e caso o imóvel tenha seguro, seguradora poderá se recursar a cobrir sinistro Outros Pontos
- Não foram identificadas multas ou processos envolvendo matéria ambiental
- Áreas das UFVS não estão próximas a unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas ou outro tipo de espécie protegida
- Engenheiro não identificou item que demandasse demanda especifica por questões sociais
- Plano de Ação para (i) obtenção documentação pendente (segurança do trabalho) (ii) acompanhamento das medidas recomendas pelas Diligências Técnicas e Jurídica (ex: recuperação das áreas com erosão em VRB e limpeza do terreno da área com queima - UFV Linhares) (iii) novas multas, processos, acidentes ambientais/trabalhistas, renovação das autorizações/licenças
)
BTGPactual
=
| TÍTULO | |||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| v | NOME | TIPO | ESTADO | EMPRESA | CAR | LICENÇA | ASV | OPERAÇÃO1 | Outras Questões | ||||
| OCUPAÇÃO | |||||||||||||
| 1 | UFV MOC 1 | | | Usina de chão | MG | Norhernegia Locadora de | Equipamentos S.A. | Arrendamento | ok | NA | inconclusivo | 15/01/2021 | na | ||
| 2 | UFC MOC 2 | | | Usina de chão | | MG | Norsol Energia e | Participações Ltda. | Arrendamento | ok | NA | DAIA válida até 01.11.20212 | 15/11/2020 | na | ||
| 3 | UFV VRB | | | Usina de chão | | | MG | | Albury Participações S.A. | Arrendamento | | | Urbano - NA | NA | inconclusivo | 15/11/2020 | Identificados pontos de erosão | |
| 4 | UFV | LINHARES | | | Usina de chão | | | ES | Albury Participações S.A. | Promessa de compra | Urbano - NA | irregular | NA3 | | 15/10/2020 | Necessidade de nivelamento das placas solares queima de resíduos decorrentes da raspagem do terreno e papelão (maio/2020). Queima não envolveu equipamento. Não sabemos se cia solicitou autorização | |
| 5 | UFV Atibaia | | | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo4 | NA | 17/09/2020 | na | ||
| 6 | UFV GRU 1 | | | Usina de teto | | SP | | Albury Participações S.A. | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | ||
| 7 | UGV GRU 2 | | | Usina de teto | SP | | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | ||
| 8 | UFV SOROCABA 1 | | | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | ||
| 9 | UFV SOROCABA 2 | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | |||
| 10 | UFV SOROCABA 3 | | | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | ||
| 11 | UFV SOROCABA 4 | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 17/09/2020 | na | |||
| 12 | UFV ITAPECERICA DA SERRA | | | INDENIFIDO | SP | | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | NA | INDENIFIDO | 05/11/2020 | na | ||
| 13 | UFV PAULINIA | Usina de teto | | SP | Albury Participações S.A. | | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 16/10/2020 | na | |||
| 14 | UFV ITATIBA | Usina de teto | | SP | | Albury Participações S.A. | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 16/10/2020 | na | |||
| 15 | | UFV | CASCAVEL | | | Usina de teto | PR | Albury Participações S.A. | | Locação | irregular5 | inconclusivo | NA | 16/09/2020 | na | |
| 16 | UFV ITAJAÍ | Usina de teto | | SC | | Albury Participações S.A. | Locação | Urbano - NA | inconclusivo | NA | 18/10/2020 | na |
1 Datas indicadas pelo Engenheiro Tiago. Consideramos prazo de entrega conservador. 2 DAIA 0037752 autoriza a supressão de 111 árvores isoladas. 3 De acordo com engenheiro não foi verificada supressão de vegetação. 4 Nos contratos de locação não há previsão sobre obrigação de obtenção de licença ambiental a nenhuma das partes. SF entrou em contato com CETESB e não há necessidade de informar a inclusão da placa solar no galpão, porém foi recomendado incluir a informação no pedido de
renovação da licença, quando é apresentado Memorial de Caracterização do Empreendimento, o qual deve conter informação sobre todas as estruturas. SF recomendou que sejam solicitadas as licenças dos galpões. Pendente posicionamento dos órgãos ambientais PR e SC.
5 De acordo com SB: Entendemos que a Companhia não seria considerada possuidora do imóvel para fins de inscrição do imóvel no CAR. Além disso, aparentemente o imóvel está localizado em condomínio logístico, de forma que não possui destinação rural, que seria condição para a
necessidade de inscrição no CAR. Essas condições mitigam eventual risco de responsabilidade legal relacionada à obrigatoriedade de res erva legal em imóvel rural.
(Br = Pactual
BRGD | Fase 1
Premissas:
✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa (Após 2030) ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 ✓ Upsides:
o Reajuste real: 2%
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas
Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]
✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB
Projetos: 14.5 MWp
✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha
Expansão: 100 MWp
✓ 2021 ✓ 2022
(ra = Pactual
BRGD Fase 1 | Premissas de Modelagem (Base Case)
| Solar power plant parameters | Obs: | Sorocaba | Atibaia | Enel | Linhares | Paraná | SantaCatarina | Paulinia | Itatiba | GRU1 | GRU2 | MOC1 | MOC2 | MOC2icms | VRB | VRBicms | Holding | Fase1 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Company | - | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Albury | Northenergia | Norsol | Norsol | Albury | Albury | - | - |
| State | - | SP | SP | SP | ES | PR | SC | SP | SP | SP | SP | MG | MG | MG | MG | MG | - | - |
| Power distributor | - | CPFL | Enel | Enel | EDP | Copel | CELESC | CPFL | CPFL | EDP | EDP | Cemig | Cemig | Cemig | Cemig | Cemig | - | - |
| Company´s share in solar power plant | [%] | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | - | - |
| BRGD´s share in company | [%] | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 60% | 60% | 100% | 100% | - | - |
| Assembly | [end date] | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | Aug-20 | - | - |
| Operation start | [expected date] | Sep-20 | Sep-20 | Oct-20 | Sep-20 | Sep-20 | Oct-20 | Oct-20 | Oct-20 | Sep-20 | Sep-20 | Jan-21 | Oct-20 | Oct-20 | Nov-20 | Nov-20 | - | - |
| Peak capacity | [MWp] | 0.4 | 0.2 | 1.5 | 1.4 | 0.4 | 0.7 | 0.7 | 0.2 | 0.4 | 0.4 | 3.0 | 1.2 | 1.8 | 2.9 | 2.5 | - | 17.5 |
| Peak capacity | proportional | [%] | 0.4 | 0.2 | 1.5 | 1.4 | 0.4 | 0.7 | 0.7 | 0.2 | 0.4 | 0.4 | 3.0 | 0.7 | 1.1 | 2.9 | 2.5 | - | 16.3 |
| Access opinion capacity | [MWp] | 0.0 | 0.0 | 1.5 | 0.0 | 0.3 | 0.0 | 0.6 | 0.0 | 0.3 | 0.0 | 2.5 | 1.0 | 1.5 | 2.4 | 2.1 | - | 12.2 |
| Solar panel degradation (1st year) | [%] | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | - | 2.5% |
| Solar panel degradation (2nd year+) | [%] | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | - | 0.5% |
| Security margin | [on energy sales] | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 13% | 13% | 13% | 18% | 18% | - | 13% |
| Solar irradiation | [% of day] | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 18% | 23% | 23% | 23% | 20% | 20% | - | 20% |
| Energy sold | wholesale clients | [%] | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | 30% | 30% | 0% | 0% | - | 70% |
| Energy sold | retail clients | [%] | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 70% | 70% | 100% | 100% | - | 30% |
| Tariff | Distributor | [R$ / Kw] | 0.77 | 0.78 | 0.78 | 0.80 | 0.78 | 0.78 | 0.78 | 0.80 | 0.78 | 0.78 | 0.82 | 0.82 | 0.82 | 0.82 | 0.82 | - | 0.80 |
| Tariff | Discount for wholesale 1 | [%] | 26% | 30% | 25% | 26% | 26% | 25% | 30% | 26% | 26% | 25% | 15% | 10% | 10% | 10% | 10% | - | 18% |
| Tariff | Discount for retail 1 | [%] | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 14% | 14% | - | 11% |
| Tariff | Discount 1 Limit | [%] | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-22 | Dec-50 | Dec-22 | - | - |
| Tariff | Discount for wholesale 2 | [%] | 26% | 30% | 25% | 26% | 26% | 25% | 30% | 26% | 26% | 25% | 15% | 10% | 25% | 10% | 25% | - | 19% |
| Tariff | Discount for retail 2 | [%] | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 25% | 14% | 25% | - | 12% |
| Tariff | Readjustment month | [month] | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | June | - | - |
| Tariff | Readjustment index | [index] | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | - | - |
| Tariff | Readjustment spread | [%] | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | 2% | - | 2.0% |
| Tariff | New ANEEL regulation cost | [%] | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | - | |
| Tariff | ANEEL Regulation applied | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | - | Current | |
| BRGD´s sales price | wholesale clients | [R$ / Kw] | 0.57 | 0.55 | 0.59 | 0.60 | 0.58 | 0.59 | 0.55 | 0.60 | 0.581 | 0.59 | 0.70 | 0.74 | 0.74 | 0.74 | 0.74 | - | 0.66 |
| BRGD´s sales price | retail clients | [R$ / Kw] | 0.69 | 0.70 | 0.70 | 0.72 | 0.70 | 0.70 | 0.70 | 0.72 | 0.70 | 0.70 | 0.74 | 0.74 | 0.74 | 0.70 | 0.70 | - | 0.72 |
| BRGD´s sales price | combined | [R$ / Kw] | 0.57 | 0.55 | 0.59 | 0.60 | 0.58 | 0.59 | 0.55 | 0.60 | 0.58 | 0.59 | 0.70 | 0.74 | 0.74 | 0.70 | 0.70 | - | 0.65 |
| BRGD´s average discount | [%] | 26% | 30% | 25% | 26% | 26% | 25% | 30% | 26% | 26% | 25% | 15% | 10% | 10% | 14% | 14% | ||
| Distributor demand | [Yes/No] | No | No | Yes | No | Yes | No | Yes | No | No | No | Yes | Yes | Yes | Yes | Yes | - | - |
| Distributor demand fee | [R$ / mWp / m] | 0 | 0 | 14,000 | 0 | 14,000 | 0 | 14,000 | 0 | 0 | 0 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | - | 10,391 |
| OPEX | Total | [R$ k/year] | 23,520 | 11,760 | 115,610 | 183,221 | 27,445 | 54,890 | 33,314 | 22,045 | 27,445 | 27,445 | 179,203 | 79,259 | 118,888 | 183,411 | 158,113 | Detailed | 1,245,569 |
| Capex | total | [R$] | 1,572,000 | 776,000 | 5,153,000 | 5,873,000 | 1,644,000 | 2,959,000 | 2,758,000 | 879,000 | 1,541,000 | 1,729,000 | 11,539,000 | 4,959,200 | 7,438,800 | 11,158,019 | 9,618,981 | - | 69,598,000 |
| Capex | already disbursed | [R$] | 1,429,000 | 705,000 | 3,720,000 | 5,001,000 | 1,334,000 | 2,667,000 | 2,100,000 | 705,000 | 1,429,000 | 1,429,000 | 1,000,000 | 4,160,000 | 6,240,000 | 8,044,815 | 6,935,185 | - | 46,899,000 |
| Capex | to be disbursed | [R$] | 143,000 | 71,000 | 1,433,000 | 872,000 | 310,000 | 292,000 | 658,000 | 174,000 | 112,000 | 300,000 | 10,539,000 | 799,200 | 1,198,800 | 3,113,204 | 2,683,796 | - | 22,699,000 |
| Sudene tax benefit | [Yes/No] | No | No | No | Yes | No | No | No | No | No | No | Yes | Yes | Yes | No | No | No | - |
| Tax system | [Real/Presumed] | Real | Presumed | Presumed | Real | Presumed | Presumed | Presumed | Presumed | Presumed | Presumed | Real | Real | Real | Presumed | Presumed | Real | - |
(ro Pactual
BRGD | Fase 1 | DRE (Base Case)
Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 17,649 18,577 18,981 20,169 21,339 22,636 24,012 25,540 27,021
(-) Distributor demand fee [R$ k] - (336) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999)
(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 15,650 16,578 16,982 18,170 19,340 20,637 22,013 23,541 25,022
| (-) OPEX | Total | [R$ k] | - | (269) | (1,297) | (1,341) | (1,392) | (1,448) | (1,506) | (1,566) | (1,629) | (1,694) | (1,761) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Leasing | expenses | [R$ k] | - | (605) | (791) | (817) | (846) | (879) | (915) | (951) | (989) | (1,029) | (1,070) |
| (-) Depreciation | [R$ k] | - | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) | (7,044) |
(=) Gross profit
Gross profit
[R$ k] -
[%]
| 960 | 6,615 | 7,376 | 7,700 | 8,799 | 9,875 | 11,076 | 12,352 | 13,774 | 15,147 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 33% | 40% | 42% | 44% | 48% | 51% | 54% | 56% | 59% | 61% |
(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,005) (2,080) (2,149) (2,243) (2,340) (2,443) (2,550) (2,663) (2,779)
(=) EBIT
EBIT Margin
[R$ k] -
[%]
| (211) | 4,610 | 5,296 | 5,551 | 6,556 | 7,535 | 8,633 | 9,802 | 11,111 | 12,368 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| -7% | 28% | 30% | 32% | 36% | 39% | 42% | 45% | 47% | 49% |
| (+) Depreciation & amortization | [R$ k] | - | 918 | 6,948 | 7,044 | 7,044 | 7,044 | 7,044 | 7,044 | 7,044 | 7,044 | 7,044 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA EBITDA Margin | [R$ k] [%] | - | 707 24% | 11,557 71% | 12,340 71% | 12,595 72% | 13,599 75% | 14,579 75% | 15,677 76% | 16,846 77% | 18,155 77% | 19,412 78% |
| (+) Financial revenues | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Financial expenses | [R$ k] | - | (4,979) | (9,789) | (9,864) | (8,966) | (9,455) | (9,157) | (8,490) | (7,407) | (5,853) | (4,445) |
| BTG Pactual | Line 1 | [R$ k] | - | (1,227) | (3,312) | (3,626) | (3,466) | (3,865) | (4,016) | (4,126) | (4,220) | (4,345) | (4,405) |
| BTG Pactual | Line 2 | [R$ k] | - | (2,454) | (6,477) | (6,119) | (4,759) | (3,463) | (418) | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Máxima | [R$ k] | - | (1,222) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Refinancing | [R$ k] | - | (77) | 0 | (119) | (741) | (2,127) | (4,722) | (4,364) | (3,187) | (1,508) | (40) |
(=) EBT [R$ k] - (5,191) (5,179) (4,568) (3,415) (2,900) (1,621) 144 2,395 5,258 7,923
(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (288) (418) (558) (715) (885) (1,049) (1,161) (1,285) (1,405)
(=) Net income [R$ k] - (5,259) (5,467) (4,987) (3,973) (3,615) (2,507) (906) 1,234 3,973 6,518
(ra Pactual
BRGD | Fase 1 | Cash flow (Base Case)
Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
| Initial cash | [R$ k] | - | 0 | 1,532 | 2,389 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA | [R$ k] | - | 707 | 11,557 | 12,340 | 12,595 | 13,599 | 14,579 | 15,677 | 16,846 | 18,155 | 19,412 |
| (+/-) Working capital | [R$ k] | - | (2,105) | (724) | (173) | 79 | (184) | (195) | (207) | (220) | (234) | (248) |
| (-) Taxes paid | [R$ k] | - | (68) | (288) | (418) | (558) | (715) | (885) | (1,049) | (1,161) | (1,285) | (1,405) |
| (=) Cash flow from operations | [R$ k] | - | (1,467) | 10,546 | 11,748 | 12,116 | 12,701 | 13,499 | 14,421 | 15,465 | 16,636 | 17,758 |
| (+) Asset sale | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Capex | [R$ k] | - | (23,499) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from investments | [R$ k] | - | (23,499) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) FCFF | [R$ k] | (24,966) | 10,546 | 11,748 | 12,116 | 12,701 | 13,499 | 14,421 | 15,465 | 16,636 | 17,758 | |
| (+) New debt | [R$ k] | - | 60,000 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Interests paid | [R$ k] | - | (1,502) | (5,737) | (9,864) | (8,966) | (9,455) | (9,157) | (8,490) | (7,407) | (5,853) | (4,445) |
| (-) Structuring fees paid | [R$ k] | - | (5,000) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Debt amortization (=) Cash before refinancing | [R$ k] [R$ k] | - | (27,000) 1,532 | (3,951) 857 | (6,773) (4,889) | (8,090) (4,940) | (16,933) (13,688) | (9,407) (5,065) | 0 5,931 | 0 8,058 | 0 10,783 | 0 13,313 |
| Refinancing Minimum cash | [R$ k] [R$ k] | 0 | 0 | 0 | 2,500 | 4,940 | 13,688 | 5,065 | (5,931) | (8,058) | (10,783) | (1,421) |
| (=) Cash flow from financing | [R$ k] | - | 26,498 | (9,688) | (14,137) | (12,116) | (12,701) | (13,499) | (14,421) | (15,465) | (16,636) | (5,866) |
| (=) FCFE | [R$ k] | 1,532 | 857 | (2,389) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 11,892 | |
| (+) Equity issuance | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Dividends paid | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from shareholders | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Change in cash | [R$ k] | 1,532 | 857 | (2,389) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 11,892 | |
| (=) Final cash | [R$ k] | - | 1,532 | 2,389 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 11,892 |
| Indebtedness | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | 2027 | 2028 | 2029 | ||
| (+) Total Debt | [R$ k] | - | 63,681 | 63,781 | 59,508 | 56,357 | 53,112 | 48,770 | 42,839 | 34,782 | 23,999 | 22,577 |
| BTG Pactual | Line 1 | [R$ k] | - | 21,227 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 |
| BTG Pactual | Line 2 | [R$ k] | - | 42,454 | 41,204 | 34,430 | 26,340 | 9,407 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Máxima | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Refinancing | [R$ k] | - | 0 | 0 | 2,500 | 7,440 | 21,128 | 26,193 | 20,262 | 12,204 | 1,421 | (0) |
(-) Cash (=) Net Debt EBITDA LTM (or annualized) Net Debt / EBITDA LTM
| [R$ k] | - | 1,532 | 2,389 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 11,892 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| [R$ k] | - | 62,149 | 61,392 | 59,508 | 56,357 | 53,112 | 48,770 | 42,839 | 34,782 | 23,999 | 10,685 |
| [R$ k] | - | 707 | 11,557 | 12,340 | 12,595 | 13,599 | 14,579 | 15,677 | 16,846 | 18,155 | 19,412 |
| [R$ k] | - | 88.0x | 5.3x | 4.8x | 4.5x | 3.9x | 3.3x | 2.7x | 2.1x | 1.3x | 0.6x |
(ro Pactual
BRGD | Fase 1 | Valuation (2021)
| Valuation (2021) | 2021 | Sorocaba | Atibaia | Enel | Linhares | Paraná | SantaCatarina | Paulinia | Itatiba | GRU1 | GRU2 | MOC1 | MOC2 | MOC2icms | VRB | VRBicms | Holding | Fase1 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Project IRR (Unleveraged) | [%] | 16% | 17% | 20% | 19% | 14% | 18% | 17% | 17% | 20% | 18% | 30% | 26% | 14% | 24% | 22% | 0% | 2% |
| Enterprise Value (NPV @6%) | [R$ k] | 2,711 | 1,479 | 12,407 | 12,327 | 2,591 | 6,256 | 5,529 | 1,664 | 3,611 | 3,489 | 40,238 | 9,397 | 11,475 | 33,404 | 24,801 | (19,516) | 151,862 |
| Enterprise Value (NPV @8%) | [R$ k] | 2,308 | 1,243 | 10,368 | 10,418 | 2,165 | 5,260 | 4,624 | 1,399 | 3,038 | 2,934 | 33,941 | 7,915 | 9,698 | 28,011 | 20,835 | (16,418) | 127,738 |
| Enterprise Value (NPV @10%) | [R$ k] | 1,999 | 1,063 | 8,825 | 8,960 | 1,842 | 4,503 | 3,939 | 1,197 | 2,601 | 2,512 | 29,146 | 6,787 | 8,346 | 23,917 | 17,826 | (14,042) | 109,422 |
| Enterprise Value (NPV @12%) | [R$ k] | 1,758 | 924 | 7,635 | 7,828 | 1,594 | 3,917 | 3,410 | 1,041 | 2,263 | 2,185 | 25,429 | 5,913 | 7,299 | 20,754 | 15,501 | (12,189) | 95,263 |
| EV / EBITDA | ||||||||||||||||||
| £V [current] | 0x | 16 | 22x | 15x | 1260 | 09x | 206 | 10x | ||||||||||
| £V(@6%)/EBITOA (fwd 1 yr] | 104 | 20x | 10x | 16x | 10x | 02x | 24x | 22x | ||||||||||
| (@8%)/EBITOA [current] | ax | 1s | 24x | 106 | 920 | 3x | 10x | |||||||||||
| £V(@8%)/EBITOA (fwd yr] | ry | 08x | 6x | asx | 1000 | rs | 10x | 03x | ||||||||||
| [current] | 10x | re | 107% | ox | 790 | 18x | ||||||||||||
| [we 1 yr] | 270 | a3 | Bax | asx | rs | |||||||||||||
| [current] | 230 | asc | 920 | 780 | 0x | 69x | ry | |||||||||||
| 1 yr] | 67x | 850 | 24x | 6x | 75x | 65x | 820 | ax | ||||||||||
| Equity Value (NPV @6%) | [R$ k] | 2,777 | 1,511 | 11,503 | 12,430 | 2,388 | 6,325 | 5,105 | 1,574 | 3,779 | 3,417 | 29,969 | 8,769 | 10,532 | 31,849 | 23,462 | (19,516) | 113,048 |
| Equity Value (NPV @8%) | [R$ k] | 2,374 | 1,275 | 9,464 | 10,520 | 1,962 | 5,329 | 4,200 | 1,309 | 3,205 | 2,862 | 23,672 | 7,286 | 8,755 | 26,456 | 19,496 | (16,418) | 88,923 |
| Equity Value (NPV @10%) | [R$ k] | 2,066 | 1,096 | 7,920 | 9,063 | 1,639 | 4,572 | 3,515 | 1,107 | 2,769 | 2,440 | 18,877 | 6,158 | 7,404 | 22,362 | 16,487 | (14,042) | 70,607 |
| Equity Value (NPV @12%) | [R$ k] | 1,824 | 957 | 6,731 | 7,931 | 1,390 | 3,986 | 2,986 | 951 | 2,431 | 2,113 | 15,160 | 5,285 | 6,356 | 19,199 | 14,162 | (12,189) | 56,448 |
BTGPactual
\
BRGD | Fase 2
Premissas:
✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa (Após 2030) ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 e Fase
2 ✓ Upsides:
o Reajuste real: 2% para Fase 1 e 0% para Fase 2
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas
Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]
✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB
Projetos: 14.5 MWp
✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha
Expansão: 100 MWp
✓ 2021 ✓ 2022
(ro Pactual
BRGD | Fase 2 | Premissas de Modelagem (Base Case)
| Solar power plant parameters | Obs: | Fase1 | Esmeraldas | ~~ MOC3 | Triângulo | MinasNovas | | Capelinha | Fase2 | BRGD | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Company | - | - | - | - | - | - | - | - | - | |
| State | - | - | MG | MG | MG | MG | MG | - | - | |
| Power distributor | - | - | Cemig | Cemig | Cemig | Cemig | Cemig | - | - | |
| Company´s share in solar power plant | [%] | - | 100% | 85% | 100% | 100% | 100% | - | - | |
| BRGD´s share in company | [%] | - | 100% | 100% | 100% | 100% | 100% | - | - | |
| Assembly | [end date] | - | Nov-20 | Nov-20 | Nov-20 | Nov-20 | Nov-20 | - | - | |
| Operation start | [expected date] | - | Mar-21 | Mar-21 | Mar-21 | Mar-21 | Mar-21 | - | - | |
| Peak capacity | [MWp] | 17.5 | 2.0 | 3.0 | 2.5 | 2.0 | 5.0 | 14.5 | 32.0 | |
| Peak capacity | proportional | [%] | 16.3 | 2.0 | 2.6 | 2.5 | 2.0 | 5.0 | 14.1 | 30.4 | |
| Access opinion capacity | [MWp] | 12.2 | 2.0 | 2.5 | 2.5 | 2.0 | 5.0 | 14.0 | 26.2 | |
| Solar panel degradation (1st year) | [%] | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | |
| Solar panel degradation (2nd year+) | [%] | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | |
| Security margin | [on energy sales] | 13% | 11% | 0% | 13% | 5% | 18% | 11% | 12% | |
| Solar irradiation | [% of day] | 20% | 21% | 19% | 22% | 23% | 23% | 22% | 21% | |
| Energy sold | wholesale clients | [%] | 70% | 70% | 70% | 70% | 70% | 70% | 70% | 70% | |
| Energy sold | retail clients | [%] | 30% | 30% | 30% | 30% | 30% | 30% | 30% | 30% | |
| Tariff | Distributor | [R$ / Kw] | 0.80 | 0.90 | 0.90 | 0.90 | 0.90 | 0.90 | 0.90 | 0.85 | |
| Tariff | Discount for wholesale 1 | [%] | 18% | 25% | 25% | 25% | 25% | 25% | 25% | 21% | |
| Tariff | Discount for retail 1 | [%] | 11% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | |
| Tariff | Discount 1 Limit | [%] | - | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | |||
| Tariff | Discount for wholesale 2 | [%] | 19% | 25% | 25% | 25% | 25% | 25% | |||
| Tariff | Discount for retail 2 | [%] | 12% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | |||
| Tariff | Readjustment month | [month] | - | June | June | June | June | June | - | - | |
| Tariff | Readjustment index | [index] | - | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | - | - | |
| Tariff | Readjustment spread | [%] | 2.0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0% | 0.0% | 1% | |
| Tariff | New ANEEL regulation cost | [%] | 17% | 17% | 17% | 17% | 17% | ||||
| Tariff | ANEEL Regulation applied | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | Current | ||
| BRGD´s sales price | wholesale clients | [R$ / Kw] | 0.66 | 0.68 | 0.68 | 0.68 | 0.68 | 0.68 | 0.68 | 0.67 | |
| BRGD´s sales price | retail clients | [R$ / Kw] | 0.72 | 0.81 | 0.81 | 0.81 | 0.81 | 0.81 | 0.81 | 0.76 | |
| BRGD´s sales price | combined | [R$ / Kw] | 0.65 | 0.72 | 0.72 | 0.72 | 0.72 | 0.72 | 0.72 | 0.68 | |
| BRGD´s average discount | [%] | 21% | 21% | 21% | 21% | 21% | ||||
| Distributor demand | [Yes/No] | - | Yes | Yes | Yes | Yes | Yes | - | - | |
| Distributor demand fee | [R$ / mWp / m] | 10,391 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 12,061 | |
| OPEX | Total | [R$ k/year] | 1,245,569 | 143,700 | 198,147 | 143,700 | 143,700 | | 312,180 | 941,427 | 2,186,996 | |
| Capex | total | [R$] | 69,598,000 | | | 8,000,000 | 12,000,000 | 10,000,000 | 8,000,000 | | 20,000,000 | 58,000,000 | 127,598,000 |
| Capex | already disbursed | [R$] | 46,899,000 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 46,899,000 | |
| Capex | to be disbursed | [R$] | 22,699,000 | | | 8,000,000 | 12,000,000 | 10,000,000 | 8,000,000 | | 20,000,000 | 58,000,000 | 80,699,000 |
| Sudene tax benefit | [Yes/No] | - | No | Yes | No | Yes | Yes | - | - | |
| Tax system | [Real/Presumed] | - | Presumed | Real | Presumed | Real | Real | - | - |
(ro Pactual
BRGD | Fase 2 | DRE (Base Case)
Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 32,738 37,091 38,167 40,156 42,070 44,196 46,435 48,922 51,273
| (-) Distributor demand fee | [R$ k] | - | (336) | (3,959) | (4,351) | (4,351) | (4,351) | (4,351) | (4,351) | (4,351) | (4,351) | (4,351) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) ONS | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) ICMS | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) PIS | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) COFINS | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 28,779 32,740 33,816 35,805 37,719 39,845 42,084 44,571 46,922
| (-) OPEX | Total | [R$ k] | - | (269) | (2,116) | (2,355) | (2,444) | (2,542) | (2,644) | (2,749) | (2,859) | (2,974) | (3,093) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Leasing | expenses | [R$ k] | - | (605) | (901) | (953) | (987) | (1,026) | (1,067) | (1,109) | (1,154) | (1,200) | (1,248) |
| (-) Depreciation | [R$ k] | - | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) | (13,132) |
(=) Gross profit
Gross profit
[R$ k] -
[%]
| 960 | 14,248 | 16,300 | 17,253 | 19,105 | 20,876 | 22,855 | 24,939 | 27,265 | 29,450 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 33% | 48% | 49% | 50% | 53% | 55% | 57% | 59% | 61% | 63% |
(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,307) (2,450) (2,532) (2,643) (2,755) (2,874) (2,998) (3,131) (3,264)
(=) EBIT
EBIT Margin
[R$ k] -
[%]
| (211) | 11,941 | 13,850 | 14,720 | 16,462 | 18,122 | 19,981 | 21,941 | 24,134 | 26,186 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| -7% | 41% | 41% | 43% | 46% | 48% | 50% | 52% | 54% | 56% |
| (+) Depreciation & amortization | [R$ k] | - | 918 | 11,514 | 13,132 | 13,132 | 13,132 | 13,132 | 13,132 | 13,132 | 13,132 | 13,132 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA EBITDA Margin | [R$ k] [%] | - | 707 24% | 23,455 80% | 26,982 80% | 27,852 81% | 29,594 83% | 31,253 83% | 33,113 83% | 35,073 83% | 37,266 84% | 39,318 84% |
| (+) Financial revenues | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Financial expenses | [R$ k] | - | (8,998) | (19,577) | (20,282) | (18,280) | (18,830) | (17,677) | (15,714) | (12,863) | (9,001) | (4,816) |
(=) EBT [R$ k] - (9,209) (7,636) (6,431) (3,559) (2,367) 445 4,267 9,077 15,133 21,370
(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (410) (541) (767) (1,023) (1,347) (1,731) (2,187) (2,594) (2,888)
(=) Net income [R$ k] - (9,277) (8,046) (6,972) (4,327) (3,390) (902) 2,536 6,891 12,540 18,482
(ra Pactual
BRGD | Fase 2 | Cash flow (Base case)
Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
| Initial cash | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA | [R$ k] | - | 707 | 23,455 | 26,982 | 27,852 | 29,594 | 31,253 | 33,113 | 35,073 | 37,266 | 39,318 |
| (+/-) Working capital | [R$ k] | - | (2,105) | (3,632) | (274) | (33) | (309) | (325) | (342) | (361) | (380) | (400) |
| (-) Taxes paid | [R$ k] | - | (68) | (410) | (541) | (767) | (1,023) | (1,347) | (1,731) | (2,187) | (2,594) | (2,888) |
| (=) Cash flow from operations | [R$ k] | - | (1,467) | 19,413 | 26,168 | 27,052 | 28,263 | 29,582 | 31,039 | 32,525 | 34,292 | 36,030 |
| (+) Asset sale | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Capex | [R$ k] | - | (84,374) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from investments | [R$ k] | - | (84,374) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) FCFF | [R$ k] | (85,841) | 19,413 | 26,168 | 27,052 | 28,263 | 29,582 | 31,039 | 32,525 | 34,292 | 36,030 | |
| (+) New debt | [R$ k] | - | 120,000 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Interests paid | [R$ k] | - | (1,636) | (11,475) | (20,282) | (18,280) | (18,830) | (17,677) | (15,714) | (12,863) | (9,001) | (4,816) |
| (-) Structuring fees paid | [R$ k] | - | (6,500) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Debt amortization (=) Cash before refinancing | [R$ k] [R$ k] | - | (27,000) (977) | (9,878) (1,940) | (16,933) (11,047) | (20,225) (11,453) | (42,332) (32,899) | (23,518) (11,613) | 0 15,325 | 0 19,662 | 0 25,292 | 0 31,214 |
| Refinancing Minimum cash | [R$ k] [R$ k] | 0 | 977 | 1,940 | 11,047 | 11,453 | 32,899 | 11,613 | (15,325) | (19,662) | (25,292) | (9,650) |
| (=) Cash flow from financing | [R$ k] | - | 85,841 | (19,413) | (26,168) | (27,052) | (28,263) | (29,582) | (31,039) | (32,525) | (34,292) | (14,466) |
| (=) FCFE | [R$ k] | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 21,564 | |
| (+) Equity issuance | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Dividends paid | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from shareholders | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Change in cash | [R$ k] | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 21,564 | |
| (=) Final cash | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 21,564 |
=
BTGPactual
BRGD | Fase 2 Valuation (2021)
| Valuation (2021) | 2021 | Fase1 | Esmeraldas | ~~ MOC3 | Triângulo | MinasNovas | ~~ Capelinha | Fase2 | BRGD |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Project IRR (Unleveraged) | [%] | 22% | 25% | 23% | 26% | 29% | 26% | 26% | 24% |
| Enterprise Value (NPV @6%) | [R$ k] | 151,862 | 21,280 | 26,463 | 28,093 | 23,970 | 52,086 | 151,893 | 303,755 |
| Enterprise Value (NPV @8%) | [R$ k] | 127,738 | 18,183 | 22,787 | 24,005 | 20,599 | 44,807 | 130,381 | 258,119 |
| Enterprise Value (NPV @10%) | [R$ k] | 109,422 | 15,793 | 19,934 | 20,851 | 17,991 | 39,170 | 113,739 | 223,161 |
| Enterprise Value (NPV @12%) | [R$ k] | 95,263 | 13,917 | 17,682 | 18,375 | 15,935 | 34,724 | 100,632 | 195,895 |
| EV / EBITDA | |||||||||
| EV (@6%)/EBITDA [current] | [x] | 13.0x | 13.5x | 12.7x | 13.4x | 12.2x | 12.5x | - | - |
| EV (@6%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 12.2x | 10.9x | 10.3x | 10.9x | 10.0x | 10.1x | - | - |
| EV (@8%)/EBITDA [current] | [x] | 11.0x | 11.5x | 10.9x | 11.4x | 10.5x | 10.7x | - | - |
| EV (@8%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 10.3x | 9.3x | 8.9x | 9.3x | 8.6x | 8.7x | - | - |
| EV (@10%)/EBITDA [current] | [x] | 9.4x | 10.0x | 9.5x | 9.9x | 9.2x | 9.4x | - | - |
| EV (@10%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 8.8x | 8.1x | 7.7x | 8.1x | 7.5x | 7.6x | - | - |
| EV (@12%)/EBITDA [current] | [x] | 8.2x | 8.8x | 8.5x | 8.8x | 8.1x | 8.3x | - | - |
| EV (@12%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 7.6x | 7.1x | 6.9x | 7.1x | 6.6x | 6.8x | - | - |
| Equity Value (NPV @6%) | [R$ k] | 98,152 | 12,513 | 14,018 | 17,232 | 15,523 | 30,417 | 89,703 | 187,855 |
| Equity Value (NPV @8%) | [R$ k] | 74,028 | 9,416 | 10,341 | 13,144 | 12,152 | 23,138 | 68,191 | 142,219 |
| Equity Value (NPV @10%) | [R$ k] | 55,712 | 7,027 | 7,489 | 9,990 | 9,544 | 17,500 | 51,549 | 107,261 |
| Equity Value (NPV @12%) | [R$ k] | 41,552 | 5,150 | 5,236 | 7,513 | 7,489 | 13,055 | 38,443 | 79,995 |
=
BTGPactual
\
BRGD | Fase 3: Fase 2 + Expansão 100 MWp
Premissas:
✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 e Fase
- ✓ Upsides:
o Reajuste real: 2% para Fase 1, 0% para Fase 2 e 0% para Fase 3
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas
Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]
✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB
Projetos: 14.5 MWp
✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha
Expansão: 120 MWp
✓ 2021 ✓ 2022
=
BTGPactual
BRGD | Fase 3 | Premissas de Modelagem (Base Case)
| Solar power plant parameters | Obs: | Fase1 | Fase2 | BRGD | Exp21Sudene | Exp21Real | Exp22Sudene | Exp22Real | Expansion | BRGDExpansion |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Company | - | - | - | - | - | - | - | - | - | - |
| State | - | - | - | - | MG | MG | MG | MG | - | - |
| Power distributor | - | - | - | - | Cemig | Cemig | Cemig | Cemig | - | - |
| Company´s share in solar power plant | [%] | - | - | - | 100% | 100% | 100% | 100% | - | - |
| BRGD´s share in company | [%] | - | - | - | 100% | 100% | 100% | 100% | - | - |
| Assembly | [end date] | - | - | - | Feb-21 | Feb-21 | Feb-22 | Feb-22 | - | - |
| Operation start | [expected date] | - | - | - | Jun-21 | Jun-21 | Jun-22 | Jun-22 | - | - |
| Peak capacity | [MWp] | 17.5 | 14.5 | 32.0 | 30.0 | 10.0 | 48.0 | 12.0 | 100 | 132 |
| Peak capacity | proportional | [%] | 16.3 | 14.1 | 30.4 | 30.0 | 10.0 | 48.0 | 12.0 | 100 | 130 |
| Access opinion capacity | [MWp] | 12.2 | 14.0 | 26.2 | 27.0 | 9.0 | 43.2 | 10.8 | 90 | 116 |
| Solar panel degradation (1st year) | [%] | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% | 2.5% |
| Solar panel degradation (2nd year+) | [%] | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% | 0.5% |
| Security margin | [on energy sales] | 13% | 11% | 12% | 13% | 13% | 13% | 13% | 13% | 13% |
| Solar irradiation | [% of day] | 20% | 22% | 21% | 20% | 20% | 20% | 20% | 20% | 20% |
| Energy sold | wholesale clients | [%] | 70% | 70% | 70% | 50% | 50% | 50% | 50% | 50% | 55% |
| Energy sold | retail clients | [%] | 30% | 30% | 30% | 50% | 50% | 50% | 50% | 50% | 45% |
| Tariff | Distributor | [R$ / Kw] | 0.80 | 0.90 | 0.85 | 0.85 | 0.85 | 0.85 | 0.85 | 0.85 | 0.85 |
| Tariff | Discount for wholesale 1 | [%] | 18% | 25% | 21% | 25% | 25% | 25% | 25% | 25% | 24% |
| Tariff | Discount for retail 1 | [%] | 11% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% | 10% |
| Tariff | Discount 1 Limit | [%] | - | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | Dec-50 | ||||
| Tariff | Discount for wholesale 2 | [%] | 19% | 25% | 25% | 25% | 25% | ||||
| Tariff | Discount for retail 2 | [%] | 12% | 10% | 10% | 10% | 10% | ||||
| Tariff | Readjustment month | [month] | - | - | - | June | June | June | June | - | |
| Tariff | Readjustment index | [index] | - | - | - | IPCA | IPCA | IPCA | IPCA | - | |
| Tariff | Readjustment spread | [%] | 2.0% | 0.0% | 1% | 0% | 0% | 0% | 0% | ||
| Tariff | New ANEEL regulation cost | [%] | 17% | 17% | 17% | 17% | |||||
| Tariff | ANEEL Regulation applied | Current | Current | Current | Current | Current | New | New | Current / New | Current / New | |
| BRGD´s sales price | wholesale clients | [R$ / Kw] | 0.66 | 0.68 | 0.67 | 0.64 | 0.64 | 0.64 | 0.64 | 0.64 | 0.64 |
| BRGD´s sales price | retail clients | [R$ / Kw] | 0.72 | 0.81 | 0.76 | 0.77 | 0.77 | 0.77 | 0.77 | 0.77 | 0.76 |
| BRGD´s sales price | combined | [R$ / Kw] | 0.65 | 0.72 | 0.68 | 0.70 | 0.70 | 0.70 | 0.70 | 0.70 | 0.70 |
| BRGD´s average discount | [%] | |||||||||
| Distributor demand | [Yes/No] | - | - | - | Yes | Yes | Yes | Yes | - | - |
| Distributor demand fee | [R$ / mWp / m] | 10,391 | 14,000 | 12,061 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 14,000 | 13,530 |
| OPEX | Total | [R$ k/year] | 1,245,569 | 941,427 | 2,186,996 | 1,873,080 | 624,360 | 2,996,928 | 749,232 | 6,243,600 | 8,430,596 |
| Capex | total | [R$] | 69,598,000 | 58,000,000 | 127,598,000 | 120,000,000 | 40,000,000 | 192,000,000 | 48,000,000 | 400,000,000 | 527,598,000 |
| Capex | already disbursed | [R$] | 46,899,000 | 0 | 46,899,000 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 46,899,000 |
| Capex | to be disbursed | [R$] | 22,699,000 | 58,000,000 | 80,699,000 | 120,000,000 | 40,000,000 | 192,000,000 | 48,000,000 | 400,000,000 | 480,699,000 |
| Sudene tax benefit | [Yes/No] | - | - | - | Yes | No | Yes | No | - | - |
| Tax system | [Real/Presumed] | - | - | - | Real | Presumed | Real | Presumed | - | - |
(ro Pactual
BRGD | Fase 3 | DRE (Base Case)
Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028
(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 59,268 117,428 145,570 152,045 158,124 164,893 171,959 179,817
(-) Distributor demand fee [R$ k] - (336) (7,487) (15,691) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471)
(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 51,781 101,736 126,099 132,574 138,653 145,422 152,488 160,345
| (-) OPEX | Total | [R$ k] | - | (269) | (3,643) | (7,415) | (9,422) | (9,799) | (10,191) | (10,599) | (11,023) | (11,464) |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Leasing | expenses | [R$ k] | - | (605) | (1,125) | (1,680) | (1,981) | (2,059) | (2,141) | (2,227) | (2,316) | (2,409) |
| (-) Depreciation | [R$ k] | - | (13,132) | (32,398) | (60,200) | (60,200) | (60,200) | (60,200) | (60,200) | (60,200) | (60,200) |
(=) Gross profit
Gross profit
[R$ k] -
[%]
| 960 | 25,866 | 46,342 | 54,495 | 60,516 | 66,121 | 72,396 | 78,950 | 86,273 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 33% | 49% | 45% | 43% | 46% | 48% | 50% | 52% | 54% |
(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,837) (4,057) (4,680) (4,881) (5,076) (5,288) (5,509) (5,749)
(=) EBIT
EBIT Margin
[R$ k] -
[%]
| (211) | 23,029 | 42,285 | 49,815 | 55,636 | 61,045 | 67,108 | 73,441 | 80,525 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| -7% | 44% | 41% | 39% | 42% | 44% | 46% | 48% | 50% |
| (+) Depreciation & amortization | [R$ k] | - | 918 | 21,147 | 46,299 | 60,200 | 60,200 | 60,200 | 60,200 | 60,200 | 60,200 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA EBITDA Margin | [R$ k] [%] | - | 707 24% | 44,176 84% | 88,584 86% | 110,015 87% | 115,835 87% | 121,245 87% | 127,308 88% | 133,641 88% | 140,725 88% |
| (+) Financial revenues | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (-) Financial expenses | [R$ k] | - | (8,983) | (43,948) | (91,221) | (94,231) | (102,930) | (104,861) | (104,823) | (103,047) | (100,202) |
| BTG Pactual | Line 1 | [R$ k] | - | (1,227) | (3,312) | (3,626) | (3,466) | (3,865) | (4,016) | (4,126) | (4,220) | (4,345) |
| BTG Pactual | Line 2 | [R$ k] | - | (6,134) | (16,192) | (15,298) | (11,897) | (8,657) | (1,046) | 0 | 0 | 0 |
| Máxima | [R$ k] | - | (1,222) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Refinancing | [R$ k] | - | (399) | (24,444) | (72,298) | (78,868) | (90,408) | (99,799) | (100,697) | (98,828) | (95,857) |
(=) EBT [R$ k] - (9,194) (20,918) (48,937) (44,416) (47,294) (43,816) (37,714) (29,606) (19,677)
(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (611) (992) (1,355) (1,638) (1,988) (2,401) (2,886) (3,421)
(=) Net income [R$ k] - (9,263) (21,529) (49,929) (45,771) (48,932) (45,805) (40,115) (32,492) (23,098)
(ra Pactual
BRGD | Fase 3 | Cash flow (Base case)
Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
| Initial cash | [R$ k] | - | 0 | 2,538 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (=) EBITDA | [R$ k] | - | 707 | 44,176 | 88,584 | 110,015 | 115,835 | 121,245 | 127,308 | 133,641 | 140,725 | 147,163 |
| (+/-) Working capital | [R$ k] | - | (2,105) | (10,867) | (9,777) | (660) | (1,003) | (1,047) | (1,094) | (1,142) | (1,192) | (1,245) |
| (-) Taxes paid | [R$ k] | - | (68) | (611) | (992) | (1,355) | (1,638) | (1,988) | (2,401) | (2,886) | (3,421) | (4,193) |
| (=) Cash flow from operations | [R$ k] | - | (1,467) | 32,698 | 77,815 | 107,999 | 113,194 | 118,209 | 123,814 | 129,613 | 136,112 | 141,725 |
| (+) Asset sale | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Capex | [R$ k] | - | (84,374) | (192,661) | (278,015) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from investments | [R$ k] | - | (84,374) | (192,661) | (278,015) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| _ | ||||||||||||
| (=) FCFF | [R$ k] | (85,841) | (159,963) | (200,200) | 107,999 | 113,194 | 118,209 | 123,814 | 129,613 | 136,112 | 141,725 | |
| (+) New debt | [R$ k] | - | 120,000 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Interests paid | [R$ k] | - | (1,621) | (35,845) | (91,221) | (94,231) | (102,930) | (104,861) | (104,823) | (103,047) | (100,202) | (93,555) |
| (-) Structuring fees paid | [R$ k] | - | (3,000) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Debt amortization | [R$ k] | - | (27,000) | (9,878) | (16,933) | (20,225) | (42,332) | (23,518) | 0 | 0 | 0 | 0 |
| _ | ||||||||||||
| (=) Cash before refinancing | [R$ k] | 2,538 | (205,686) | (308,355) | (6,457) | (32,068) | (10,170) | 18,991 | 26,566 | 35,909 | 48,170 | |
| Refinancing | [R$ k] | 0 | 203,148 | 308,355 | 6,457 | 32,068 | 10,170 | (18,991) | (26,566) | (35,909) | (48,170) | |
| Minimum cash | [R$ k] | 0 | ||||||||||
| (=) Cash flow from financing | [R$ k] | - | 88,379 | 157,425 | 200,200 | (107,999) | (113,194) | (118,209) | (123,814) | (129,613) | (136,112) | (141,725) |
| (=) FCFE | [R$ k] | 2,538 | (2,538) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | |
| (+) Equity issuance | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (-) Dividends paid | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Cash flow from shareholders | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| (=) Change in cash | [R$ k] | 2,538 | (2,538) | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | |
| (=) Final cash | [R$ k] | - | 2,538 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Indebtedness | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | 2027 | 2028 | 2029 | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (+) Total Debt | [R$ k] | - | 127,361 | 328,734 | 620,156 | 606,387 | 596,123 | 582,775 | 563,784 | 537,218 | 501,309 | 453,139 |
| BTG Pactual | Line 1 | [R$ k] | - | 21,227 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 | 22,577 |
| BTG Pactual | Line 2 | [R$ k] | - | 106,134 | 103,009 | 86,076 | 65,850 | 23,518 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Máxima | [R$ k] | - | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 |
| Refinancing | [R$ k] | - | 0 | 203,148 | 511,503 | 517,960 | 550,028 | 560,198 | 541,207 | 514,641 | 478,732 | 430,562 |
(-) Cash [R$ k] - 2,538 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Net Debt [R$ k] - 124,824 328,734 620,156 606,387 596,123 582,775 563,784 537,218 501,309 453,139
EBITDA LTM (or annualized) [R$ k] - 707 44,176 88,584 110,015 115,835 121,245 127,308 133,641 140,725 147,163
Net Debt / EBITDA LTM [R$ k] - 176.7x 7.4x 7.0x 5.5x 5.1x 4.8x 4.4x 4.0x 3.6x 3.1x
=
BTGPactual
BRGD | Fase 3 | Valuation (2023)
| Valuation (2021) | 2021 | Fase1 | Fase2 | BRGD | Exp21Sudene | Exp21Real | Exp22Sudene | Exp22Real | Expansion | | BRGDExpansion |
| Project IRR (Unleveraged) | [%] | 22% | 26% | 24% | 21% | 21% | 19% | 19% | 20% | 21% |
| Enterprise Value (NPV @6%) | [R$ k] | 151,862 | 151,893 | 303,755 | 285,659 | 97,770 | 194,498 | 47,075 | 625,001 | 928,756 |
| Enterprise Value (NPV @8%) | [R$ k] | 127,738 | 130,381 | 258,119 | 245,883 | 83,510 | 130,139 | 30,954 | 490,486 | 748,605 |
| Enterprise Value (NPV @10%) | [R$ k] | 109,422 | 113,739 | 223,161 | 214,977 | 72,512 | 80,808 | 18,649 | 386,945 | 610,106 |
| Enterprise Value (NPV @12%) | [R$ k] | 95,263 | 100,632 | 195,895 | 190,535 | 63,879 | 42,362 | 9,097 | 305,872 | 501,767 |
| EV / EBITDA | ||||||||||
| EV (@6%)/EBITDA [current] | [x] | 13.0x | - | - | 18.4x | 18.9x | 0.0x | 0.0x | ||
| EV (@6%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 12.2x | - | - | 10.5x | 10.8x | 9.5x | 9.2x | ||
| EV (@8%)/EBITDA [current] | [x] | 11.0x | - | - | 15.8x | 16.1x | 0.0x | 0.0x | ||
| EV (@8%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 10.3x | - | - | 9.1x | 9.2x | 6.4x | 6.1x | ||
| EV (@10%)/EBITDA [current] | [x] | 9.4x | - | - | 13.8x | 14.0x | 0.0x | 0.0x | ||
| EV (@10%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 8.8x | - | - | 7.9x | 8.0x | 4.0x | 3.7x | ||
| EV (@12%)/EBITDA [current] | [x] | 8.2x | - | - | 12.3x | 12.3x | 0.0x | 0.0x | ||
| EV (@12%)/EBITDA [fwd 1 yr] | [x] | 7.6x | - | - | 7.0x | 7.1x | 2.1x | 1.8x | ||
| Equity Value (NPV @6%) | [R$ k] | 98,152 | 89,703 | 187,855 | 132,514 | 46,566 | 194,498 | 47,075 | 420,652 | 608,507 |
| Equity Value (NPV @8%) | [R$ k] | 74,028 | 68,191 | 142,219 | 92,738 | 32,307 | 130,139 | 30,954 | 286,138 | 428,357 |
| Equity Value (NPV @10%) | [R$ k] | 55,712 | 51,549 | 107,261 | 61,832 | 21,309 | 80,808 | 18,649 | 182,597 | 289,858 |
| Equity Value (NPV @12%) | [R$ k] | 41,552 | 38,443 | 79,995 | 37,390 | 12,676 | 42,362 | 9,097 | 101,524 | 181,519 |
(Br = Pactual
Anexo I: Sistema de bandeiras tarifárias
Sistema de bandeiras tarifárias
Desde o ano de 2015, as contas de energia passaram a contar com o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que e indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. Cada modalidade apresenta as seguintes características:
✓ Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;
✓ Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01343 para cada
quilowatt-hora (kWh) consumidos;
✓ Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04169 para
cada quilowatt-hora kWh consumido;
✓ Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$
0,06243 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
Histórico das bandeiras
| Jan-15 | Vermelha | Nov-16 | Amarela | Sep-18 | Vermelha |
|---|---|---|---|---|---|
| Feb-15 | Vermelha | Dec-16 | Verde | Oct-18 | Vermelha |
| Mar-15 | Vermelha | Jan-17 | Verde | Nov-18 | Amarela |
| Apr-15 | Vermelha | Feb-17 | Verde | Dec-18 | Verde |
| May-15 | Vermelha | Mar-17 | Amarela | Jan-19 | Verde |
| Jun-15 | Vermelha | Apr-17 | Vermelha | Feb-19 | Verde |
| Jul-15 | Vermelha | May-17 | Vermelha | Mar-19 | Verde |
| Aug-15 | Vermelha | Jun-17 | Verde | Apr-19 | Verde |
| Sep-15 | Vermelha | Jul-17 | Amarela | May-19 | Amarela |
| Oct-15 | Vermelha | Aug-17 | Vermelha | Jun-19 | Verde |
| Nov-15 | Vermelha | Sep-17 | Amarela | Jul-19 | Amarela |
| Dec-15 | Vermelha | Oct-17 | Vermelha | Aug-19 | Vermelha |
_BIG Pactual
| Jan-16 | Vermelha | Nov-17 | Vermelha | Sep-19 | Vermelha |
|---|---|---|---|---|---|
| Feb-16 | Vermelha | Dec-17 | Vermelha | Oct-19 | Amarela |
| Mar-16 | Amarela | Jan-18 | Verde | Nov-19 | Vermelha |
| Apr-16 | Verde | Feb-18 | Verde | Dec-19 | Amarela |
| May-16 | Verde | Mar-18 | Verde | Jan-20 | Amarela |
| Jun-16 | Verde | Apr-18 | Verde | Feb-20 | Verde |
| Jul-16 | Verde | May-18 | Amarela | Mar-20 | Verde |
| Aug-16 | Verde | Jun-18 | Vermelha | Apr-20 | Verde |
| Sep-16 | Verde | Jul-18 | Vermelha | ||
| Oct-16 | Verde | Aug-18 | Vermelha |
| Verde | 24 | 38% |
|---|---|---|
| Amarela | 12 | 19% |
| Vermelha | 28 | 44% |
| Meses | 64 | 100% |




























































