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Projetos Lida

(Br

Pactual

RELATÓRIO DE DILIGÊNCIA TÉCNICA

TDD ALBURY - DIVERSAS UFVs - 06 .20

JUNHO DE 2020 VERSÃO 00


SUMÁRIO

ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS ......................................................................................... 5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 6 2 OBJETIVO......................................................................................................................... 6

  1. METODOLOGIA DOS TRABALHOS ..................................................................................... 8 3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA ........................................................................................... 8 3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES ................................................................................................. 9 3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO .......................................................................................... 9
  2. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO................................................ 9 4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1 ............................................................ 9 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 12 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 13 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 17 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 19 SISTEMA DE MEDICAO DE FATURAMENTO ............................................................................ 20 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 20 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 20 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 20 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 21 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 22 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 23 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 26 4.2. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 2 - UFV MOC2 .......................................................... 28 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 29 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 30 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 34 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 37 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 38 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 39 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 40 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 41 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 43 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 44 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 45

PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 49 4.3. USINA DE SOLO - VISCONDE DO RIO BRANCO - UFV VRB................................................. 50

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 51 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 52 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 59 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 62 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 62 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 64 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 64 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 66 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 67 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 69 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 70 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 75 4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL................................................... 77

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 79 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 81 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 81 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 81 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 81 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 81 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 82 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 82 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 83 4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES.................................................................... 85

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 86 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 87 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 93 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 95 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 97 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 97 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 98 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 99 PARECER DE ACESSO E CUSD................................................................................................ 100 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ......................................................................................... 101


3.2.19 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS ........................ 104 4.6. USINA TIPO ROOFTOP - DIVERSAS LOCALIDADES............................................................ 105

  1. PLANEJAMENTO FINANCEIRO ...................................................................................... 108
  2. OPERACAO E MANUTENCAO........................................................................................ 111 6.1. ESTIMATIVA DE CUSTOS PARA O&M ............................................................................ 112 6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES ..................................................... 112 6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS ............................................................................... 113
  3. MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES................................................................................... 114 7.1. RESULTADOS ............................................................................................................... 114
  4. CONCLUSÃO ................................................................................................................ 116

lmeng

3 Projetos Liga

ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS

Neste documento serão utilizadas as seguintes abreviações e acrônimos.

CONSULTORA ou LMENG: Refere-se a empresa contratada para realização do descritivo de operação e manutenção - nomeadamente a empresa LMENG Engenharia Ltda.

CCD: Refere-se ao contrato de compartilhamento da transmissão. Documento firmado entre as empresas geradora e a distribuidora acessada de forma a regular a relação entre elas para aprovação de projetos e implantação de empreendimentos em suas instalações.

Companhia/Geradora: Refere-se a empresa detentora do ativo de geração considerado como escopo de diligência. Dentro dos contratos pode ser nomeadamente a SPE ou a empresa com razão social referenciada nos documentos, que seja o objeto alvo deste documento.


1 INTRODUÇÃO

O BTG como investidor no setor elétrico do Brasil contratou a LMENG Consultoria para a realização de diligência técnica de diversos ativos em fase de construção, de propriedade da empresa ALBURY PARTICIPAÇÕES .

A LMENG foi responsável pela análise técnica do ativo através da verificação de documentações técnicas em escritório, avaliação dos equipamentos informados através de memorial descritivo e solução utilizada, análise da produção de energia considerada a partir de dados secundários emitida pela Companhia, avaliação das estruturas contratuais e planejamentos de construção e término de desenvolvimento de cada usina, dentre outros aspectos. Também coube uma avaliação da exequibilidade do empreendimento dentro dos prazos mencionados pela Companhia.

Eventuais riscos e possibilidades de desvio frente ao planejado são apresentados dentro do corpo do presente relatório de forma a subsidiar discussões entre as partes.

2 OBJETIVO

O objetivo deste relatório é o de levar a cabo a avaliação técnica (aderência do empreendimento as condições executivas projetadas e em desenvolvimento) e de geração de energia das diferentes usinas fotovoltaicas apresentadas pela Companhia ao Banco em regime de minigeração distribuída. Estas usinas se dividem em 2 grupos: usinas instaladas no solo e usinas instaladas em telhados de galpões industriais.

De forma a organizar as instalações dentro do presente documento, optou-se pela divisão em 2 partes: a primeira envolvendo a análise completa das usinas instaladas em solo e a segunda com as usinas instaladas em telhados - usina tipo rooftop.

Todas as instalações serão abordadas e ao final do relatorio uma análise de CAPEX e OPEX de forma integrada dos ativos será feita, usando como base os referenciais de mercado para instalações deste tipo. Eventuais riscos de variações quanto a parte financeira e outros associados a celebração dos contratos, no que tange e parte técnica serão abordados em uma matriz especifica para esta finalidade.


Este documento refere-se ao relatório de avaliação técnica com base no material técnico disponibilizado pela Companhia e conhecimento da empresa de consultoria neste tipo de empreendimento.

O relatório tem como objetivo fornecer as seguintes informações para a avaliação:

  • Principais pontos de atenção e análise dos fatores que resultem em necessidade de adequação ou contingenciamento por parte da empresa que irá avaliar a compra e realizar o devido acompanhamento.
  • Verificar as condições de construção em comparação com os documentos contratuais, a fim de rever quaisquer problemas ou potencial de risco.
  • Comentar quaisquer pedidos de variação ou contestações de partes envolvidas analisando sua validade e necessidade, onde for aplicável e se existirem.
  • Análise dos documentos regulatórios e sua suficiência para o atendimento aos requisitos de empreendimentos desta natureza.
  • Verificação das condições de regularização fundiária dentro do material apresentado
  • Verificação das condições de informação/parecer de acesso junto a distribuidora.
  • Mapeamento de riscos e sua mitigação.
  • Atualização de licenças e documentação regulamentar que permitam a implantação e operação contínua do empreendimento.

Todo o material de suporte utilizado para emissão do opinativo técnico será fornecido como parte integrante e anexa do relatório e as considerações da Consultora estabelecidas ao longo do presente documento.

Os riscos potenciais são apresentados juntamente com os respectivos graus de importância e, para os casos com preocupação média e alta, ações de mitigação são sugeridas.


3. METODOLOGIA DOS TRABALHOS

Para a realização dos trabalhos em questão foi realizada a partir da adjudicação da Consultora, a elaboração de uma lista de documentos necessários, estabelecendo também um grau de prioridade para o recebimento do material. Foi definido o sistema de troca de informações através de correspondência eletrônica, e um repositório criado pela Companhia (Google Drive) onde a Consultora teve acesso as informações.

Os trabalhos foram desenvolvidos considerando etapas distintas, a saber:

3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA

Nesta etapa foram coletados os dados para elaborar a análise independente da geração de energia, na região e em específico na usina objeto do estudo. O time engajado para a execução da certificação da geração da energia, considerou a localização da usina, bem como o arranjo e projeto de disposição dos módulos fotovoltaicos e demais componentes (tais como inversores, rastreadores etc.).

Todas as instalações foram visitadas e reportadas através dos relatórios técnicos que fazem parte do anexo 1 deste documento.

A coleta de dados teve como base:

  • Dados e informações fornecidos pelo investidor, como localização e dimensionamento das plantas;
  • Informações públicas obtidas a partir de pesquisa nos órgãos governamentais;
  • Levantamentos de dados secundários de registros internacionais de dados Solarimétricos;
  • Recebimento de informações a partir de lista de documentos solicitados pela Consultora e disponibilizadas através de link na nuvem;
  • Troca de e-mails com a empresa detentora do projeto
  • Recebimento das invoices de componentes

  • Contratos e propostas para realização de serviços que estão pendentes nas instalações.
3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES

De posse dos documentos solicitados a empresa, foi feita a avaliação do projeto básico, equipamentos considerados, layout de disposição da usina, redes de média tensão e ponto de conexão no sistema considerado.

Estas análises servem para embasamento e elaboração do opinativo da Consultora a respeito do partido técnico adotado pela empresa geradora.

Também foram feitas as análises de documentos intercedentes, tais como licenças ambientais, propostas e contratos EPC, contratos de arrendamento, contratos com a distribuidora, contratos e análise dos materiais elaborados pela detentora do projeto, no que tange ao empreendimento e suas interfaces, assim como os projetos disponibilizados.

3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO

Com o término da análise foi feita a consolidação dos dados resultando no presente documento, somando-se também as análises financeiras e os relatórios de todas as visitas em campo realizadas.

4. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO

A descrição completa do empreendimento foi realizada a partir do levantamento das informações recebidas notadamente os memoriais descritivos e informações apresentados pela Companhia.

4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1

O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Montes Claros 1, também chamada Northenergia com capacidade nominal de 3000kWp e limitada a capacidade de transformação em 2,5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:


Consutorta Projeto

As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Montes Claros e o layout, assim como a cabine de medição.

Caos

Mins

Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade

GERAGCAO DISTRIBUIDA ALBURY

Localização da planta fotovoltaica - referência dentro da propriedade arrendada


Lay-out básico da UFV

As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento no trecho da rodovia que é asfaltada estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta.

A UFV MOC 1 está localizada a aproximadamente 18 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 7km de estrada não pavimentada na área rural. No trecho que corresponde a estrada não pavimentada na zona rural é necessária uma sinalização para o empreendimento devido as bifurcações até o local da obra, assim como uma melhoria em alguns trechos com aterro/ compactação e alargamento da via para que possibilite a chegada de equipamentos ao local da obra.

Não foram iniciadas atividades de obra nestas instalações até o presente momento. Pela visita em campo realizada, percebe-se que a área deve ser preparada para o início das atividades, envolvendo detalhamento executivo necessário, bem como desenvolvimento dos projetos considerando em especial os projetos de drenagem superficial da planta, dada a condição natural do terreno.


Consutorts Projetos Lita

UFV MOC 1 - condição natural do terreno

Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 13,8kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da CEMIG. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Foram identificados também pedidos para alteração do traçado da rede até o ponto de conexão de forma a permitir uma redução da estimativa de custos juntos a distribuidora.

Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia. Eventualmente alguns itens podem ser alterados em projeto executivo pelas empresas de projeto, os quais a Consultora não teve acesso, uma vez que estes ainda estão sob execução e alteração.

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:

  • Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
  • Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)

lmeng
  • Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
  • Sistemas de controle, proteção e operação da planta
  • Sistema de Medição de Faturamento

ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO

Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.

No caso deste empreendimento, o projeto executivo está em fase de detalhamento para que as atividades de obra sejam iniciadas. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.

Pelo levantamento apresentado pela Companhia de componentes considerados para esta usina já são módulos de 405W e com tecnologia diferente dos aplicados nos outros projetos.


Projetos Lisa

1- DO

11 © presente contrato tem por objeto prestagho de serviqo de fornecimento dos seguletes materials:

a

a) Para UFY 7.407 painis solares HT de 405 Whats. b) Para UPY ds Serra: 3.783 painés solares HT de 405 Whats.

8 tapecerica

©) Para a UFV Paulinia de 2.350 paindis solares HT de 330 Whats.

©

Para UFV VRB: 2.424 solares HT de 330 Whats.

a

©} Para Northenergia: 3 MW de estruturs Mesilics Galvenizada Goomax, tonforme projeto de

8

sina apresentado.

fl Pers UFV da Serre: 1,532 MW de estruture Goomax,

8

da using apresentado, gl Para UV Unhares: 1,350 MW de estrutura galvanizada Goomar, conforme projeso ds

a

sina apresentado. 1h) Inversores de G0Kw, modelo BNTOBOKTL, 380v, da marca

81

tambeém, de toda logistics ne transporte dos referidos materials até pomo

e o

de montage,

2-DO VALOR DO CONTRATO DE PAGAMENTO

E

21 O valor deste contrato ¢ de RS 13.005.073,00 (treze mihBes, cinco mil setenta trés reals)

¢

descrimenados da seguinte forma:

Para UFV Northenergia; 7.407 paindis solares HT de 405 Whats no total de RS 4,614.500,00

a

b) Para a UFV Itapecerica da Serra: 3,783 painés solares HT de 405 Whats no total de RS 2.357.000.00

Para UFV de 2.380 painéss sclares HT de 330 Whats no total de RS 1.147.000,00

a «

df Para UFV VRE: 2.424 painess solares de 330 no 10tal de R$1.168.368,00

a HT

©) Pars UFV Northenergia: MW de estrutura Galvanizada Goomax no total de

a 3

f) Para UFV itapecerica da Serra. 1.532 MW de estrutura Metdlica Galvan izada Gocman no total de

a

R$432.255,00

11 Pars UFV Linhares: 1 350 MW de estruturs galvanizads Goomax no total de RS 389,000,00 h} 81 Inversores de 60Kw, modelo BNTOSOKTL, tnfasico, da marca Afore no total de R$1.671.700,00 1 Custos de logistica (importacio, desembarago transporte até ponto de montagem| no total de

€ ©

RS 4

/

Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo monocristalino, com potência de 405Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156M-405. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.


Consutoris Projetos Liga

MULTIWAY+

HT72-156M-C

HT72-156M(V)- C

385W/390W/395W/400W/405W

Engineering Drawing Electrical Characteristics


Fv Te)

a -— a

em

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1 Sway wi

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Mechanical Characteristics

HA

1

TTY jon rt Ma 1 gt

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T WC Comat

1

Temperature Characteristics

To ie

IV Curves

Warranty

|

Tom

Te -

n

Information Box

ESS =

Características dos módulos de projeto considerado


Consutorta Projetos Lisa

Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.

BNTOS0KT

DC (W)

Power

Max DC (V)

Voltage

Vorage

1

MPPT OC Voltage Range (V)

Start DC (V)

up

Max DC Curent (A)

of

Number MPPT Tracker

Number of OC (sed)

Connections

Output ACY

Max (W)

AC Power

AC (W)

Nominal Power

Max (A)

AC Current

AC (A)

Current AC Voliage (V) 230M00

AC (Hz)

Nominal frequency

Power Factor Output current

THD <a%

Max Efficiency

98.80%

MPPT EMcency 00.00%

Safety and protection

Standard

EMC Standard

ENIEC ENS1000-3

Art standing

(General information.

Dimensions (WH'D)

(mm)

Endosure REO

Weight

(kg)

Power consumption at Night (W)

«

Tempecature Range

0% ~ 100%

Transtormeriess

Communication WIFI GPRS (Optional)
/ / /

Concept fan

Intelligent

Nose Emission (a8) «<5

(shove ses loved Up 4000m dersting

0

Bee os ©

mz cn UL1547


Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.

Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.

A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.

Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.

Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.

Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.

ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS

SUBESTAÇÃO COLETORA

Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.

Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.

Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão


concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.

Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada do transformador elevador, um de saída para a linha de 13,8kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.

Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda da planta. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.

REDES ENTERRADAS

Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação deve ser definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas. A Consultora entende que estes itens devem ser seguidos e fiscalizados em campo, conforme o projeto disponibilizado.

SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO

Foi informada a subestação de conexão para a planta - SE MONTES CLAROS 2 de propriedade da CEMIG. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da CEMIG quanto a possibilidade de acesso.


Consutorta Projetos Lisa

MEDIA TENSAO

1.1 OBRAS DE MT

RESPONSABILIDADE CEMIG: km da coordenada 23626560-8186013

distibuicdo real para condutor

Mancbras em equipamentos

|relocagao de equipamentos Chaves, Religadores

Obras de responsabifidade

2.72 km da coordensda

distribuicio para rede prolegida condulor

coordenada 23-6261438154809; 336 CAA: Construgao oe 0,34 km

Religadores Microprocesaados (Panto

625235:8156276,

monofisico 25° auste 2'2C

coordenada 23-631531.8157287. 6281008155508, para atendar NOTHENERGIA LOCADORA DE EQUIPAMENTOS. FAZENDA MONTES CLAROS. Rural. Montes Claros.

[Minas Gerais. Coordenada 23-630980:8161671 de rede de dstribuicio

pars condutor em 2.07

a coordonada 23-626115:8154837; de rede do

335 CAA: Instalagdo de 03 Religadoras

23.626467:8156150 E 20-627804.8155916; 02

382559 ¢ 15659; 13, de coordenagio da 1:

manobras.

@ Construgiio de rede de datribuigio protegida condutor 3¢15048.5 em

23627651

23.6255238156203 a coordenads de rede

J#15049.5 em 2.59 km da coordenada 23625227 8156274

a

de rede de dstribuiciio aérea rural em 17.8 km para

Oe rede de distribuicao rural condutor 170mm? 336 CAA: Insialacao oe 02

coordenada 23-6309758151585 e coordenada 23-630929.6161589

de coordenaco am 07 equipamentos Aber chave 26171 23-

chave lusivel por flaca coordenada 23-632532:8160806. Religador

by-pass elo 15T coordenada 23-632532:8160896, coordenada

chave faca 26048 coordenada 23-6315318157287; Instalar trifasico

chave repetidora 195868 por chave lace coordenada 23-

GD 2.500 kW SE-3.2 500 kVA (NS 1120480566 £ 1122075837), de

a pecido

1.2 OBRAS DE ALTA TENSAO

AT

|Adequactes

MCLD-215.

|Demais na SE MONTES CLARDS 2 visando conexdo da UFV NORTHENERGIA no

a

no EVT de Alta Tensio, em anexo

SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.

O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Todo o projeto deve ser desenvolvido a partir do avanço executivo das instalações.


lmeng

Projeto

A Consultora não teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que devem ser previstas para a sua devida concepção quanto ao sistema.

SISTEMA DE MEDICAO DE FATURAMENTO

A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão CEMIG, pode-se utilizar as cabines de referencia para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.

ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. Dada a proximidade da mesma, quanto ao raio de atuação, a Companhia informou que a estação será instalada na planta adjacente - UFV MOC 2.

Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.

ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora não teve acesso a produção de energia referente a UFV MOC 1. Embora a posição seja muito próxima da usina de MOC2 não se pode afirmar e concentrar o mesmo ganho de energia para esta planta. Este item será colocado como pendencia para que a Companhia disponibilize o documento.

Tão logo seja disponibilizado, o relatorio será revisado englobando tal documento.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora não teve acesso a qualquer documento de licenciamento ambiental disponibilizado para esta diligência. Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. No entanto se faz necessário obter a licença ou o certificado de dispensa de licenciamento, bem como a autorização de supressão vegetal para o empreendimento. Este processo necessita ser diligenciado de forma a evitar atrasos no cronograma de implementação da planta.


Consutorta Projetos Lisa

Em reunião realizada com a Companhia, foi informado que tal documento teria prazo para emissão para 2ª quinzena de junho/20 .

Foi disponibilizada pela Companhia a anotação de responsabilidade técnica - ART

de Téonka - ART CREA-MG

du du de 1977

7 dezembro

Minas

de ¢ de

Via Profissicesl 11

ART 14202000000005910200 de Obra ou Servico

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ANDRE MMIALHAZS 10 NASCIMENTO

ENGENIEIN we

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WORTRERERGIA AG JO

AB-102 Co MONTES

pro

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OF

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Coens

370M

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DE PRIVADO

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a NORTHENERGIA, bem como o instrumento para a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S .A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.

CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL AURAL E OUTRAS AVENGAS

De um lado,

Maa Furtado Queirns, wava, do tar, do CFF

Esparcio Furtado Queirar, brasiles, agricultor, divordiado,

povtador do CPF 608 357 566 08; Franco Rogério Furtads Queiros, soltel
authnamo, portader do CPF 73731129604 Romulo furtado Queiros,
Sando senarade Furtado Queiroz, do professor, partador da CPF 216 013.297 686-51,
fesidentes sesta cidade de Montes Estado de Nena

£0 putro,

NORTHENERGIA Locadora de Equipsmentos Ltda. du dirsito privade,

empresa 31.384397/0001-90, sede na Pra. Manos! jou, Apt,

com 100 102 530

Jos, Montes nests atn pelo seu Sr. Marcio

s6cio

Abas CPF

das Virgen, casado, (CORECON 7668), portader do 757 307 086 33,


Consutorta Projetos Liga

CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL RURAL

FROMITENTE ARRENDADORA: NORTHENERGIA Consultoria

empresa de com sede nn Pea. Manoel José,

Wi Jost, Montes neste alo

des (CORECON 7008), do CPF

© Assessoria

24

100 104 Hairro
pelo seu séeio

casado, §

denominada

PROMITENTE ARRENDATARIA: ALBURY PARTICIPAGOES SA.,
Juridica de prvady, com N" 20.006.613/0001-80,
1300123070, com enderego Av, mn Cetilio Vargas,

Funcioniirios, Helo Hodsonte MO, CEP 30112020,

de RODRIGO parcial de ANDRADE BOTELHO, bens, administrador de
02/05/1963, portador dn C1 MG 935.06 expedida
163.006.356-00, residente © Rus 4

101, Carmo, CEP: 30.310-760, doravante ARRENDATARIA,

NIKE

¢

of 446, sake 601,

por seu

o

casado sab

wos

¢

pela CPF/MF
Passa tempo, n°. 245
Tek MG,

Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia .

PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.

PARECER DE ACESSO

Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, pode-se considerar como disponível. Reitera-se a necessidade de compromisso de execução de parte das atividades para o reforço na estrutura de distribuição de energia.


lmeng

Consutoria Projetos Liga

Matorial

as 147;

MEO AS

1321.189.87

[Valor da Obra de MT: Li} 2.783.601.21

Ercango 96 Ua A

Outras Comig D G0 700 500.47

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Participngao Finmnceirs da MT.

Db fit} 915.560 80

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Financeira do Cliente 18.459,

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Valor da Obra AT 0.175.00

de Resoorsablkiade du (EAD; 48.228 77

Outre Gemig

da Comig D - AT:

Participacao Financeirs

do

na 10.488. 2

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[Participagso Cliente AT:

Desta define-se financeira das

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Outras Panicipagdes FinanceCemig 88 do LH AS Li} AT |
Financera Cine Obra 935.068 83

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du do Chie go Cowie Li] AY |

IO Clentn pagar: vine nove mi sessenta cinco reas oferta Inés cantavas;

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de do Cente.

Segundo a Companhia, foi obtido um orçamento para realização da obra junto a empresa homologada junto a CEMIG. Desta forma o prazo poderá ser cumprido sem problemas adicionais. Quanto ao custo o valor de ressarcimento encontra-se limitado ao exposto no parecer de acesso da CEMIG - no valor de 1.954MM

CUSD

Quanto ao contrato do uso do sistema, encontra-se disponível e para a potencia total AC da planta.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.


Consutorta Liga

Quanto aos módulos e equipamentos foi informado que as minutas são as mesmas de outros empreendimentos e que estavam em fase final de assinatura aguardando liberação de recursos para avanço.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC

A Consultora teve acesso a propostas para execução dos serviços de EPC e Obras Civis (DELTA ENERGIAS) e para a execução das atividades de rede de distribuição (MBA Construtora). As propostas, quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.

Os valores encontram-se abaixo:

7 VALORES

t OF OBRA (DurentosE MATERIALS oitenta CIVIL mi reais)

e

ESTUDOS &

L,

R$60.000,00 (Sessenta ANAGEM mil reais) DREN

TERRAPLARAGEM 10.640 1m) R$18,00= (Cento oitenta quatro mil,

x «

quarenta resis)

114169.000,00 DA

EXECUGAG DRENAGEM sessenta e

(Cento e nove mil reais)

TOTAL: R$693.140,00 (Seiscontos noventa tris mil, conte

= »


Consutorta Projetos Liga

  • 7.1: USINA FV

R$540.000 (Quinhentos quarenta mil reais)

e

RESUMO DA UFV 3,0MW:

do Canteiro de Obras 4% R$ 21.600,00
Dutos e Caixas 10% R$ 54.000,00

terramento da UFV 6% R$ 32.400,00

Montagens das Mesas fixa 20% R$108.000,00

nversores Combainers 10% R$ 54.000,00

Cabos Solar 4% R$ 21.600,00
abos CA e MT Modulos FV 6% 20% R$ 32.400,00 R$108.000,00
QGBT/Trafo/Cubiculo 10% R$ 54.000,00
7.1.10: Cabine de 10% R$ 54.000,00

4 7.2: PROJETOS ELETRICOS DA UFV

R$40.000,00 (Quarenta mil reais)

7.2.1 7.2.2

~

Inicio dos Projetos Elétricos UFV

=

Entrega dos Projetos Elétricos UFV

50% R$20.000,00

50% R$20.000,00

R$580,000,00 (QUINHENTOS E OITENTA M11 REAIS)

Para o caso da rede de distribuição e reforços:

Vv S SERVICOS: O valor global dos servigos propostos é de RS 3.250.00,00 (Trés milhdes duzentos cinquenta mil

reais).

CONDICOES DE PAGAMENTO

Os servigos contratados serdo pagos da seguinte forma, faturamento direto de progetos de MT, AT © diretamente pars a NORTHENERGIA saldo sera pago da segwinte forma; Entrada contratual valor de RS 325.000,00 na assinatura do contrato;

no

na

209% do saldo contratual aprovagio dos projetos AT;
20% do saldo na dos projetos MT,
504% do saldo conforme medigdes;

10% do saldo contratual apos a CEMIG receber os servigos de MT;

A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento. Devem ser firmados os contratos assim como


nos outros empreendimentos para garantir a execução das atividades dentro dos prazos estabelecidos, que serão apresentados no próximo item do relatório.

OUTROS CONTRATOS

A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:

  • Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
  • Empresa para execução de O&M
  • Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.

PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se em período inferior a 180 dias.

A rede de distribuição e os reforços CEMIG montam em 180 dias também. Desta forma é adequado afirmar que o prazo previsto para execução deve ser em torno de 180 a 210 dias em função da necessidade de fechamento dos contratos e importação dos módulos para realização das atividades.

Abaixo são apresentados os compromissos de prazos apontados pela DELTA ENERGIAS e pela MBA Construtora para realização das atividades.

Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e inicio de obras de terraplanagem e drenagem.


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PRAZO DE ENTREGA

180 Vint) shins és

execuclo, podendo ser acrescida os dias

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Consutorta Projetos Liga

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DOS PRAZOS:

9

90 dias

Estando todos os materials da do escopo no local da obra.


Consutorta Projet: Liga

4.2. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 2 - UFV MOC2

O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Montes Claros 2, também chamada Norsol com capacidade nominal de 3000kWp e limitada a capacidade de transformação em 2,5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:

As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Montes Claros e o layout, assim como a cabine de medição.

Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade

As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 2 está localizada a aproximadamente 16 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 3km de estrada não pavimentada na área rural.

O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria são boas, devendo ser dada uma atenção maior a erosão na região noroeste da planta.


Lay-out básico da UFV

A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.

Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 13,8kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da CEMIG. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Foram identificados também pedidos para alteração do traçado da rede até o ponto de conexão de forma a permitir uma redução da estimativa de custos juntos a distribuidora.

Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA

Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:

  • Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)

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Consutorta Projetos Liga

  • Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
  • Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
  • Sistemas de controle, proteção e operação da planta
  • Sistema de Medição de Faturamento

ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO

Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.

No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.

Urv moc 1

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|

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|

O parque possui 9072 módulos fotovoltaicos de 330Wp, resultando em uma potência de 2993kWp e 2520 kWac instalada.

Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.


HIGHWAY.

Engineering Drawing

Projetos Liga

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HT72-156P

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Temperature Characteristics x -

Warranty

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Características dos módulos de projeto considerado

Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas


Consutoria Projetos Liga

diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.

Max DC Power (W) 60000 20
Max DC Voliage (V) 1000
1000
Rated Recommended Vorage (V)
| 20
200-550
MPPT OC Voltage Range (V) 20-950
Start up DC
(V) 20
Max DC Current
4 0x)
Number of MPPT Tracker 3 3
Number of OC Connections (set)
Out AC) 12 12
Max AC Power AC W) Power (W) £5000 50000 08000 60000
Max AC Curent
(A) w
Nominal AC AC Curent (A) Violiage
Nominal (V) 210400
Nominal AC Frequency (Hz)
Power Factor om 08
Output current THD

as

Max 00%

Euro

MPPT 90%

Safety and

Safety Standard ENAEC

EMC Standard ENIEC 6000-6 ENST000-3

Art istancing Protecon

Intermal

Genweal information

(WH'D) (mm) 850 x 306

630%

RCO

Internal

Weight (kg)

Power comsumction at Night (WI

«

Temperature Range

25°C

~

0% 100% Tanstomeness

Communication WIFI Wed GPRS [Dptional)

/ /

Cooling fan

Intelligent cookng

Noise Emission (d8) <5

(stove ses ved) (1m) Up 10 4000m without

man un cis @ @ ww


Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.

Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.

A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.

Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.

Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.

Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.

A verificação realizada pela Consultora em campo identificou pontos de erosão no terreno, e principalmente a necessidade de execução do projeto de drenagem definitivo. Durante a visita foi informado que o projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV MOC 2, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão.

Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas.


Projetos

Lisa

us]

Características da erosão e carreamento de material encontrada em campo

ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS

SUBESTAÇÃO COLETORA

Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.

Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.


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Con: 3 Projetos Liga

Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.

Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada dos transformadores elevadores, um de saída para a linha de 13,8kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.

Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda da planta. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.

Foi localizado na planta o local onde será instalada a cabine de medição.

Local a ser instalada a cabine de medição

REDES ENTERRADAS

Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação foi definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as


lmeng

Consutoria

informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas.

Detalhes de canalização e aterramento

O sistema de aterramento também foi localizado em projeto e também durante as instalações em campo.


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3 Projetos Liga

Detalhes de estacas concretadas

A Consultora teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que foram identificadas como necessárias para a conclusão efetiva das obras civis e montagem eletromecânica das instalações.

SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO

Foi informada a subestação de conexão para a planta - SE MONTES CLAROS 2 de propriedade da CEMIG. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da CEMIG quanto a possibilidade de acesso.

SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.


lmeng

Consutorta Projetos Liga

O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Não foi localizado o projeto executivo de tais instalações, porem informado pela Companhia que o mesmo se encontra devidamente adquirido. No entanto, o memorial descritivo apresentado detalha as características técnicas do mesmo e estão em conformidade.

Apresenta-se na Figurald a arquitetura e prevista para o sistema de comando controle

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SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO

A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão CEMIG, pode-se utilizar as cabines de referência para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.

O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões CEMIG.


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ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. Dada a proximidade da mesma, quanto ao raio de atuação, a Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá UFV MOC1 e UFV MOC2


Não foi identificada a equipamento.

Consutorta Projetos

localização exata em projeto para a instalação

ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA

Liga

de tal

A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.

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Sistema acoplado a rede: Resultados

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Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.

Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao documento autorizativo ambiental.


Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.

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Consutorta Projetos Liga

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S .A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.

Ecomomista

PROMITENTE DAS VIRGENS, ARRENDANTES: MARCILIO casndo, RIBAS (COECON
portador do CPF 757392086.53, residents
domicilado na Poa Manoel José, 100 Bairro

Sio José, Montes Claros™G, denominados ARRENDANTE.

ARRENDATARIA ALBURY

PARTICIPACOES S.A. uridica de

empresa

com N° 026,61 ¢ NIRE A407

Virgas, 446, sala 601,

v.

Belo MG, CEP

RODRIGO

seu

LHO, brasileiro, casado wh o parcial de bens, sdmimistrador de empresas, wacide 020571963, portador du CT MG Asa)

wos

expedada pela CPF/ME 365.006.3564,

¢

domicilindo Rua Passa 07. 245 Apurtamerso 101

© &
Bare Carmo, denominads CEP. 30010-760, Belo MC
damyuste ARRENDATARIA,


Consutorta Projet: Liga

CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL RURAL

FROMITENTE ARRENDADORA: NORTHENERGIA

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PROMITENTE NORSOL ENERGIA B PARTICTPAQOES

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02/05 1963. de 80 445.003 expedida

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Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia.

PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.

PARECER DE ACESSO

Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, pode-se considerar como disponível. Reitera-se a necessidade de compromisso de execução de parte das atividades para o reforço na estrutura de distribuição de energia.

Os trabalhos foram realizados inclusive junto as empresas referidas para realização do reforço na rede.


Consutorta Projetos Liga

INSTRUMENTO PARTICULAR DE ACORDO
1130605933 QUE ENTRE SI DISTRIBUIGAO S.A E CONSCIENCIA LIMPA, COM A CELEBRAM A CEMIG
INTERVENIENCIA ELETRICAS LTDA. DA TENAZ CONSTRUGOES

CEMIG DISTRIBUICAQ SA, sociedade por agdes. subsididrla integral oa

como

Companhia energética de Minas Gerais, nscrita CNPIMF seb n® 06.981 com sede

no o

Belo Horizonte MG. Av. Batbucena, 1200, andar Al, Baio Samo Agostinho,

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denominads CEMIG D, ¢ CONSCIENCIA LIMPA Praga

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160 402 Centro MG CEP: 37.500-036 ONPJ: 10.801.635/0001-41,

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dovavante denominado CONSUMIDOR, Tenaz Construgdes Elétricas Lida, Rua R

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12689-128 CNPJ 19 828,787/0001-02, dorsvante denominada

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INTERVENIENTE-ANUENTE, representintes legais final nomeados assinados:

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Quanto ao contrato do uso do sistema, encontra-se disponível e para a potência total AC da planta.

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CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.


Consutorta Projetos Lisa

Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS .

CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC

A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços de EPC . O contrato quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica .

FICHA DE INFORMAGOES DO CONTRATO ORDEM DE SERVICO ("OS") 0026/2019

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Os valores encontram-se abaixo:

1 REFERENCIA DO

CONTRATO:

Poténcia a instalar: 2.500 KWp Cidade: Montes Claros Concessionaria: Cemig

Prazo de 30/08/2019 4 10/11/2019

Valor do Contrato: R$540.000,00

Além disso foi estabelecido um outro contrato com a DELTA ENERGIAS para a execução das obras civis:

VALOR DO CONTRATO £ DE PAGAMENTO

21 0 prego do Contrato de sete mil, mak

& «

doit centavos), incluindo materiais & mio de obra, pagos da seguints forma

w serem

a) no dia 10 de de 2020 b) na dia 10 de marco de 2020

¢) de abril de 2020

no dia 10

d) RS69.404,50 no dia 10 de mao de 2020

22 Oreferido pagamento

a) Instataclo do Cantelro de Obras 402%
b) das estruturas mesas 24.07% RS 66.830,40
c) Base dos Trafos/QGBT/Contdineres 682%
d) Guarta Cabine de Medigio R$ 14.49%

f) Cercamento Obras da 890 mts 37.84%

Estaclonamento 12 vagas 2,14%

~


Consutorta Projetos Lisa

Para o caso da rede de distribuição e reforços:

CLAUSULA DO OBJETO:

Conastue 30 presente com hase no de Acesso,

NS: 1117541523

de de de

datado 22 feversin 2019, descritos Construgio

km ta 8145064

13,8 kv na coordensds

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Rural, 1112841823 2.

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CLAUSULA SEGUNDA DO PRAZO DE EXECUGAO DAS OBRAS

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6 mi

A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos.

Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial.

OUTROS CONTRATOS

A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:

  • Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
  • Empresa para execução de O&M

  • Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.

PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se em período inferior a 180 dias.

A rede de distribuição e os reforços CEMIG montam em 180 dias também. Desta forma é adequado afirmar que o prazo previsto para execução deve ser em torno de 180 a 210 dias em um cronograma normal de atividades sequenciadas.

No entanto houve forte escorregamento das atividades de obra civil e montagem eletromecânica pela necessidade de disponibilização de recursos adicionais. Assim percebe-se que o cronograma inicialmente previsto não se concretizou, sendo necessária a injeção de recursos financeiros adicionais para compra de equipamentos (como string box, caixas de passagem, eletrodutos e etc).

Pelo acompanhamento de itens a serem comprados/pagos e entregues apresentados pela Companhia, a Consultora entende como sendo necessários ainda entre 60 a 75 dias de acordo com o esforço de montagem empenhado para operacionalização integral da planta a partir da liberação de recursos. Contam necessariamente neste período:

1 - Conclusão de montagem dos módulos

2 - Interligação dos módulos e string box

3 - Comissionamento dos cabos e estruturas

4 - Execução das estruturas de drenagem já apresentadas nos projetos.

Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem.


Projetos

Lita

4.3. USINA DE SOLO - VISCONDE DO RIO BRANCO - UFV VRB

O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Visconde do Rio Branco, também chamada VRB com capacidade nominal de 5488kWp e limitada a capacidade de transformação em 5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:

As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Visconde de Rio Branco e o layout, assim como a cabine de medição.

Minas 38230003

Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade

As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV VRB está localizada a aproximadamente 3 km do centro da cidade Visconde do Rio branco/MG.

O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria necessitam de atenção devido ao carreamento e a erosão do solo.


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Engenkariz Liga

Lay-out básico da UFV

A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.

Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 11,4kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da ENERGISA. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório.

Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA

Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:

  • Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)

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Consutorta Projetos Liga

  • Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
  • Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
  • Sistemas de controle, proteção e operação da planta
  • Sistema de Medição de Faturamento

ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO

Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.

No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.

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O parque possui 16632 módulos fotovoltaicos de 330Wp, resultando em uma potência de 5488kWp e 5000 kWac instalada.

Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.


HIGHWAY.

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Projetos Liga

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Características dos módulos de projeto considerado

Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas


Consutoria Projetos Liga

diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.

Max DC Power (W) 60000 20
Max DC Voliage (V) 1000
1000
Rated Recommended Vorage (V)
| 20
200-550
MPPT OC Voltage Range (V) 20-950
Start up DC
(V) 20
Max DC Current
4 0x)
Number of MPPT Tracker 3 3
Number of OC Connections (set)
Out AC) 12 12
Max AC Power AC W) Power (W) £5000 50000 08000 60000
Max AC Curent
(A) w
Nominal AC AC Curent (A) Violiage
Nominal (V) 210400
Nominal AC Frequency (Hz)
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Output current THD

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Max 00%

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MPPT 90%

Safety and

Safety Standard ENAEC

EMC Standard ENIEC 6000-6 ENST000-3

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Genweal information

(WH'D) (mm) 850 x 306

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Internal

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Temperature Range

25°C

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Cooling fan

Intelligent cookng

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(stove ses ved) (1m) Up 10 4000m without

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Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.

Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.

A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.

Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.

Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.

Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.

A verificação realizada pela Consultora em campo identificou intensos pontos de erosão no terreno, e principalmente a necessidade de execução do projeto de drenagem revisado, chamando pela Companhia de 2.0. A situação da drenagem nesta instalação é preocupante e deve ser dado o devido encaminhamento para a resolução e execução do reparo da terraplanagem e implantação das devidas estruturas de drenagem. As principais situações podem ser verificadas de acordo com as figuras abaixo:


Projetos Engenkariz

Consutorta Liga

Características da erosão e carreamento de material encontrada em campo

A situação foi provocada pela não existência de estruturas de drenagem na planta e também o forte período de chuvas do início do ano em MG. O impacto da condição atual é o de colapso das estruturas já montadas, inclusive da própria guarita da planta dentre outras obras civis já executadas.

Ao ser questionado sobre tal tema, a Companhia apresentou um plano e as propostas de empresas que irão implantar um novo projeto, além de recompor áreas que foram degradadas. A condição de reparo das estruturas é tecnicamente possível, mas deve ser feita com o devido critério de forma a não alterar as condições das estacas já instaladas. A partir da foto apresentada acima, bem como de outros materiais e registros Apontados no anexo 1, faz-se necessário um acompanhamento próximo das empresas que irão realizar tais serviços.


Consutorta Liga

A Consultora teve acesso ao projeto a ser implantado referente a drenagem. O croqui é apresentado abaixo:

O projeto apresenta uma serie de dispositivos para a drenagem, tais como bacias de dissipação, bem como sarjetas. A Consultora teve acesso aos memoriais de cálculo das contribuições dentro da planta para o dimensionamento da drenagem. A solução aplicada pela Companhia com diferentes instrumentos de contenção está adequada para a aplicabilidade em empreendimentos deste porte (vide imagem abaixo com a quantificação dos dispositivos). Sugere-se o acompanhamento em período posterior ao de chuvas para eventuais correções pontuais após a aplicação da solução apontada pela Companhia. A Companhia também apresentou laudos de engenheiros que atestam que com a execução da recomposição das áreas que foram demovidas e a aplicação do projeto de drenagem a solução irá se estabilizar.

A Consultora entende que o novo projeto apresenta um quantitativo maior de detalhes e soluções a serem aplicadas e reforça a necessidade de que seja refeita a composição do terreno através da terraplanagem em áreas com o uso de maquinas e na impossibilidade de alguns pontos, que sejam feitas as devidas recomposições


Liga

com o uso de mão de obra humana com equipamentos de compactação dedicados. Assim evita-se qualquer comprometimento das estruturas já instaladas.

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Usina Visconde do Rio Branco

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Belo Horzone, 28/05/2020

Barone Eng de CREA MO


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Projetos

A Consultora sugere também que este trabalho deva ser acompanhado por supervisor terceiro da Companhia ou Fiscalização proprietária de forma a garantir a adequabilidade da solução e também da execução da solução pelas empresas contratadas. No item especifico de propostas e contratos, serão apresentadas as soluções da Companhia para endereçamento das correções.

Quanto a montagem das estruturas, foram feitas algumas considerações dentro do relatorio de visita técnica - Anexo 1 - do documento. No entanto pode-se observar o alinhamento dos módulos já montados.

ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS

SUBESTAÇÃO COLETORA

Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.

Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.


Consutorta Projeto Liga

Especificagdo de Componentes saul Fotovolaico

Peso

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do Transformador 250000

Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.

Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada dos transformadores elevadores, um de saída para a linha de 11,4kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.

Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda do percentual de geração da planta ligado àquele equipamento. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.

REDES ENTERRADAS

Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação foi definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as


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Consutoria

informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas.

Detalhes de canalização e aterramento

O sistema de aterramento também foi localizado em projeto e também durante as instalações em campo.


A Consultora teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que foram identificadas como necessárias para a conclusão efetiva das obras civis e montagem eletromecânica das instalações.

SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO

Foi informada a subestação de conexão para a planta - SED VRB 2, de propriedade da ENERGISA. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da ENERGISA quanto a possibilidade de acesso. Foram apresentados inclusive o traçado de 3,1km entre a planta até o ponto de conexão.

SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica via web. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.

O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Não foi localizado o projeto executivo de tais instalações. No entanto, o memorial descritivo apresentado detalha as características técnicas do mesmo e estão em conformidade.

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO

A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão ENERGISA, pode-se utilizar as cabines de referência para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de


A

Liga

base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.

O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões ENERGISA.


ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.

ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.


Consutorta Projetos Liga

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VRE (60kw)

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| | | | | |

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Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1)

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Sistema acoplado a rede: Resultados principals Projeto : VRE Variante da simulacdo VRB 1 (60kw)

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principsts do sistema Ormntagdo do plana dos médulos Tipo de sistema Modelo de méduos No 3D scene defined, no 16° HT72-156P-330 17712

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Consutoria Projetos Liga

Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.

Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao documento autorizativo ambiental.

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1.1 Social: ANDRADE 12 1.3 ALBURY 5.4 1 29.026 Clow 1.5 SODNIGO ANDRADE

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no Anexo Unico Normativa COPAM 217/177

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Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.


Consutorta Projetos Liga

GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERALS

SECRETARIA DE ESTADO DE MEO AMBIENTE € DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

de Melo Ambieme

Supram

DECLARACAO DE DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Cenforme Caracterizagio do Empreendimento, empreendedor

na 0 RODRIGO AMOHADE

BOTELIO de

DICLARA, que © ALBURY 5.4, no municipio Belo Herlosts,

29.024 80, dw pelo ete

1

Segundo Irformacio do no de Belo no Estado de Mines

o

Goran, al) de:

Descrigho

[REALIZAR ATIVIDAGE DF CORTE E FORA PARA DESATERND COM DISPOSIGAD EM BOTA, FINS OF

I

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.


regerd pelas

Rural para Instalacho de Geradora de Energia

do lr de ou quaisauer divides, conforme certidlo de dnus datada de

2

correspondech (sels) hectares, cud sard destacaca nas

3

a 6

a memorial descritivo 6a area do do

2 ©

rede elétrica atitude Longitude 42.

a h

poligonal em

devendo mesmo ser pelo ARRENDANTE

0

Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia.


lmeng

3 Projetos Liga

PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão. No entanto foram apresentados todos os documentos de execução das implantações de rede e reforços necessários.

PARECER DE ACESSO

Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível. Os trabalhos foram realizados inclusive junto as empresas referidas para realização do reforço na rede. A empresa contratada para as obras foi a CELT, homologada pela ENERGISA para prestação de serviços desta natureza.

CUSD

Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta.


CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.

A situação deste empreendimento é importante destacar em função da necessidade de implantação dos trabalhos associados a execução da drenagem em seu formato definitivo, bem como a recomposição do terreno e terraplanagem para permitir a conclusão do empreendimento. Atualmente o empreendimento não se encontra concluído.

Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC

A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços de EPC. O contrato quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.


Consutorta Projetos Liga

FICHA DE INFORMAGOES DO CONTRATO ORDEM DE SERVIGO (“OS") N° 0025/2019

A empresa A ALBURY

privado, com sede

Bairro Funciondrios,

31.384.397/0001-96 RODRIGO ANDRADE BOTELHO, inscrito no CPF sob 0 n° 463.006.356- 00 e OSCAR MOURA VORCARO. inscrito

68 a seguir denominada

ENERGIAS LTDA,

Montes Claros

Centro, CEP 39400-075, inscrita Cadastro Estadual

CONTRATADA, neste ato representada Eron Souza Oliveira,

conformidade com os

PARTICIPACOES S/A, pessoa juridica de direito

em Belo Horizonte- MG a Av. Getilio 466, sala 601,

,

CEP: 30112.-020, inscrita no CNPJ sob o n®

neste ato representada por seus Socios, o Sr.

no CPF sob 0 n® 753.956.656-

CONTRATANTE: autoriza a empresa DELTA

pessoa juridica de direito privado, com sede em

MG, na rua Bardo Rio Branco, 302, bairro do n° 439 / sala

no CNPJ sob o n° 08.244.379/0001-97 e no sob o n® 001014789-00-12. aqui denominada

por seu Socio Administrador, Sr. inscrito no CPF sob o n° 784.415.796-87, em

termos Clausula 1incisos B Clausula 1.2;

¢

Dens dar To obra Ob

a

citado. obra esta denominada de VRB, localizada no Municipio de Visconde

do Rio Branco-MG. para de Mio de Obra de Instalagdes FV no

periodo de 20 de Agosto 2019 a 10 de Novembro 2019 obedecendo aos

padrdes tecnicos e as exigéncias descritas do Contrato conforme

da (s) Etapa (s) abaixo:

1 REFERENCIA DO CONTRATO:

* Poténcia a instalar: 5.400 KWp * (Cidade: Visconde do Rio Branco = Concessiondria: Energiza

Prazo de Execugdo: 20/08/2019 a 10/11/2019

Valor do Contrato: R$972.000,00


Projetos Liga

Consutorta Engenkariz

das Extruturas de Sok; Instalaches Eletricas;

* +

e povkionemento das e ¥ Separagiu organizicdo dos matersity;
¢ dm dos cabos (Ce CA;

Langamento

das es mata de € oldas

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dos Pulsin Fy:

dot dos Quadros de
dus PIN + Cole 0 dm

Ugaglies dos cabos MCE dos MT

CC ¢

da

doe « Catine de Madigho

Winhamesto panes

“ do sstera

Dado que houve a necessidade de paralização das atividades, foi refeita a proposta para continuidade dos trabalhos pela própria DELTA:

6 VALORES

4+ 6.1: USINA FV

INSTALACOES: R$900.000,00

6.1.1

CRAVAGAO DOS PINOS: R$ 50.000,00

6.1.2

E

6.1.3 PODA CAPINA: R$

(Novecentos mil reais)

(Cinquenta mil reals)

(Quatro reais) mil

20/08/10

.

20/08/19

20/04/10

7 CONDICOES DE PAGAMENTO:

ee

24

2

R$ 90.000,00 [PAGO)


RS130.857,00

RE

er

R$

R$150,000,00

R$ 25,000,00

(PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO)

20/06/20 74 R$137.095,33

  • Modiglo

20/08/20 9 Medico R$137,00%,33

  • —~

Liga

Além disso foi estabelecido um outro contrato com a empresa NENEM TRATORES para a execução da terraplanagem.

SONTRATO DE OF

§/A, de

406, ale 601, Rawr CONTRATANTE. Funconivos. Hel 385

prises,

com sade 1

CUP

sw

Varga, doravante

por stu

LTDA - EPP, de Divineua/ MG CEP

TRATORES na da Moegs, ans burs, cidade
00 CHE) sab 0. aged pelo 5000
3.546.000, 4.547 16, representada
Boseia, portator do CPF 528 938-1, Scravante denceninada CONTRATADO.

CONTRATO OF DE pois

Tm que =

1-00 ORIETO

11 © do 3 Frestagho de na sre

gor Me des de sus

7 Vinconde do NG

C0 1268 8 PICS Sta

111

de em Alanbrado sestnte

  • na pane superar Matar Tass oo mee dos len

Estrada [arte do men]

dal

para Soles

des

VALDN DO CONTRATE CONDICORES DE PAGAMENTO

DO |

deste contrato

2.4.0 € mil Que sagas em 03

valor ¢ de R$

VON 4

mi resi). 50.000,00

Bl RS

9

Para o caso da implantação do projeto complementar de drenagem, foi contratada a empresa em regime de escopo global - TEIXEIRA CONSTRUTORA. O prazo de execução compromissado pela construtora é de 60 dias.


Consatoria Projetos Engenkariz Liga

DO OBJETO DO CONTRATO

Clausula 1%, O presente tem como OBJETO a ca obra de drenagem

para de uma usina fotovoitaica na cidade de Visconde do Rio Branco/MG, de acorda com no da drenagem REV. 2.0 de da 2010 (tudo

conforme planta e planitha em arexo), Localizado na Rodovia MG 447,

esquina com

2 estrada Sant ana, Municipio de Visconde do Rio Branco/MG, matricula 22.885 do

Registro de Imoveis de Visconde do Rio Branco, Oficio do Cartério de Registro de

Iméveis de livre 2, de propriedade da Juridica Capoblango

pessoa

Imobilidrios LTDA.

Clausula EMPREITEIRA CENto vinte reais) Este valor

Primeira parcela

nove reais e

contrato,

parcela

Quarenta e nove reais

9%. Fica ajustado que o CONTRATANTE pacara & EMPRESA © valor total de RS 398.248,64 (trezentos e noventa e oito mil

e

referente a execuglio da primeira etapa da obra de drenagem, dividido da seguinte forma:

de R$ 127.439,6 (cento e vinto sata mil, quatrocentos e trinta sessenta centavos), sendo a primeira no ato da assinatura deste no valor de R$ 79.645,70 (Setenta mil, seiscentos

e nove a setenta centavos) na data oe 01/07/2020, no valor de R$ 47.789,80 (quarenta sete mil, setecentos

e

oitenta @ nove reais & oitenta centavos) na data de 01/08/2020,

Quarta parcela valor de R$ 31.859,90 (trinta

no e um mil, oitocentos e cinquenta

nove reals noventa centavos) na data de 01/09/2020,

Quinta parcela valor de R$ 31 859,90 cngquenta

no (trinta e um mil, o

€ nave reais @ noventa centavos) na data de 01/10/2020.

Sexta parcela valor de R$ 31.859,90 (trinta
no & um mil, citocentos e cinquenta
nove reais & noventa centavos) na data de 01/11/2020,

no valor de R$ 23.894 90 (vinte o trés mil, oitocentos e noventa

o

quatro reais e noventa centavos) data de 01/12/2020,

na

ORtava parcela valor de R$ 23,894,90 (vinte trés

no e mil, oitocentos e noventa =

quatro reais novents centavos) na data de 01/01/2021.

A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos. Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial.

Foram disponibilizados também outros contratos específicos para a instalação do bay pela ENERGISA, o contrato com a CELT para execução dos serviços de reforço e rede de media tensão para o circuito interligando a planta até a subestação da distribuidora, bem como serviços específicos - vigilância patrimonial. Estes contratos


encontram-se em conformidade quanto aos valores e as condições típicas de prestação de serviços.

OUTROS CONTRATOS

A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:

  • Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
  • Empresa para execução de O&M
  • Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.

PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 45 dias para execução da terraplanagem, 60 dias para execução dos serviços de drenagem e os itens associados a conclusão de montagem eletromecânica da planta. (90 dias), estando o material na planta.

As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo:


DA ETAPA Terraplanogem da Cota Obras de Drenogens e de pantos

|

1a

1

lmeng

Consutorta Projetos Liga

8

08/08 20/07

6

08/06 20/07

Montagens das infios ¢

da rua principal 30

20/064 10/07

cota

« dos Pinos do Cota

24/06 4 25/07 Inclinada

e instalogdes dos

25/066 25/07

Mesas fixas da Cota inclinoda

Montagens dos Modulos do

Cota 10207 25/06 25/07

¢ dos

Quadros QGBT,

Transformodores, Cubiculos ¢ 05/076 23/07

de

Cabine

(angamento dos Cabos

Cabos de CA Cados de MT 05/07a 30/07

e

com conexbes ¢ testes das cobos

e langamenta

de Comunicagéo e para 28/070 28/08

Sola de Controle Conteiner na

@

Os prazos apontados pela Companhia são mais agressivos que os estipulados contratualmente com as empresas. Desta forma sugere-se que um prazo adequado após os materiais em obra - de 140 dias - para conclusão efetiva de recuperação das áreas e energização. A planta pode vir a ser energizada até 1ª quinzena de setembro de 2020, como proposto acima, no entanto, provavelmente as atividades de


compactação e correção de terraplanagem não terão sido concluídas, inclusive com o plantio de grama para retenção maior do solo.

Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.

4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL

O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica a ser instalada em Itapecerica da Serra. Esta usina tem dimensionamento para 1532kWp e 1,5MW.

Esta usina encontra-se dentro da cidade de Itapecerica da Serra e as áreas alocadas para ela estão adequadas para a execução do empreendimento.

PLANTA DE LOCALIZACAD Estrada de Sho Vicente, Potuvera, tapecerica da Serra

Acessa pelo da Rod BR-116

A Consultora não teve acesso aos projetos executivos do empreendimento, tais como layouts e diagramas elétricos. Dentro do planejamento de execução, os prazos de liberação das licenças e início das atividades são apresentados abaixo:


Consutorta Projetos Liga

LENG AS

FONDA, |

0 BAR AEXECUTAR ESTRUTURAS

AEXCUTAR AGO

ESTRUTURAS DE

AEXCUTAR

AERECUTAR |

INFRA CARDE

LANCAMENTO DOS | EXCUTAR

A

CABOR CCE CA

AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020

COMBSIONAMENTO DA USINA

Dado que o planejamento se encontra para a construção da planta em um período de 90 dias. A análise propriamente dita da viabilidade destes prazos e das responsabilidades contratuais associadas estão dentro do item especifico do presente relatório.

Figura 1 - Local a ser instalado a Usina Solar Voltaica de 1,5 mW de capacidade

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Figura 3 - Local a ser instalado a Subestação

A planta encontra-se em fase de início de atividades aguardando as liberações e dispensas ambientais.

Esta usina se conectará na instalação da distribuidora, localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da ENEL SP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório, dado que não foram disponibilizados materiais associados a esta planta. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina.

Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA

As estruturas que serão consideradas para o fornecimento da planta não foram totalmente disponibilizadas em projeto. No entanto, pela analise do contrato de fornecimento especifico dos equipamentos apresentados pela Companhia, a Consultora retirou o excerto dos principais componentes considerados:


lmeng

Consutorta Projetos Liga

1- DO

8 O presente contrato objeto prestacho seevico tem por a de de formacmento dos

a) Para UFV 7.407 salares HT de 405 Whats,

a Northenetgia:

bj Pars UFY apecerica di Serra: 3.783 solares HT de 405 Whats,

&

| Para a UFY de Ratiba; 2.380 painés solares HT de 330 Whats,

e

d) Para UFY VRB: 2.424 solaces HT de 330 Whats.

a

Para Northenergiz: MW de estrutura Metilics Gahvarizada Goomax, conforme profeto da

3 3

1 Pars UPY Rapecenica da Serra; 1.530 MW de estiutura Metdlics Galvaeizada Goomas, conforme

da using apresentado.

8! Para LFV Linhares: 1,350 MW de estrutura galvanaada Goomas, conforme projeto da

&

ine spresentado,

hI 81 Inversores de 60Kw, madelo BNTOSOKTL, 380v, da marca Afore,
12 de montagem. também, de toda 2- DO VALOR DO CONTRATO £ na importagiic transporte dos referidos materials descritos até ponto e o DE PAGAMENTO

© valor deste contrate € de RS (reve milhdes, cinco ds rewls)

©

descriminados da seguinte forme:

Para UFV Neethenergia: 7,407 painds solares HT de 405 Whats total de RS 4.614.500,00

no

Is) Para UFV Itapecerica da Serra: 783 paindis solaces HT de 405 Whats no total de #5 2.357.000,00

a 3

©) Para UFV do Itatiba: 2.380 painéis solares HT de 330 Whats so total de #5 1.147.000.00

i @

Pars a UFV VRE: 2424 painéis solures HT de 330 Whats no total de 368,00 Para UFY Northenergia: 3 MW de estrutura Metilica Galvasizada Goomax no total de 450,00

a

f) Para UFV tapecerica da Serre: 1,532 MW de estrutura Metdlica Galvanizada Goomax mo total de

a

Para UFV Linkares: 1.350 MW de metilica galvanizada Gooenax no total de RS 389.000,00

a

81 de 60Kw, modelo 380v, total de R51.671.700,00

da marca Afore no

1 Custos ge logistica até ce no total de

@ ©

R$ 378.800,00 4

Desta forma pode-se considerar como as condições de estrutura fixa e uso dos painéis, de 405W, assim como a estrutura apresentada para a UFV MOC 1 (Northenergia).

Eventualmente podem ser alteradas algumas condições, dado que estes componentes ainda não foram comprados pela Companhia.

Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:

  • Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
  • Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
  • Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema

  • Sistemas de controle, proteção e operação da planta
  • Sistema de Medição de Faturamento

ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO

De acordo com a situação do projeto em desenvolvimento, a Consultora entende que as mesmas premissas que foram utilizadas nos demais projetos, deverão ser seguidas neste empreendimento.

Como não teve acesso aos projetos, que serão elaborados a partir da formalização da contratação das empresas, a Consultora sugere que sejam seguidas as mesmas premissas de projeto que os demais ativos.

ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.

ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA Não foi disponibilizado documento com certificação de energia para a planta.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL Em fase de emissão, segundo a Companhia. A Consultora não teve acesso ao referido documento. No entanto, por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Não foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A.


PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados conexão.

Consutorta Projetos

os devidos documentos para comprovar os temas de

PARECER DE ACESSO

Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível.

CUSD

Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia foi observado apenas uma proposta elaborada pela empresa MINERA para a execução dos serviços com prazo de 90 dias.

SERVICOS TECHICOS DE MONTAGEM ELETROMECANICA

DE USINA SOLAR COM POTENCIA DE 1532 KW (INTERIOR

DE SAO PAULO - EMEL )

DESCRICA0

Serviges Técnicos

VALOR UNITARIO

RS 180,00

| QUANTIDADE (KW)

1532.00

|

VALOR TOTAL

RS 275.760.00

A Consultora entende que o prazo de 90 dias somente poderá ser obtido se todos os componentes já tiverem sido disponibilizados para a montadora. Alia-se a isto o fato da necessidade de cabine de medição padrão da concessionaria.

A Consultora entende que o prazo em um cenário conservador para a obtenção das atividades é de 150 dias. A montagem do empreendimento de 1,5MW não deve ser o problema para atingimento dos 90 dias propostos pela empresa de EPC. No entanto, a cadeia de suprimentos deve ser o caminho crítico para a execução do empreendimento.


OUTROS CONTRATOS

A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:

  • Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
  • Empresa para execução de O&M
  • Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.

PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 90 dias praticamente para a execução das atividades, após a chegada dos materiais.

As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo:


Projetos

Consutorta Liga

IN MINERA ENGENHARIA LTDA ME

thorn S51 Sunk -

55 ot 001

CRONOGRAMA DE OBRAS

ENEL

Status DATA

AN BY

TIRRARENAGEN | AEXECUTAR

FONDA, BAR |

0 AEXECUTAR ESTRUTURAS

AEXCUTAR AGO

ESTRUTURAS DE

AEXCUTAR

AERECUTAR |

INFRA CARDE

LANCAMENTO DOS | |

AEXCUTAR

CABOS CC ECA

AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020

DA USINA

Desta forma sugere-se que um prazo adequado para conclusão dos serviços de 150 dias.

Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.


4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES

O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Linhares, com capacidade nominal de 1354kWp e limitada a capacidade de transformação em 5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:

As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Visconde de Rio Branco e o layout, assim como a cabine de medição.

Linhares ES

Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade

As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV Linhares está localizada a aproximadamente 14 km do centro de Linhares/ES.


Consutoria Projetos Liga

Não há via de acesso interno na planta, as estruturas com os módulos foram instaladas muito próximas da cerca e dos cubículos de alvenaria em que estão instalados os inversores.

Lay-out básico da UFV

A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.

Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em através da tensão da concessionaria de 220V - trifásico. A UFV é formada por 18 unidades de geração conectadas a rede elétrica da EDP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório.

Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.

ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA

Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:

  • Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
  • Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
  • Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
  • Sistemas de controle, proteção e operação da planta

Consutorta Projet: Liga

  • Sistema de Medição de Faturamento

ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO

Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.

No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.

UFV Linhares

Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada 1354 kWp 1080 kW
Equipamentos. Marca/Modelo Poténcia
Médulos Fotovoltaicos Estrutura HT72-156P-330 330 Wp)

Solar group 342

Inversores

Afore BNTOGOKTL 60 kw| 18

Transformador

Ideal Transformadores 80 kVA] 18

Nome para Registro: EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A

do Sistema conectado rede Fabricante modelo médulos 568

dos

§

Quantidade Total de moduios fotovoltaicos 2s

de wba por Fein (string) id

am

Nimeros do (strings) am paralelo per n

de

Namero Total Sleiras (strings)

Fabricante dots)

AFGIE

Medals dels) TL

Paténcia Nomad Total 60000 W Quantidade de Inversares i Fabricante modelo estruturs de K2 SYSTEMS

Cabo Solar CC. (entre médulos ¢ nversar]

Fabricante cabo CA. inversor quadio geral/medidor)

«

» Schneider Electric Fabricante modelo dirjuntares

Finder Finder Fabricante modelo OPS (C.A)

Data de de de 3030

01

30 de Margo de 030 Data do


Consutoria

Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.

HIGHWAY

Server Choe For Mighes

Engineerir i

45W/ 350W

Características dos módulos de projeto considerado


Consutorta Projetos Lisa

Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.

BNTOS0KT

DC (W)

Power

Max DC (V)

Voltage

Vorage

1

MPPT OC Voltage Range (V)

Start DC (V)

up

Max DC Curent (A)

of

Number MPPT Tracker

Number of OC (sed)

Connections

Output ACY

Max (W)

AC Power

AC (W)

Nominal Power

Max (A)

AC Current

AC (A)

Current AC Voliage (V) 230M00

AC (Hz)

Nominal frequency

Power Factor Output current

THD <a%

Max Efficiency

98.80%

MPPT EMcency 00.00%

Safety and protection

Standard

EMC Standard

ENIEC ENS1000-3

Art standing

(General information.

Dimensions (WH'D)

(mm)

Endosure REO

Weight

(kg)

Power consumption at Night (W)

«

Tempecature Range

0% ~ 100%

Transtormeriess

Communication WIFI GPRS (Optional)
/ / /

Concept fan

Intelligent

Nose Emission (a8) «<5

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lmeng

Consors Pro

Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.

Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.

A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.

Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.

Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.

Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.

O projeto de drenagem da UFV Linhares não foi apresentado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV Linhares, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão.

Os módulos instalados na UFV Linhares não apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Diante da situação apresentada e com a informação de serão que trocadas as estruturas de suporte/fixação, é de suma importância o cuidado e controle adequado de como serão removidos e acomodados os módulos para que não sejam danificados. Além do que em alguns módulos em função dos perfis da estrutura terem sido instalados sem o devido alinhamento e como os módulos foram torqueados com a estrutura torcida é possível que tenham surgido cracks,


Consutorts Projetos Liga

microfissuras nos módulos. As estruturas utilizadas não são adequadas para a instalação em solo. Faz-se necessária uma

Antes dos módulos serem reinstalados com as novas estruturas adequadas para usina de solo deve ser realizado o ensaio de eletroluminescência, no qual é possível detectar problemas físicos nos módulos que não são visíveis a olho nu como cracks, microfissuras.

Em algumas regiões da planta da UFV Linhares foi possível verificar que módulos e perfis de uma estrutura foram instalados de maneira que estão fazendo um sombreamento em módulos nas estruturas adjacentes.

A situação deste empreendimento é a necessidade de uma completa adequação para padrões de um ativo de geração de energia.

Segundo a Companhia, tais ações foram realizadas de forma emergencial para não se perder o tempo do Parecer de Acesso e atendimento ao cliente final, a Rede Pague Menos S.A.


Consutorta Projetos Lisa

No entanto, a Consultora desaprova a instalação realizada e sugere a realização de um plano de adequação das unidades de geração para o atendimento a critérios de projeto que irão garantir a continuidade do ativo dentro do prazo de vida útil.

A Companhia apresentou um estudo realizado junto a empresa de EPC para realizar as adequações e inclusive um plano para sua execução.

adaptagio UFV- LINHARES -ES

Delta Energlas, por meio dose que

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de infracaruters.

PROPOSTA DE EXECUCAO DELTA ENERGIAS

Devido 20 sombeeamento pelos eacaliptos, foi necessirio expandic adres disponibilizada da para que todos modules fotovoltaicos fossem utilizados.

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0 novo layout traz revisio do projeto onde using foi colocada onentagio norte para

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aproveitar melhor eficiéncia.

PROPOSTA DELTA ENERGIAS
[ TOTAL 220 14 104
= 3 4

06 de

Figura Proposts aduptaie.


firacha dos

8 de d

Devem ser realizadas todas as atividades e desenvolvimento adequado dos projetos de terraplanagem, drenagem e concretagem das estruturas para garantir sua estabilidade de longevidade.

A Consultora sugere também que este trabalho deva ser acompanhado por supervisor terceiro da Companhia ou Fiscalização proprietária de forma a garantir a adequabilidade da solução e também da execução da solução pelas empresas contratadas.

Quanto a montagem das estruturas, foram feitas algumas considerações dentro do relatorio de visita técnica - Anexo 1 - do documento. No entanto pode-se observar o alinhamento dos módulos já montados.

ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS

SUBESTAÇÃO COLETORA

A solução apresentada consiste na conexão diretamente na tensão 220V trifásica da concessionaria, utilizando a ligação direta dos inversores no transformador e por conseguinte na rede elétrica. Essa solução pode ser observada na figura abaixo, com as varias cabines de inversores ligados a rede elétrica.


Consutorta Projeto

Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.

I]


lmeng

Consutorta Projetos Liga

4.2.3.1 REDES ENTERRADAS

Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. Isso será preconizado no projeto a ser desenvolvido.

SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO

A Consultora teve acesso aos sistemas e diagramas da EDP e a conexão consiste no fornecimento direto do medidor para a unidade de consumo. Sendo assim, o sistema a ser fornecidos pode ser representado como a estrutura abaixo:

|

moe

O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões ENERGISA.



Projetos

Consutorta

ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação equipamento.

Liga

de tal

ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.

Nova variante da samulagio

resultados procipais

GlobHor | DiffHor | Gibine | EAmy mm

Fevereiro Ve eas 155.0 50.50 me re nn Whim? 152 Km? 153 “ue. Mah x28 2087 2007 oar 08%
Margo Malo 155.6 1257 5.0 noe 20 161.2 1.2 "ay wa ary wo 2148 os 0855
Junho nm 30 341 083 ase
une 02s a0 an 23 mr mes ose:
nea ne 240 124 ase
Agosto Setembro. Has 714 557 B49 ns Me ura m7 ss "2 Tes wr 40 067 0862
Novembro Dezembro 154 1513 186.1 S048 136 x8 me w2 m7 1840 1987 LA) m0 2048 os
Ano 02826 20 1814 1682.1 148.7 1566 2 072 23299 nNs

Legendas: GlobMor globe dara AM

Dice

Energia 00

Tae na rede

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global 10 dos Rufio de

Clothe PR performance)

Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1)


PVSYST V6.80 | Albury SA (brazil) Pagina 214

Sistema acoplado a rede: Resultados principais

Projeto : PM Espirito Santo Variante da simulagdo: Nova variante da simulagio Parbmetros principals do sistema Tipo de sistema No 30 scene defined, no shadings

do

plano dos médulos 20° asmute 0°

Modulos FV Modelo MTT2-156P-330 db From 130Wp
Grupo FV de midulos Modelo 4104 BNTOGOKTL Prom fot Prom 1354 50.0 kW ac

Sateria de inversores de kW ac

Nimero uridaces 177 Prom 1060

Exighncias 60

consumidor Carga (recs) Resultados principals da

do sistema Energls produzida 2299 MWhiano Prod especifica 1451

indice de performance (PR)

(por do

PR)

Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.

Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.

Outro ponto importante é de que o índice de PR apontado considera um número total de geração. Deve-se atentar que estão sendo consideradas neste caso 18 unidades de geração para atendimento a rede cliente.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao protocolo do documento autorizativo ambiental.


Projetos

Consutorta Liga

Exteno

Procedéncia: ©

Chave WEB:

Assunto:

ALBURY PARTICIPACOES S.A DCP DEPARTAM ANUENCIA MUNIC. USO DO SOLO

ATIVIDADE DE USINA DE GERAGAO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA P/ FINS DE LIC.

021712/2019

Hora: 15:11:33

OF CONSTAUCAD es gov bri)

P/ E OCUPAGAO

AMBIENTAL

Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto . As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de promessa de compra e venda das quadras onde foram instaladas as usinas. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.

CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA VENDA

DO LOTE: POLO EMPRESARIAL VIO LINWA SUL |

RESUMO

04 Lote. 06

Promitente Vendedars

1 S.A. juries de no

wb N° 16226 6k, na Aus Jose Sala 1335,

com

5 WIS. por de

SA. pact

2 ALBURY com br, (WF

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39.738, ¢ 39.742, 100 do


Consutoria Projetos Liga

PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.

PARECER DE ACESSO

Foram disponibilizados os pareceres de acesso das 18 unidades de geração consideradas dentro do empreendimento.


Consutorts Projetos Liga

Formulirio de solicitagho de acesso pare microgeragia distribudda com

superior

4 10 kW ca UC:

Cédign Cane: |
da LIC: Titular Wares |

BR 10

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cv:

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com 250002940

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Teletone | Telular 20

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© | sendmento 70 Tipo de Worafasea Sho

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Tipo de ramal |

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0 Edlica 0 quatficada Cura

C1

26 de margo de 2020

Empreendimentos Pague Menos 5/A

Rod BR 101, 6 Bebedouro

Linhares/ES

29300-001

Assunto: Parecer de Acesso Geragiio Distribuida

Refardncia: Nota de Servigo 45003473176

Prezado(a) Senhor{a),

Atendendo a solicitagdo de informamos que estamos liberando para futura conexdo o

projeto de geragdo distribulda referente ao padrdo de entrada de energia que recebemos para

andlise no dia 25/03/2020.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.

A situação deste empreendimento é importante destacar em função da necessidade de implantação dos trabalhos associados a execução das correções e implementações nas estruturas que hoje estão alocadas no solo.


Consutorts Lita

A Companhia apresentou orçamento para execução de tais serviços, refletidos no documento abaixo.

Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS.

CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC

A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços e também da proposta da DELTA para a realização dos trabalhos de correção e implementação do layout em condição definitiva das estruturas e módulos. A proposta apresentada pela DELTA quanto a abrangência de escopo, contempla as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.

  1. VALORES DO £5COPO:

MOMILIZACAD DA ENGENHARIA DELTA

6

#$18.000,00

62 LEVANTAMENTD

£3 ENSAIO

£4 Of TERRAMANAGEN

45 PRONTO OF DRINAGEM

65 DOS DE INSTALACOES

DE DESMONTAGENS DAS

67 ESTRUTURAS DAS UNAS SOLO

13

68 DOS £ DA FUNDACAD, GAS.

#$6%.000,00

69 -EXECUGAD DE MONTAGENS DAS 14

ESTRUTURAS DF MESAS DAS SOLO FINO

810 EXECUCAD DAS

SUBTIRRANEAS DUTOS

EXECUCAD DAS MONTAGENS DOS MODULOS FV

S11

DAS 1 USINAS

612

S13 nos DOS DE

MENTOS

OC AC COM DOS MODULDS IV;

CONEXDES R$30.000,00

DAS DAS

STRINGS,

QUADROS CA £ JADROES ENERGIA;

Gia GLOBAL PARA AS ORAS CIVIL DC

CERCAMENTO E CONCRETAGEM DAS ESTACAS:

¥


Consutoria Projetos Liga

DELTA

mil reais)

TOTAL GLOBAL: R$736.000,00 (Seiscentos Trinta e Sete

  1. CONDIGOES DE PAGAMENTO:

74

=

72-29 MEDIGAD 73-30 MEDICAQ

R$245.333,33 R$245.333,33 dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos. Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial e o contrato para a construção dos padrões (18) da concessionaria, incluindo as obras civis e montagem.

A

SEAVICOS SEREM PRESTADOS: COSTRUCAO DE 18 PADROES DE ENERGIA

MONTAGEM E MATERIAL PARA EXECUCAD

WAC DE DOBRA PARA VIA PERFURATRIZ

ENCAMINHAMENTO EDP DE SOLICITAGAO PARA

  • DE FIXAGAO DE

TRIFASICO E LIBERACAQ DE CARGA DE ENERGIA PARA O ENDEREGO

CONFECCAO DE ART" S PARA PROTOCOLAR JUNTO A CONCESSIONARIA

OUTROS CONTRATOS

A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:

  • Empresa para execução de O&M
  • Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.

Consutorta Projetos Engenhariz Liga

3.2.19 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 62 dias úteis para execução do escopo.

DELTA 18 USTNAS PRAZO DE 83 BIAS

EXECUCAO

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|

2407020 30/7/2020

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{ 45 | 2407/0320 13/08/3920

20 CONCRETAGEM OF ESTACAS

fies sales dus 604 tren 1

|

| 004 | |

3

| | |

mince 11/0803030

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DOS MODULOS SOLARES

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As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem.


Desta forma sugere-se que um prazo adequado após os materiais em obra - de 90 dias - para conclusão efetiva de recuperação das áreas e energização. A empresa apresentou um plano de trabalho que é competente para a conclusão dos trabalhos.

Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.

4.6. USINA TIPO ROOFTOP - DIVERSAS LOCALIDADES

Um outro conjunto de ativos disponibilizados pela Companhia foi o grupo de usinas de geração do tipo rooftop - interligadas em telhados de galpões industriais. Este conjunto de usinas será tratado no relatorio de forma conjunta, dada a similaridade de suas aplicações, soluções e situação de avanço.

Todas as instalações, sejam operacionais, em montagem, ou em projeto foram visitadas pela Consultora, que pode elaborar um opinativo acerca das práticas e métodos aplicados na concepção, montagem e instalação das usinas. Todo o detalhamento de cada uma delas pode ser encontrado no Anexo 1 do presente relatório.

Os principais pontos de atenção associados a este tipo de empreendimento referemse as metodologias de montagem, de forma a garantir a vida útil dos módulos e a correta fixação das estruturas. Alguns cuidados devem ser tomados pela empresa de montagem tais como:

  • Evitar deixar estruturas de fixação sem módulos até o final
  • Acomodar os cabos elétricos abaixo dos módulos de forma a evitar forte exposição a irradiação solar
  • Proceder com as fixações das estruturas de suporte até o ponto de torque completo, de preferência com ferramenta de precisão.
  • Evitar locar/instalar módulos em áreas de sombreamento causada por arvores ou formações naturais

Consutorts Lita

Quanto a solução elétrica, vale o arranjo proposto na usina e representado abaixo:

UMFLAR BASCO

Este arranjo deve ser adequado quanto ao número de módulos e inversores para cada usina, mas a representação dele para todas as instalações desta natureza podem ser aplicadas.

Podem existir particularidades quanto a forma de conexão em cada uma das distribuidoras (cabines para alojamento dos medidores), porém sem alto nível de complexidade.

De forma a garantir a síntese do conjunto de usinas e deixar explicitada as soluções conceituais elaboradas pela Companhia, a Consultora irá elaborar uma matriz para cada usina considerando todos os tópicos cobertos nos capítulos associados as usinas de solo.


USINAS STATUS SOLUÇÃO TECNICA
GRU 1 & 2- 0,8MWp GRU 1 EM CURSO GRU 2 EM CURSO SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
SOROCABA 0,4MWp EM CURSO SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
PAULINIA 0,7MWp NÃO INICIADA SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
ATIBAIA 0,2MWp EM CURSO SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
ITATIBA 0,2MWp NÃO INICIADA SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
ITAJAI 0,7MWp EM CURSO SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS
CASCAVEL 0,4MWp CONCLUIDA SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS

lmeng

Projetos Lida

ACESSO A GERAÇÃO DE CONSIDERAÇÕES CONSULTORA

EPC DISTRIBUIDORA ENERGIA

OK SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais

para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA

OK SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais

para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA

SEM SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais INFORMAÇÃO para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA

SOLICITADO SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais

para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA

SEM SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais INFORMAÇÃO para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA

OK SIM Atentar para as condições de reparo já apontadas e que geraram a necessidade de retrabalho ANDROMEDA/MINERA

OK SIM Sem pontos adicionais ANDROMEDA/MINERA

MAPA DOS CRONOGRAMAS DAS OBRAS

PADROES ANDROMEDA PADROES

MINERA EPC DELTA EPC LOUSAVAR ALUMAR

INICIO DATATERMINO | | DATATERMINO | DATAINICIO | DATATERMING | DATAINICIO | | DATAINICIO | TERMINO

DATA DATA

NORSOL 20/jul

05/fev

NORTHENERGIA VRB LINHARES 01/nov 15/jun 20/set 09/jun 20/jun
GRU 1 10/jun 30/jun abr/20 30/jun
GRU 2 20/jun 30/jul 15/jun 15/set
ITAJAT 01/jul 15/ago
CASCAVEL 05/@n 30/jun 27/mai 23/jun
PAULINIA 01/jul 25/ago 15/jun 15/ago
[TATIBA 01/jul 25/ago 10/jun 30/jul
ATIBAIA 01/nov 30/iun 01/ago 15/jun
SOROCABA 01/nov 30/jun abr/20 30/jun
ENEL 01/jul 30/set 15/jun 15/sat

Lida

Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance. Normalmente não se instalam estações solarimetricas neste tipo de empreendimento.

Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.

5. PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O planejamento apresentado pela Companhia foi analisado a partir dos seguintes documentos:

  • Notas Fiscais de recebimento e pagamentos dos equipamentos importados
  • Planilhas com os itens pendentes de compra e fornecimento para cada usina
  • Planilha de arranjos entre usinas realizados pela Companhia
  • Planilha integral dos valores pendentes por usina para conclusão.

O documento apresentado pela Companhia segue transcrito abaixo:


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Consuhoria Projetes

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Os numeros diferem dos recebidos como CAPEX pelo BTG, que são apresentados abaixo:

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De forma totalizada e em conversa com a Companhia os numeros divergem pelo seguinte motivo:

  • Diferença a maior de 1MM de reais para implementação das correções na UFV Linhares

2p Lida

  • Alteração da taxa cambial - incialmente considerada junto ao BTG de 5,8 R$/USD e atualmente considerada como 5,2 R$/USD

Deve-se acompanhar a planilha a partir do totalizador dos valores para conclusão, dado que a Companhia executou organizações e alocacao de paineis e materiais em diferentes instalacoes e os numeros individuais não irão necessariamente estar na ultima versao perante o arquivo recebido pelo BTG.

Frente aos valores aqui apresentados, a Consultora tem como parecer:

  • Os valores apresentados para conclusão das obras encontram-se adequados aos orcamentos recebidos que comprovam as necessidades de realização dos serviços.
  • Os racionais para realização do CAPEX dos empreendimentos estão adequados aos patamares de mercado, sejam nas usinas de solo quanto nos patamares de rooftop ( 3,8MM/MWp)
  • Há evidências atraves das visitas em campo dos serviços ainda a serem executados.
  • Quanto ao valor de CAPEX, encontra-se enquadrado em projetos de geração distribuída e tamanho previsto.
  • Deve ser verificado o desembolso conforme as necessidades individuais de cada projeto.

Todos os documentos e planilhas com os itens necessarios para serem comprados e concluidos encontram-se no Anexo 2 do presente relatório.


Consuhoria Projetes Lida

6. OPERACAO E MANUTENCAO

A Operação e Manutenção da usina deste porte deve ter o seu formato de execução muito similar ao modelo de mercado e as práticas realizadas para empreendimentos similares já em operação.

Foi recebido da Companhia a planejamento de OPEX para o projeto. O BTG apresentou o plano de OPEX considerando O&M e outros custos. A planilha apresentada pelo BTG considera:

30 mW 0 “ol emo ume nme

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an FLAS IIR

Os principais itens relacionados a O&M de empreendimentos desta natureza consistem na cobertura completa das atividades, operação remota do ativo e correto fluxo de consumo de sobressalentes.

Este conjunto de atividades, permite, uma vez superada a fase de inercia dos componentes principais (chamada de "curva da banheira dos equipamentos") garantir a adequabilidade e taxa de decaimento de geração dos módulos e da planta conforme planejado.

CURVA DE DEGRADAÇÃO DOS MODULOS

A curva de degradação natural dos módulos envolve a variação de geração na medida da vida útil dos materiais em questão. Ressalta-se que deve ser realizado acompanhamento e atuação integral de manutenção destas placas referentes a potência de forma a garantir que a curva de degradação destas seja consistente com as demais consideradas nas plantas. Caso contrário, pode-se ter uma inversão da atuação de tais itens, já que os custos de implantação e manutenção destes módulos são considerados na geração da energia efetivamente comercializada do empreendimento como um percentual adicional, onerando o OPEX calculado.


Lida

6.1. ESTIMATIVA DE CUSTOS PARA O&M

Uma estimativa de custos para o O&M de empreendimentos deste porte, leva em consideração os valores de R$/W. Dada a consideração de diversas usinas com entrada em operação próximas, e para facilitar a análise comparativa, a Consultora elaborou um texto comum a todos os empreendimentos para os valores de OPEX.

Para plantas menores de 10MW de potência instalada, os valores médios considerando soluções onde a empresa prestadora, realiza todos os serviços pode ser dada por uma razão de 65.000 reais/MWp por ano. Para plantas, estilo rooftop, admite-se uma variação da ordem de 15%, dado que uma série de itens são compartilhadas com a própria estrutura da empresa/galpão onde está instalado o sistema (como vigilância, por exemplo)

Neste valor deve ser englobado todos os custos, com serviços, peças, seguranças, seguros operacionais e eventuais contratos específicos.

Os valores apresentados pela Companhia estão dentro destes patamares em conjunto, dado que provavelmente serão usadas estruturas comuns para atendimento e sinergia entre os ativos.

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O custo associado a Linhares está muito alto em função da necessidade de montar uma estrutura especifica para o atendimento, dado que são os únicos projetos na região. No entanto os demais encontram-se em patamares adequados.

6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES

Não foi localizado dentro do material disponibilizado as condições de garantia e de performance dos equipamentos considerados na ilha de geração, notadamente os módulos. Porém em


Consuhoria Projetes Lida

pesquisas realizadas pela Consultora quanto a garantia de geração dada pelo módulo pelo período de 30 anos.

Advanced surface

Treatment lower

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design

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resistance

PIO Resistant

6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS

Deve ser criada ou considerada uma área para acomodação das peças sobressalentes, não prevista no projeto básico analisado pela Consultora.


Os itens sobressalentes podem ser divididos em 2 partes: equipamentos maiores, tais como módulos e inversores. O outro grupo é equipamentos menores, tais como fusíveis, reles de proteção, placas eletrônicas, fontes de alimentação e equipamentos de comunicação.

A Consultora entende como correta tal medida e evita situações de degradação acelerada de componentes, tais como módulos, em virtude da alocação ao tempo.

7. MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES

A fim de proporcionar uma identificação explícita do potencial variação, uma matriz de risco foi desenvolvida considerando vários pontos de análise, os quais foram avaliados pela Consultora.

Como o empreendimento encontra-se em estágio de pré-implantação, os riscos de construção estão disponíveis e devem ser endereçados Companhia, além dos riscos de compra e chegada dos equipamentos de forma a manter a cadência de execução dentro do planejamento realizado.

Cada requisito analisado foi classificado de acordo com o grau de importância (alta, média ou baixa), e as considerações da Consultora são colocadas ao lado de forma de endereçar uma forma de resolução.

7.1. RESULTADOS

Os requisitos avaliados com nível de importância estão listados na tabela a seguir, onde também ações mitigadoras são indicadas para os riscos apontados.


feng.

ITEM RELEVÂNCIA Pontos de atenção / riscos IMPACTOS RECOMENDAÇÃO
Variação cambial Alto Variação cambial em função de crise e pandemia associada ao COVID-19 Aumento da parcela do empreendimento custeada em dólar, essencialmente os módulos, inversores e racks. Concluir a negociação comercial através de Notas de procedimento, ou lastreamento financeiro da moeda
Atrasos em função da indústria chinesa Alto Dado o impacto do COVID-19 na fabricação chinesa, pode-se ter redução das atividades fabris desta região. Atraso na chegada dos módulos e demais equipamentos que são importados deste país Acompanhar o cronograma de fabricação e no caso de atrasos de fabricação, verificar o impacto na alteração do módulo.
Acompanhamento do cronograma de execução Alto Dada a concorrência de atividades envolvendo a Companhia, deve-se considerar a necessidade de acompanhamento próximo para evitar atrasos na execução dos diferentes empreendimentos Atraso na entrada para operação dos empreendimentos Acompanhamento próximo pelo cliente e engenharia dos proprietários exigindo a apresentação dos recursos de forma independente pelo lado do EPC para tratativa dos empreendimentos
Execução das atividades em VRB Alto Necessidade de realização do trabalho de terraplanagem e implantação do projeto de drenagem com a planta já parcialmente montada Necessidade de retirada de estruturas ou danos aos equipamentos já montados Acompanhamento de fiscalização independente e uso de força manual em pontos críticos levantados e apontados no relatorio técnico de visita pela Consultora
Parecer de Acesso Médio Pendente emissão do informe de acesso pela distribuidora para as plantas não iniciadas Atrasos no início das atividades com risco de atendimento do prazo. Risco de variação de não haver viabilidade na conexão; Verificar junto ao EPC e/ou desenvolvedor qual estratégia será seguida.
Estudo Hidrológico Médio Não foi verificado estudo hidrológico nos projetos disponibilizados. Pode impactar no dimensionamento das drenagens do empreendimento e gerar variações no CAPEX previsto. Confirmar junto a empresa de EPC que isto está sendo considerado.
Sobressalentes Médio Não foi verificado equipamentos sobressalentes na documentação disponibilizada. Não foi previsto no projeto básico a construção de ambiente coberto para acondicionamento de peças. Alto tempo de recomposição do ativo em caso de defeitos. Desgaste acelerado de componentes em virtude de exposição a intempéries. Confirmar junto ao desenvolvedor como está sendo considerado este tema. Prever no CAPEX estas rubricas.
Sistema de Proteção de Descargas Atmosférica Médio Não foi verificada a instalação do SPDA nas instalações a partir dos projetos disponibilizados Possibilidade de queima de equipamentos e indisponibilidade da planta de geração Instalação dos componentes sobre a área do supervisório, cabine de medição e estruturas da planta, se houverem (skid)

8. CONCLUSÃO

A análise identificou a situação atual de desenvolvimento das diferentes plantas fotovoltaicas, a sua execução, gestão e planejamento de conclusão, bem como os pontos fortes e pontos de atenção, além das ações apresentadas através de uma matriz de risco.

Em relação a execução do empreendimento, a Consultora verificou uma serie de não conformidades associadas especialmente aos projetos de VRB e Linhares, que tem impacto na condição geral do ativo, bem como na sua segurança. A Companhia apresentou planos para recuperar e montar os ativos de forma adequada. A Consultora recomenda uma avaliação e acompanhamento próximo quando da execução destas correções/alterações de forma a garantir que os procedimentos e métodos adequados estejam sendo aplicados.

Há também uma divergência entre os prazos apresentados pela Companhia como sendo necessários para a conclusão das atividades. De forma a suportar sua posição, a Companhia apresentou documentos onde a empresa empreiteira assume um prazo de execução das atividades. Independente disso, o empreendimento e os prazos devem correr à medida que os equipamentos estejam em obra prontos para montagem. A Consultora entende que se deve considerar um prazo moderado, como apresentado no relatório para cada empreendimento, evitando-se assim a entrada em operação com pendencias. Isso não prejudica o desenvolvedor do projeto dado que as diferenças não são expressivas em diferença de meses entre as partes.

Quanto a solução técnica aplicada, os projetos contam com equipamentos principais de fabricantes com experiência em fornecimentos desta natureza. O emprego de módulos fixos sem rastreamento configura uma solução de implementação de baixo custo, tanto de implementação quanto de O&M, no entanto pode reduzir consideravelmente o aproveitamento solar da planta. Deve-se ter um alinhamento das expectativas de produção energética da planta e o modelo financeiro com dados reais após a entrada em operação para confirmação da capacidade de atendimento aos contratos.


Os prazos de obra devem ser fortemente acompanhados, pois alguns dos itens, de responsabilidade da Companhia, impactam na linha direta de entrada em operação do empreendimento. Importante ressaltar a existência de concorrência entre projetos simultâneos da Companhia o que pode acarretar divisão de recursos e consequente atrasos nos cronogramas de projeto. Vale também para condições atípicas como redução da capacidade fabril da China e a situação de pandemia que impacta o globo.

Além dos pontos e ressalvas expostas acima, a Consultora não vê outros óbices técnicos que possam ser configurados como situações prejudiciais a participação do investidor no empreendimento.

Finalmente, deve ser notado que esta análise atual foi desenvolvida com base em evidências obtidos e verificada durante o processo de preparação do presente relatório e, por conseguinte, baseia-se na situação observada até à data. Os cenários apresentados aqui podem mudar se ocorrerem novos eventos ou decisões de alterações de atividades já iniciadas.


RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M

Montes Claros-MG, 14/05/2020

Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2

Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira

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Sumário

1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4

4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6

5.1 Acesso Interno e Externo ......................................................................................................... 6 5.2 Cercamento e Portão ............................................................................................................... 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................16 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................17 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 19 5.8 Saúde e Segurança ...................................................................................................................20 6 Anexos .............................................................................................................................................21

6.1 Anexo I ......................................................................................................................................21 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................21

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Índice de Figuras

Figura 1 - Layout UFV MOC 2 ............................................................................................................. 5 Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852) ..................................... 5 Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2..................................................................................... 6 Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2......................................................................................7 Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2..................................................................................7 Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste........................................................................8 Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.......................................................8 Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.....................................................9 Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé ....10 Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem...........10 Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.....................................................................11 Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, processo inicial de erosão...11 Figura 13 - Vista externa da guarita .................................................................................................. 12 Figura 14 - Banheiro da guarita ........................................................................................................ 12 Figura 15 - Vista interna da guarita ................................................................................................... 13 Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2 ........................................................... 13 Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2............................................................ 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2............................................... 14 Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 .............................................. 15 Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido...16 Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos ........................................... 16 Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta ........ 17 Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada........................................................................................... 18 Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão ............................... 18 Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 19 Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos ............................ 19 Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2 ............................................................................................ 20 Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada ......... 20

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1 Objetivo

Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2, de propriedade da Norsol Energia, localizada na Fazenda Açougue, na cidade de Montes Claros/MG.

2 Participantes
  1. Charles Sala (LMENG)
  2. Eron Souza (Delta Energias)
3 Metodologia

Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV MOC2 na data de 14/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:

 Local da obra;  Aspectos técnicos;  Status da montagem eletromecânica;  Obras civis.

4 Dados Básicos da Planta

UFVMOC2

Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada 2993 kWp. 2520 kVA
Equipamentos Marca/Modelo Poténcia
Médulos Fotovoltaicos Estrutura HT72-156P-330 Goomax 330 Wp -

Afore BNTOSO0KTL 60 kW| 2

Transformador

Romagnole 1500 kVA 2

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Consutoris Projetes Engentaris Lda

Figura 1 - Layout UFV MOC 2.

4.1 Localização

Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852).

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lmeng

Projetos

Luda

5 Análises
5.1 Acesso Interno e Externo

As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 2 está localizada a aproximadamente 16 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 3km de estrada não pavimentada na área rural. O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria são boas, devendo ser dada uma atenção maior a erosão na região noroeste da planta.

MOC

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Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2.

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Consuttoria Projetos

V MOB-2

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Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2.

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Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2.

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Consutora Py

Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste.

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Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.

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Consutoris Projetes Engentaris Lda

5.2 Cercamento e Portão

De acordo com inspeção visual a execução do cercamento apresenta um bom desenvolvimento com bom acabamento, sendo os mourões e o rodapé pintados de branco, porém, ainda se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. O rodapé de concreto com uma barra transversal faz com que a estrutura como um todo fique firme, principalmente na região noroeste em que iniciou um processo de erosão e que sem o rodapé a cerca estaria comprometida. No rodapé foram deixadas aberturas/saídas que integrarão o projeto de drenagem que ainda não foi executado. A barra transversal que constitui o rodapé não deve ficar exposta para que não ocorra oxidação que pode comprometer estrutura. No lado leste da planta há um grande desnível em relação a área externa e um processo inicial de erosão. Não foram observados problemas na execução das telas. A concertina e o portão da UFV MOC 2, ainda não foram instalados.

UFV MOC 2

Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.

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Consutoria Proj

Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé.

Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem.

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Consuttoria Projetos

Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.

Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, com processo inicial de erosão.

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5.3 Guarita

Figura 13 - Vista externa da guarita.

Figura 14 - Banheiro da guarita.

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Consuttoria Projetos

Figura 15 - Vista interna da guarita.

5.4 Drenagem

O projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV MOC 2, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão. Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas.

Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.

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Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.

Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.

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UE

4/05/2026 15:47.

Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.

Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.

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5.5 Vegetação

No interior da UFV MOC 2, não foi verificada presença de vegetação rasteira, o que deixa o solo exposto às chuvas. Em alguns pontos abaixo das estruturas de suporte dos módulos há desenvolvimento de vegetação vertical. Na região sul há uma árvore que faz sombreamento em alguns módulos. Durante a inspeção não foi verificada existência de ninhos de insetos ou pragas.

UFV MC

Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido.

UFV MC

Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos.

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UFV MOG-2 14/05/2020 15:41

Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta.

5.6 Estrutura dos módulos

Durante a inspeção foi verificado que as estruturas apresentam alinhamento adequado além de bom nivelamento, porém, não foi possível ser verificado um controle de torqueamento. Foi apresentado pela Delta Energias o relatório de ocorrências durante a montagem, no qual apresenta um problema em que os parafusos espanaram ao realizar o torque. A Delta Energias informou que devido a dificuldade de comunicação com o fabricante, realizou uma análise da montagem e modificou o posicionamento da arruela de pressão no conjunto (parafuso/arruela/arruela de pressão/porca), como pode ser observado no anexo II. Com a modificação os parafusos não espanaram com o torque, porém como o ponto em que foi realizada a adaptação ser o de travamento da viga de sustentação e regular o ângulo da mesa, é necessário um posicionamento por parte do fabricante atestando que a modificação não compromete a estrutura mecanicamente e não afeta a garantia de serviço.

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Consuttoria Projetos

Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada.

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Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão.

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Consuttoria Projetos

5.7 Módulos Fotovoltaicos

Os módulos instalados na UFV apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Nos pontos de fixação dos módulos nos perfis é possível notar que houve uma pequena deformação na chapa com o torque.

Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados.

Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos.

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Consuttoria Projetos

5.8 Saúde e Segurança

Não foi verificada durante a inspeção a equipe de saúde e segurança do trabalho na planta. Mas foi possível verificar uma preocupação com sinalização e mapeamento de riscos no interior da UFV.

UFV MOC 2

Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2.

UFY MO: 2020 1454

Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada.

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6 ANEXOS
6.1 Anexo I

Link com fotos da Usina UFV MOC 2.

https://drive.google.com/drive/folders/1oLj4YFmBv5QRCkKk_5k0XoHn7diescD8?usp=sharing

6.2 Anexo II

Relatório de ocorrência da montagem mecânica da UFV MOC 2 elaborado pela Delta Energias.

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RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M

Visconde do Rio Branco-MG, 18/05/2020

Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB

Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira

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Sumário

1 Objetivo.............................................................................................................................................5 2 Participantes .....................................................................................................................................5 3 Metodologia .....................................................................................................................................5 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................5 4.1 Localização.................................................................................................................................6 5 Análises .............................................................................................................................................7 5.1 Acesso Interno e Externo .......................................................................................................... 7 5.2 Cercamento e Portão ................................................................................................................ 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................18 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................20 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 25 5.8 Interface eletromecânica ........................................................................................................ 26 5.9 Saúde e segurança .................................................................................................................. 29 6 Anexos .............................................................................................................................................29 6.1 Anexo I ......................................................................................................................................29 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................29

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Índice de Figuras

Figura 1 - Usina Solar VRB .................................................................................................................. 5 Figura 2 - Layout UFV VRB ................................................................................................................. 6 Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214) ......................................... 6 Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................... 8 Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB ...................................................................... 8 Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.9 Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ................................................................................. 10 Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ............................................................................... 10 Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão ............................................................. 11 Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado ............................................ 11 Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina ......................................................... 12 Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto .............................................................. 12 Figura 15 - Projeto de drenagem da UFV VRB, que ainda não foi executado .................................. 13 Figura 16 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, na região com módulos e estruturas instaladas.14 Figura 17 - Erosão do solo no interior da UFV VRB ........................................................................... 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 15 Figura 19 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, próximo a cerca ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB, na via de acesso central ............ 16 Figura 21 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 16 Figura 22 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 23 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 24 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 18 Figura 25 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 18 Figura 26 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 27 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 28 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 29 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 30 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 21 Figura 31 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 22 Figura 32 - Arruelas dobradas utilizadas para fixação dos módulos ................................................ 22 Figura 33 - Grampos intermediários de fixação dos módulos .......................................................... 23 Figura 34 - Arame recozido utilizado durante a montagem ............................................................. 23 Figura 35 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24

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Figura 36 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24 Figura 37 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 38 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 39 - Caixa de passagem com lama ......................................................................................... 26 Figura 40 - Eletroduto com água ..................................................................................................... 27 Figura 41 - Caixa de passagem desnivelada em relação ao solo ...................................................... 27 Figura 42 - Caixa de passagem cheia de mato/plástico .................................................................... 28 Figura 43 - Caixa de passagem e eletroduto com lama .................................................................... 28 Figura 44 - Eletrodutos com as pontas soltas possibilitando entrada de água ................................ 29

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Consutoria Prof 2s Lita

1 Objetivo

Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB, de propriedade da Albury Participações S.A, localizada na Avenida Santana, 460 - área 3, bairro: Residencial Costa do Sol na cidade de Visconde do Rio Branco/MG.

2 Participantes
  1. Charles Sala (LMENG)
  2. Eron Souza (Delta Energias)
3 Metodologia

Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV VRB na data de 18/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:

 Local da obra;  Aspectos técnicos;  Status da montagem eletromecânica;  Obras civis.

4 Dados Básicos da Planta

UFV VRB

Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada 5488 kWp 4620 kW
Equipamentos Marca/Modelo Poténcia
Modulos Fotovoltaicos Estrutura HT72-156P-330 330 Wp

Usiminas 299

Inversores

Afore BNTOGOKTL 60 kW| 77

Transformador Romagnole

2500 kVA] 2

ALBL Ry

USINA soLar VRE

5000,00 kw

Figura 1 - Usina Solar VRB.

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Consutoria Proj 2s Lida

Figura 2 - Layout UFV VRB.

4.1 Localização

Vise. do

fis Minas 38230003

Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214).

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Consuttoria Projetos

5 Análises
5.1 Acesso Interno e Externo
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao
tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV VRB está localizada
a aproximadamente 3 km do centro da cidade Visconde do Rio branco/MG.
O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos
transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do
acesso interno em sua maioria necessitam de atenção devido ao carreamento e a erosão do solo.

ba,

Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB.

Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB.

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Consuttoria Projetos

Rie

15:28

Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB.

Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB.

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Consutoria Projetos Engentaria Ltda

5.2 Cercamento e Portão

A execução do cercamento não foi concluída, e se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio que não estão concretados sendo que alguns estão presos com arame recozido enferrujado. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. Como o projeto de drenagem ainda não foi executado, e com o período de chuvas recente, o rodapé da cerca acabou se tornando uma barreira direcionando a água das chuvas no interior da planta e com isso, um processo de carreamento do solo e erosão se formou próximo a cerca deixando a fundação em algumas regiões exposta. Não foram observados problemas na execução das telas.

Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.

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Consutoria Projetos Engentaria Ltda

Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.

Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.

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Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão.

Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado.

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Projetos Luda

Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina.

5.3 Guarita

Na região da guarita é possível verificar uma erosão, resultando na exposição do radier.

Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto.

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