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Raw Blame History

DOC. 2

SONIA

Assinado de COCHRAN forma digital por

SONIA E

COCHRANE RAO:0295 RAO:02956601806

Dados: 2026.05.20 6601806 15:13:50 -03'00'


BTGPactual

BRGD FCC July 22th, 2020 BRGD FCC July 22th, 2020

Deal Team: Special Situations: Alexandre Camara / Edwyn Neves / Bruno Cavalcanti / Rafael Chitarra

Credit Risk: Rafael Pessoa / Tainah Conde Tax: Vitor Guimarães / Bruno Abaurre / Marcella Mallet

Legal: Gabriel Barretti / Julia Baldacci / Felipe Giannattasio / Bianca Dutra ESG: Beatriz Freitas / Rafaella Dortas Operations: Dan Segabinaze / Eduardo Cordovil / Alan Dale Onboarding: Leonardo Neri Compliance: Marina Moraes

Operação de até R$ 120 mm (Fase 1: R$ 60 mm / Fase 2: +R$ 60 mm) para o Grupo BRGD para refinanciamento de dívidas e capex de novos empreendimentos; dos quais (a) R$ 20 mm opcionalmente

Deal:

conversíveis em 50% das ações da BRGD; e (b) R$ 100 mm amortizáveis em 5 anos.

Approval: CRC: Rafael Pessoa FI: Alexandre Camara
Date July 22th, 2020

(Br = Pactual

Term Sheet

Term-Sheet Fase 1.1 (´conversível´) Fase 1.2 Fase 2 (Commitment)

Issuer BRGD S.A. BRGD S.A. BRGD S.A.
Lender BTG Pactual BTG Pactual BTG Pactual

(i)R$ 40 mm Volume R$ 20 mm (i.1) D0: R$ 10 mm; R$ 60 mm

(i.2) Após CPs: R$ 30 mm

(i) Pré-pagamento Banco Máxima; (ii) Capex Fase 1 (16.5 MWp); (i) Capex Fase 2 (14.5 MWp); Use of Proceeds (iii) Fees de estruturação (ii) Fee de estruturação (iv) Fee commitment (6 meses) (v) Custos diligência / estruturação

Debt Instrument CCB CCB Commitment
Currency BRL BRL BRL

(i) Commitment: 12 meses

(ii) Linha: 5 anos

Maturity 5 anos 5 anos
Grace Period 1 ano 5 anos 5 anos
Ano 1: 0% Ano 1: 0%
Ano 2: 15% Ano 2: 15%
Principal Amortization Bullet Ano 3: 15% Ano 3: 15%
Ano 4: 20% Ano 4: 20%
Ano 5: 50% Ano 5: 50%
Average Maturity (years) 5 anos 4 anos 4 anos

(i) Commitment: 6 meses antecipado; Interest Payments Mensal (12 meses carência) Mensal (12 meses carência) (ii) Linha Mensal (12 meses carência);

Structuring Fee 2.5% 2.5% 2.5%
Gross up Sim Sim Sim

Commitment: 10% a.a.; Interest CDI + 12% a.a. CDI + 12% a.a.

Linha: CDI + 12% a.a.

(i) Commitment: 1.7% a.a. Funding Cost CDI + 2.06% a.a. DI + 2.25% a.a. (ii) Linha: DI + 2.26% a.a.


)

BTGPactual

(i) Commitment: 8.3% a.a. [Passivo DI + 2.25% a.a. e Spread 9.75% a.a. 9.94% a.a. ativo DI + 0.55% a.a.] (ii) Linha: 9.74% a.a. Bônus de subscrição (10 anos): Preço de exercício de R$ 20 mm - Fase 1: 70% do capital da Conversibility: - - BRGD - Fase 2: 50% do capital da BRGD

IRR (w/ equity upside) 20-30% range
Prepayment Fee 10% a.a. (x) prazo remanescente 10% a.a. (x) prazo remanescente 10% a.a. (x) prazo remanescente

Guarantee Aval sócios

(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; Collateral (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos

Aval sócios

(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos

Aval sócios

(i) AF 100% ações BRGD; (ii) AF 100% cotas FIP Clean Energy; (iii) AF 100% cotas SPEs; (iv) CF 100% recebíveis dos projetos

Margin Call n.a. n.a. n.a.
Margin Call Triggers n.a. n.a. n.a.
Notice of Assignment n.a. n.a. n.a.
Receivables Monitoring n.a. n.a. n.a.
  • Covenants padrão de crédito BTG - Manutenção do Plano de Investimentos Covenants

  • Acompanhamento ambiental - Estrutura de capital 70/30 2% multa; 2% multa; 2% multa; Default Penalties

1% mora 1% mora 1% mora
Step up n.a. n.a. n.a.
Governing Law Brasil Brasil Brasil
R$ 10 mm: 22 de Julho/2020 (i) Commitment: 07 de
Expected Disbursement Date 07 de Agosto/2020 Agosto/2020;
R$ 50 mm: 07 de Agosto/2020 (ii) Linha: Dezembro/2020

)

BTGPactual

=

Entrega do projeto Fase 1: Todas

as obras e vendas de energia
(i.1): Sem CPs
CPs negociadas (Venda 70% com exceção de Northenergia
energia, reorganização (i.2) CPs negociadas (Venda de
Required Conditions to disbursement 70% da energia, reorganização Destinação dos recursos:
societária, regularização de
assembleias, etc.)
assembleias, etc) análogos, com TIR
Costs Cliente Cliente Cliente
Mandates Right to match para operações ECM/DCM/M&A
Withholding Taxes (Offshore) n.a. n.a. n.a.
Ranking Anbima n.a. n.a. n.a.
Pledged to FGC? Não Não
Internal Metrics:
Internal Metrics/Information
Rating Bacen C
Rating CRC B
LGD 60%
Assets in BRL MM (2019) N/A
Revenues in BRL MM (2019) N/A
Economic Group BRGD
Sector / Subsector / Segment Utilities, Electricity, Generation
Current Exposure: n/a

(Br Pactual

A

O Grupo BRGD

A origem do grupo e os investimentos em GD

Fundada em 2017 por 3 empresários de MG/SP, a BRGD é uma cia que possui projetos de geração distribuída a partir de energia fotovoltaica nos estados de MG, SP, ES, PR e SC. A cia se beneficia de trackrecord como epecista de projetos de construção de plantas fotovoltaicas através da Forgreen, cia que foi o início do projeto de plantas próprias. Até o momento os acionistas aportaram R$ 23 mm de equity e levantaram R$ 24 mm de endividamento junto ao Banco Máxima, dinheiro que foi utilizado para a construção de 9 plantas. Tais plantas deverão entrar em operação entre os meses de agosto e novembro de 2020, atingindo uma capacidade pico de 17.5 MWp [16 MWp considerando a participação proporcional da BRGD].

Estrutura societária

A cia estruturou seus negócios e organizou sua estrutura societária de forma a (i) aproveitar os benefícios fiscais aplicáveis a cada planta [Isenções de ICMS em todas as plantas / Isenções de PIS/COFINS em todas as plantas / Benefício SUDENE de redução de IRPJ em determinadas plantas]; e (ii) estar preparada para um evento de liquidez no formato de IPO de FIP Infraestrutura.

Antonio Neto Rodrigo Botelho Oscar Moura
30% 35% 35%

FIM Clean Energy

100%

FIP BZ Clean Energy

100% FIP CXI

BRGD S.A.

60% 100% 40%

Norsol SolarPharm Northenergia
- Usina MOC 2 - Usinas Pague Menos - Usinas Solar Pharm - Usina MOC 1
Tese de investimentos: escolha das localidades plantas

✓ Preço: Conexão a distribuidoras em que a energia é relativamente cara; ✓ Irradiação solar: Implantação de usinas em locais onde há muita incidência de irradiação solar; ✓ Mercado: Locais onde há um bom mercado consumidor; ✓ Impostos> Locais/estruturas onde há algum benefício fiscal; ✓ Custo de arrendamento: Locais onde há grande disponibilidade de terra a baixos custos;


(Br = Pactual

Principais equipamentos:

✓ Placas solares: HT-SAAE Highway ✓ Inversores: Afore A cia possuirá uma base de clientes variada entre atacado e varejo, um tradeoff entre rentabilidade e risco de crédito, tendo como âncora um contrato com as farmácias Pague Menos, além de contratos com a Usiminas, Unimed Uberaba, Promed e IBL Logística. Todos seus projetos possuem placas solares de qualidade (HT) e estão localizadas em cidades estratégicas [ver notas abaixo sobre estratégia de investimentos], tendo altos IRRs [entre 15% e 25% desalavancadas e post-tax], com fluxos de caixa estáveis e previsíveis, dada natureza do negócio.

Principais desafios de implementação das usinas

✓ Pareceres de acesso: Obtenção correta de pareceres / compra de pareceres sem vícios e inconsistências]; ✓ Dificuldade criadas pelas distribuidoras no capex necessário para acesso; ✓ Conexão final da planta ao sistema;

Principais riscos e mitigantes:

✓ Mudanças regulatórias (Cobrança de tarifas adicionais): Evolução da discussão regulatória com regras de

transição; ✓ Mudanças regulatórias (Reforma fiscal): Proposição de regras de transição e força de grupos de grupos com

interesses contrários a algumas premissas da reforma;

✓ Danificação das placas e/ou infra-estrutura: Contratação de seguros que cobrem danos físicos, além de garantias

oferecidas pelo produtor para defeitos de produto (7 anos) e performance (25 anos);

✓ Roubo de placas: Segurança in-loco e sistemas de monitoramento; ✓ Inadimplência: Estratégia de venda para clientes prime além de pulverização de parte da receita. Adicionalmente

sistema de amarrações+ contratuais que facilitam a retirada de clientes inadimplentes do consórcio;

✓ Variação da incidência solar: Margem de segurança na quantidade de energia vendida, vis-à-vis a quantidade

produzida projetada, além da implantação de sistemas de acompanhamento de irradiação solar, para melhor adaptação das vendas/ajustes de consórcio futuros;

✓ Competição: Busca por amarração contratual robusta com os clientes prevendo um volume substancial de multas

por quebra de contratos;

Upsides relevantes:

✓ Plataforma para investimentos em geração distribuída;

✓ Venda de maior quantidade de energia, vis-à-vis a margem de segurança projetada; ✓ Reajuste de bandeira amarela/vermelha: Conta 13º a cada ano de contrato, com reajuste das bandeiras cobradas

pelas distribuidoras [histórico acima de 10% por ano];

✓ Revisões tarifárias: Histórico de revisões relevantemente acima do índice IPCA;


(Br = Pactual

Usinas Fase 1

Planta Estado Tipo Fase Avanço Prazo Conexão Capacidade Produção Vendido # clientes Vendido Capex

|


  • dias - - - - - Feito A fazer Total R$ / KWp

  • MWp KW / mês KW / mês # % R$ k R$ k

VRB MG Chão Montagem 55% 105 5.4 802,000 499,001 274 62% 14,980 5,797 20,777 3,848


Norsol (MOC 2) MG Chão Montagem 70% 75 3.0 513,000 262,444 10 51% 10,400 1,998 12,398 4,133
Northenergia (MOC 1) MG Chão Início obras 3% 150 3.0 514,000 130,000 1 25% 1,000 10,539 11,539 3,846
GRU 2 [IBL Logística] SP Rooftop Início montagem 30% 40 0.4 49,000 49,000 1 100% 1,429 300 1,729 4,611
Subtotal - 107 11.8 1,878,000 940,445 286 50% 27,809 18,634 46,443 3,944
Enel (Itapecerica da Serra) SP Rooftop Início montagem 0% 90 1.5 197,000 185,000 1 94% 3,720 1,433 5,153 3,435
Linhares ES Chão Conexão / Troca estruturas 90% 20 1.4 178,000 165,620 1 93% 5,001 872 5,873 4,302
Itajaí SC Rooftop Montagem 30% 90 0.7 92,000 80,000 1 87% 2,667 292 2,959 4,227
Paulínia SP Rooftop Montagem (início) 0% 90 0.7 91,000 79,800 1 88% 2,100 658 2,758 3,940
Sorocaba SP Rooftop Conexão 65% 40 0.4 49,000 36,350 1 74% 1,429 143 1,572 4,192
GRU 1 SP Rooftop Montagem (final) 80% 40 0.4 49,000 42,800 1 87% 1,429 112 1,541 4,110
Cascavel PR Rooftop Conexão 95% 40 0.4 46,000 42,000 1 91% 1,334 310 1,644 4,697
Itatiba SP Rooftop Montagem (início) 0% 90 0.2 24,000 25,137 1 105% 705 174 879 4,751
Atibaia SP Rooftop Conexão 80% 40 0.2 24,000 21,200 1 88% 705 71 776 4,192
Total Usinas Pague Menos - 62 5.7 553,000 492,907 1 89% 19,090 4,064 23,154 4,037
[| Total | 92 17.5 2,431,000 1,433,352 287 59% 46,899 22,698 69,597 3,975

(Br =

Deal figures

Use of funds (R$ k)

Use of funds (BTG check) BTG´s check (Fase 1)

Capex Debt repayment (Máxima) Structuring fee Commitment fee Legal assessment (Stocche Forbes) Technical assessment (Barne) Other

Capex breakdown (R$ k)

Pactual

60,000

22,698 27,000 1,375 3,000 350 120 5,457

Capex breakdown (Fase 1) Capex breakdown (Fase 2)

Capex done 46,899 Capex done 0
of which, equity (BRGD) 18,984 of which, equity (BRGD) 0
of which, equity (CXI) 4,515 of which, equity (CXI) 0
of which, debt (Máxima) 23,400 of which, debt (Máxima) 0
Capex to be done 22,698 Capex to be done 58,000
of which, BTG´s funding 22,698 of which, BTG´s funding 58,000

Sources & uses(R$ k)

Sources & uses (new money) Sources & uses (all cash)

Sources (new money) 83,499 Sources (all cash) 106,899
Equity 23,499 Equity 23,499
Banco Máxima 27,000 Banco Máxima 23,400
BTG Pactual 33,000 BTG Pactual 60,000
Uses (ex-debt repayment) 83,499 Uses (ex debt-repayment) 106,899
Capex 69,597 Capex 69,597
Interest & others 3,600 Debt Repayment (Banco Máxima) 27,000
Structuring fee 1,375 Structuring fee 1,375
Commitment fee 3,000 Commitment fee 3,000
Legal assessment (Stocche Forbes) 350 Legal assessment (Stocche Forbes) 350
Technical assessment (Barne) 120 Technical assessment (Barne) 120
Other 5,457 Other 5,457

Return Table

Exit Year 2021 2022 2023 2024 2025

Desembolso R$ 60 mm [Equity Stake = 70%]

Fase 1 (@IPCA + 12%)

IRR 33% 29% 27% 26% 25%
MOIC 1.9x 2.0x 2.0x 2.1x 2.2x
R$ (over principal) 55,097 58,850 59,709 65,632 72,247

Fase 1 (@IPCA + 10%)

IRR 41% 34% 30% 28% 27%
MOIC 2.0x 2.1x 2.2x 2.2x 2.4x
R$ (over principal) 59,335 63,845 69,086 74,710 81,003

Desembolso R$ 120 mm [Equity Stake = 50%]

Fase 1 & Fase 2 (@IPCA + 12%)
IRR 26% 25% 24% 23% 23%
MOIC 1.8x 1.8x 1.9x 1.9x 2.0x
R$ 92,147 97,503 104,043 111,130 119,310

Fase 1 & Fase 2 (@IPCA + 10%)

IRR 31% 28% 26% 25% 24%

MOIC R$ (over principal)

1.9x 105,773

1.9x 2.0x 110,668 116,725

2.0x 2.1x 123,306 130,962


(Br = Pactual

Governança

Enquanto o BTG Pactual não optar por exercer o Bônus de Subscrição que lhe será conferido a relação com a cia se dará na forma tradicional de credor e devedor. De forma a possibilitar o melhor acompanhamento do projeto, serão criadas obrigações de entrega de informações financeiras/técnicas e o BTG Pactual, na qualidade de bonus holder, possuirá um observer seat no board da cia. Dessa forma será acompanhado o cumprimento do plano de investimentos na Fase 1 e Fase 2 ("Plano de Investimentos") que a mesma apresentou BTG Pactual e utilizado como base para a estruturação da presente operação. Adicionalmente a fase de construção das plantas fotovoltaicas será objeto de acompanhamento in-loco por parte da consultoria LMeng (Barne), os mesmo que prestaram assessoria técnica ao BTG para avaliação técnica das plantas.

Cenário 1: BTG com 70% de participação: Não haverá acordo de acionistas, e o BTG será o controlador da cia. Cenário 2: BTG com 50% de participação: Haverá um Acordo de Acionistas da BRGD, que será celebrado sob

condição suspensiva do exercício do Bônus de Subscrição. Os direitos de tag along, de preferência e de primeira oferta serão assegurados por meio de Acordo de Direitos de Liquidez enquanto o Bônus de Subscrição não tiver sido exercido, de modo a (i) permitir que o próprio Bônus de Subscrição seja objeto da transferência ou (ii) fazer com que, imediatamente antes da transferência, o Bônus de Subscrição seja exercido para que as ações emitidas em razão do Bônus de Subscrição sejam objeto da transferência. O Acordo de Acionistas da BRGD deverá prever regras sobre condução dos negócios, estrutura societária, administração, restrições sobre a transferência de ações, distribuição de lucros e exercício do direito de voto, tais como:

(i) Conselho de administração: Uma vez que passe a deter 50% do capital social da BRGD (Estrutura de Cocontrole), o BTG Pactual terá o direito de eleger metade dos membros do Conselho de Administração (3 membros), bem como indicar o Presidente do Conselho;

(ii) Apontamento do CFO: Enquanto vigorar a Estrutura de Co-Controle, o BTG Pactual terá o direito de nomear o CFO da Companhia e o mais alto executivo financeiro das sociedades controladas;
(iii) Tag along: O BTG Pactual terá direito a tag along integral caso o Acionista Original transferir suas ações de emissão da BRGD;
(iv) Direito de preferência: Caso qualquer acionista (exceto BTG) deseje transferir ações da BRGD, o BTG Pactual terá direito de preferência;

(v) Direito de primeira oferta: Caso o BTG Pactual deseje transferir ações da BRGD, o Acionista Original terá

direito de primeira oferta;

(vi) Drag along: O BTG Pactual terá direito de drag along a partir do 3º aniversário da operação;
(vii) Aprovação de matérias relevantes: Enquanto o Acionista Original detiver, ao menos 50% do capital social da BRGD, determinadas matérias de relevância (p.ex. questões orçamentárias, alteração estatutária, reorganização societária, pedido de falência ou recuperação judicial, aquisição ou alienação de

participação societária, entre outras) dependerão do voto favorável de, ao menos, 60% do capital social da BRGD;

(viii) Recursos emergenciais: O BTG Pactual terá o direito de realizar mútuo à BRGD caso esta venha a se

encontrar em situações emergenciais ou caso esta não disponha de recursos para cumprir seu Plano de Negócios, tendo os demais acionistas direito de participar proporcionalmente da concessão de tal empréstimo emergencial; (ix) Non-compete: Aplicável pelo prazo de 2 anos a contar da data de término da relação com a BRGD; e (x) Key person: Retenção de Pessoas-Chave em termos a serem negociados.


(Br Pactual

<<

Geração Distribuída

O que é e como funciona a Geração Distribuída

Desde 17 de abril de 2012, quando entrou em vigor a Resolução Normativa ANEEL nº 482/2012, o consumidor brasileiro pode gerar sua própria energia elétrica a partir de fontes renováveis ou cogeração qualificada e inclusive fornecer o excedente para a rede de distribuição de sua localidade. A resolução reduziu as barreiras para a conexão à rede de distribuição de pequenos geradores de energia renovável, tornando-se assim um incentivo para que qualquer brasileiro produza sua própria eletricidade, tratando a GD como uma inovação que podem aliar economia financeira, consciência socioambiental e autossustentabilidade. Microgeração distribuída (autoconsumo): Central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 kW e que utilize fontes renováveis de energia elétrica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras. Minigeração distribuída (BRGD):Central geradora de energia elétrica, com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 MW para fontes hídricas ou menor ou igual a 5 MW para demais fontes renováveis de energia elétrica, incluindo a fotovoltaica, conectada na rede de distribuição por meio de instalações de unidades consumidoras.

  1. PROD

Os painéis fotovoltaicos instalados na usina

produzem energia.

al

A energia é injetada

rede da distribuidora

na

para consumo

  1. DISTRIBUIGAO

A energia gerada é destinada aos consumidores para compensagao.


(Br = Pactual

O sistema de compensação (net metering)

As usinas de geração distribuída se conectam ao sistema da distribuidora de energia local e utilizam o chamado Sistema de Compensação, onde a energia injetada por uma unidade de microgeração ou minigeração, é cedida, por meio de empréstimo gratuito, à distribuidora local e posteriormente compensada com o consumo de energia elétrica ativa. Esse sistema é conhecido como net metering. Quando a geração for maior que o consumo, o saldo positivo de energia poderá ser utilizado para abater o consumo em outro posto tarifário ou na fatura dos meses subsequentes. Os créditos de energia gerados continuam válidos por 60 meses. Há ainda a possibilidade de o consumidor utilizar esses créditos em outras unidades cadastradas dentro da mesma área de concessão, que podem ser caracterizadas como:

(i) Autoconsumo remoto:

"Caracterizado por unidades consumidoras de titularidade de uma mesma Pessoa Jurídica, incluídas matriz e filial, ou Pessoa Física que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras, dentro da mesma área de concessão ou permissão, nas quais a energia excedente será compensada."

(ii) Geração compartilhada [Caso da BRGD]:

"Caracterizada pela reunião de consumidores, dentro da mesma área de concessão ou permissão, por meio de consórcio ou cooperativa, composta por pessoa física ou jurídica, que possua unidade consumidora com microgeração ou minigeração distribuída em local diferente das unidades consumidoras nas quais a energia excedente será compensada." (iii) Empreendimento com múltiplas unidades consumidoras (condomínios):

"Caracterizado pela utilização da energia elétrica de forma independente, no qual cada fração com uso individualizado constitua uma unidade consumidora e as instalações para atendimento das áreas de uso comum constituam uma unidade consumidora distinta, de responsabilidade do condomínio, da administração ou do proprietário do empreendimento, com microgeração ou minigeração distribuída, e desde que as unidades consumidoras estejam localizadas em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas, sendo vedada a utilização de vias públicas, de passagem aérea ou subterrânea e de propriedades de terceiros não integrantes do empreendimento."

Area

comum

(a im

Diferentes titularidades

Mesma titularidade =» (consorcio/ cooperativa)

“=


(Br = Pactual

Quem pode aderir ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica?

Apenas os consumidores cativos da distribuidora podem fazer a adesão. Os consumidores livres, especiais ou parcialmente livres não podem fazer parte do Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

Nível de tensão da conexão

A quantidade de fases e o nível de tensão de conexão da central geradora serão definidos pela distribuidora em função das características técnicas da rede. Para os casos de conexão em baixa tensão a distribuidora não cobrará o custo de disponibilidade, o que acontecerá para os casos de média tensão.

Localização unidade geradora x unidade consumidora

É sim possível instalar uma micro ou minigeração em local diferente da unidade consumidora, na qual a energia excedente será compensada, o que é permitido pela Resolução Normativa No 482/2015. Adicionalmente a lei deixa claro que consumidores podem se unir, na forma de consórcio ou cooperativa, para comprarem ou arrendarem plantas que se enquadrem no conceito de Geração Distribuida, conforme abaixo:

Cooperativa/Consórcio

De acordo com a Resolução Aneel nº 482/2012, a exploração compartilhada da Usina deve ser feita por meio de um Consórcio entre a sociedade proprietária da Usina e as sociedades que consumirão a energia elétrica. O Consórcio é uma modalidade de contratação simultânea entre diversas partes, nas quais se estabelecem obrigações complementares entre as partes para se atingir um objetivo comum. O Consórcio não possui personalidade jurídica própria e não caracteriza uma sociedade entre as consorciadas. O funcionamento dos consórcios é regulado pelos artigos 278 a 284 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Ao disponibilizar energia no sistema da distribuidora e o Consórcio passa a ter créditos de energia, os quais são alocados mensalmente às partes do Consórcio.


(Br = Pactual

Geração Distribuída: O caso Brasil

O Brasil, por ser um país continental e tropical possui alta qualidade de irradiação solar, entre 1.500-2.500 kWh/m², superior a países, como Alemanha (900-1.250 kWh/m²), França (900-1.650 kWh/m²) e Espanha (1.200-1.850 kWh/m²). Este diferencial dá ao Brasil uma condição de competitividade ímpar em relação aos outros países, e internamente frente às outras fontes de energia.

O sucesso exponencial da GD é atribuído, a grosso modo, a quatro vetores: (i) redução mundial dos custos dos módulos solares; (ii) qualidade do recurso solar brasileiro; (iii) altas tarifas de energia elétrica; e (iv) regulamentação favorável, analisados a seguir.

A transição energética mundial tem priorizado as fontes eólica e solar, por serem renováveis e aumentarem a independência energética dos países. O aumento da escala produtiva de energia solar (China), provocou, de 2009 a 2018, segundo a International Renewable Energy Agency (IRENA), a redução de 90% no preço dos módulos solares fotovoltaicos. Outro fator decisivo para a expansão da GD é o grande crescimento das tarifas do mercado regulado, conforme visto acima.

Resumo das conexões de GD atualmente no Brasil

Consumidores Potência
Distribuidora Usinas de GD
de GD Instalada
[#] [#] [MW]
45,819 72,878 541.9
16,774 16,784 263.4
22,149 26,097 262.2
9,437 10,566 184.1
11,267 15,285 134.0
14,634 17,172 129.8
8,876 11,801 128.1
6,155 7,677 98.5
7,055 95 87.8
10,121 10,984 82.7
6,699 9,307 68.6
4,727 5,107 60.8
7,781 9,248 57.0
347 5,159 56.1
3,338 3,897 53.0
3,387 425 47.6
392 5,154 45.0
3,684 4,835 44.5
3,135 5,125 41.8
3,806 5,042 36.9
2,823 3,519 34.8
3,237 3,599 34.1
201 2,958 26.5
2,249 2,672 26.4
2,243 2,307 25.6
2,163 3,298 25.3
1,681 1,804 24.5
2,449 2,689 20.4
1,996 5,314 17.6
11,726 14,926 158.0
220,351 285,724 2,817

(Br = Pactual

Mercado de Energia | Composição das tarifas

Tarifa de energia

A tarifa visa assegurar aos prestadores dos serviços receita suficiente para cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento com qualidade. Os custos e investimentos repassados às tarifas são calculados pelo órgão regulador.

energia gerada transporte de energia até as

unidades consumidoras

transmissao e distribuicao encargos

setoriais

Além da tarifa, os Governos Federal, Estadual e Municipal cobram na conta de luz o PIS/COFINS, o ICMS e a Contribuição para Iluminação Pública, respectivamente.

TUST Rede Basica

TUST Rede Fronteira TUST

Gusto Uso de Sistemas de

Uso da rede de distribuic3o de outras

concessionarias

TUSD Perdas Técnicas Perdas Tecnicas

Perdas Elétricas

TUSD Perdas Nao Técnicas Perdas

<

Cotas da Reserva Global de Reversao (RGR)

a

Pesquisa Desenvolvimento (P&D)

5 TUSD Encargos

2 Taxa de Fiscalizagio de Energia Elétrica (TFSEE)

2

30 ONS

TUSD CCC - Conta de Consumo de Combustiveis Fosseis (CCC)
TUSD CDE - Conta de Desenvolvimento Energetico (CDE)

TUSD PROINFA

Programa de Incentivo 3s Fontes Alternativas de Energia

Elétrica (Proinfa)

Remuneragao dos ativos

<

3 HS

s

Custo de da energia eletrica

Perdas Elétricas na Rede Basica

Custos

Quotas de reintegracio Custos operacionais & de manutengio

Encargos de Servicos do Sistema (ESS) PAD, Eficiéncia Energética e TFSSE


(Br = Pactual

Mercado de Energia | Revisões e reajustes tarifários

Revisão tarifária

Os custos de Parcela B são revisados a cada 4 anos, a depender do que consta do Contrato de Concessão ou Permissão. A Parcela B representa os custos diretamente gerenciáveis pela distribuidora. São custos próprios da atividade de distribuição que estão sujeitos ao controle ou influência das práticas gerenciais adotadas pela empresa. Para fins de cálculo tarifário, a Parcela B é composta de:

(i) Custos Operacionais;

(ii) Receitas Irrecuperáveis;
(iii) Remuneração de Capital; e
(iv) Cota de Depreciação.
Reajuste tarifário

No período entre as revisões, a Parcela B é atualizada anualmente pelo índice de correção monetária constante no Contrato de Concessão ou Permissão, subtraído de um fator de eficiência chamado fator X.

Revisão tarifária periódica

A revisão tarifária periódica também é um dos mecanismos de definição do valor da energia paga pelo consumidor, sendo realizada a cada quatro anos, em média, de acordo com o contrato de concessão assinado entre as empresas e o poder concedente. Na revisão periódica são redefinidos o nível eficiente dos custos operacionais e a remuneração dos investimentos, a chamada Parcela B.

Revisão tarifária extraordinária

Revisão extraordinária pode ocorrer a qualquer tempo, independentemente dos reajustes e revisões, se houver alterações significativas comprovadas nos custos da concessionária e/ou modificação ou extinção de tributos e encargos posteriores à assinatura do contrato, quando comprovado o seu impacto sobre os custos da empresa.

Evolução da tarifa média de energia no Brasil

Tarifa Média Nominal Brasil por Componente (RS/MWh)

ss

230%

a

a=

| 189%

30 nm

|

|

w

250 80 i

|

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B a 1 gE = 8 8
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Encargos (RSMWh) = (RSMWh) = Energia

= Financeiros (RSMWh) Bandeiras (RSMWh)


(Br = Pactual

Geração Distribuída: Regulação no Brasil

Evolução do marco regulatório até 2020

O ponto de partida crucial foi a Resolução Normativa n° 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que definiu as regras para as distribuidoras e consumidores, com o objetivo de reduzir as barreiras para a conexão da micro e minigeração distribuída. O núcleo da resolução é o sistema de compensação de energia elétrica, um mecanismo de compensação financeira conhecido como net metering, em que o "prossumidor" (produtor/consumidor), pode injetar, na rede de distribuição, o excedente gerado, recebendo em troca créditos (em kWh) que podem ser utilizados em momentos em que não há geração ou que o consumo é superior ao montante gerado. A Resolução alcançou seus objetivos, notadamente para os sistemas de geração a partir da fonte solar. A Regra da ANEEL possibilitou a consolidação de um mercado que atualmente instala cerca de 300 sistemas de geração distribuída por dia útil, equivalente a quase 3 MW diários em todo país. "O avanço dos sistemas fotovoltaicos em geração distribuída, que agora já ultrapassam os 2 mil GW de potência instalada, mostra como a ANEEL acertou ao regular esse tema", disse o diretor-geral da ANEEL, André Pepitone. Em 2015, por meio da REN nº 687, as regras foram aprimoradas, com a elevação da potência limite de 1 MW para 5 MW (ou 3 MW para fontes hídricas) e a criação dos modelos de empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras e geração compartilhada.

Possíveis mudanças no marco regulatório da GD no Brasil

Em função do crescimento exponencial da GD, há a necessidade, já prevista pela ANEEL em 2015, de se revisar a regulamentação vigente para impedir o subsídio cruzado: os consumidores sem GD pagam pelo uso da rede dos prossumidores. Muito embora o prossumidor use a rede, tanto para se abastecer de energia em horas em que não há geração solar, como para injetar na rede excedentes de energia em horas em que há muita geração, a tarifação ocorre apenas pelo consumo deduzido das injeções. Além disso, a rede de distribuição está sempre disponível para caso a geração do prossumidor não ocorra. Com isso, este consumidor, embora utilize a rede de forma relativamente intensa, paga bem menos pelo uso da rede. Como as tarifas de distribuição são fixadas pelo regulador de forma que os custos da rede sejam recuperados de todos os consumidores, o resultado é que os consumidores que não possuem GD arcam pelos custos evitados pelos consumidores com GD. De acordo com dados da ANEEL, o subsídio cruzado, em 2018, foi de R$ 205 milhões. As previsões, caso a regulação não seja revista, indicam transferência de custos, via subsídio cruzado, de R$ 11 bilhões a R$ 13 bilhões, em 2025, de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões, em 2050. Como estes custos serão pagos pelas tarifas dos consumidores sem GD, estimulam-se, ainda mais, novas instalações, o que acarreta no paradoxo do "espiral da morte", em que as tarifas de acesso à rede crescem cada vez mais, incentivando mais consumidores a instalarem geração distribuída, para, com isso, deixarem de pagar os custos da rede.

Alternativas analisadas para modificação nas regras da GD

TUSD-fioA

|

_TUSD-Encargos

Perdas | 0

TUSD Alternativa

Alternativa2 |

Alternativa 4

Alternativa 5


BTGPactual

✓ Alternativa 0 - Cenário atual: a compensação da energia injetada na rede se dá por todas as componentes da TUSD e

da TE;

✓ Alternativa 1 - Incide Fio B26: a componente Transporte Fio B incidiria sobre toda a energia consumida da rede. As

demais componentes tarifárias continuariam incidindo sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede;

✓ Alternativa 2 - Incide Fio A27 e Fio B: as componentes referentes ao Transporte (Fio A e Fio B) incidiriam sobre toda a

energia consumida da rede. As demais parcelas da tarifa continuariam incidindo sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede; ✓ Alternativa 3 - Incide Fio A, Fio B e Encargos: equivalente à alternativa anterior, mas incluindo a parcela de Encargos da

TUSD entre as componentes que seriam aplicáveis a todo o consumo de energia registrado na unidade; ✓ Alternativa 4 - Incide toda a TUSD: com esta alternativa, as componentes da TE incidiriam sobre a diferença entre a

energia consumida e a energia injetada na rede, de maneira que a TUSD continuaria incidindo sobre toda a energia consumida da rede;

✓ Alternativa 5 - Incide toda a TUSD e os Encargos e demais componentes da TE: neste caso, apenas a componente de

Energia da TE incidiria sobre a diferença entre a energia consumida e a energia injetada na rede. As demais componentes tarifárias incidiriam sobre toda a energia consumida da rede.

Recomendação da ANEEL (Análise de Impacto Regulatório | 2019)

A proposta elencada para o Sistema de Compensação da GD Remota é conforme a seguir: ✓ Consumidores já existentes e aqueles que formularem solicitação de acesso completa (nos termos dos modelos

apresentados na seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST, contemplando os anexos devidos) antes da publicação da norma: continuariam com as regras atualmente vigentes aplicáveis a seus empreendimentos até o final de 2030 (31/12/2030); ✓ Consumidores que formularem solicitação de acesso após a publicação da norma: seria aplicada a Alternativa 5

(compensação apenas da TE Energia).

Embate político em relação à mudança da regulação

Após a recomendação da ANEEL, de que a regulação deveria ser ajustada para que, na prática, os prossumidores pagassem por todos os custos que não o custo da geração de energia, o presidente Jair Bolsonaro se envolveu na questão sendo contrário à opinião dos técnicos do seu governo, rechaçando veementemente o que chamou de "taxação do sol". A seguir alguns trechos com opiniões do presidente: "Está uma comoção nacional sobre taxar energia solar. Resolvi ontem a questão. A decisão é minha. Nenhum ministro, nenhum secretário, ninguém mais fala no assunto. A nossa posição é tarifa zero" "talvez nem precise de nada, a própria Aneel se conscientiza de que essa fonte de energia tem que ser estimulada pelo governo", sem a influência de "grupos lobistas" "Sol, fique tranquilo, não serás taxado"

Projeto de Lei (2020)

Após as discussões citadas acima o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) acertoucom o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a apresentação de projeto de lei em Fev/20, na volta do recesso parlamentar, para criar um marco legal da energia fotovoltaica.


(Br = Pactual

O projeto do deputado mineiro prevê dois caminhos diferentes. Para quem já tem painéis fotovoltaicos instalados, o benefício continua valendo indefinidamente. É, segundo Andrada, uma forma de dar segurança jurídica aos contratos firmados. Novas instalações ficam com os incentivos atuais, sem nenhuma mudança, até o fim de 2021. A partir de janeiro de 2022, a geração distribuída entra em um processo de corte gradual dos estímulos. De acordo com o PL, para os novos prossumidores deve-se aplicar a regra de não compensação da TUSD - Fio B, a qual corresponde ao custo das distribuidoras embutido nas tarifas de energia elétrica. De qualquer forma o PL prevê uma taxação gradual, em que apenas 50% de tais custos serão cobrados no início, o que será gradualmente aumentado para 100% até 2030.


Fiscal

Benefícios Fiscais: os estabelecimentos ainda não estão em operação, mas todos os benefícios fiscais mencionados pela

companhia existem e em tese poderiam ser aplicáveis (falta verificar determinadas condições objetivas).

I. IRPJ - SUDENE: redução de 75% do IRPJ devido.

Aspectos gerais: - É necessário realizar pleito para reconhecimento do projeto para fins de aproveitamento do benefício fiscal para cada CNPJ, além de produzir laudo constitutivo. Como os estabelecimentos ainda não estão em operação, o laudo ainda não pôde ser solicitado (prazo é dezembro 2023); - A aplicação do benefício depende da localidade e da atividade do solicitante, mas trata-se de uma questão factual de plano de desenvolvimento e expansão no território. Assim, uma vez feito o plano, o órgão não tem discricionar iedade para negar o reconhecimento do benefício; - Não recebemos confirmação de protocolo do pedido para reconhecimento do direito a pleitear o benefício fiscal quando da implantação e entrada em operação do empreendimento, tampouco a documentação suporte; * Necessário observar que o benefício é aplicável ao IRPJ, e não à CSLL, de forma que esta contribuição deverá ser recolhida a 9% sobre o lucro líquido ajustado.

Limitações ao modelo: impossibilidade de distribuir o valor relacionado aos benefícios aos sócios.

  • O valor correspondente ao IRPJ que deixou de ser recolhido não pode ser distribuído aos sócios a qualquer tempo e deve ser contabilizado na reserva de incentivos fiscais; - Como o caixa não é "carimbado", desde que a reserva não seja alterada, é possível distribuí-lo (e.g., lucros acumulados) ou reduzir o capital; - De acordo com a legislação, o valor não recolhido deve constituir reserva de capital e ser utilizado somente para absorção de prejuízos ou aumento de capital social. Além disso, considera-se como "distribuição do valor do imposto" (i) tanto a restituição de capital aos sócios até o montante do aumento com a incorporação da reserva, quanto (ii) a partilha do acervo líquido da sociedade dissolvida até o valor do saldo da reserva de capital; - Base Legal: art. 19, §§ 3º e 4º do Decreto-Lei nº 1.598/77;

Possibilidade de revogação: - Como há prazo certo e há condições para usufruir do benefício, seria difícil revogá-lo e aplicar os efeitos da revogação à cia.

Regimes Normais de Apuração:

(i) Lucro Real: 25% IRPJ e 9% CSLL sobre o lucro líquido ajustado; (ii) Lucro Presumido*: 25% IRPJ sobre o percentual de 8% das receitas provenientes da venda de energia elétrica, e 9% CSLL sobre o percentual de 12% dessas receitas (por se classificarem como receitas auferidas na atividade de venda de mercadorias). *Possibilidade de desconsideração do regime do lucro presumido para que seja aplicada tributação conjunta das Sociedades, no regime do lucro real, no caso de as receitas anuais, somadas, superem R$ 78M.


(Br = Pactual

II. ICMS: isenção nas saídas de micro e mini geração.

Aspectos gerais: Convênio Confaz dá respaldo a todos os benefícios. - Em MG: até 5MW: Prazo de Dezembro/2022; - SC e PR: até 1MW, há prazo certo para utilizar o benefício - 48 meses. - Demais Estados: até 1MW, não há prazo para utilizar o benefício.

O benefício de ICMS do estado de Minas Gerais, atualmente com prazo até Dezembro/2022,está atualmente em discussão para ser renovado até o ano de 2032. A equipe econômica do Partido Novo está engajadaem tais discussões com o CONFAZ e espera ter sucesso no curto prazo.

A BRGD estruturou seu business de forma a não depender de tal extensão do benefício no estado de MG, construindo usinas com capacidade máxima de 1MWp, se encaixando assim na regra geral de benefício indeterminado para usinas de até 1MWp. De forma a não caracterizar a junção de usinas pequenas para fins de tributação, as plantas da BRGD adotarão os seguintes critérios:

(i) separação física dos projetos - utilização de muros, cercas, etc., entradas separadas para projetos em áreas próximas/contíguas; (ii) segregação da área do imóvel - individualização das propriedades/lotes/terrenos e celebração dos correspondentes contratos para cada uma das propriedades/lotes/terrenos; (iii) unidades consumidoras/clientes distintos para projetos em áreas próximas/contíguas;

(iv) alocação dos projetos nessa situação (i.e. "vizinhos") para SPEs distintas do Grupo BRGD; e

Duas exceções para tal regra seriam as usinas de VRB (2.8 MWp dos 5.4 MWp) e MOC 2 (1.8 MWp dos 3.0 MWp) que já estão construídas dessa forma, para as quais modelamos o fim do benefício no ano de 2022 e um consequente aumento do desconto dos clientes de 10% para 25%, de forma a viabilizar a permanência dos mesmos no consórcio, mesmo após a cobrança do ICMS sobre a energia entregue pela distribuidora. A tabela abaixo é uma simulação da conta de energia na visão do cliente nos cenários pré e pós cobrança do ICMS na energia entregue pela distribuidora:

Composição do preço da energia
Tarifa CEMIG 0.70 R$ / KW
ICMS 18% 0.15 R$ / KW
Outros impostos e encargos 21% 0.15 R$ / KW
Preço energia ("PE-CEMIG") 1.00 R$ / KW
Desconto BRGD (oferecido aos consorciados) 10.0% [% s/ PE-CEMIG] Desconto BRGD (oferecido aos consorciados) 25% [% s/ PE-CEMIG]
Visão consorciado (até Dez/2022) | Sem ICMS Visão consorciado (pós Jan/2023) | Com ICMS
1. Consumo consorciado (100% entregue pela CEMIG) 1. Consumo consorciado (100% entregue pela CEMIG)
(+) dos quais, comprados diretamenta da CEMIG ["E-CEMIG"] 20 KW / mês (+) dos quais, comprados diretamenta da CEMIG ["E-CEMIG"] 20 KW / mês
(+) dos quais, compensados por créditos da BRGD ["E-BRGD"] 80 KW / mês (+) dos quais, compensados por créditos da BRGD ["E-BRGD"] 80 KW / mês
(=) Consumo total do consorciado 100 KW / mês (=) Consumo total do consorciado 100 KW / mês
2. Preço consorciado 2. Preço consorciado
2.1 CEMIG 2.1 CEMIG
(+) Tarifa CEMIG 0.70 R$ / KW (+) Tarifa CEMIG 0.70 R$ / KW
(+) ICMS 0.00 R$ / KW (+) ICMS 0.15 R$ / KW
(+) Outros Impostos e encargos 0.15 R$ / KW (+) Outros Impostos e encargos 0.15 R$ / KW
(=) preço sobre E-CEMIG sem ICSM ["PE-CEMIG s/ ICMS"] 0.85 R$ / KW (=) preço sobre E-CEMIG com ICSM ["PE-CEMIG c/ ICMS"] 1.00 R$ / KW
2.2 BRGD 2.2 BRGD
(+) PE-CEMIG 1.00 R$ / KW (+) PE-CEMIG 1.00 R$ / KW
(-) Desconto BRGD -0.10 R$ / KW (-) Desconto BRGD -0.25 R$ / KW
(=) preço sobre E-BRGD ["PE-BRGD"] 0.90 R$ / KW (=) preço sobre E-BRGD ["PE-BRGD"] 0.75 R$ / KW
3. Conta do consorciado 3. Conta do consorciado
(+) Conta CEMIG 16.9 [R$] (+) Conta CEMIG 20.0 [R$]
(+) Conta BRGD 72.0 [R$] (+) Conta BRGD 60.0 [R$]
(+) ICMS sobre E-BRGD 0.0 [R$] (+) ICMS sobre E-BRGD 12.3 [R$]
(=) Conta total 88.9 [R$] (=) Conta total 92.3 [R$]
Preço efetivo 0.89 [R$ / KW] Preço efetivo 0.9 [R$ / KW]
Desconto final 11.1% [%] Desconto final 7.7% [%]

(Br = Pactual

Possibilidade de revogação: - É uma possibilidade nos Estados em que não há previsão de prazo certo, embora haja condições para utilizar os benefícios: Nos termos da Cláusula Segunda do Convênio ICMS nº 16/2015, reproduzido pelas legislações estaduais que instituem os benefícios fiscais de ICMS informados, o aproveitamento de tais benefícios fica condicionado: (i) à observância pelas distribuidoras e pelos microgeradores e minigeradores dos procedimentos previstos em Ajuste SINIEF; e (ii) a que as operações estejam contempladas com desoneração de PIS/COFINS. - A jurisprudência tem aplicado à revogação de tributos os mesmos efeitos da majoração de tributos, isto é, necessário observar legalidade e anterioridade. Para o ICMS, teria efeito para o ano seguinte. - Em caso de revogação, e na hipótese de não ser instituída alíquota específica, as operações poderão estar sujeitas, em geral, a alíquotas de 18%.

III. PIS e COFINS: alíquota zero (art. 8º da Lei nº 13.169/ 2015).

Possibilidade de revogação: - A revogação é uma possibilidade, dado que não há previsão de prazo certo para fruição do benefício; - Para PIS/COFINS é possível defender a necessidade de aplicação da anterioridade nonagesimal (efeitos em 90 dias);

Regimes Normais de Apuração:

(i) Cumulativo (aplicável na opção pelo lucro presumido): alíquota combinada de 3,65%, sem a possibilidade de tomada de créditos sobre insumos; (ii) Não-cumulativo: alíquota combinada de 9,25%, com a possibilidade de tomada de créditos sobre insumos.

Aspectos relacionados à Reforma Tributária:
  • A PEC 45 visa a reunir, em um só tributo, todos os tributos atualmente vigentes e que "incidem sobre consumo"- IPI, PIS, COFINS, ICMS, ISS; - A ideia é que seja a aplicada alíquota semelhante para todos os produtos e serviços; - Esse tributo seria 100% não cumulativo, de forma que o ônus é repassado através da cadeia até o consumidor final; - Há discussões sobre como ocorrerá a implementação (1/10 por ano); - De acordo com a proposta original, não seria possível instituir benefício fiscal com relação a esse novo tributo.

Andamentos no Congresso: - Há comissão mista constituída; - Ideia do governo federal é começar por PIS/COFINS, já que não precisa de emenda constitucional. Porém, o Presidente da Câmara tem visão oposta, e acredita que deve ser aprovado o pacote completo; - Stocche Forbes acredita que a reforma não passa neste ano.


(Br = Pactual

Diligência Técnica (LMeng: Barne)

Assessor: LMeng (Barne) Data das visitas: Maio/Junho de 2020

Escopo: Avaliação técnica (aderência do empreendimento as condições executivas projetadas e em desenvolvimento) e de geração de energia das diferentes usinas fotovoltaicas em regime de minigeração

distribuída, além de avaliação do capex realizado / a realizar e aspectos ambientais/regulatórios.

mem RELEVANCIA

Alto

cambial

/ IMPACTOS

Pontos de atengdo riscos

Aumento da parcela do empreendimento custeada em cambial em fung3o una de de crise ¢ pandemia pandemia associadaassock a0 COVID-19 e

crise

délar, essencialmente os modulos, inversores racks.

RECOMENDACAO

| a

Concluir comercial através de Notas de

procedimento, ou lastreamento financeiro da moeda

|

industria chinesa

0

Dado impacto do COVID-18 na fabricag3o chinesa, pode-se ter

©

das atividades fabris desta regido.

| 0

Atraso na chegada dos mdulos demais equipamentos que

east de

sido importados deste pais de oe de

6

48

Acompanhamento do Alto

cronograma de execugio

Dada a concorréncia de atividades envolvendo a Companhia, deve-se

|

a necessidade de acompanhamento proximo para evitar atrasos Atraso na

na dos diferentes empreendimentos

Acompanhamento préximo pelo cliente e engenharia dos proprietirios exigindo a apresentagdo dos recursos entrada para operagdo dos empreendimentos

de forma independente pelo lado do EPC para tratativa

dos empreendimentos

|

Execugdo das atividades

em VRE

Necessidade de realizagdo do trabalho de terraplanagem e

projeto de crenagem com a planta j4 parciaimente montada

| Acompanhamento a de do Necessidade de retirada de estruturas ou danos aos

equipamentos j4 montados e uso

independente d

|

Atrasos no inicio das atividades com risco de atendimento Verificar junto ao EPC e/ou desenvolvedor qual

| Pendenteemissdo do pela distrbuidora para lantas |

informe de acesso as

Parecer de Acesso Mégio |; prazo, Risco de variagdo de ndo haver viabilidade na estratégia serd seguida.

conexdo;

| Confirmar |

Pode impactar no dimensionamento das drenagens do junto a empresa de EPC que isto estd sendo

Estudo Hidroldgico Médio [Nao foifoi verificadoverif estudo hidrologico nos projetos disponibilizados lizados.

i

« soar no

|

foi verificado equipamentos sobressalentes na documentaglo Alo tempo de do atvo em caso de

Sobressalentes | em

Médio disponibilizada. Nao foi previsto no projeto bisico a construgdo de Desgaste acelerado de componentes virtude de

err CAE ambiente coberto para acondicionamento de pegas. exposicio a intempéries.

| dos componentes sobre drea do Medio Nd foi verificada a Possibilidade de queima de equipamentos & a Sistema de Protego de do SPDA nas a parti dos projetos

disponibilizados supervisdrio, cabine de medicio e estruturas da planta,

Descargas Atmosfeérica indisponibilidade da planta de geralo


(Br = Pactual

Solar

BRGD GRU 1.5MW Solar Plant

BRGD PRO1 Plant

Solar Plant

BRGD ATIBAIA

Solar Plant

BRGD GRU 1.5MW

ALBURY


z=

_BIG Pactual

Diligência Legal (Stocche Forbes)

Societário
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Anuência prévia e renúncia do CXI: (i) acordo de acionistas da Norsol contém restrições e condições para a transferência de ações da companhia, assim como para a constituição de ônus sob suas ações; (ii) CXI possui opção de compra das ações da Norsol de titularidade da BRGD. Eficácia de todos os negócios jurídicos poderá ser questionada (Emissão e exercício do bônus de subscrição; AF ações da Norsol; Reorganização societária do Fundo FPI) CP: obter anuência e renúncia prévia do CXI
Sem que os consórcios estejam devidamente constituídos, o
Consórcios Norsol e VRB: ainda não formalmente constituidos Grupo BRGD não poderá implementar os respectivos projetos de geração distribuída CP: finalizar constituição dos Consórcios Norsol e VRB
Opção de Compra das Ações da Albury: No âmbito da CCB com o Banco Máxima, o Banco Máxima e Ideal Capital Ltda tem opção de compra de ações equivalente a 30% do capital social total da Albury, podendo ser exercida, inclusive, após 12 meses da quitação integral das CCBs. A inexistência de um distrato devidamente assinado do referido instrumento poderia ensejar questionamentos quanto à manutenção da sua validade e futura eficácia. CP: distrato da opção por todas as partes envolvidas, inclusive para que também seja regularizada a situação com a Ideal Capital Ltda
Ausência de registros: (a) atos constitutivos do Consórcio
Norsol; (a) atos constitutivos do Consórcio VRB; (c) ata de A ausência do registro dos atos societários perante o registro
aprovação das contas e das demonstrações financeiras; (d) competente faz com que tais atos careçam de eficácia CP: apresentação dos documentos devidamente registrados
ata de deliberação do aumento do capital social para R$ 910.500,00; (e) ata deliberando pela cisão da Albury. perante terceiros.
Ausência de livros societários das Sociedades: Averbação e atualização dos livros de registro de transferência de ações da Albury e da Northenergia A ausência dos livros mencionados impede a verificação precisa acerca da cadeia de transferências e da composição do capital social da Northenergia e da Albury. CP: os livros de registro de transferências de ações da BRGD, Northenergia e da Albury deverão ser apresentados e estar com todas as averbações atualizadas e regulares.

BTGPactual

Embora ata da assembleia geral em questão não tenha sido
Emissão de debêntures pela BRGD: Oct/19 foi realizada publicada,o não cancelamento da referida deliberação
uma assembleia geral extraordinária da BRGD em que foi enseja o risco de que as formalidades exigidas por lei, caso Recomendação: Assembleia Geral Extraordinária para
aprovada emissão de até BRL 5mio implementadas (erroneamente) no futuro, confiram eficácia a ela. cancelar a deliberação em questão.
Infraestrutura
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Ausência de informação: não foi possível identificar o prazo para a conclusão da implantação das Usinas Informações Disponibilizadas não permitem identificar com precisão os prazos para a conclusão de cada Usina e, por conseguinte, a possibilidade de cumprir os compromissos assumidos com clientes CP: (i) a apresentação de contratos e/ou termos aditivos aos contratos para implantação de todas as Usinas formalizando os cronogramas de implantação das Usinas; e/ou (ii) a entrada em operação das Usinas.
CP: (i) a apresentação de termo aditivo ao contrato com a
Situação deixa as Sociedades expostas às consequências Pague Menos formalizando os cronogramas de implantação
Potencial descumprimento do contrato com a Pague Menos previstas no contrato em questão para o atraso na conclusão das Usinas e/ou (ii) a entrada em operação das Usinas e
da implantação das Usinas. apresentação de documentos atestando a aceitação das Usinas pela Pague Menos.
Contrato com Usiminas: anuência para cessão e do exercício da opção de compra. Usiminas optou por converter os pagamentos realizados sob o contrato de arrendamento em crédito para aquisição da Usina, Sem comprovação da regularidade da cessão da posição contratual da Forgreen no contrato de arrendamento à Albury e do cumprimento da obrigação de disponibilização da Usina à Usiminas há risco de nulidade da cessão operada, o que poderia conceder à Usiminas o direito de rescindir o contrato de arrendamento CP: (i) a apresentação de cópia assinada do termo aditivo ao contrato com a Usiminas prevendo a cessão contratual para a Albury; e (ii) a apresentação de documentos comprovando a aceitação da Usina pela Usiminas e o exercício da opção de compra pela Usiminas.
Impossibilidade de recurso a fornecedores ou fabricantes
Contratos com fornecedores: ausência de garantias para reparação ou substituição de equipamentos CP: apresentação de garantias técnicas dos equipamentos
técnicas. desconformes ou para a cobrança de penalidades em razão de falhas de performance, o que pode implicar impacto que compõem as Usinas
financeiro

Ausência de seguros: os seguros relacionados às placas Eventuais danos causados às placas solares não serão Recomendação: Comprovação da contratação do Seguro
solares instaladas nos telhados ainda não foram contratados indenizados. das Placas Solares,

Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco

Consórcios

Geração de Créditos em GD de conexão pretendido pelas Sociedades e/ou que os custos

Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco

Ativos dados em garantia: Fundo BCE alienou Originais de Mútuo devidamente assinados por todas as fiduciariamente as ações emitidas pela BRGD de sua partes; e (ii) do aditamento referente ao Contrato Original de titularidade em decorrência dos Contratos Originais de Mútuo Mútuo, que tenham por objeto o cancelamento da Alienação

Anuência prévia do Banco Máxima: Dada existência das

operações entre a Albury e o Banco Máxima no âmbito das CCBs e dos Instrumentos Particulares de Swap, as quais implicam em restrição à reorganização societária, à alteração CP: anuência prévia do Banco Máxima de controle da Albury e à contratação de novas operações de empréstimo, assim como a existência de garantias que recaem sobre ações e recebíveis da Albury

Regulatório

Apesar da regulamentação aplicável não dispor detalhadamente sobre a estruturação de consórcios, a CP: revisar e adequar as minutas dos contratos de estrutura adotada para a organização do consórcios das formalização dos consórcios Sociedades pode ser objeto de questionamento Para os projetos que não possuem Parecer de Acesso, não há garantais de que a sua conexão será aprovada no ponto envolvidos para conexão possibilitarão a implementação dos projetos.

Financeiros

A alteração de controle da Albury antes da quitação integral das obrigações da Albury decorrentes da emissão das CCBs sem a obtenção da prévia e expressa anuência do Banco Máxima implicaria o vencimento antecipado das referidas obrigações, ficando a Albury automaticamente constituída em mora.

CP: obtenção dos Pareceres de Acesso pendentes para os

projetos da "Fase 1"

CP: disponibilização (i) dos Aditamentos ao Contratos

Fiduciária BRGD


BTGPactual

Contencioso
- Um único Processo Cível de BRL 5.116,91, classificado como risco de perda provável, na Albury Participações
Tributário
- Grupo BRGD possui os seguintes débitos em aberto junto à RFB, Fiscos Estaduais e Municipais, que não são objeto de valor total de BRL 331.097,99 parcelamento ou de processos administrativos ou judiciais no
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou
Certidão Positiva de Débitos: Northenergiapossui Possibilidade de contingências não identificadas nas
pendências perante o Município de Montes Claros/MG. Informações Disponibilizadas. materializados quanto à inexistência de quaisquer processos e/ou obrigações de natureza tributária em andamento em
face da Northenergia.
Execuções Fiscais em nome do Sócio Rodrigo: não foram fornecidas informações sobre status, valores envolvidos, objeto ou prognóstico das Execuções Fiscais. Possibilidade de contingências não identificadas nas Informações Disponibilizadas. Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou materializados relacionados às Execuções Fiscais
Parcelamentos em nome da Albury: não foram Recomendação: apresentar extrato dos parcelamentos
disponibilizadas informações ou valores sobre Possibilidade de contingências não identificadas nas Informações Disponibilizadas. federais e estaduais ativos para liquidação dos recursos das
parcelamentos da Albury Operações.
Parcelamentos: não foram disponibilizadas informações ou valores sobre parcelamentos dos Sócios Oscar e Rodrigo e da AJF Existência de contingências cujos valores não puderam ser identificados nas Informações Disponibilizadas e de responsabilização das Sociedades Recomendação: declarações e garantias sobre os eventuais passivos, perdas e obrigações, potenciais ou materializados quanto aos parcelamentos em nome dos Sócios Oscar, Rodrigo e AJF.

BTGPactual

Trabalhista
- não há (i) Processos Trabalhistas; (ii) procedimentos administrativos decorrentes de autos de infração lavrados pela Secretaria de Inspeção do Trabalho ou (iii) investigações
conduzidas pelo MPT ativas em face do Grupo BRGD.
Imobiliário
Principais Pontos de Atenção Possíveis Riscos Abordagem do Risco
Ausência de certidão vintenária, de inteiro teor e de ônus reais de alguns Imóveis: Não foram disponibilizadas as certidões de matrícula dos seguintes Imóveis: (i)VRB; (ii) Sorocaba 05; (iii) Atibaia; (iv) Itajaí; e (v) Itapecerica da Serra. Sem a análise de tais certidões, não é possível confirmar a regularidade da cadeia registral dos Imóveis Ocupados especificados ao lado e garantir a segurança jurídica das transações imobiliárias ocorridas até o presente momento, Recomendação: declarações e garantias sobre a (in)existência de ônus ou gravames que possam afetar as Operações.
Ausência de certidão negativa relativa aos tributos A ausência de apresentação das referidas certidões impede
imobiliários (CND de IPTU) para alguns Imóveis: Não a verificação da regularidade da situação cadastral dos Recomendação: declarações e garantias sobre a
foram disponibilizados os documentos de regularidade Imóveis perante as Prefeituras locais, bem como a (in)existência de débitos que possam afetar as ocupações
cadastral e fiscal para os seguintes Imóveis: (i) VRB; (ii) inexistência de débitos que possam afetar as ocupações exercidas pelas Sociedades.
Linhares; e (iii) Itapecerica da Serra. exercidas
Ausência de Certidão Negativa: CND de ITR de Norsol, Northenergia, e Cascavel; CCIR de Norsol42, Nothenergia43e Cascavel; e CAR de Cascavel e Paulínia. A ausência de apresentação das referidas certidões impede a verificação da regularidade da situação cadastral do imóvel perante o INCRA, Receita Federal e ao CAR, bem como a inexistência de débitos que possam afetar a ocupação Recomendação: declarações e garantias sobre a (in)existência de débitos que possam afetar as ocupações exercidas pelas Sociedades.
Em caso de alienação dos Imóveis, considerando a inexistência da cláusula de vigência ou do seu respectivo
registro nas matrículas dos Imóveis, o terceiro adquirente Recomendação: celebração de novos contratos de locação
Contratos de locação: Ausência de cláusula de vigência e não estará obrigado a respeitar a locação e poderá (ou aditivos) com a inclusão de cláusula de vigência, bem
de registro do contrato de locação de alguns Imóveis denunciá-la em até 90 dias contados do registro de sua como o registro destes e dos contratos que já contemplam
Ocupados. aquisição, notificando a locatária para que desocupe o imóvel em até outros 90 dias, contados do recebimento de notificação nesse sentido. tal cláusula perante o Ofício de Registro de Imóveis

BTGPactual

(i) Penhora: não é possível atestar que a ocupação exercida pelas Sociedades é segura, visto que o imóvel pode ser leiloado para sanar eventuais débitos contraídos com o credor, caso haja inadimplência da obrigação contraída. (ii) Reserva Legal: as áreas consideradas como reserva legal Existência de gravame incidente sobre alguns Imóveis: dos imóveis, normalmente equivalentes a 20 % da área de Penhora em Itatiba; Reserva Legal em Cascavel; e Servidão superfície, não podem ser utilizadas para exploração de de Passagem em Cascavel. atividades econômicas e possuem o seu uso restrito, estando o proprietário obrigado a proteger a vegetação ali localizada; e (iii) Servidão de passagem: o proprietário e terceiro adquirente devem respeitar as restrições impostas ao imóvel quando da instituição da servidão de passagem. Existe uma fragilidade jurídica advinda do instrumento firmado, na medida em que o contrato de arrendamento do Recomendação: celebração/apresentação de um novo

Divergências entre os proprietários e a arrendante do imóvel Norsol

imóvel mencionado não foi celebrado por quem detinha a contrato de arrendamento com os legítimos proprietários propriedade do imóvel e, portanto, não possuía o direito de desse imóvel figurar como promitente arrendante.

Recomendação: declarações e garantias sobre a

inexistência de ônus e gravames que possam comprometer a condução das atividades das Sociedades no curso normal dos negócios e, por conseguinte, as Operações.


(Br = Pactual

Ambiental

Principais issues do setor de energia solar

Anuência do IPHAN para construção ❖ Alguns escritórios regionais do Instituto de Patrimônio Histórico e Cultural consideram necessários sua

autorização e acompanhamento de arqueólogo durante a construção das UFVs (a despeito de não haver uma exigência regulatória expressa). Em MG este entendimento não está claro. Tivemos uma experiência com parque solar em que não foi solicitada autorização do IPHAN e não houve paralisação das atividades/multa. Supressão de Vegetação com posterior recuperação da área e monitoramento para evitar erosões Riscos à Saúde e Segurança do Trabalho ❖ Radiação solar, ruído, poeira (máquinas e veículos), trabalho em altura (construção e manutenção dos

equipamentos, ergonômico (utilização da pá). Mitigantes: uso de equipamento de proteção individual, realização de exames e treinamentos periódicos

Análise dos Projetos Fase 1

Licenciamento Ambiental

Usinas de Chão
Única USV em que é exigível pela legislação ambiental a licença ambiental é da Linhares. Solicitada licença
ambiental em 11/2019 aguardando manifestação da Prefeitura. Como parque foi construído sem licença
ambiental há risco de multa (em torno de 60k) e paralisação das atividades (poderá ser revertida na esfera
judicial). Entrada em operação do parque pode sujeitar uma nova multa (operar sem licença), aumentando
risco de atuação
Subestações: responsabilidade da concessionária em obter documentação
Usinas de teto necessidade: não há exigência expressa do órgão ambiental (entendimento SP, pendente
PR, SC)

Supressão de Vegetação ❖ Das 4 UFVs de chão em que poderia ser necessária a supressão de vegetação, em 3 delas foi feita a

supressão sendo que

  1. MOC 1: solicitada autorização ambiental e não tivemos a confirmação de que foi emitida
  2. MOC 2: obtida autorização ambiental, mas não sabemos se termo de compromisso para estabelecer medidas mitigatórias e compensatórias foi concluído
  3. VRB: não sabemos se foi solicitada autorização ambiental e/ou se foi emitida ❖ Como não sabemos se UFV ITAPECERICA DA SERRA será uma usina de teto ou de chão, caso seja uma usina de chão e seja necessária a supressão de vegetação, necessário obter autorização previamente ao início das atividades AVCB (Autorização Corpo de Bombeiros) ❖ Prazo médio para obtenção da documentação é de 4 meses. Caso a usina comece a operar sem AVCB, os riscos são: multa, suspensão das atividades e caso o imóvel tenha seguro, seguradora poderá se recursar a cobrir sinistro Outros Pontos
  • Não foram identificadas multas ou processos envolvendo matéria ambiental
  • Áreas das UFVS não estão próximas a unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas ou outro tipo de espécie protegida
  • Engenheiro não identificou item que demandasse demanda especifica por questões sociais
  • Plano de Ação para (i) obtenção documentação pendente (segurança do trabalho) (ii) acompanhamento das medidas recomendas pelas Diligências Técnicas e Jurídica (ex: recuperação das áreas com erosão em VRB e limpeza do terreno da área com queima - UFV Linhares) (iii) novas multas, processos, acidentes ambientais/trabalhistas, renovação das autorizações/licenças

)

BTGPactual

=

TÍTULO
v NOME TIPO ESTADO EMPRESA CAR LICENÇA ASV OPERAÇÃO1 Outras Questões
OCUPAÇÃO
1 UFV MOC 1 | Usina de chão MG Norhernegia Locadora de | Equipamentos S.A. Arrendamento ok NA inconclusivo 15/01/2021 na
2 UFC MOC 2 | Usina de chão | MG Norsol Energia e | Participações Ltda. Arrendamento ok NA DAIA válida até 01.11.20212 15/11/2020 na
3 UFV VRB | Usina de chão | | MG | Albury Participações S.A. Arrendamento | Urbano - NA NA inconclusivo 15/11/2020 Identificados pontos de erosão
4 UFV LINHARES | Usina de chão | | ES Albury Participações S.A. Promessa de compra Urbano - NA irregular NA3 | 15/10/2020 Necessidade de nivelamento das placas solares queima de resíduos decorrentes da raspagem do terreno e papelão (maio/2020). Queima não envolveu equipamento. Não sabemos se cia solicitou autorização
5 UFV Atibaia | Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo4 NA 17/09/2020 na
6 UFV GRU 1 | Usina de teto | SP | Albury Participações S.A. Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
7 UGV GRU 2 | Usina de teto SP | Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
8 UFV SOROCABA 1 | Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
9 UFV SOROCABA 2 Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
10 UFV SOROCABA 3 | Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
11 UFV SOROCABA 4 Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 17/09/2020 na
12 UFV ITAPECERICA DA SERRA | INDENIFIDO SP | Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA NA INDENIFIDO 05/11/2020 na
13 UFV PAULINIA Usina de teto | SP Albury Participações S.A. | Locação Urbano - NA inconclusivo NA 16/10/2020 na
14 UFV ITATIBA Usina de teto | SP | Albury Participações S.A. Locação Urbano - NA inconclusivo NA 16/10/2020 na
15 | UFV CASCAVEL | Usina de teto PR Albury Participações S.A. | Locação irregular5 inconclusivo NA 16/09/2020 na
16 UFV ITAJAÍ Usina de teto | SC | Albury Participações S.A. Locação Urbano - NA inconclusivo NA 18/10/2020 na

1 Datas indicadas pelo Engenheiro Tiago. Consideramos prazo de entrega conservador. 2 DAIA 0037752 autoriza a supressão de 111 árvores isoladas. 3 De acordo com engenheiro não foi verificada supressão de vegetação. 4 Nos contratos de locação não há previsão sobre obrigação de obtenção de licença ambiental a nenhuma das partes. SF entrou em contato com CETESB e não há necessidade de informar a inclusão da placa solar no galpão, porém foi recomendado incluir a informação no pedido de

renovação da licença, quando é apresentado Memorial de Caracterização do Empreendimento, o qual deve conter informação sobre todas as estruturas. SF recomendou que sejam solicitadas as licenças dos galpões. Pendente posicionamento dos órgãos ambientais PR e SC.

5 De acordo com SB: Entendemos que a Companhia não seria considerada possuidora do imóvel para fins de inscrição do imóvel no CAR. Além disso, aparentemente o imóvel está localizado em condomínio logístico, de forma que não possui destinação rural, que seria condição para a

necessidade de inscrição no CAR. Essas condições mitigam eventual risco de responsabilidade legal relacionada à obrigatoriedade de res erva legal em imóvel rural.


(Br = Pactual

BRGD | Fase 1

Premissas:

✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa (Após 2030) ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 ✓ Upsides:

o Reajuste real: 2%
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas

Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]

✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB

Projetos: 14.5 MWp

✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha

Expansão: 100 MWp

✓ 2021 ✓ 2022


(ra = Pactual

BRGD Fase 1 | Premissas de Modelagem (Base Case)


Solar power plant parameters Obs: Sorocaba Atibaia Enel Linhares Paraná SantaCatarina Paulinia Itatiba GRU1 GRU2 MOC1 MOC2 MOC2icms VRB VRBicms Holding Fase1
Company - Albury Albury Albury Albury Albury Albury Albury Albury Albury Albury Northenergia Norsol Norsol Albury Albury - -
State - SP SP SP ES PR SC SP SP SP SP MG MG MG MG MG - -
Power distributor - CPFL Enel Enel EDP Copel CELESC CPFL CPFL EDP EDP Cemig Cemig Cemig Cemig Cemig - -
Company´s share in solar power plant [%] 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% - -
BRGD´s share in company [%] 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 60% 60% 100% 100% - -
Assembly [end date] Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 Aug-20 - -
Operation start [expected date] Sep-20 Sep-20 Oct-20 Sep-20 Sep-20 Oct-20 Oct-20 Oct-20 Sep-20 Sep-20 Jan-21 Oct-20 Oct-20 Nov-20 Nov-20 - -
Peak capacity [MWp] 0.4 0.2 1.5 1.4 0.4 0.7 0.7 0.2 0.4 0.4 3.0 1.2 1.8 2.9 2.5 - 17.5
Peak capacity | proportional [%] 0.4 0.2 1.5 1.4 0.4 0.7 0.7 0.2 0.4 0.4 3.0 0.7 1.1 2.9 2.5 - 16.3
Access opinion capacity [MWp] 0.0 0.0 1.5 0.0 0.3 0.0 0.6 0.0 0.3 0.0 2.5 1.0 1.5 2.4 2.1 - 12.2
Solar panel degradation (1st year) [%] 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% - 2.5%
Solar panel degradation (2nd year+) [%] 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% - 0.5%
Security margin [on energy sales] 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 13% 13% 13% 18% 18% - 13%
Solar irradiation [% of day] 18% 18% 18% 18% 18% 18% 18% 18% 18% 18% 23% 23% 23% 20% 20% - 20%
Energy sold | wholesale clients [%] 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 30% 30% 0% 0% - 70%
Energy sold | retail clients [%] 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 70% 70% 100% 100% - 30%
Tariff | Distributor [R$ / Kw] 0.77 0.78 0.78 0.80 0.78 0.78 0.78 0.80 0.78 0.78 0.82 0.82 0.82 0.82 0.82 - 0.80
Tariff | Discount for wholesale 1 [%] 26% 30% 25% 26% 26% 25% 30% 26% 26% 25% 15% 10% 10% 10% 10% - 18%
Tariff | Discount for retail 1 [%] 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 14% 14% - 11%
Tariff | Discount 1 Limit [%] Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-22 Dec-50 Dec-22 - -
Tariff | Discount for wholesale 2 [%] 26% 30% 25% 26% 26% 25% 30% 26% 26% 25% 15% 10% 25% 10% 25% - 19%
Tariff | Discount for retail 2 [%] 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 25% 14% 25% - 12%
Tariff | Readjustment month [month] June June June June June June June June June June June June June June June - -
Tariff | Readjustment index [index] IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA - -
Tariff | Readjustment spread [%] 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% 2% - 2.0%
Tariff | New ANEEL regulation cost [%] 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% 17% -
Tariff | ANEEL Regulation applied Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current Current - Current
BRGD´s sales price | wholesale clients [R$ / Kw] 0.57 0.55 0.59 0.60 0.58 0.59 0.55 0.60 0.581 0.59 0.70 0.74 0.74 0.74 0.74 - 0.66
BRGD´s sales price | retail clients [R$ / Kw] 0.69 0.70 0.70 0.72 0.70 0.70 0.70 0.72 0.70 0.70 0.74 0.74 0.74 0.70 0.70 - 0.72
BRGD´s sales price | combined [R$ / Kw] 0.57 0.55 0.59 0.60 0.58 0.59 0.55 0.60 0.58 0.59 0.70 0.74 0.74 0.70 0.70 - 0.65
BRGD´s average discount [%] 26% 30% 25% 26% 26% 25% 30% 26% 26% 25% 15% 10% 10% 14% 14%
Distributor demand [Yes/No] No No Yes No Yes No Yes No No No Yes Yes Yes Yes Yes - -
Distributor demand fee [R$ / mWp / m] 0 0 14,000 0 14,000 0 14,000 0 0 0 14,000 14,000 14,000 14,000 14,000 - 10,391
OPEX | Total [R$ k/year] 23,520 11,760 115,610 183,221 27,445 54,890 33,314 22,045 27,445 27,445 179,203 79,259 118,888 183,411 158,113 Detailed 1,245,569
Capex | total [R$] 1,572,000 776,000 5,153,000 5,873,000 1,644,000 2,959,000 2,758,000 879,000 1,541,000 1,729,000 11,539,000 4,959,200 7,438,800 11,158,019 9,618,981 - 69,598,000
Capex | already disbursed [R$] 1,429,000 705,000 3,720,000 5,001,000 1,334,000 2,667,000 2,100,000 705,000 1,429,000 1,429,000 1,000,000 4,160,000 6,240,000 8,044,815 6,935,185 - 46,899,000
Capex | to be disbursed [R$] 143,000 71,000 1,433,000 872,000 310,000 292,000 658,000 174,000 112,000 300,000 10,539,000 799,200 1,198,800 3,113,204 2,683,796 - 22,699,000
Sudene tax benefit [Yes/No] No No No Yes No No No No No No Yes Yes Yes No No No -
Tax system [Real/Presumed] Real Presumed Presumed Real Presumed Presumed Presumed Presumed Presumed Presumed Real Real Real Presumed Presumed Real -

(ro Pactual

BRGD | Fase 1 | DRE (Base Case)

Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029

(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 17,649 18,577 18,981 20,169 21,339 22,636 24,012 25,540 27,021

(-) Distributor demand fee [R$ k] - (336) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999) (1,999)

(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 15,650 16,578 16,982 18,170 19,340 20,637 22,013 23,541 25,022

(-) OPEX | Total [R$ k] - (269) (1,297) (1,341) (1,392) (1,448) (1,506) (1,566) (1,629) (1,694) (1,761)
(-) Leasing | expenses [R$ k] - (605) (791) (817) (846) (879) (915) (951) (989) (1,029) (1,070)
(-) Depreciation [R$ k] - (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044) (7,044)
(=) Gross profit

Gross profit

[R$ k] -

[%]

960 6,615 7,376 7,700 8,799 9,875 11,076 12,352 13,774 15,147
33% 40% 42% 44% 48% 51% 54% 56% 59% 61%

(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,005) (2,080) (2,149) (2,243) (2,340) (2,443) (2,550) (2,663) (2,779)

(=) EBIT

EBIT Margin

[R$ k] -

[%]

(211) 4,610 5,296 5,551 6,556 7,535 8,633 9,802 11,111 12,368
-7% 28% 30% 32% 36% 39% 42% 45% 47% 49%
(+) Depreciation & amortization [R$ k] - 918 6,948 7,044 7,044 7,044 7,044 7,044 7,044 7,044 7,044
(=) EBITDA EBITDA Margin [R$ k] [%] - 707 24% 11,557 71% 12,340 71% 12,595 72% 13,599 75% 14,579 75% 15,677 76% 16,846 77% 18,155 77% 19,412 78%
(+) Financial revenues [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Financial expenses [R$ k] - (4,979) (9,789) (9,864) (8,966) (9,455) (9,157) (8,490) (7,407) (5,853) (4,445)
BTG Pactual | Line 1 [R$ k] - (1,227) (3,312) (3,626) (3,466) (3,865) (4,016) (4,126) (4,220) (4,345) (4,405)
BTG Pactual | Line 2 [R$ k] - (2,454) (6,477) (6,119) (4,759) (3,463) (418) 0 0 0 0
Máxima [R$ k] - (1,222) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Refinancing [R$ k] - (77) 0 (119) (741) (2,127) (4,722) (4,364) (3,187) (1,508) (40)

(=) EBT [R$ k] - (5,191) (5,179) (4,568) (3,415) (2,900) (1,621) 144 2,395 5,258 7,923

(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (288) (418) (558) (715) (885) (1,049) (1,161) (1,285) (1,405)

(=) Net income [R$ k] - (5,259) (5,467) (4,987) (3,973) (3,615) (2,507) (906) 1,234 3,973 6,518


(ra Pactual

BRGD | Fase 1 | Cash flow (Base Case)

Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029

Initial cash [R$ k] - 0 1,532 2,389 0 0 0 0 0 0 0
(=) EBITDA [R$ k] - 707 11,557 12,340 12,595 13,599 14,579 15,677 16,846 18,155 19,412
(+/-) Working capital [R$ k] - (2,105) (724) (173) 79 (184) (195) (207) (220) (234) (248)
(-) Taxes paid [R$ k] - (68) (288) (418) (558) (715) (885) (1,049) (1,161) (1,285) (1,405)
(=) Cash flow from operations [R$ k] - (1,467) 10,546 11,748 12,116 12,701 13,499 14,421 15,465 16,636 17,758
(+) Asset sale [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Capex [R$ k] - (23,499) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from investments [R$ k] - (23,499) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) FCFF [R$ k] (24,966) 10,546 11,748 12,116 12,701 13,499 14,421 15,465 16,636 17,758
(+) New debt [R$ k] - 60,000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Interests paid [R$ k] - (1,502) (5,737) (9,864) (8,966) (9,455) (9,157) (8,490) (7,407) (5,853) (4,445)
(-) Structuring fees paid [R$ k] - (5,000) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Debt amortization (=) Cash before refinancing [R$ k] [R$ k] - (27,000) 1,532 (3,951) 857 (6,773) (4,889) (8,090) (4,940) (16,933) (13,688) (9,407) (5,065) 0 5,931 0 8,058 0 10,783 0 13,313
Refinancing Minimum cash [R$ k] [R$ k] 0 0 0 2,500 4,940 13,688 5,065 (5,931) (8,058) (10,783) (1,421)
(=) Cash flow from financing [R$ k] - 26,498 (9,688) (14,137) (12,116) (12,701) (13,499) (14,421) (15,465) (16,636) (5,866)
(=) FCFE [R$ k] 1,532 857 (2,389) 0 0 0 0 0 0 11,892
(+) Equity issuance [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Dividends paid [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from shareholders [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Change in cash [R$ k] 1,532 857 (2,389) 0 0 0 0 0 0 11,892
(=) Final cash [R$ k] - 1,532 2,389 0 0 0 0 0 0 0 11,892
Indebtedness 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
(+) Total Debt [R$ k] - 63,681 63,781 59,508 56,357 53,112 48,770 42,839 34,782 23,999 22,577
BTG Pactual | Line 1 [R$ k] - 21,227 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577
BTG Pactual | Line 2 [R$ k] - 42,454 41,204 34,430 26,340 9,407 0 0 0 0 0
Máxima [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Refinancing [R$ k] - 0 0 2,500 7,440 21,128 26,193 20,262 12,204 1,421 (0)
(-) Cash (=) Net Debt EBITDA LTM (or annualized) Net Debt / EBITDA LTM
[R$ k] - 1,532 2,389 0 0 0 0 0 0 0 11,892
[R$ k] - 62,149 61,392 59,508 56,357 53,112 48,770 42,839 34,782 23,999 10,685
[R$ k] - 707 11,557 12,340 12,595 13,599 14,579 15,677 16,846 18,155 19,412
[R$ k] - 88.0x 5.3x 4.8x 4.5x 3.9x 3.3x 2.7x 2.1x 1.3x 0.6x

(ro Pactual

BRGD | Fase 1 | Valuation (2021)


Valuation (2021) 2021 Sorocaba Atibaia Enel Linhares Paraná SantaCatarina Paulinia Itatiba GRU1 GRU2 MOC1 MOC2 MOC2icms VRB VRBicms Holding Fase1
Project IRR (Unleveraged) [%] 16% 17% 20% 19% 14% 18% 17% 17% 20% 18% 30% 26% 14% 24% 22% 0% 2%
Enterprise Value (NPV @6%) [R$ k] 2,711 1,479 12,407 12,327 2,591 6,256 5,529 1,664 3,611 3,489 40,238 9,397 11,475 33,404 24,801 (19,516) 151,862
Enterprise Value (NPV @8%) [R$ k] 2,308 1,243 10,368 10,418 2,165 5,260 4,624 1,399 3,038 2,934 33,941 7,915 9,698 28,011 20,835 (16,418) 127,738
Enterprise Value (NPV @10%) [R$ k] 1,999 1,063 8,825 8,960 1,842 4,503 3,939 1,197 2,601 2,512 29,146 6,787 8,346 23,917 17,826 (14,042) 109,422
Enterprise Value (NPV @12%) [R$ k] 1,758 924 7,635 7,828 1,594 3,917 3,410 1,041 2,263 2,185 25,429 5,913 7,299 20,754 15,501 (12,189) 95,263
EV / EBITDA
£V [current] 0x 16 22x 15x 1260 09x 206 10x
£V(@6%)/EBITOA (fwd 1 yr] 104 20x 10x 16x 10x 02x 24x 22x
(@8%)/EBITOA [current] ax 1s 24x 106 920 3x 10x
£V(@8%)/EBITOA (fwd yr] ry 08x 6x asx 1000 rs 10x 03x
[current] 10x re 107% ox 790 18x
[we 1 yr] 270 a3 Bax asx rs
[current] 230 asc 920 780 0x 69x ry
1 yr] 67x 850 24x 6x 75x 65x 820 ax
Equity Value (NPV @6%) [R$ k] 2,777 1,511 11,503 12,430 2,388 6,325 5,105 1,574 3,779 3,417 29,969 8,769 10,532 31,849 23,462 (19,516) 113,048
Equity Value (NPV @8%) [R$ k] 2,374 1,275 9,464 10,520 1,962 5,329 4,200 1,309 3,205 2,862 23,672 7,286 8,755 26,456 19,496 (16,418) 88,923
Equity Value (NPV @10%) [R$ k] 2,066 1,096 7,920 9,063 1,639 4,572 3,515 1,107 2,769 2,440 18,877 6,158 7,404 22,362 16,487 (14,042) 70,607
Equity Value (NPV @12%) [R$ k] 1,824 957 6,731 7,931 1,390 3,986 2,986 951 2,431 2,113 15,160 5,285 6,356 19,199 14,162 (12,189) 56,448

BTGPactual

\

BRGD | Fase 2

Premissas:

✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa (Após 2030) ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 e Fase

2 ✓ Upsides:

o Reajuste real: 2% para Fase 1 e 0% para Fase 2
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas

Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]

✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB

Projetos: 14.5 MWp

✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha

Expansão: 100 MWp

✓ 2021 ✓ 2022


(ro Pactual

BRGD | Fase 2 | Premissas de Modelagem (Base Case)

Solar power plant parameters Obs: Fase1 Esmeraldas ~~ MOC3 Triângulo MinasNovas | Capelinha Fase2 BRGD
Company - - - - - - - - -
State - - MG MG MG MG MG - -
Power distributor - - Cemig Cemig Cemig Cemig Cemig - -
Company´s share in solar power plant [%] - 100% 85% 100% 100% 100% - -
BRGD´s share in company [%] - 100% 100% 100% 100% 100% - -
Assembly [end date] - Nov-20 Nov-20 Nov-20 Nov-20 Nov-20 - -
Operation start [expected date] - Mar-21 Mar-21 Mar-21 Mar-21 Mar-21 - -
Peak capacity [MWp] 17.5 2.0 3.0 2.5 2.0 5.0 14.5 32.0
Peak capacity | proportional [%] 16.3 2.0 2.6 2.5 2.0 5.0 14.1 30.4
Access opinion capacity [MWp] 12.2 2.0 2.5 2.5 2.0 5.0 14.0 26.2
Solar panel degradation (1st year) [%] 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5%
Solar panel degradation (2nd year+) [%] 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5%
Security margin [on energy sales] 13% 11% 0% 13% 5% 18% 11% 12%
Solar irradiation [% of day] 20% 21% 19% 22% 23% 23% 22% 21%
Energy sold | wholesale clients [%] 70% 70% 70% 70% 70% 70% 70% 70%
Energy sold | retail clients [%] 30% 30% 30% 30% 30% 30% 30% 30%
Tariff | Distributor [R$ / Kw] 0.80 0.90 0.90 0.90 0.90 0.90 0.90 0.85
Tariff | Discount for wholesale 1 [%] 18% 25% 25% 25% 25% 25% 25% 21%
Tariff | Discount for retail 1 [%] 11% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10%
Tariff | Discount 1 Limit [%] - Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50
Tariff | Discount for wholesale 2 [%] 19% 25% 25% 25% 25% 25%
Tariff | Discount for retail 2 [%] 12% 10% 10% 10% 10% 10%
Tariff | Readjustment month [month] - June June June June June - -
Tariff | Readjustment index [index] - IPCA IPCA IPCA IPCA IPCA - -
Tariff | Readjustment spread [%] 2.0% 0% 0% 0% 0% 0% 0.0% 1%
Tariff | New ANEEL regulation cost [%] 17% 17% 17% 17% 17%
Tariff | ANEEL Regulation applied Current Current Current Current Current Current Current Current
BRGD´s sales price | wholesale clients [R$ / Kw] 0.66 0.68 0.68 0.68 0.68 0.68 0.68 0.67
BRGD´s sales price | retail clients [R$ / Kw] 0.72 0.81 0.81 0.81 0.81 0.81 0.81 0.76
BRGD´s sales price | combined [R$ / Kw] 0.65 0.72 0.72 0.72 0.72 0.72 0.72 0.68
BRGD´s average discount [%] 21% 21% 21% 21% 21%
Distributor demand [Yes/No] - Yes Yes Yes Yes Yes - -
Distributor demand fee [R$ / mWp / m] 10,391 14,000 14,000 14,000 14,000 14,000 14,000 12,061
OPEX | Total [R$ k/year] 1,245,569 143,700 198,147 143,700 143,700 | 312,180 941,427 2,186,996
Capex | total [R$] 69,598,000 | 8,000,000 12,000,000 10,000,000 8,000,000 | 20,000,000 58,000,000 127,598,000
Capex | already disbursed [R$] 46,899,000 0 0 0 0 0 0 46,899,000
Capex | to be disbursed [R$] 22,699,000 | 8,000,000 12,000,000 10,000,000 8,000,000 | 20,000,000 58,000,000 80,699,000
Sudene tax benefit [Yes/No] - No Yes No Yes Yes - -
Tax system [Real/Presumed] - Presumed Real Presumed Real Real - -

(ro Pactual

BRGD | Fase 2 | DRE (Base Case)

Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029

(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 32,738 37,091 38,167 40,156 42,070 44,196 46,435 48,922 51,273

(-) Distributor demand fee [R$ k] - (336) (3,959) (4,351) (4,351) (4,351) (4,351) (4,351) (4,351) (4,351) (4,351)
(-) ONS [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) ICMS [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) PIS [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) COFINS [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0

(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 28,779 32,740 33,816 35,805 37,719 39,845 42,084 44,571 46,922

(-) OPEX | Total [R$ k] - (269) (2,116) (2,355) (2,444) (2,542) (2,644) (2,749) (2,859) (2,974) (3,093)
(-) Leasing | expenses [R$ k] - (605) (901) (953) (987) (1,026) (1,067) (1,109) (1,154) (1,200) (1,248)
(-) Depreciation [R$ k] - (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132) (13,132)
(=) Gross profit

Gross profit

[R$ k] -

[%]

960 14,248 16,300 17,253 19,105 20,876 22,855 24,939 27,265 29,450
33% 48% 49% 50% 53% 55% 57% 59% 61% 63%

(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,307) (2,450) (2,532) (2,643) (2,755) (2,874) (2,998) (3,131) (3,264)

(=) EBIT

EBIT Margin

[R$ k] -

[%]

(211) 11,941 13,850 14,720 16,462 18,122 19,981 21,941 24,134 26,186
-7% 41% 41% 43% 46% 48% 50% 52% 54% 56%
(+) Depreciation & amortization [R$ k] - 918 11,514 13,132 13,132 13,132 13,132 13,132 13,132 13,132 13,132
(=) EBITDA EBITDA Margin [R$ k] [%] - 707 24% 23,455 80% 26,982 80% 27,852 81% 29,594 83% 31,253 83% 33,113 83% 35,073 83% 37,266 84% 39,318 84%
(+) Financial revenues [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Financial expenses [R$ k] - (8,998) (19,577) (20,282) (18,280) (18,830) (17,677) (15,714) (12,863) (9,001) (4,816)

(=) EBT [R$ k] - (9,209) (7,636) (6,431) (3,559) (2,367) 445 4,267 9,077 15,133 21,370

(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (410) (541) (767) (1,023) (1,347) (1,731) (2,187) (2,594) (2,888)

(=) Net income [R$ k] - (9,277) (8,046) (6,972) (4,327) (3,390) (902) 2,536 6,891 12,540 18,482


(ra Pactual

BRGD | Fase 2 | Cash flow (Base case)

Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029

Initial cash [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) EBITDA [R$ k] - 707 23,455 26,982 27,852 29,594 31,253 33,113 35,073 37,266 39,318
(+/-) Working capital [R$ k] - (2,105) (3,632) (274) (33) (309) (325) (342) (361) (380) (400)
(-) Taxes paid [R$ k] - (68) (410) (541) (767) (1,023) (1,347) (1,731) (2,187) (2,594) (2,888)
(=) Cash flow from operations [R$ k] - (1,467) 19,413 26,168 27,052 28,263 29,582 31,039 32,525 34,292 36,030
(+) Asset sale [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Capex [R$ k] - (84,374) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from investments [R$ k] - (84,374) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) FCFF [R$ k] (85,841) 19,413 26,168 27,052 28,263 29,582 31,039 32,525 34,292 36,030
(+) New debt [R$ k] - 120,000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Interests paid [R$ k] - (1,636) (11,475) (20,282) (18,280) (18,830) (17,677) (15,714) (12,863) (9,001) (4,816)
(-) Structuring fees paid [R$ k] - (6,500) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Debt amortization (=) Cash before refinancing [R$ k] [R$ k] - (27,000) (977) (9,878) (1,940) (16,933) (11,047) (20,225) (11,453) (42,332) (32,899) (23,518) (11,613) 0 15,325 0 19,662 0 25,292 0 31,214
Refinancing Minimum cash [R$ k] [R$ k] 0 977 1,940 11,047 11,453 32,899 11,613 (15,325) (19,662) (25,292) (9,650)
(=) Cash flow from financing [R$ k] - 85,841 (19,413) (26,168) (27,052) (28,263) (29,582) (31,039) (32,525) (34,292) (14,466)
(=) FCFE [R$ k] 0 0 0 0 0 0 0 0 0 21,564
(+) Equity issuance [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Dividends paid [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from shareholders [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Change in cash [R$ k] 0 0 0 0 0 0 0 0 0 21,564
(=) Final cash [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 21,564

=

BTGPactual

BRGD | Fase 2 Valuation (2021)


Valuation (2021) 2021 Fase1 Esmeraldas ~~ MOC3 Triângulo MinasNovas ~~ Capelinha Fase2 BRGD
Project IRR (Unleveraged) [%] 22% 25% 23% 26% 29% 26% 26% 24%
Enterprise Value (NPV @6%) [R$ k] 151,862 21,280 26,463 28,093 23,970 52,086 151,893 303,755
Enterprise Value (NPV @8%) [R$ k] 127,738 18,183 22,787 24,005 20,599 44,807 130,381 258,119
Enterprise Value (NPV @10%) [R$ k] 109,422 15,793 19,934 20,851 17,991 39,170 113,739 223,161
Enterprise Value (NPV @12%) [R$ k] 95,263 13,917 17,682 18,375 15,935 34,724 100,632 195,895
EV / EBITDA
EV (@6%)/EBITDA [current] [x] 13.0x 13.5x 12.7x 13.4x 12.2x 12.5x - -
EV (@6%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 12.2x 10.9x 10.3x 10.9x 10.0x 10.1x - -
EV (@8%)/EBITDA [current] [x] 11.0x 11.5x 10.9x 11.4x 10.5x 10.7x - -
EV (@8%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 10.3x 9.3x 8.9x 9.3x 8.6x 8.7x - -
EV (@10%)/EBITDA [current] [x] 9.4x 10.0x 9.5x 9.9x 9.2x 9.4x - -
EV (@10%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 8.8x 8.1x 7.7x 8.1x 7.5x 7.6x - -
EV (@12%)/EBITDA [current] [x] 8.2x 8.8x 8.5x 8.8x 8.1x 8.3x - -
EV (@12%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 7.6x 7.1x 6.9x 7.1x 6.6x 6.8x - -
Equity Value (NPV @6%) [R$ k] 98,152 12,513 14,018 17,232 15,523 30,417 89,703 187,855
Equity Value (NPV @8%) [R$ k] 74,028 9,416 10,341 13,144 12,152 23,138 68,191 142,219
Equity Value (NPV @10%) [R$ k] 55,712 7,027 7,489 9,990 9,544 17,500 51,549 107,261
Equity Value (NPV @12%) [R$ k] 41,552 5,150 5,236 7,513 7,489 13,055 38,443 79,995

=

BTGPactual

\

BRGD | Fase 3: Fase 2 + Expansão 100 MWp

Premissas:

✓ Revisão do modelo regulatório: Jan/22 ✓ Opção do regulador: TUSD Fio B: 17% de desconto na tarifa ✓ Direito adquirido: Não aplicável. Troca da regra a partir de 2030 para todas as usinas da Fase 1 e Fase

  1. ✓ Upsides:
o Reajuste real: 2% para Fase 1, 0% para Fase 2 e 0% para Fase 3
o Bandeiras amarela/vermelha: Não consideradas

Plantas atuais: 17.5 MWp [16 MWp proporcionais]

✓ Sorocaba ✓ Atibaia ✓ Enel ✓ Linhares ✓ Paraná ✓ Santa Catarina ✓ Paulínia ✓ Itatiba ✓ GRU 1 ✓ GRU 2 ✓ MOC 1 ✓ MOC 2 ✓ VRB

Projetos: 14.5 MWp

✓ Esmeraldas ✓ MOC 3 ✓ Triângulo ✓ Minas Novas ✓ Capelinha

Expansão: 120 MWp

✓ 2021 ✓ 2022


=

BTGPactual

BRGD | Fase 3 | Premissas de Modelagem (Base Case)

Solar power plant parameters Obs: Fase1 Fase2 BRGD Exp21Sudene Exp21Real Exp22Sudene Exp22Real Expansion BRGDExpansion
Company - - - - - - - - - -
State - - - - MG MG MG MG - -
Power distributor - - - - Cemig Cemig Cemig Cemig - -
Company´s share in solar power plant [%] - - - 100% 100% 100% 100% - -
BRGD´s share in company [%] - - - 100% 100% 100% 100% - -
Assembly [end date] - - - Feb-21 Feb-21 Feb-22 Feb-22 - -
Operation start [expected date] - - - Jun-21 Jun-21 Jun-22 Jun-22 - -
Peak capacity [MWp] 17.5 14.5 32.0 30.0 10.0 48.0 12.0 100 132
Peak capacity | proportional [%] 16.3 14.1 30.4 30.0 10.0 48.0 12.0 100 130
Access opinion capacity [MWp] 12.2 14.0 26.2 27.0 9.0 43.2 10.8 90 116
Solar panel degradation (1st year) [%] 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5% 2.5%
Solar panel degradation (2nd year+) [%] 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5% 0.5%
Security margin [on energy sales] 13% 11% 12% 13% 13% 13% 13% 13% 13%
Solar irradiation [% of day] 20% 22% 21% 20% 20% 20% 20% 20% 20%
Energy sold | wholesale clients [%] 70% 70% 70% 50% 50% 50% 50% 50% 55%
Energy sold | retail clients [%] 30% 30% 30% 50% 50% 50% 50% 50% 45%
Tariff | Distributor [R$ / Kw] 0.80 0.90 0.85 0.85 0.85 0.85 0.85 0.85 0.85
Tariff | Discount for wholesale 1 [%] 18% 25% 21% 25% 25% 25% 25% 25% 24%
Tariff | Discount for retail 1 [%] 11% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10% 10%
Tariff | Discount 1 Limit [%] - Dec-50 Dec-50 Dec-50 Dec-50
Tariff | Discount for wholesale 2 [%] 19% 25% 25% 25% 25%
Tariff | Discount for retail 2 [%] 12% 10% 10% 10% 10%
Tariff | Readjustment month [month] - - - June June June June -
Tariff | Readjustment index [index] - - - IPCA IPCA IPCA IPCA -
Tariff | Readjustment spread [%] 2.0% 0.0% 1% 0% 0% 0% 0%
Tariff | New ANEEL regulation cost [%] 17% 17% 17% 17%
Tariff | ANEEL Regulation applied Current Current Current Current Current New New Current / New Current / New
BRGD´s sales price | wholesale clients [R$ / Kw] 0.66 0.68 0.67 0.64 0.64 0.64 0.64 0.64 0.64
BRGD´s sales price | retail clients [R$ / Kw] 0.72 0.81 0.76 0.77 0.77 0.77 0.77 0.77 0.76
BRGD´s sales price | combined [R$ / Kw] 0.65 0.72 0.68 0.70 0.70 0.70 0.70 0.70 0.70
BRGD´s average discount [%]
Distributor demand [Yes/No] - - - Yes Yes Yes Yes - -
Distributor demand fee [R$ / mWp / m] 10,391 14,000 12,061 14,000 14,000 14,000 14,000 14,000 13,530
OPEX | Total [R$ k/year] 1,245,569 941,427 2,186,996 1,873,080 624,360 2,996,928 749,232 6,243,600 8,430,596
Capex | total [R$] 69,598,000 58,000,000 127,598,000 120,000,000 40,000,000 192,000,000 48,000,000 400,000,000 527,598,000
Capex | already disbursed [R$] 46,899,000 0 46,899,000 0 0 0 0 0 46,899,000
Capex | to be disbursed [R$] 22,699,000 58,000,000 80,699,000 120,000,000 40,000,000 192,000,000 48,000,000 400,000,000 480,699,000
Sudene tax benefit [Yes/No] - - - Yes No Yes No - -
Tax system [Real/Presumed] - - - Real Presumed Real Presumed - -

(ro Pactual

BRGD | Fase 3 | DRE (Base Case)

Income Statement 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028

(=) Gross revenues [R$ k] - 3,088 59,268 117,428 145,570 152,045 158,124 164,893 171,959 179,817

(-) Distributor demand fee [R$ k] - (336) (7,487) (15,691) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471) (19,471)

(=) Net revenues [R$ k] - 2,752 51,781 101,736 126,099 132,574 138,653 145,422 152,488 160,345

(-) OPEX | Total [R$ k] - (269) (3,643) (7,415) (9,422) (9,799) (10,191) (10,599) (11,023) (11,464)
(-) Leasing | expenses [R$ k] - (605) (1,125) (1,680) (1,981) (2,059) (2,141) (2,227) (2,316) (2,409)
(-) Depreciation [R$ k] - (13,132) (32,398) (60,200) (60,200) (60,200) (60,200) (60,200) (60,200) (60,200)
(=) Gross profit

Gross profit

[R$ k] -

[%]

960 25,866 46,342 54,495 60,516 66,121 72,396 78,950 86,273
33% 49% 45% 43% 46% 48% 50% 52% 54%

(-) G&A [R$ k] - (1,172) (2,837) (4,057) (4,680) (4,881) (5,076) (5,288) (5,509) (5,749)

(=) EBIT

EBIT Margin

[R$ k] -

[%]

(211) 23,029 42,285 49,815 55,636 61,045 67,108 73,441 80,525
-7% 44% 41% 39% 42% 44% 46% 48% 50%
(+) Depreciation & amortization [R$ k] - 918 21,147 46,299 60,200 60,200 60,200 60,200 60,200 60,200
(=) EBITDA EBITDA Margin [R$ k] [%] - 707 24% 44,176 84% 88,584 86% 110,015 87% 115,835 87% 121,245 87% 127,308 88% 133,641 88% 140,725 88%
(+) Financial revenues [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Financial expenses [R$ k] - (8,983) (43,948) (91,221) (94,231) (102,930) (104,861) (104,823) (103,047) (100,202)
BTG Pactual | Line 1 [R$ k] - (1,227) (3,312) (3,626) (3,466) (3,865) (4,016) (4,126) (4,220) (4,345)
BTG Pactual | Line 2 [R$ k] - (6,134) (16,192) (15,298) (11,897) (8,657) (1,046) 0 0 0
Máxima [R$ k] - (1,222) 0 0 0 0 0 0 0 0
Refinancing [R$ k] - (399) (24,444) (72,298) (78,868) (90,408) (99,799) (100,697) (98,828) (95,857)

(=) EBT [R$ k] - (9,194) (20,918) (48,937) (44,416) (47,294) (43,816) (37,714) (29,606) (19,677)

(+/-) Taxes [R$ k] - (68) (611) (992) (1,355) (1,638) (1,988) (2,401) (2,886) (3,421)

(=) Net income [R$ k] - (9,263) (21,529) (49,929) (45,771) (48,932) (45,805) (40,115) (32,492) (23,098)


(ra Pactual

BRGD | Fase 3 | Cash flow (Base case)

Cash flow 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029

Initial cash [R$ k] - 0 2,538 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) EBITDA [R$ k] - 707 44,176 88,584 110,015 115,835 121,245 127,308 133,641 140,725 147,163
(+/-) Working capital [R$ k] - (2,105) (10,867) (9,777) (660) (1,003) (1,047) (1,094) (1,142) (1,192) (1,245)
(-) Taxes paid [R$ k] - (68) (611) (992) (1,355) (1,638) (1,988) (2,401) (2,886) (3,421) (4,193)
(=) Cash flow from operations [R$ k] - (1,467) 32,698 77,815 107,999 113,194 118,209 123,814 129,613 136,112 141,725
(+) Asset sale [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Capex [R$ k] - (84,374) (192,661) (278,015) 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from investments [R$ k] - (84,374) (192,661) (278,015) 0 0 0 0 0 0 0
_
(=) FCFF [R$ k] (85,841) (159,963) (200,200) 107,999 113,194 118,209 123,814 129,613 136,112 141,725
(+) New debt [R$ k] - 120,000 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Interests paid [R$ k] - (1,621) (35,845) (91,221) (94,231) (102,930) (104,861) (104,823) (103,047) (100,202) (93,555)
(-) Structuring fees paid [R$ k] - (3,000) 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Debt amortization [R$ k] - (27,000) (9,878) (16,933) (20,225) (42,332) (23,518) 0 0 0 0
_
(=) Cash before refinancing [R$ k] 2,538 (205,686) (308,355) (6,457) (32,068) (10,170) 18,991 26,566 35,909 48,170
Refinancing [R$ k] 0 203,148 308,355 6,457 32,068 10,170 (18,991) (26,566) (35,909) (48,170)
Minimum cash [R$ k] 0
(=) Cash flow from financing [R$ k] - 88,379 157,425 200,200 (107,999) (113,194) (118,209) (123,814) (129,613) (136,112) (141,725)
(=) FCFE [R$ k] 2,538 (2,538) 0 0 0 0 0 0 0 0
(+) Equity issuance [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(-) Dividends paid [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Cash flow from shareholders [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Change in cash [R$ k] 2,538 (2,538) 0 0 0 0 0 0 0 0
(=) Final cash [R$ k] - 2,538 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Indebtedness 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029
(+) Total Debt [R$ k] - 127,361 328,734 620,156 606,387 596,123 582,775 563,784 537,218 501,309 453,139
BTG Pactual | Line 1 [R$ k] - 21,227 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577 22,577
BTG Pactual | Line 2 [R$ k] - 106,134 103,009 86,076 65,850 23,518 0 0 0 0 0
Máxima [R$ k] - 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Refinancing [R$ k] - 0 203,148 511,503 517,960 550,028 560,198 541,207 514,641 478,732 430,562

(-) Cash [R$ k] - 2,538 0 0 0 0 0 0 0 0 0

(=) Net Debt [R$ k] - 124,824 328,734 620,156 606,387 596,123 582,775 563,784 537,218 501,309 453,139

EBITDA LTM (or annualized) [R$ k] - 707 44,176 88,584 110,015 115,835 121,245 127,308 133,641 140,725 147,163

Net Debt / EBITDA LTM [R$ k] - 176.7x 7.4x 7.0x 5.5x 5.1x 4.8x 4.4x 4.0x 3.6x 3.1x


=

BTGPactual

BRGD | Fase 3 | Valuation (2023)

Valuation (2021) 2021 Fase1 Fase2 BRGD Exp21Sudene Exp21Real Exp22Sudene Exp22Real Expansion | BRGDExpansion
Project IRR (Unleveraged) [%] 22% 26% 24% 21% 21% 19% 19% 20% 21%
Enterprise Value (NPV @6%) [R$ k] 151,862 151,893 303,755 285,659 97,770 194,498 47,075 625,001 928,756
Enterprise Value (NPV @8%) [R$ k] 127,738 130,381 258,119 245,883 83,510 130,139 30,954 490,486 748,605
Enterprise Value (NPV @10%) [R$ k] 109,422 113,739 223,161 214,977 72,512 80,808 18,649 386,945 610,106
Enterprise Value (NPV @12%) [R$ k] 95,263 100,632 195,895 190,535 63,879 42,362 9,097 305,872 501,767
EV / EBITDA
EV (@6%)/EBITDA [current] [x] 13.0x - - 18.4x 18.9x 0.0x 0.0x
EV (@6%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 12.2x - - 10.5x 10.8x 9.5x 9.2x
EV (@8%)/EBITDA [current] [x] 11.0x - - 15.8x 16.1x 0.0x 0.0x
EV (@8%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 10.3x - - 9.1x 9.2x 6.4x 6.1x
EV (@10%)/EBITDA [current] [x] 9.4x - - 13.8x 14.0x 0.0x 0.0x
EV (@10%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 8.8x - - 7.9x 8.0x 4.0x 3.7x
EV (@12%)/EBITDA [current] [x] 8.2x - - 12.3x 12.3x 0.0x 0.0x
EV (@12%)/EBITDA [fwd 1 yr] [x] 7.6x - - 7.0x 7.1x 2.1x 1.8x
Equity Value (NPV @6%) [R$ k] 98,152 89,703 187,855 132,514 46,566 194,498 47,075 420,652 608,507
Equity Value (NPV @8%) [R$ k] 74,028 68,191 142,219 92,738 32,307 130,139 30,954 286,138 428,357
Equity Value (NPV @10%) [R$ k] 55,712 51,549 107,261 61,832 21,309 80,808 18,649 182,597 289,858
Equity Value (NPV @12%) [R$ k] 41,552 38,443 79,995 37,390 12,676 42,362 9,097 101,524 181,519

(Br = Pactual

Anexo I: Sistema de bandeiras tarifárias

Sistema de bandeiras tarifárias

Desde o ano de 2015, as contas de energia passaram a contar com o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que e indicam se haverá ou não acréscimo no valor da energia a ser repassada ao consumidor final, em função das condições de geração de eletricidade. Cada modalidade apresenta as seguintes características:

✓ Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

✓ Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01343 para cada

quilowatt-hora (kWh) consumidos;

✓ Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04169 para

cada quilowatt-hora kWh consumido;

✓ Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$

0,06243 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Histórico das bandeiras
Jan-15 Vermelha Nov-16 Amarela Sep-18 Vermelha
Feb-15 Vermelha Dec-16 Verde Oct-18 Vermelha
Mar-15 Vermelha Jan-17 Verde Nov-18 Amarela
Apr-15 Vermelha Feb-17 Verde Dec-18 Verde
May-15 Vermelha Mar-17 Amarela Jan-19 Verde
Jun-15 Vermelha Apr-17 Vermelha Feb-19 Verde
Jul-15 Vermelha May-17 Vermelha Mar-19 Verde
Aug-15 Vermelha Jun-17 Verde Apr-19 Verde
Sep-15 Vermelha Jul-17 Amarela May-19 Amarela
Oct-15 Vermelha Aug-17 Vermelha Jun-19 Verde
Nov-15 Vermelha Sep-17 Amarela Jul-19 Amarela
Dec-15 Vermelha Oct-17 Vermelha Aug-19 Vermelha

_BIG Pactual

Jan-16 Vermelha Nov-17 Vermelha Sep-19 Vermelha
Feb-16 Vermelha Dec-17 Vermelha Oct-19 Amarela
Mar-16 Amarela Jan-18 Verde Nov-19 Vermelha
Apr-16 Verde Feb-18 Verde Dec-19 Amarela
May-16 Verde Mar-18 Verde Jan-20 Amarela
Jun-16 Verde Apr-18 Verde Feb-20 Verde
Jul-16 Verde May-18 Amarela Mar-20 Verde
Aug-16 Verde Jun-18 Vermelha Apr-20 Verde
Sep-16 Verde Jul-18 Vermelha
Oct-16 Verde Aug-18 Vermelha
Verde 24 38%
Amarela 12 19%
Vermelha 28 44%
Meses 64 100%