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Projetos Lida
(Br
Pactual
RELATÓRIO DE DILIGÊNCIA TÉCNICA
TDD ALBURY - DIVERSAS UFVs - 06 .20
JUNHO DE 2020 VERSÃO 00
SUMÁRIO
ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS ......................................................................................... 5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 6 2 OBJETIVO......................................................................................................................... 6
- METODOLOGIA DOS TRABALHOS ..................................................................................... 8 3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA ........................................................................................... 8 3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES ................................................................................................. 9 3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO .......................................................................................... 9
- DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO................................................ 9 4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1 ............................................................ 9 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 12 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 13 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 17 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 19 SISTEMA DE MEDICAO DE FATURAMENTO ............................................................................ 20 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 20 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 20 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 20 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 21 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 22 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 23 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 26 4.2. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 2 - UFV MOC2 .......................................................... 28 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 29 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 30 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 34 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 37 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 38 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 39 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 40 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 41 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 43 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 44 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 45
PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 49 4.3. USINA DE SOLO - VISCONDE DO RIO BRANCO - UFV VRB................................................. 50
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 51 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 52 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 59 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 62 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 62 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 64 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 64 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 66 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 67 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 69 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 70 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 75 4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL................................................... 77
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 79 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 81 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 81 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 81 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 81 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 81 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 82 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 82 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 83 4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES.................................................................... 85
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 86 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 87 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 93 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 95 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 97 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 97 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 98 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 99 PARECER DE ACESSO E CUSD................................................................................................ 100 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ......................................................................................... 101
3.2.19 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS ........................ 104 4.6. USINA TIPO ROOFTOP - DIVERSAS LOCALIDADES............................................................ 105
- PLANEJAMENTO FINANCEIRO ...................................................................................... 108
- OPERACAO E MANUTENCAO........................................................................................ 111 6.1. ESTIMATIVA DE CUSTOS PARA O&M ............................................................................ 112 6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES ..................................................... 112 6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS ............................................................................... 113
- MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES................................................................................... 114 7.1. RESULTADOS ............................................................................................................... 114
- CONCLUSÃO ................................................................................................................ 116
lmeng
3 Projetos Liga
ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS
Neste documento serão utilizadas as seguintes abreviações e acrônimos.
CONSULTORA ou LMENG: Refere-se a empresa contratada para realização do descritivo de operação e manutenção - nomeadamente a empresa LMENG Engenharia Ltda.
CCD: Refere-se ao contrato de compartilhamento da transmissão. Documento firmado entre as empresas geradora e a distribuidora acessada de forma a regular a relação entre elas para aprovação de projetos e implantação de empreendimentos em suas instalações.
Companhia/Geradora: Refere-se a empresa detentora do ativo de geração considerado como escopo de diligência. Dentro dos contratos pode ser nomeadamente a SPE ou a empresa com razão social referenciada nos documentos, que seja o objeto alvo deste documento.
1 INTRODUÇÃO
O BTG como investidor no setor elétrico do Brasil contratou a LMENG Consultoria para a realização de diligência técnica de diversos ativos em fase de construção, de propriedade da empresa ALBURY PARTICIPAÇÕES .
A LMENG foi responsável pela análise técnica do ativo através da verificação de documentações técnicas em escritório, avaliação dos equipamentos informados através de memorial descritivo e solução utilizada, análise da produção de energia considerada a partir de dados secundários emitida pela Companhia, avaliação das estruturas contratuais e planejamentos de construção e término de desenvolvimento de cada usina, dentre outros aspectos. Também coube uma avaliação da exequibilidade do empreendimento dentro dos prazos mencionados pela Companhia.
Eventuais riscos e possibilidades de desvio frente ao planejado são apresentados dentro do corpo do presente relatório de forma a subsidiar discussões entre as partes.
2 OBJETIVO
O objetivo deste relatório é o de levar a cabo a avaliação técnica (aderência do empreendimento as condições executivas projetadas e em desenvolvimento) e de geração de energia das diferentes usinas fotovoltaicas apresentadas pela Companhia ao Banco em regime de minigeração distribuída. Estas usinas se dividem em 2 grupos: usinas instaladas no solo e usinas instaladas em telhados de galpões industriais.
De forma a organizar as instalações dentro do presente documento, optou-se pela divisão em 2 partes: a primeira envolvendo a análise completa das usinas instaladas em solo e a segunda com as usinas instaladas em telhados - usina tipo rooftop.
Todas as instalações serão abordadas e ao final do relatorio uma análise de CAPEX e OPEX de forma integrada dos ativos será feita, usando como base os referenciais de mercado para instalações deste tipo. Eventuais riscos de variações quanto a parte financeira e outros associados a celebração dos contratos, no que tange e parte técnica serão abordados em uma matriz especifica para esta finalidade.
Este documento refere-se ao relatório de avaliação técnica com base no material técnico disponibilizado pela Companhia e conhecimento da empresa de consultoria neste tipo de empreendimento.
O relatório tem como objetivo fornecer as seguintes informações para a avaliação:
- Principais pontos de atenção e análise dos fatores que resultem em necessidade de adequação ou contingenciamento por parte da empresa que irá avaliar a compra e realizar o devido acompanhamento.
- Verificar as condições de construção em comparação com os documentos contratuais, a fim de rever quaisquer problemas ou potencial de risco.
- Comentar quaisquer pedidos de variação ou contestações de partes envolvidas analisando sua validade e necessidade, onde for aplicável e se existirem.
- Análise dos documentos regulatórios e sua suficiência para o atendimento aos requisitos de empreendimentos desta natureza.
- Verificação das condições de regularização fundiária dentro do material apresentado
- Verificação das condições de informação/parecer de acesso junto a distribuidora.
- Mapeamento de riscos e sua mitigação.
- Atualização de licenças e documentação regulamentar que permitam a implantação e operação contínua do empreendimento.
Todo o material de suporte utilizado para emissão do opinativo técnico será fornecido como parte integrante e anexa do relatório e as considerações da Consultora estabelecidas ao longo do presente documento.
Os riscos potenciais são apresentados juntamente com os respectivos graus de importância e, para os casos com preocupação média e alta, ações de mitigação são sugeridas.
3. METODOLOGIA DOS TRABALHOS
Para a realização dos trabalhos em questão foi realizada a partir da adjudicação da Consultora, a elaboração de uma lista de documentos necessários, estabelecendo também um grau de prioridade para o recebimento do material. Foi definido o sistema de troca de informações através de correspondência eletrônica, e um repositório criado pela Companhia (Google Drive) onde a Consultora teve acesso as informações.
Os trabalhos foram desenvolvidos considerando etapas distintas, a saber:
3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA
Nesta etapa foram coletados os dados para elaborar a análise independente da geração de energia, na região e em específico na usina objeto do estudo. O time engajado para a execução da certificação da geração da energia, considerou a localização da usina, bem como o arranjo e projeto de disposição dos módulos fotovoltaicos e demais componentes (tais como inversores, rastreadores etc.).
Todas as instalações foram visitadas e reportadas através dos relatórios técnicos que fazem parte do anexo 1 deste documento.
A coleta de dados teve como base:
- Dados e informações fornecidos pelo investidor, como localização e dimensionamento das plantas;
- Informações públicas obtidas a partir de pesquisa nos órgãos governamentais;
- Levantamentos de dados secundários de registros internacionais de dados Solarimétricos;
- Recebimento de informações a partir de lista de documentos solicitados pela Consultora e disponibilizadas através de link na nuvem;
- Troca de e-mails com a empresa detentora do projeto
- Recebimento das invoices de componentes
- Contratos e propostas para realização de serviços que estão pendentes nas instalações.
3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES
De posse dos documentos solicitados a empresa, foi feita a avaliação do projeto básico, equipamentos considerados, layout de disposição da usina, redes de média tensão e ponto de conexão no sistema considerado.
Estas análises servem para embasamento e elaboração do opinativo da Consultora a respeito do partido técnico adotado pela empresa geradora.
Também foram feitas as análises de documentos intercedentes, tais como licenças ambientais, propostas e contratos EPC, contratos de arrendamento, contratos com a distribuidora, contratos e análise dos materiais elaborados pela detentora do projeto, no que tange ao empreendimento e suas interfaces, assim como os projetos disponibilizados.
3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO
Com o término da análise foi feita a consolidação dos dados resultando no presente documento, somando-se também as análises financeiras e os relatórios de todas as visitas em campo realizadas.
4. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO
A descrição completa do empreendimento foi realizada a partir do levantamento das informações recebidas notadamente os memoriais descritivos e informações apresentados pela Companhia.
4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1
O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Montes Claros 1, também chamada Northenergia com capacidade nominal de 3000kWp e limitada a capacidade de transformação em 2,5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:
Consutorta Projeto
As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Montes Claros e o layout, assim como a cabine de medição.
Caos
Mins
Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade
GERAGCAO DISTRIBUIDA ALBURY
Localização da planta fotovoltaica - referência dentro da propriedade arrendada
Lay-out básico da UFV
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento no trecho da rodovia que é asfaltada estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta.
A UFV MOC 1 está localizada a aproximadamente 18 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 7km de estrada não pavimentada na área rural. No trecho que corresponde a estrada não pavimentada na zona rural é necessária uma sinalização para o empreendimento devido as bifurcações até o local da obra, assim como uma melhoria em alguns trechos com aterro/ compactação e alargamento da via para que possibilite a chegada de equipamentos ao local da obra.
Não foram iniciadas atividades de obra nestas instalações até o presente momento. Pela visita em campo realizada, percebe-se que a área deve ser preparada para o início das atividades, envolvendo detalhamento executivo necessário, bem como desenvolvimento dos projetos considerando em especial os projetos de drenagem superficial da planta, dada a condição natural do terreno.
Consutorts Projetos Lita
UFV MOC 1 - condição natural do terreno
Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 13,8kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da CEMIG. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Foram identificados também pedidos para alteração do traçado da rede até o ponto de conexão de forma a permitir uma redução da estimativa de custos juntos a distribuidora.
Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia. Eventualmente alguns itens podem ser alterados em projeto executivo pelas empresas de projeto, os quais a Consultora não teve acesso, uma vez que estes ainda estão sob execução e alteração.
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:
- Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
- Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
lmeng
- Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
- Sistemas de controle, proteção e operação da planta
- Sistema de Medição de Faturamento
ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO
Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.
No caso deste empreendimento, o projeto executivo está em fase de detalhamento para que as atividades de obra sejam iniciadas. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.
Pelo levantamento apresentado pela Companhia de componentes considerados para esta usina já são módulos de 405W e com tecnologia diferente dos aplicados nos outros projetos.
Projetos Lisa
1- DO
11 © presente contrato tem por objeto prestagho de serviqo de fornecimento dos seguletes materials:
a
a) Para UFY 7.407 painis solares HT de 405 Whats. b) Para UPY ds Serra: 3.783 painés solares HT de 405 Whats.
8 tapecerica
©) Para a UFV Paulinia de 2.350 paindis solares HT de 330 Whats.
©
Para UFV VRB: 2.424 solares HT de 330 Whats.
a
©} Para Northenergia: 3 MW de estruturs Mesilics Galvenizada Goomax, tonforme projeto de
8
sina apresentado.
fl Pers UFV da Serre: 1,532 MW de estruture Goomax,
8
da using apresentado, gl Para UV Unhares: 1,350 MW de estrutura galvanizada Goomar, conforme projeso ds
a
sina apresentado. 1h) Inversores de G0Kw, modelo BNTOBOKTL, 380v, da marca
81
tambeém, de toda logistics ne transporte dos referidos materials até pomo
e o
de montage,
2-DO VALOR DO CONTRATO DE PAGAMENTO
E
21 O valor deste contrato ¢ de RS 13.005.073,00 (treze mihBes, cinco mil setenta trés reals)
¢
descrimenados da seguinte forma:
Para UFV Northenergia; 7.407 paindis solares HT de 405 Whats no total de RS 4,614.500,00
a
b) Para a UFV Itapecerica da Serra: 3,783 painés solares HT de 405 Whats no total de RS 2.357.000.00
Para UFV de 2.380 painéss sclares HT de 330 Whats no total de RS 1.147.000,00
a «
df Para UFV VRE: 2.424 painess solares de 330 no 10tal de R$1.168.368,00
a HT
©) Pars UFV Northenergia: MW de estrutura Galvanizada Goomax no total de
a 3
f) Para UFV itapecerica da Serra. 1.532 MW de estrutura Metdlica Galvan izada Gocman no total de
a
R$432.255,00
11 Pars UFV Linhares: 1 350 MW de estruturs galvanizads Goomax no total de RS 389,000,00 h} 81 Inversores de 60Kw, modelo BNTOSOKTL, tnfasico, da marca Afore no total de R$1.671.700,00 1 Custos de logistica (importacio, desembarago transporte até ponto de montagem| no total de
€ ©
RS 4
/
Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo monocristalino, com potência de 405Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156M-405. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.
Consutoris Projetos Liga
MULTIWAY+
HT72-156M-C
HT72-156M(V)- C
385W/390W/395W/400W/405W
Engineering Drawing Electrical Characteristics
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Características dos módulos de projeto considerado
Consutorta Projetos Lisa
Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.
BNTOS0KT
DC (W)
Power
Max DC (V)
Voltage
Vorage
1
MPPT OC Voltage Range (V)
Start DC (V)
up
Max DC Curent (A)
of
Number MPPT Tracker
Number of OC (sed)
Connections
Output ACY
Max (W)
AC Power
AC (W)
Nominal Power
Max (A)
AC Current
AC (A)
Current AC Voliage (V) 230M00
AC (Hz)
Nominal frequency
Power Factor Output current
THD <a%
Max Efficiency
98.80%
MPPT EMcency 00.00%
Safety and protection’
Standard
EMC Standard
ENIEC ENS1000-3
Art standing
(General information.
Dimensions (WH'D)
(mm)
Endosure REO
Weight
(kg)
Power consumption at Night (W)
«
Tempecature Range
0% ~ 100%
Transtormeriess
| Communication | WIFI | GPRS (Optional) |
|---|---|---|
| / | / | / |
Concept fan
Intelligent
Nose Emission (a8) «<5
(shove ses loved Up 4000m dersting
0
Bee os ©
mz cn UL1547
Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.
Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.
A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.
Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.
Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.
Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.
ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS
SUBESTAÇÃO COLETORA
Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.
Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.
Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão
concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.
Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada do transformador elevador, um de saída para a linha de 13,8kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.
Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda da planta. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.
REDES ENTERRADAS
Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação deve ser definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas. A Consultora entende que estes itens devem ser seguidos e fiscalizados em campo, conforme o projeto disponibilizado.
SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO
Foi informada a subestação de conexão para a planta - SE MONTES CLAROS 2 de propriedade da CEMIG. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da CEMIG quanto a possibilidade de acesso.
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MEDIA TENSAO
1.1 OBRAS DE MT
RESPONSABILIDADE CEMIG: km da coordenada 23626560-8186013
distibuicdo real para condutor
Mancbras em equipamentos
|relocagao de equipamentos Chaves, Religadores
Obras de responsabifidade
2.72 km da coordensda
distribuicio para rede prolegida condulor
coordenada 23-6261438154809; 336 CAA: Construgao oe 0,34 km
Religadores Microprocesaados (Panto
625235:8156276,
monofisico 25° auste 2'2C
coordenada 23-631531.8157287. 6281008155508, para atendar NOTHENERGIA LOCADORA DE EQUIPAMENTOS. FAZENDA MONTES CLAROS. Rural. Montes Claros.
[Minas Gerais. Coordenada 23-630980:8161671 de rede de dstribuicio
pars condutor em 2.07
a coordonada 23-626115:8154837; de rede do
335 CAA: Instalagdo de 03 Religadoras
23.626467:8156150 E 20-627804.8155916; 02
382559 ¢ 15659; 13, de coordenagio da 1:
manobras.
@ Construgiio de rede de datribuigio protegida condutor 3¢15048.5 em
23627651
23.6255238156203 a coordenads de rede
J#15049.5 em 2.59 km da coordenada 23625227 8156274
a
de rede de dstribuiciio aérea rural em 17.8 km para
Oe rede de distribuicao rural condutor 170mm? 336 CAA: Insialacao oe 02
coordenada 23-6309758151585 e coordenada 23-630929.6161589
de coordenaco am 07 equipamentos Aber chave 26171 23-
chave lusivel por flaca coordenada 23-632532:8160806. Religador
by-pass elo 15T coordenada 23-632532:8160896, coordenada
chave faca 26048 coordenada 23-6315318157287; Instalar trifasico
chave repetidora 195868 por chave lace coordenada 23-
GD 2.500 kW SE-3.2 500 kVA (NS 1120480566 £ 1122075837), de
a pecido
1.2 OBRAS DE ALTA TENSAO
AT
|Adequactes
MCLD-215.
|Demais na SE MONTES CLARDS 2 visando conexdo da UFV NORTHENERGIA no
a
no EVT de Alta Tensio, em anexo
SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.
O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Todo o projeto deve ser desenvolvido a partir do avanço executivo das instalações.
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Projeto
A Consultora não teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que devem ser previstas para a sua devida concepção quanto ao sistema.
SISTEMA DE MEDICAO DE FATURAMENTO
A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão CEMIG, pode-se utilizar as cabines de referencia para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.
ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. Dada a proximidade da mesma, quanto ao raio de atuação, a Companhia informou que a estação será instalada na planta adjacente - UFV MOC 2.
Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.
ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora não teve acesso a produção de energia referente a UFV MOC 1. Embora a posição seja muito próxima da usina de MOC2 não se pode afirmar e concentrar o mesmo ganho de energia para esta planta. Este item será colocado como pendencia para que a Companhia disponibilize o documento.
Tão logo seja disponibilizado, o relatorio será revisado englobando tal documento.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora não teve acesso a qualquer documento de licenciamento ambiental disponibilizado para esta diligência. Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. No entanto se faz necessário obter a licença ou o certificado de dispensa de licenciamento, bem como a autorização de supressão vegetal para o empreendimento. Este processo necessita ser diligenciado de forma a evitar atrasos no cronograma de implementação da planta.
Consutorta Projetos Lisa
Em reunião realizada com a Companhia, foi informado que tal documento teria prazo para emissão para 2ª quinzena de junho/20 .
Foi disponibilizada pela Companhia a anotação de responsabilidade técnica - ART
de Téonka - ART CREA-MG
du du de 1977
7 dezembro
Minas
de ¢ de
Via Profissicesl 11
ART 14202000000005910200 de Obra ou Servico
Wome
ANDRE MMIALHAZS 10 NASCIMENTO
ENGENIEIN we
fin
WORTRERERGIA AG JO
AB-102 Co MONTES
pro
Ves
OF
wn
Coens
370M
wr a 580
DE PRIVADO
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a NORTHENERGIA, bem como o instrumento para a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S .A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.
CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL AURAL E OUTRAS AVENGAS
De um lado,
Maa Furtado Queirns, wava, do tar, do CFF
Esparcio Furtado Queirar, brasiles, agricultor, divordiado,
| povtador | do CPF 608 357 | 566 | 08; | Franco Rogério | Furtads Queiros, | soltel | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| authnamo, | portader | do | CPF | 73731129604 | Romulo | furtado | Queiros, |
| Sando | senarade Furtado Queiroz, | do professor, partador da CPF | 216 013.297 | 686-51, | |||
| fesidentes | sesta cidade de Montes | Estado de Nena |
£0 putro,
NORTHENERGIA Locadora de Equipsmentos Ltda. du dirsito privade,
empresa 31.384397/0001-90, sede na Pra. Manos! jou, Apt,
com 100 102 530
Jos, Montes nests atn pelo seu Sr. Marcio
s6cio
Abas CPF
das Virgen, casado, (CORECON 7668), portader do 757 307 086 33,
Consutorta Projetos Liga
CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL RURAL
FROMITENTE ARRENDADORA: NORTHENERGIA Consultoria
empresa de com sede nn Pea. Manoel José,
Wi Jost, Montes neste alo
des (CORECON 7008), do CPF
© Assessoria
24
| 100 | 104 | Hairro |
|---|---|---|
| pelo | seu | séeio |
casado, §
denominada
| PROMITENTE ARRENDATARIA: | ALBURY PARTICIPAGOES SA., | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Juridica | de | prvady, | com | N" | 20.006.613/0001-80, |
| 1300123070, | com enderego | Av, mn | Cetilio | Vargas, |
Funcioniirios, Helo Hodsonte MO, CEP 30112020,
| de | RODRIGO | parcial de | ANDRADE BOTELHO, bens, administrador de |
|---|---|---|---|
| 02/05/1963, | portador dn | C1 MG | 935.06 expedida |
| 163.006.356-00, | residente | © | Rus 4 |
101, Carmo, CEP: 30.310-760, doravante ARRENDATARIA,
NIKE
¢
of 446, sake 601,
por seu
o
casado sab
wos
¢
| pela | CPF/MF | ||
|---|---|---|---|
| Passa | tempo, | n°. | 245 |
| Tek | MG, |
Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia .
PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.
PARECER DE ACESSO
Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, pode-se considerar como disponível. Reitera-se a necessidade de compromisso de execução de parte das atividades para o reforço na estrutura de distribuição de energia.
lmeng
Consutoria Projetos Liga
Matorial
as 147;
MEO AS
1321.189.87
[Valor da Obra de MT: Li} 2.783.601.21
Ercango 96 Ua A
Outras Comig D G0 700 500.47
D
Participngao Finmnceirs da MT.
Db fit} 915.560 80
do Cherie na dn do
Financeira do Cliente 18.459,
58
Wis de 7
de
Valor da Obra AT 0.175.00
de Resoorsablkiade du (EAD; 48.228 77
Outre Gemig
da Comig D - AT:
Participacao Financeirs
do
na 10.488. 2
Particpacao de ge Cliante
do |
[Participagso Cliente AT:
Desta define-se financeira das
nal Global ay 1473 820
fr To 551 |
Giobat As 1 406 57
F
de da (ERD) 1 122042551
| Outras Panicipagdes FinanceCemig 88 do | LH AS Li} | AT | |
|---|---|---|
| Financera Cine | Obra | 935.068 83 |
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du do Chie go Cowie Li] AY |
IO Clentn pagar: vine nove mi sessenta cinco reas oferta Inés cantavas;
@ @ © © @ a
de do Cente.
Segundo a Companhia, foi obtido um orçamento para realização da obra junto a empresa homologada junto a CEMIG. Desta forma o prazo poderá ser cumprido sem problemas adicionais. Quanto ao custo o valor de ressarcimento encontra-se limitado ao exposto no parecer de acesso da CEMIG - no valor de 1.954MM
CUSD
Quanto ao contrato do uso do sistema, encontra-se disponível e para a potencia total AC da planta.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.
Consutorta Liga
Quanto aos módulos e equipamentos foi informado que as minutas são as mesmas de outros empreendimentos e que estavam em fase final de assinatura aguardando liberação de recursos para avanço.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC
A Consultora teve acesso a propostas para execução dos serviços de EPC e Obras Civis (DELTA ENERGIAS) e para a execução das atividades de rede de distribuição (MBA Construtora). As propostas, quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.
Os valores encontram-se abaixo:
7 VALORES
t OF OBRA (DurentosE MATERIALS oitenta CIVIL mi reais)
e
ESTUDOS &
€
L,
R$60.000,00 (Sessenta ANAGEM mil reais) DREN
TERRAPLARAGEM 10.640 1m) R$18,00= (Cento oitenta quatro mil,
x «
quarenta resis)
114169.000,00 DA
EXECUGAG DRENAGEM sessenta e
(Cento e nove mil reais)
TOTAL: R$693.140,00 (Seiscontos noventa tris mil, conte
= »
Consutorta Projetos Liga
- 7.1: USINA FV
R$540.000 (Quinhentos quarenta mil reais)
e
RESUMO DA UFV 3,0MW:
| do Canteiro de Obras | 4% | R$ 21.600,00 |
|---|---|---|
| Dutos e Caixas | 10% | R$ 54.000,00 |
terramento da UFV 6% R$ 32.400,00
Montagens das Mesas fixa 20% R$108.000,00
nversores Combainers 10% R$ 54.000,00
| Cabos Solar | 4% | R$ | 21.600,00 |
|---|---|---|---|
| abos CA e MT Modulos FV | 6% 20% | R$ | 32.400,00 R$108.000,00 |
| QGBT/Trafo/Cubiculo | 10% | R$ | 54.000,00 |
| 7.1.10: Cabine de | 10% | R$ | 54.000,00 |
4 7.2: PROJETOS ELETRICOS DA UFV
R$40.000,00 (Quarenta mil reais)
7.2.1 7.2.2
~
Inicio dos Projetos Elétricos UFV
=
Entrega dos Projetos Elétricos UFV
50% R$20.000,00
50% R$20.000,00
R$580,000,00 (QUINHENTOS E OITENTA M11 REAIS)
Para o caso da rede de distribuição e reforços:
Vv S SERVICOS: O valor global dos servigos propostos é de RS 3.250.00,00 (Trés milhdes duzentos cinquenta mil
reais).
CONDICOES DE PAGAMENTO
Os servigos contratados serdo pagos da seguinte forma, faturamento direto de progetos de MT, AT © diretamente pars a NORTHENERGIA saldo sera pago da segwinte forma; Entrada contratual valor de RS 325.000,00 na assinatura do contrato;
no
na
| 209% do saldo contratual | aprovagio dos projetos AT; | |
|---|---|---|
| 20% do saldo | na | dos projetos MT, |
| 504% do saldo | conforme medigdes; |
10% do saldo contratual apos a CEMIG receber os servigos de MT;
A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento. Devem ser firmados os contratos assim como
nos outros empreendimentos para garantir a execução das atividades dentro dos prazos estabelecidos, que serão apresentados no próximo item do relatório.
OUTROS CONTRATOS
A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:
- Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
- Empresa para execução de O&M
- Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.
PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se em período inferior a 180 dias.
A rede de distribuição e os reforços CEMIG montam em 180 dias também. Desta forma é adequado afirmar que o prazo previsto para execução deve ser em torno de 180 a 210 dias em função da necessidade de fechamento dos contratos e importação dos módulos para realização das atividades.
Abaixo são apresentados os compromissos de prazos apontados pela DELTA ENERGIAS e pela MBA Construtora para realização das atividades.
Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e inicio de obras de terraplanagem e drenagem.
wea
PRAZO DE ENTREGA
180 Vint) shins és
execuclo, podendo ser acrescida os dias
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Consutorta Projetos Liga
doa CEMIG para
0
produtivos devidos os intemperes do
tempo.
do moms 1502 8
| Raves dv de
dos
LJ
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dn estan
|
|
wi
DOS PRAZOS:
9
90 dias
Estando todos os materials da do escopo no local da obra.
Consutorta Projet: Liga
4.2. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 2 - UFV MOC2
O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Montes Claros 2, também chamada Norsol com capacidade nominal de 3000kWp e limitada a capacidade de transformação em 2,5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:
As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Montes Claros e o layout, assim como a cabine de medição.
Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 2 está localizada a aproximadamente 16 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 3km de estrada não pavimentada na área rural.
O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria são boas, devendo ser dada uma atenção maior a erosão na região noroeste da planta.
Lay-out básico da UFV
A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.
Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 13,8kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da CEMIG. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Foram identificados também pedidos para alteração do traçado da rede até o ponto de conexão de forma a permitir uma redução da estimativa de custos juntos a distribuidora.
Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA
Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:
- Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
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Consutorta Projetos Liga
- Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
- Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
- Sistemas de controle, proteção e operação da planta
- Sistema de Medição de Faturamento
ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO
Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.
No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.
Urv moc 1
al
|
{
|
O parque possui 9072 módulos fotovoltaicos de 330Wp, resultando em uma potência de 2993kWp e 2520 kWac instalada.
Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.
HIGHWAY.
Engineering Drawing
Projetos Liga
Consutorts
HT72-156P
50000
em
345W/
Electrical Charateristricts
an Stn —
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ET ITN CTU TC
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IV Curves
| ac
Temperature Characteristics x -
Warranty
B=
J Information Box
A
|:1 [] J
re ev by 5
Características dos módulos de projeto considerado
Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas
Consutoria Projetos Liga
diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.
| Max DC | Power | (W) | 60000 | 20 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Max DC | Voliage | (V) | 1000 | ||
| 1000 | |||||
| Rated | Recommended | Vorage (V) | |||
| | | 20 | ||||
| 200-550 | |||||
| MPPT | OC Voltage | Range (V) | 20-950 | ||
| Start up | DC | a» | |||
| (V) | 20 | ||||
| Max DC Current | |||||
| 4 | 0x) | ||||
| Number of MPPT Tracker | 3 | 3 | |||
| Number of OC Connections (set) | |||||
| Out | AC) | 12 | 12 | ||
| Max AC | Power AC | W) Power (W) | £5000 50000 | 08000 60000 | |
| Max | AC Curent | ||||
| (A) | w | ||||
| Nominal | AC AC | Curent (A) Violiage | |||
| Nominal | (V) | 210400 | |||
| Nominal | AC | Frequency (Hz) | |||
| Power Factor om 08 | |||||
| Output current THD |
as
Max 00%
Euro
MPPT 90%
Safety and
Safety Standard ENAEC
EMC Standard ENIEC 6000-6 ENST000-3
Art istancing Protecon
Intermal
Genweal information
(WH'D) (mm) 850 x 306
630%
RCO
Internal
Weight (kg)
Power comsumction at Night (WI
«
Temperature Range
25°C
~
0% 100% Tanstomeness
Communication WIFI Wed GPRS [Dptional)
/ /
Cooling fan
Intelligent cookng
Noise Emission (d8) <5
(stove ses ved) (1m) Up 10 4000m without
man un cis @ @ ww
Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.
Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.
A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.
Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.
Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.
Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.
A verificação realizada pela Consultora em campo identificou pontos de erosão no terreno, e principalmente a necessidade de execução do projeto de drenagem definitivo. Durante a visita foi informado que o projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV MOC 2, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão.
Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas.
Projetos
Lisa
us]
Características da erosão e carreamento de material encontrada em campo
ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS
SUBESTAÇÃO COLETORA
Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.
Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.
lmeng
Con: 3 Projetos Liga
Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.
Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada dos transformadores elevadores, um de saída para a linha de 13,8kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.
Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda da planta. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.
Foi localizado na planta o local onde será instalada a cabine de medição.
Local a ser instalada a cabine de medição
REDES ENTERRADAS
Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação foi definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as
lmeng
Consutoria
informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas.
Detalhes de canalização e aterramento
O sistema de aterramento também foi localizado em projeto e também durante as instalações em campo.
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3 Projetos Liga
Detalhes de estacas concretadas
A Consultora teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que foram identificadas como necessárias para a conclusão efetiva das obras civis e montagem eletromecânica das instalações.
SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO
Foi informada a subestação de conexão para a planta - SE MONTES CLAROS 2 de propriedade da CEMIG. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da CEMIG quanto a possibilidade de acesso.
SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.
lmeng
Consutorta Projetos Liga
O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Não foi localizado o projeto executivo de tais instalações, porem informado pela Companhia que o mesmo se encontra devidamente adquirido. No entanto, o memorial descritivo apresentado detalha as características técnicas do mesmo e estão em conformidade.
Apresenta-se na Figurald a arquitetura e prevista para o sistema de comando controle
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SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO
A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão CEMIG, pode-se utilizar as cabines de referência para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.
O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões CEMIG.
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Projetos
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GERAL DE
ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. Dada a proximidade da mesma, quanto ao raio de atuação, a Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá UFV MOC1 e UFV MOC2
Não foi identificada a equipamento.
Consutorta Projetos
localização exata em projeto para a instalação
ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA
Liga
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A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.
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Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1)
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Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.
Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao documento autorizativo ambiental.
Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.
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Consutorta Projetos Liga
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S .A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.
Ecomomista
| PROMITENTE DAS VIRGENS, | ARRENDANTES: | MARCILIO casndo, | RIBAS (COECON | |
|---|---|---|---|---|
| portador | do | CPF | 757392086.53, | residents |
| domicilado na | Poa | Manoel José, | 100 | Bairro |
Sio José, Montes Claros™G, denominados ARRENDANTE.
ARRENDATARIA ALBURY
PARTICIPACOES S.A. uridica de
empresa
com N° 026,61 ¢ NIRE A407
Virgas, 446, sala 601,
v.
Belo MG, CEP
RODRIGO
seu
LHO, brasileiro, casado wh o parcial de bens, sdmimistrador de empresas, wacide 020571963, portador du CT MG Asa)
wos
expedada pela CPF/ME 365.006.3564,
¢
domicilindo Rua Passa 07. 245 Apurtamerso 101
| © | & | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Bare | Carmo, denominads | CEP. | 30010-760, | Belo | MC |
| damyuste | ARRENDATARIA, |
Consutorta Projet: Liga
CONTRATO DE ARRENDAMENTO DE IMOVEL RURAL
FROMITENTE ARRENDADORA: NORTHENERGIA
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PROMITENTE NORSOL ENERGIA B PARTICTPAQOES
LTDA, 23/0001
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02/05 1963. de 80 445.003 expedida
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MF
Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia.
PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.
PARECER DE ACESSO
Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, pode-se considerar como disponível. Reitera-se a necessidade de compromisso de execução de parte das atividades para o reforço na estrutura de distribuição de energia.
Os trabalhos foram realizados inclusive junto as empresas referidas para realização do reforço na rede.
Consutorta Projetos Liga
| INSTRUMENTO | PARTICULAR | DE | ACORDO | N° | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1130605933 | QUE | ENTRE | SI DISTRIBUIGAO S.A E CONSCIENCIA LIMPA, COM A | CELEBRAM | A | CEMIG |
| INTERVENIENCIA ELETRICAS LTDA. | DA | TENAZ | CONSTRUGOES |
CEMIG DISTRIBUICAQ SA, sociedade por agdes. subsididrla integral oa
como
Companhia energética de Minas Gerais, nscrita CNPIMF seb n® 06.981 com sede
no o
Belo Horizonte MG. Av. Batbucena, 1200, andar Al, Baio Samo Agostinho,
em na
— =
denominads CEMIG D, ¢ CONSCIENCIA LIMPA Praga
i
160 402 Centro MG CEP: 37.500-036 ONPJ: 10.801.635/0001-41,
« = « —
dovavante denominado CONSUMIDOR, Tenaz Construgdes Elétricas Lida, Rua R
¢ a
12689-128 CNPJ 19 828,787/0001-02, dorsvante denominada
00
INTERVENIENTE-ANUENTE, representintes legais final nomeados assinados:
por seus ¢
CUSD
Quanto ao contrato do uso do sistema, encontra-se disponível e para a potência total AC da planta.
Dunn executive
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120 A2, Belo CI
$4 0K Sanin
agente
cout
ow
1315 3908-2040 he
CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.
Consutorta Projetos Lisa
Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS .
CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC
A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços de EPC . O contrato quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica .
FICHA DE INFORMAGOES DO CONTRATO ORDEM DE SERVICO ("OS") 0026/2019
A empress Nuesol Energia Participagies Lids, posson jurildicn de
©
privido,
coe sede em Nova as Avenida Niemeyer, S58
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Apt. 1102, Baisro Vila di Sees CEI no vob
019 teste who por
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ANDRADE imcrite CPF sob
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6.336400 ¢ OSCAR MOURA CPF sob
inscrito no o of
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Claros MO, Bardo do Rio Brunco, 439 302
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taker Centro, CEP sob 08 3700001
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CONTRATADA, neste ati reprosentada por seu Socio From Souza Oliveira, inserite CPF sob
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&
6.2.1, do Contato de de
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50
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period 30 de 2019 4 10 de Novembry
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Projetos Lita
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¥
Os valores encontram-se abaixo:
1 REFERENCIA DO
CONTRATO:
Poténcia a instalar: 2.500 KWp Cidade: Montes Claros Concessionaria: Cemig
Prazo de 30/08/2019 4 10/11/2019
Valor do Contrato: R$540.000,00
Além disso foi estabelecido um outro contrato com a DELTA ENERGIAS para a execução das obras civis:
VALOR DO CONTRATO £ DE PAGAMENTO
21 0 prego do Contrato de sete mil, mak
& «
doit centavos), incluindo materiais & mio de obra, pagos da seguints forma
w serem
a) no dia 10 de de 2020 b) na dia 10 de marco de 2020
¢) de abril de 2020
no dia 10
d) RS69.404,50 no dia 10 de mao de 2020
22 Oreferido pagamento
| a) | Instataclo do Cantelro de Obras | 402% |
|---|---|---|
| b) | das estruturas mesas | 24.07% RS 66.830,40 |
| c) | Base dos Trafos/QGBT/Contdineres | 682% |
| d) | Guarta Cabine de Medigio | R$ 14.49% |
f) Cercamento Obras da 890 mts 37.84%
Estaclonamento 12 vagas 2,14%
~
Consutorta Projetos Lisa
Para o caso da rede de distribuição e reforços:
CLAUSULA DO OBJETO:
Conastue 30 presente com hase no de Acesso,
NS: 1117541523
de de de
datado 22 feversin 2019, descritos Construgio
km ta 8145064
13,8 kv na coordensds
8143500, A
a NS
111510850
8 00 Rol
parm
08 Sob Or
pela CONSCIENCIA
CEMG a
| a | de ROR a coonenada 23-6336A7.8148500, de religacor | 40CAA 08 de rakgadar 138 kv ra |
|---|
| do Rak RUA no reguisdor 108049 | serd feta plo | |
|---|---|---|
| pam | Caso NS ndo se # | cients a |
| GD 2.484 KW, | de 8 pedido | Limpa, |
Cioros. de de NS: fom 1.1
Rural, 1112841823 2.
Segundo parkgrato)
CLAUSULA SEGUNDA DO PRAZO DE EXECUGAO DAS OBRAS
~
As Gue
1 cbr €0 a deste ser execulasos
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pom CONTRATADA um sw
Sata 08 oben. posh sofrer am vila aprovecdo do
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pam CEMIG do da mde
DO VALOR
CLAUSULA TERCERA PREGO E TOTAL
Sot (are 00% vias de RS 520.000,00
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6 mi
A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos.
Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial.
OUTROS CONTRATOS
A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:
- Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
- Empresa para execução de O&M
- Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.
PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se em período inferior a 180 dias.
A rede de distribuição e os reforços CEMIG montam em 180 dias também. Desta forma é adequado afirmar que o prazo previsto para execução deve ser em torno de 180 a 210 dias em um cronograma normal de atividades sequenciadas.
No entanto houve forte escorregamento das atividades de obra civil e montagem eletromecânica pela necessidade de disponibilização de recursos adicionais. Assim percebe-se que o cronograma inicialmente previsto não se concretizou, sendo necessária a injeção de recursos financeiros adicionais para compra de equipamentos (como string box, caixas de passagem, eletrodutos e etc).
Pelo acompanhamento de itens a serem comprados/pagos e entregues apresentados pela Companhia, a Consultora entende como sendo necessários ainda entre 60 a 75 dias de acordo com o esforço de montagem empenhado para operacionalização integral da planta a partir da liberação de recursos. Contam necessariamente neste período:
1 - Conclusão de montagem dos módulos
2 - Interligação dos módulos e string box
3 - Comissionamento dos cabos e estruturas
4 - Execução das estruturas de drenagem já apresentadas nos projetos.
Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem.
Projetos
Lita
4.3. USINA DE SOLO - VISCONDE DO RIO BRANCO - UFV VRB
O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Visconde do Rio Branco, também chamada VRB com capacidade nominal de 5488kWp e limitada a capacidade de transformação em 5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:
As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Visconde de Rio Branco e o layout, assim como a cabine de medição.
Minas 38230003
Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV VRB está localizada a aproximadamente 3 km do centro da cidade Visconde do Rio branco/MG.
O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria necessitam de atenção devido ao carreamento e a erosão do solo.
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Engenkariz Liga
Lay-out básico da UFV
A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.
Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 11,4kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da ENERGISA. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório.
Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA
Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:
- Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
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Consutorta Projetos Liga
- Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
- Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
- Sistemas de controle, proteção e operação da planta
- Sistema de Medição de Faturamento
ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO
Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.
No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.
Pio SABA
Patiinels Nomina! 4620
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| |
Quantidede
330 16632
| I
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1
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O parque possui 16632 módulos fotovoltaicos de 330Wp, resultando em uma potência de 5488kWp e 5000 kWac instalada.
Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.
HIGHWAY.
Engineering Drawing
Projetos Liga
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HT72-156P
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Características dos módulos de projeto considerado
Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas
Consutoria Projetos Liga
diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.
| Max DC | Power | (W) | 60000 | 20 | |
|---|---|---|---|---|---|
| Max DC | Voliage | (V) | 1000 | ||
| 1000 | |||||
| Rated | Recommended | Vorage (V) | |||
| | | 20 | ||||
| 200-550 | |||||
| MPPT | OC Voltage | Range (V) | 20-950 | ||
| Start up | DC | a» | |||
| (V) | 20 | ||||
| Max DC Current | |||||
| 4 | 0x) | ||||
| Number of MPPT Tracker | 3 | 3 | |||
| Number of OC Connections (set) | |||||
| Out | AC) | 12 | 12 | ||
| Max AC | Power AC | W) Power (W) | £5000 50000 | 08000 60000 | |
| Max | AC Curent | ||||
| (A) | w | ||||
| Nominal | AC AC | Curent (A) Violiage | |||
| Nominal | (V) | 210400 | |||
| Nominal | AC | Frequency (Hz) | |||
| Power Factor om 08 | |||||
| Output current THD |
as
Max 00%
Euro
MPPT 90%
Safety and
Safety Standard ENAEC
EMC Standard ENIEC 6000-6 ENST000-3
Art istancing Protecon
Intermal
Genweal information
(WH'D) (mm) 850 x 306
630%
RCO
Internal
Weight (kg)
Power comsumction at Night (WI
«
Temperature Range
25°C
~
0% 100% Tanstomeness
Communication WIFI Wed GPRS [Dptional)
/ /
Cooling fan
Intelligent cookng
Noise Emission (d8) <5
(stove ses ved) (1m) Up 10 4000m without
man un cis @ @ ww
Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.
Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.
A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.
Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.
Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.
Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.
A verificação realizada pela Consultora em campo identificou intensos pontos de erosão no terreno, e principalmente a necessidade de execução do projeto de drenagem revisado, chamando pela Companhia de 2.0. A situação da drenagem nesta instalação é preocupante e deve ser dado o devido encaminhamento para a resolução e execução do reparo da terraplanagem e implantação das devidas estruturas de drenagem. As principais situações podem ser verificadas de acordo com as figuras abaixo:
Projetos Engenkariz
Consutorta Liga
Características da erosão e carreamento de material encontrada em campo
A situação foi provocada pela não existência de estruturas de drenagem na planta e também o forte período de chuvas do início do ano em MG. O impacto da condição atual é o de colapso das estruturas já montadas, inclusive da própria guarita da planta dentre outras obras civis já executadas.
Ao ser questionado sobre tal tema, a Companhia apresentou um plano e as propostas de empresas que irão implantar um novo projeto, além de recompor áreas que foram degradadas. A condição de reparo das estruturas é tecnicamente possível, mas deve ser feita com o devido critério de forma a não alterar as condições das estacas já instaladas. A partir da foto apresentada acima, bem como de outros materiais e registros Apontados no anexo 1, faz-se necessário um acompanhamento próximo das empresas que irão realizar tais serviços.
Consutorta Liga
A Consultora teve acesso ao projeto a ser implantado referente a drenagem. O croqui é apresentado abaixo:
O projeto apresenta uma serie de dispositivos para a drenagem, tais como bacias de dissipação, bem como sarjetas. A Consultora teve acesso aos memoriais de cálculo das contribuições dentro da planta para o dimensionamento da drenagem. A solução aplicada pela Companhia com diferentes instrumentos de contenção está adequada para a aplicabilidade em empreendimentos deste porte (vide imagem abaixo com a quantificação dos dispositivos). Sugere-se o acompanhamento em período posterior ao de chuvas para eventuais correções pontuais após a aplicação da solução apontada pela Companhia. A Companhia também apresentou laudos de engenheiros que atestam que com a execução da recomposição das áreas que foram demovidas e a aplicação do projeto de drenagem a solução irá se estabilizar.
A Consultora entende que o novo projeto apresenta um quantitativo maior de detalhes e soluções a serem aplicadas e reforça a necessidade de que seja refeita a composição do terreno através da terraplanagem em áreas com o uso de maquinas e na impossibilidade de alguns pontos, que sejam feitas as devidas recomposições
Liga
com o uso de mão de obra humana com equipamentos de compactação dedicados. Assim evita-se qualquer comprometimento das estruturas já instaladas.
11 |TUBO CONCRETO DUM. X 1000MM (PV)
12 TUBO CONCRETO J000MM X (PV)
13 [TUBD CONCRETO DIAM. 1000MM
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TUBO CONCRETO IMAM. SOOM X 1000MM
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DN 600 ATICULADO COM ANELDE
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112 DISSPADORA CONCRETO 2000200200
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114
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3,00 10
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15.00
Usina Visconde do Rio Branco
Eu Darvel declaro paca devidos fins que, com
a
do G3 & da do da
de Visconde do Rio Branco na Av. Santana Area
using 460,
do Rio Branco MG. pane de
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Belo Horzone, 28/05/2020
Barone Eng de CREA MO
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Projetos
A Consultora sugere também que este trabalho deva ser acompanhado por supervisor terceiro da Companhia ou Fiscalização proprietária de forma a garantir a adequabilidade da solução e também da execução da solução pelas empresas contratadas. No item especifico de propostas e contratos, serão apresentadas as soluções da Companhia para endereçamento das correções.
Quanto a montagem das estruturas, foram feitas algumas considerações dentro do relatorio de visita técnica - Anexo 1 - do documento. No entanto pode-se observar o alinhamento dos módulos já montados.
ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS
SUBESTAÇÃO COLETORA
Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.
Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede.
Consutorta Projeto Liga
Especificagdo de Componentes saul Fotovolaico
Peso
Vee Je imp EE EC eon T6632
|
Modelo Pol Mex. Tensdo de de entrodo
|
7260
| | Pot. nominal] | Tensdo
de sada de sada EX
| | Frequéncio | | | Corrente | | nominal Corrente méx. | Fotor | | | | wor. | | |
|---|---|---|---|---|---|
| de s0ido | de said ED | de 3 | de Poténcio To | Eficiéncia | Quantidode 77 |
do Sistema
CC Circuito CA tensdo
Guantidade de arranjos 924 de soda
inversores
sduos por oronjo 0 Corrente de saido inversores. a7
por inversor 2 Corrente méx. de saido inversores 958
|
Poténcia pico por 5.94 kip. Greuto CA Voc por armani
de saido inversores
por
Corrente de soido inversores
9264
Jus gor
Corrente mx. de saida inversores
849A
Imp orronjo, | de do Pot. pico do sistemo por UG
do Transformador 250000
Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas.
Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada dos transformadores elevadores, um de saída para a linha de 11,4kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta.
Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda do percentual de geração da planta ligado àquele equipamento. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta.
REDES ENTERRADAS
Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação foi definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as
lmeng
Consutoria
informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas.
Detalhes de canalização e aterramento
O sistema de aterramento também foi localizado em projeto e também durante as instalações em campo.
A Consultora teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que foram identificadas como necessárias para a conclusão efetiva das obras civis e montagem eletromecânica das instalações.
SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO
Foi informada a subestação de conexão para a planta - SED VRB 2, de propriedade da ENERGISA. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da ENERGISA quanto a possibilidade de acesso. Foram apresentados inclusive o traçado de 3,1km entre a planta até o ponto de conexão.
SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica via web. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem.
O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Não foi localizado o projeto executivo de tais instalações. No entanto, o memorial descritivo apresentado detalha as características técnicas do mesmo e estão em conformidade.
SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO
A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão ENERGISA, pode-se utilizar as cabines de referência para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de
A
Liga
base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora.
O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões ENERGISA.
ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.
ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.
Consutorta Projetos Liga
1
VRE (60kw)
resultados principais
| | | | | |
Giobkor T_Amb Glebine Glen Eamy E Gnd PR
| |
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Janeiro 157% ne ma "50
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|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
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Legendas
Dior
re plano dos
Global
Energia
IAM & pant 8 sak do gree
na mde
Rao (Quocients dn
Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1)
so]
Albury SA.
Sistema acoplado a rede: Resultados principals Projeto : VRE Variante da simulacdo VRB 1 (60kw)
©
| principsts do sistema Ormntagdo do plana dos médulos | Tipo de sistema Modelo de méduos | No 3D scene defined, no 16° HT72-156P-330 17712 |
|---|
BNTOGOKTL Nimeo de undades 750
(rode)
Resultados da simulacio
do sistema 9561,4 MWhiano Prod. Indice do performance (PR) 65.30 % shadings
atin
Prom total Prom Prom total o 330 Wp SBAS 60.0 kW 4500 especifica 1435
be
Pagina 214
2c
ac
Consutoria Projetos Liga
Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.
Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao documento autorizativo ambiental.
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1.1 Social: ANDRADE 12 1.3 ALBURY 5.4 1 29.026 Clow 1.5 SODNIGO ANDRADE
Enderece VARGAS
16 AV. 18 (omplemento; SALA GUL 1.9 Barro; BELO
30112080 Municipio: a
113 Telefon. 57 som 1.35 Supram
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de no no da Normative ni
21 Trata-se athidsde Unico COPAM 217/177
no
Descrever, sucintamente, ais) athidadels) no empreendiments quadro shama:
- |REALZAR ATIVIDADE DE CORTE | COM DISPOSICAD EM SOTA. FORA PARA FINS DE ZI
3 a 5.
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no Anexo Unico Normativa COPAM 217/177
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ser licenciads uma de sistema de abastecimunto sérec de com capacidade
total de armazenagem até 15m”, desde que destinadas sxclusivaments 40 abastecimento do detentoe das
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vem 2.24 Tels 3
Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.
Consutorta Projetos Liga
GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERALS
SECRETARIA DE ESTADO DE MEO AMBIENTE € DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL
de Melo Ambieme
Supram
DECLARACAO DE DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
Cenforme Caracterizagio do Empreendimento, empreendedor
na 0 RODRIGO AMOHADE
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DICLARA, que © ALBURY 5.4, no municipio Belo Herlosts,
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I
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.
regerd pelas
Rural para Instalacho de Geradora de Energia
do lr de ou quaisauer divides, conforme certidlo de dnus datada de
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correspondech (sels) hectares, cud sard destacaca nas
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rede elétrica atitude Longitude 42.
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poligonal em
devendo mesmo ser pelo ARRENDANTE
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Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia.
lmeng
3 Projetos Liga
PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão. No entanto foram apresentados todos os documentos de execução das implantações de rede e reforços necessários.
PARECER DE ACESSO
Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível. Os trabalhos foram realizados inclusive junto as empresas referidas para realização do reforço na rede. A empresa contratada para as obras foi a CELT, homologada pela ENERGISA para prestação de serviços desta natureza.
CUSD
Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.
A situação deste empreendimento é importante destacar em função da necessidade de implantação dos trabalhos associados a execução da drenagem em seu formato definitivo, bem como a recomposição do terreno e terraplanagem para permitir a conclusão do empreendimento. Atualmente o empreendimento não se encontra concluído.
Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC
A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços de EPC. O contrato quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.
Consutorta Projetos Liga
FICHA DE INFORMAGOES DO CONTRATO ORDEM DE SERVIGO (“OS") N° 0025/2019
A empresa A ALBURY
privado, com sede
Bairro Funciondrios,
31.384.397/0001-96 RODRIGO ANDRADE BOTELHO, inscrito no CPF sob 0 n° 463.006.356- 00 e OSCAR MOURA VORCARO. inscrito
68 a seguir denominada
ENERGIAS LTDA,
Montes Claros
Centro, CEP 39400-075, inscrita Cadastro Estadual
CONTRATADA, neste ato representada Eron Souza Oliveira,
conformidade com os
PARTICIPACOES S/A, pessoa juridica de direito
em Belo Horizonte- MG a Av. Getilio 466, sala 601,
,
CEP: 30112.-020, inscrita no CNPJ sob o n®
neste ato representada por seus Socios, o Sr.
no CPF sob 0 n® 753.956.656-
CONTRATANTE: autoriza a empresa DELTA
pessoa juridica de direito privado, com sede em
MG, na rua Bardo Rio Branco, 302, bairro do n° 439 / sala
no CNPJ sob o n° 08.244.379/0001-97 e no sob o n® 001014789-00-12. aqui denominada
por seu Socio Administrador, Sr. inscrito no CPF sob o n° 784.415.796-87, em
termos Clausula 1incisos B Clausula 1.2;
¢
Dens dar To obra Ob
a
citado. obra esta denominada de VRB, localizada no Municipio de Visconde
do Rio Branco-MG. para de Mio de Obra de Instalagdes FV no
periodo de 20 de Agosto 2019 a 10 de Novembro 2019 obedecendo aos
padrdes tecnicos e as exigéncias descritas do Contrato conforme
da (s) Etapa (s) abaixo:
1 REFERENCIA DO CONTRATO:
* Poténcia a instalar: 5.400 KWp * (Cidade: Visconde do Rio Branco = Concessiondria: Energiza
Prazo de Execugdo: 20/08/2019 a 10/11/2019
Valor do Contrato: R$972.000,00
Projetos Liga
Consutorta Engenkariz
das Extruturas de Sok; Instalaches Eletricas;
* +
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|---|---|---|---|
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Ugaglies dos cabos MCE dos MT
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Winhamesto panes
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Dado que houve a necessidade de paralização das atividades, foi refeita a proposta para continuidade dos trabalhos pela própria DELTA:
6 VALORES
4+ 6.1: USINA FV
INSTALACOES: R$900.000,00
6.1.1
CRAVAGAO DOS PINOS: R$ 50.000,00
6.1.2
E
6.1.3 PODA CAPINA: R$
(Novecentos mil reais)
(Cinquenta mil reals)
(Quatro reais) mil
20/08/10
.
20/08/19
20/04/10
7 CONDICOES DE PAGAMENTO:
ee
24
2
R$ 90.000,00 [PAGO)
RS130.857,00
RE
er
R$
R$150,000,00
R$ 25,000,00
(PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO)
20/06/20 74 R$137.095,33
-
Modiglo
20/08/20 9 Medico R$137,00%,33
- —~
Liga
Além disso foi estabelecido um outro contrato com a empresa NENEM TRATORES para a execução da terraplanagem.
SONTRATO DE OF
§/A, de
| 406, | ale | 601, | Rawr CONTRATANTE. | Funconivos. | Hel 385 |
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Varga, doravante
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LTDA - EPP, de Divineua/ MG CEP
| TRATORES | na | da Moegs, ans burs, cidade |
|---|---|---|
| 00 CHE) sab 0. | aged | pelo 5000 |
| 3.546.000, 4.547 | 16, | representada |
| Boseia, portator do CPF | 528 938-1, | Scravante denceninada CONTRATADO. |
CONTRATO OF DE pois
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deste contrato
2.4.0 € mil Que sagas em 03
valor ¢ de R$
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mi resi). 50.000,00
Bl RS
9
Para o caso da implantação do projeto complementar de drenagem, foi contratada a empresa em regime de escopo global - TEIXEIRA CONSTRUTORA. O prazo de execução compromissado pela construtora é de 60 dias.
Consatoria Projetos Engenkariz Liga
DO OBJETO DO CONTRATO
Clausula 1%, O presente tem como OBJETO a ca obra de drenagem
para de uma usina fotovoitaica na cidade de Visconde do Rio Branco/MG, de acorda com no da drenagem REV. 2.0 de da 2010 (tudo
conforme planta e planitha em arexo), Localizado na Rodovia MG 447,
esquina com
2 estrada Sant’ ana, Municipio de Visconde do Rio Branco/MG, matricula 22.885 do
Registro de Imoveis de Visconde do Rio Branco, Oficio do Cartério de Registro de
Iméveis de livre 2, de propriedade da Juridica Capoblango
pessoa
Imobilidrios LTDA.
Clausula EMPREITEIRA CENto vinte reais) Este valor
Primeira parcela
nove reais e
contrato,
parcela
Quarenta e nove reais
9%. Fica ajustado que o CONTRATANTE pacara & EMPRESA © valor total de RS 398.248,64 (trezentos e noventa e oito mil
e
referente a execuglio da primeira etapa da obra de drenagem, dividido da seguinte forma:
de R$ 127.439,6 (cento e vinto sata mil, quatrocentos e trinta sessenta centavos), sendo a primeira no ato da assinatura deste no valor de R$ 79.645,70 (Setenta mil, seiscentos
e nove a setenta centavos) na data oe 01/07/2020, no valor de R$ 47.789,80 (quarenta sete mil, setecentos
e
oitenta @ nove reais & oitenta centavos) na data de 01/08/2020,
Quarta parcela valor de R$ 31.859,90 (trinta
no e um mil, oitocentos e cinquenta
nove reals noventa centavos) na data de 01/09/2020,
Quinta parcela valor de R$ 31 859,90 cngquenta
no (trinta e um mil, o
€ nave reais @ noventa centavos) na data de 01/10/2020.
| Sexta parcela | valor de R$ 31.859,90 (trinta | |||
|---|---|---|---|---|
| no | & um mil, | citocentos e cinquenta | ||
| nove reais & | noventa centavos) | na data de | 01/11/2020, |
no valor de R$ 23.894 90 (vinte o trés mil, oitocentos e noventa
o
quatro reais e noventa centavos) data de 01/12/2020,
na
ORtava parcela valor de R$ 23,894,90 (vinte trés
no e mil, oitocentos e noventa =
quatro reais novents centavos) na data de 01/01/2021.
A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos. Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial.
Foram disponibilizados também outros contratos específicos para a instalação do bay pela ENERGISA, o contrato com a CELT para execução dos serviços de reforço e rede de media tensão para o circuito interligando a planta até a subestação da distribuidora, bem como serviços específicos - vigilância patrimonial. Estes contratos
encontram-se em conformidade quanto aos valores e as condições típicas de prestação de serviços.
OUTROS CONTRATOS
A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:
- Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
- Empresa para execução de O&M
- Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.
PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 45 dias para execução da terraplanagem, 60 dias para execução dos serviços de drenagem e os itens associados a conclusão de montagem eletromecânica da planta. (90 dias), estando o material na planta.
As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo:
DA ETAPA Terraplanogem da Cota Obras de Drenogens e de pantos
|
1a
1
lmeng
Consutorta Projetos Liga
8
08/08 20/07
6
08/06 20/07
Montagens das infios ¢
da rua principal 30
20/064 10/07
cota
« dos Pinos do Cota
24/06 4 25/07 Inclinada
e instalogdes dos
25/066 25/07
Mesas fixas da Cota inclinoda
Montagens dos Modulos do
Cota 10207 25/06 25/07
¢ dos
Quadros QGBT,
Transformodores, Cubiculos ¢ 05/076 23/07
de
Cabine
(angamento dos Cabos
Cabos de CA Cados de MT 05/07a 30/07
e
com conexbes ¢ testes das cobos
e langamenta
de Comunicagéo e para 28/070 28/08
Sola de Controle Conteiner na
@
Os prazos apontados pela Companhia são mais agressivos que os estipulados contratualmente com as empresas. Desta forma sugere-se que um prazo adequado após os materiais em obra - de 140 dias - para conclusão efetiva de recuperação das áreas e energização. A planta pode vir a ser energizada até 1ª quinzena de setembro de 2020, como proposto acima, no entanto, provavelmente as atividades de
compactação e correção de terraplanagem não terão sido concluídas, inclusive com o plantio de grama para retenção maior do solo.
Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.
4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL
O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica a ser instalada em Itapecerica da Serra. Esta usina tem dimensionamento para 1532kWp e 1,5MW.
Esta usina encontra-se dentro da cidade de Itapecerica da Serra e as áreas alocadas para ela estão adequadas para a execução do empreendimento.
PLANTA DE LOCALIZACAD Estrada de Sho Vicente, Potuvera, tapecerica da Serra
Acessa pelo da Rod BR-116
A Consultora não teve acesso aos projetos executivos do empreendimento, tais como layouts e diagramas elétricos. Dentro do planejamento de execução, os prazos de liberação das licenças e início das atividades são apresentados abaixo:
Consutorta Projetos Liga
LENG AS
FONDA, |
0 BAR AEXECUTAR ESTRUTURAS
AEXCUTAR AGO
ESTRUTURAS DE
AEXCUTAR
AERECUTAR |
INFRA CARDE
LANCAMENTO DOS | EXCUTAR
A
CABOR CCE CA
AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020
COMBSIONAMENTO DA USINA
Dado que o planejamento se encontra para a construção da planta em um período de 90 dias. A análise propriamente dita da viabilidade destes prazos e das responsabilidades contratuais associadas estão dentro do item especifico do presente relatório.
Figura 1 - Local a ser instalado a Usina Solar Voltaica de 1,5 mW de capacidade
Consutorta Projetos Liga
Figura 3 - Local a ser instalado a Subestação
A planta encontra-se em fase de início de atividades aguardando as liberações e dispensas ambientais.
Esta usina se conectará na instalação da distribuidora, localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da ENEL SP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório, dado que não foram disponibilizados materiais associados a esta planta. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina.
Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA
As estruturas que serão consideradas para o fornecimento da planta não foram totalmente disponibilizadas em projeto. No entanto, pela analise do contrato de fornecimento especifico dos equipamentos apresentados pela Companhia, a Consultora retirou o excerto dos principais componentes considerados:
lmeng
Consutorta Projetos Liga
1- DO
8 O presente contrato objeto prestacho seevico tem por a de de formacmento dos
a) Para UFV 7.407 salares HT de 405 Whats,
a Northenetgia:
bj Pars UFY apecerica di Serra: 3.783 solares HT de 405 Whats,
&
| Para a UFY de Ratiba; 2.380 painés solares HT de 330 Whats,
e
d) Para UFY VRB: 2.424 solaces HT de 330 Whats.
a
Para Northenergiz: MW de estrutura Metilics Gahvarizada Goomax, conforme profeto da
3 3
1 Pars UPY Rapecenica da Serra; 1.530 MW de estiutura Metdlics Galvaeizada Goomas, conforme
da using apresentado.
8! Para LFV Linhares: 1,350 MW de estrutura galvanaada Goomas, conforme projeto da
&
ine spresentado,
| hI 81 Inversores de 60Kw, | madelo BNTOSOKTL, 380v, da marca Afore, | |
|---|---|---|
| 12 de montagem. | também, de toda 2- DO VALOR DO CONTRATO £ | na importagiic transporte dos referidos materials descritos até ponto e o DE PAGAMENTO |
© valor deste contrate € de RS (reve milhdes, cinco ds rewls)
©
descriminados da seguinte forme:
Para UFV Neethenergia: 7,407 painds solares HT de 405 Whats total de RS 4.614.500,00
no
Is) Para UFV Itapecerica da Serra: 783 paindis solaces HT de 405 Whats no total de #5 2.357.000,00
a 3
©) Para UFV do Itatiba: 2.380 painéis solares HT de 330 Whats so total de #5 1.147.000.00
i @
Pars a UFV VRE: 2424 painéis solures HT de 330 Whats no total de 368,00 Para UFY Northenergia: 3 MW de estrutura Metilica Galvasizada Goomax no total de 450,00
a
f) Para UFV tapecerica da Serre: 1,532 MW de estrutura Metdlica Galvanizada Goomax mo total de
a
Para UFV Linkares: 1.350 MW de metilica galvanizada Gooenax no total de RS 389.000,00
a
81 de 60Kw, modelo 380v, total de R51.671.700,00
da marca Afore no
1 Custos ge logistica até ce no total de
@ ©
R$ 378.800,00 4
Desta forma pode-se considerar como as condições de estrutura fixa e uso dos painéis, de 405W, assim como a estrutura apresentada para a UFV MOC 1 (Northenergia).
Eventualmente podem ser alteradas algumas condições, dado que estes componentes ainda não foram comprados pela Companhia.
Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:
- Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
- Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
- Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
- Sistemas de controle, proteção e operação da planta
- Sistema de Medição de Faturamento
ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO
De acordo com a situação do projeto em desenvolvimento, a Consultora entende que as mesmas premissas que foram utilizadas nos demais projetos, deverão ser seguidas neste empreendimento.
Como não teve acesso aos projetos, que serão elaborados a partir da formalização da contratação das empresas, a Consultora sugere que sejam seguidas as mesmas premissas de projeto que os demais ativos.
ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento.
ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA Não foi disponibilizado documento com certificação de energia para a planta.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL Em fase de emissão, segundo a Companhia. A Consultora não teve acesso ao referido documento. No entanto, por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto.
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Não foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A.
PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados conexão.
Consutorta Projetos
os devidos documentos para comprovar os temas de
PARECER DE ACESSO
Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível.
CUSD
Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia foi observado apenas uma proposta elaborada pela empresa MINERA para a execução dos serviços com prazo de 90 dias.
SERVICOS TECHICOS DE MONTAGEM ELETROMECANICA
DE USINA SOLAR COM POTENCIA DE 1532 KW (INTERIOR
DE SAO PAULO - EMEL )
DESCRICA0
Serviges Técnicos
VALOR UNITARIO
RS 180,00
| QUANTIDADE (KW)
1532.00
|
VALOR TOTAL
RS 275.760.00
A Consultora entende que o prazo de 90 dias somente poderá ser obtido se todos os componentes já tiverem sido disponibilizados para a montadora. Alia-se a isto o fato da necessidade de cabine de medição padrão da concessionaria.
A Consultora entende que o prazo em um cenário conservador para a obtenção das atividades é de 150 dias. A montagem do empreendimento de 1,5MW não deve ser o problema para atingimento dos 90 dias propostos pela empresa de EPC. No entanto, a cadeia de suprimentos deve ser o caminho crítico para a execução do empreendimento.
OUTROS CONTRATOS
A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:
- Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura.
- Empresa para execução de O&M
- Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.
PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 90 dias praticamente para a execução das atividades, após a chegada dos materiais.
As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo:
Projetos
Consutorta Liga
IN MINERA ENGENHARIA LTDA ME
thorn S51 Sunk -
55 ot 001
CRONOGRAMA DE OBRAS
ENEL
Status DATA
AN BY
TIRRARENAGEN | AEXECUTAR
FONDA, BAR |
0 AEXECUTAR ESTRUTURAS
AEXCUTAR AGO
ESTRUTURAS DE
AEXCUTAR
AERECUTAR |
INFRA CARDE
LANCAMENTO DOS | |
AEXCUTAR
CABOS CC ECA
AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020
DA USINA
Desta forma sugere-se que um prazo adequado para conclusão dos serviços de 150 dias.
Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.
4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES
O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Linhares, com capacidade nominal de 1354kWp e limitada a capacidade de transformação em 5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo:
As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Visconde de Rio Branco e o layout, assim como a cabine de medição.
Linhares ES
Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV Linhares está localizada a aproximadamente 14 km do centro de Linhares/ES.
Consutoria Projetos Liga
Não há via de acesso interno na planta, as estruturas com os módulos foram instaladas muito próximas da cerca e dos cubículos de alvenaria em que estão instalados os inversores.
Lay-out básico da UFV
A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório.
Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em através da tensão da concessionaria de 220V - trifásico. A UFV é formada por 18 unidades de geração conectadas a rede elétrica da EDP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório.
Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia.
ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA
Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes:
- Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia)
- Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia)
- Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema
- Sistemas de controle, proteção e operação da planta
Consutorta Projet: Liga
- Sistema de Medição de Faturamento
ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO
Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição.
No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos.
UFV Linhares
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 1354 kWp 1080 kW | |
|---|---|---|
| Equipamentos. | Marca/Modelo | Poténcia |
| Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp) |
Solar group 342
Inversores
Afore BNTOGOKTL 60 kw| 18
Transformador
Ideal Transformadores 80 kVA] 18
Nome para Registro: EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A
do Sistema conectado rede Fabricante modelo médulos 568
dos
§
Quantidade Total de moduios fotovoltaicos 2s
de wba por Fein (string) id
am
Nimeros do (strings) am paralelo per n
de
Namero Total Sleiras (strings)
Fabricante dots)
AFGIE
Medals dels) TL
Paténcia Nomad Total 60000 W Quantidade de Inversares i Fabricante modelo estruturs de K2 SYSTEMS
Cabo Solar CC. (entre médulos ¢ nversar]
Fabricante cabo CA. inversor quadio geral/medidor)
«
» Schneider Electric Fabricante modelo dirjuntares
Finder Finder Fabricante modelo OPS (C.A)
Data de de de 3030
01
30 de Margo de 030 Data do
Consutoria
Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos.
HIGHWAY
Server Choe For Mighes
Engineerir i
45W/ 350W
Características dos módulos de projeto considerado
Consutorta Projetos Lisa
Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura.
BNTOS0KT
DC (W)
Power
Max DC (V)
Voltage
Vorage
1
MPPT OC Voltage Range (V)
Start DC (V)
up
Max DC Curent (A)
of
Number MPPT Tracker
Number of OC (sed)
Connections
Output ACY
Max (W)
AC Power
AC (W)
Nominal Power
Max (A)
AC Current
AC (A)
Current AC Voliage (V) 230M00
AC (Hz)
Nominal frequency
Power Factor Output current
THD <a%
Max Efficiency
98.80%
MPPT EMcency 00.00%
Safety and protection’
Standard
EMC Standard
ENIEC ENS1000-3
Art standing
(General information.
Dimensions (WH'D)
(mm)
Endosure REO
Weight
(kg)
Power consumption at Night (W)
«
Tempecature Range
0% ~ 100%
Transtormeriess
| Communication | WIFI | GPRS (Optional) |
|---|---|---|
| / | / | / |
Concept fan
Intelligent
Nose Emission (a8) «<5
(shove ses loved Up 4000m dersting
0
Bee os ©
mz cn UL1547
lmeng
Consors Pro
Os módulos por sua vez são agrupados em estruturas, também chamadas de racks. Estas mesas são compostas por perfis de aço e ou alumínio. As mesas são do tipo fixas organizadas em fileiras paralelas, orientadas na direção norte sul.
Estas estruturas que serão apoio para os módulos fotovoltaicos são metálicas formadas por perfis cravados no terreno de forma alinhada e a uma distância definida em projeto. Sobre as estruturas cravadas são formadas as mesas.
A usina não é dotada do uso de rastreadores. Estes são equipamentos utilizados para movimentar as mesas de forma a aumentar a exposição dos módulos ao sol de acordo com seu movimento ao longo do dia.
Outros componentes essenciais da planta são o transformador e os cubículos de baixa e média tensão que consolidam os cabos para a saída junto a linha de transmissão.
Além disso, como componentes da planta, são necessários os cabos CA e CC, necessários para interligar as mesas, e todos os componentes e os transformadores auxiliares para alimentação dos quadros.
Estas estruturas normalmente são instaladas no pátio da usina externamente, onde deve ser possível identificar a localização dos transformadores, inversores, cubículos de baixa e de média tensão, sistema de controle supervisório local, alimentação auxiliar e proteção.
O projeto de drenagem da UFV Linhares não foi apresentado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV Linhares, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão.
Os módulos instalados na UFV Linhares não apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Diante da situação apresentada e com a informação de serão que trocadas as estruturas de suporte/fixação, é de suma importância o cuidado e controle adequado de como serão removidos e acomodados os módulos para que não sejam danificados. Além do que em alguns módulos em função dos perfis da estrutura terem sido instalados sem o devido alinhamento e como os módulos foram torqueados com a estrutura torcida é possível que tenham surgido cracks,
Consutorts Projetos Liga
microfissuras nos módulos. As estruturas utilizadas não são adequadas para a instalação em solo. Faz-se necessária uma
Antes dos módulos serem reinstalados com as novas estruturas adequadas para usina de solo deve ser realizado o ensaio de eletroluminescência, no qual é possível detectar problemas físicos nos módulos que não são visíveis a olho nu como cracks, microfissuras.
Em algumas regiões da planta da UFV Linhares foi possível verificar que módulos e perfis de uma estrutura foram instalados de maneira que estão fazendo um sombreamento em módulos nas estruturas adjacentes.
A situação deste empreendimento é a necessidade de uma completa adequação para padrões de um ativo de geração de energia.
Segundo a Companhia, tais ações foram realizadas de forma emergencial para não se perder o tempo do Parecer de Acesso e atendimento ao cliente final, a Rede Pague Menos S.A.
Consutorta Projetos Lisa
No entanto, a Consultora desaprova a instalação realizada e sugere a realização de um plano de adequação das unidades de geração para o atendimento a critérios de projeto que irão garantir a continuidade do ativo dentro do prazo de vida útil.
A Companhia apresentou um estudo realizado junto a empresa de EPC para realizar as adequações e inclusive um plano para sua execução.
adaptagio UFV- LINHARES -ES
Delta Energlas, por meio dose que
A rebats
os ser
pers da de FS
conga
ma
Adaptagies using
De com on progetin fotos ervindos de Using fotoveltaica de ES. werd necessdno
©
alga para que mesino acontese, de simi
E ¢ ¢
Visita para da
de
Estudo sola;
de
Drenagem;
Adcguar & dc Tvagio dos
de infracaruters.
PROPOSTA DE EXECUCAO DELTA ENERGIAS
Devido 20 sombeeamento pelos eacaliptos, foi necessirio expandic adres disponibilizada da para que todos modules fotovoltaicos fossem utilizados.
os
0 novo layout traz revisio do projeto onde using foi colocada onentagio norte para
um a na
aproveitar melhor eficiéncia.
| PROPOSTA | DELTA | ENERGIAS |
|---|---|---|
| [ TOTAL 220 | 14 | 104 |
| = | 3 | 4 |
06 de
Figura Proposts aduptaie.
firacha dos
8 de d
Devem ser realizadas todas as atividades e desenvolvimento adequado dos projetos de terraplanagem, drenagem e concretagem das estruturas para garantir sua estabilidade de longevidade.
A Consultora sugere também que este trabalho deva ser acompanhado por supervisor terceiro da Companhia ou Fiscalização proprietária de forma a garantir a adequabilidade da solução e também da execução da solução pelas empresas contratadas.
Quanto a montagem das estruturas, foram feitas algumas considerações dentro do relatorio de visita técnica - Anexo 1 - do documento. No entanto pode-se observar o alinhamento dos módulos já montados.
ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS
SUBESTAÇÃO COLETORA
A solução apresentada consiste na conexão diretamente na tensão 220V trifásica da concessionaria, utilizando a ligação direta dos inversores no transformador e por conseguinte na rede elétrica. Essa solução pode ser observada na figura abaixo, com as varias cabines de inversores ligados a rede elétrica.
Consutorta Projeto
Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente.
I]
lmeng
Consutorta Projetos Liga
4.2.3.1 REDES ENTERRADAS
Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. Isso será preconizado no projeto a ser desenvolvido.
SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO
A Consultora teve acesso aos sistemas e diagramas da EDP e a conexão consiste no fornecimento direto do medidor para a unidade de consumo. Sendo assim, o sistema a ser fornecidos pode ser representado como a estrutura abaixo:
|
moe
O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões ENERGISA.
Projetos
Consutorta
ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação equipamento.
Liga
de tal
ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados.
Nova variante da samulagio
resultados procipais
GlobHor | DiffHor | Gibine | EAmy mm
| Fevereiro | Ve eas 155.0 | 50.50 me | re nn | Whim? 152 | Km? 153 “ue. | Mah x28 | 2087 2007 | oar 08% |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Margo Malo | 155.6 1257 | 5.0 noe | 20 | 161.2 1.2 | "ay wa | ary wo | 2148 | os 0855 |
| Junho | nm | 30 | 341 | 083 | ase | |||
| une | 02s | a0 | an | 23 | mr | mes | ose: | |
| nea | ne | 240 | 124 | ase | ||||
| Agosto Setembro. | Has 714 | 557 B49 | ns | Me ura | m7 ss | "2 Tes | wr 40 | 067 0862 |
| Novembro Dezembro | 154 1513 186.1 | S048 | 136 x8 | me w2 | m7 | 1840 1987 | LA) m0 2048 | os |
| Ano | 02826 | 20 | 1814 1682.1 | 148.7 1566 2 | 072 23299 | nNs |
Legendas: GlobMor globe dara AM
Dice
Energia 00
Tae na rede
utente £
global 10 dos Rufio de
Clothe PR performance)
Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1)
PVSYST V6.80 | Albury SA (brazil) Pagina 214
Sistema acoplado a rede: Resultados principais
Projeto : PM Espirito Santo Variante da simulagdo: Nova variante da simulagio Parbmetros principals do sistema Tipo de sistema No 30 scene defined, no shadings
do
plano dos médulos 20° asmute 0°
| Modulos FV | Modelo | MTT2-156P-330 db | From | 130Wp |
|---|---|---|---|---|
| Grupo FV | de midulos Modelo | 4104 BNTOGOKTL | Prom fot Prom | 1354 50.0 kW ac |
Sateria de inversores de kW ac
Nimero uridaces 177 Prom 1060
Exighncias 60
consumidor Carga (recs) Resultados principals da
do sistema Energls produzida 2299 MWhiano Prod especifica 1451
indice de performance (PR)
(por do
PR)
Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance.
Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.
Outro ponto importante é de que o índice de PR apontado considera um número total de geração. Deve-se atentar que estão sendo consideradas neste caso 18 unidades de geração para atendimento a rede cliente.
LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao protocolo do documento autorizativo ambiental.
Projetos
Consutorta Liga
Exteno
Procedéncia: ©
Chave WEB:
Assunto:
ALBURY PARTICIPACOES S.A DCP DEPARTAM ANUENCIA MUNIC. USO DO SOLO
ATIVIDADE DE USINA DE GERAGAO DE ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA P/ FINS DE LIC.
021712/2019
Hora: 15:11:33
OF CONSTAUCAD es gov bri)
P/ E OCUPAGAO
AMBIENTAL
Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto . As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal.
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de promessa de compra e venda das quadras onde foram instaladas as usinas. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento.
CONTRATO DE PROMESSA DE COMPRA VENDA
DO LOTE: POLO EMPRESARIAL VIO LINWA SUL |
RESUMO
04 Lote. 06
Promitente Vendedars
1 S.A. juries de no
wb N° 16226 6k, na Aus Jose Sala 1335,
com
5 WIS. por de
SA. pact
2 ALBURY com br, (WF
se
Vargas,
20006 611000150, com 1a Av, WE, 10 20. Belo
se a
parcel de bet, admins
4
soli oF 843.1006. 356.00, 0 Raa Paves temp, 2
0
MG.
Beko Admie lve Oscar Moura
dé paral de bens, portader da C1 62149
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1056 Rua Alameda Oscar Wameyer, 383. 1102
%
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LOM nd 796-00.
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os seguintes
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cam © Lote
75,000; serd do de 19.715, 29.736 19737, 39.734
©
35.740, 39.741 cron |
39.738, ¢ 39.742, 100 do
Consutoria Projetos Liga
PARECER DE ACESSO E CUSD Foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão.
PARECER DE ACESSO
Foram disponibilizados os pareceres de acesso das 18 unidades de geração consideradas dentro do empreendimento.
Consutorts Projetos Liga
Formulirio de solicitagho de acesso pare microgeragia distribudda com
superior
4 10 kW ca UC:
| Cédign | Cane: | | |
|---|---|---|
| da LIC: Titular | Wares | | |
BR 10
[ Bain.
cv:
[ {
[
com 250002940
|
|
Teletone | Telular 20
de vi;
© | sendmento 70 Tipo de Worafasea Sho
|
Tipo de ramal |
da
(VW:
Sala |
0 Edlica 0 quatficada Cura
C1
26 de margo de 2020
Empreendimentos Pague Menos 5/A
Rod BR 101, 6 Bebedouro
Linhares/ES
29300-001
Assunto: Parecer de Acesso Geragiio Distribuida
Refardncia: Nota de Servigo 45003473176
Prezado(a) Senhor{a),
Atendendo a solicitagdo de informamos que estamos liberando para futura conexdo o
projeto de geragdo distribulda referente ao padrdo de entrada de energia que recebemos para
andlise no dia 25/03/2020.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo.
A situação deste empreendimento é importante destacar em função da necessidade de implantação dos trabalhos associados a execução das correções e implementações nas estruturas que hoje estão alocadas no solo.
Consutorts Lita
A Companhia apresentou orçamento para execução de tais serviços, refletidos no documento abaixo.
Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS.
CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC
A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços e também da proposta da DELTA para a realização dos trabalhos de correção e implementação do layout em condição definitiva das estruturas e módulos. A proposta apresentada pela DELTA quanto a abrangência de escopo, contempla as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica.
- VALORES DO £5COPO:
MOMILIZACAD DA ENGENHARIA DELTA
6
#$18.000,00
62 LEVANTAMENTD
£3 ENSAIO
£4 Of TERRAMANAGEN
45 PRONTO OF DRINAGEM
65 DOS DE INSTALACOES
DE DESMONTAGENS DAS
67 ESTRUTURAS DAS UNAS SOLO
13
68 DOS £ DA FUNDACAD, GAS.
#$6%.000,00
69 -EXECUGAD DE MONTAGENS DAS 14
ESTRUTURAS DF MESAS DAS SOLO FINO
810 EXECUCAD DAS
SUBTIRRANEAS DUTOS
EXECUCAD DAS MONTAGENS DOS MODULOS FV
S11
DAS 1 USINAS
612
S13 nos DOS DE
MENTOS
OC AC COM DOS MODULDS IV;
CONEXDES R$30.000,00
DAS DAS
STRINGS,
QUADROS CA £ JADROES ENERGIA;
Gia GLOBAL PARA AS ORAS CIVIL DC
CERCAMENTO E CONCRETAGEM DAS ESTACAS:
¥
Consutoria Projetos Liga
DELTA
mil reais)
TOTAL GLOBAL: R$736.000,00 (Seiscentos Trinta e Sete
- CONDIGOES DE PAGAMENTO:
74
=
72-29 MEDIGAD 73-30 MEDICAQ
R$245.333,33 R$245.333,33 dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos. Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial e o contrato para a construção dos padrões (18) da concessionaria, incluindo as obras civis e montagem.
A
SEAVICOS SEREM PRESTADOS: COSTRUCAO DE 18 PADROES DE ENERGIA
MONTAGEM E MATERIAL PARA EXECUCAD
WAC DE DOBRA PARA VIA PERFURATRIZ
ENCAMINHAMENTO EDP DE SOLICITAGAO PARA
- DE FIXAGAO DE
TRIFASICO E LIBERACAQ DE CARGA DE ENERGIA PARA O ENDEREGO
CONFECCAO DE ART" S PARA PROTOCOLAR JUNTO A CONCESSIONARIA
OUTROS CONTRATOS
A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento:
- Empresa para execução de O&M
- Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M.
Consutorta Projetos Engenhariz Liga
3.2.19 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 62 dias úteis para execução do escopo.
DELTA 18 USTNAS PRAZO DE 83 BIAS
EXECUCAO
Gian
- & CANTEIRO DE
par
| 4
|
113
du Cauien ds
7 dime.
38/87/3820
|
|
18/53/3830
13 dime
| 30/97/2030
2437/2920
|
1507/3230
= - 20/07/3020
|
2407020 30/7/2020
| 26 Comrade du coves |
{ 45 | 2407/0320 13/08/3920
20 CONCRETAGEM OF ESTACAS
fies sales dus 604 tren 1
|
| 004 | |
3
| | |
mince 11/0803030
3s ESTRUTURA MESAS
| waives wee LY |
DOS MODULOS SOLARES
Moraga dm | EX} 18 dias.
| | | ane aon | M200 | |
|---|---|---|
| 73 | | (tres) Commas ot | | |
73 “35/2230 | cesarean
| / 5.4 ws Tn] -
TPA 7 CABS GE AGS INVERSORES.
| doe masse
1
| on cor vena
03 WEE)
CARGS CA TRATO REDE
_| caves A Er. | |
31
| Er) 101
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193
| |
As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem.
Desta forma sugere-se que um prazo adequado após os materiais em obra - de 90 dias - para conclusão efetiva de recuperação das áreas e energização. A empresa apresentou um plano de trabalho que é competente para a conclusão dos trabalhos.
Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto.
4.6. USINA TIPO ROOFTOP - DIVERSAS LOCALIDADES
Um outro conjunto de ativos disponibilizados pela Companhia foi o grupo de usinas de geração do tipo rooftop - interligadas em telhados de galpões industriais. Este conjunto de usinas será tratado no relatorio de forma conjunta, dada a similaridade de suas aplicações, soluções e situação de avanço.
Todas as instalações, sejam operacionais, em montagem, ou em projeto foram visitadas pela Consultora, que pode elaborar um opinativo acerca das práticas e métodos aplicados na concepção, montagem e instalação das usinas. Todo o detalhamento de cada uma delas pode ser encontrado no Anexo 1 do presente relatório.
Os principais pontos de atenção associados a este tipo de empreendimento referemse as metodologias de montagem, de forma a garantir a vida útil dos módulos e a correta fixação das estruturas. Alguns cuidados devem ser tomados pela empresa de montagem tais como:
- Evitar deixar estruturas de fixação sem módulos até o final
- Acomodar os cabos elétricos abaixo dos módulos de forma a evitar forte exposição a irradiação solar
- Proceder com as fixações das estruturas de suporte até o ponto de torque completo, de preferência com ferramenta de precisão.
- Evitar locar/instalar módulos em áreas de sombreamento causada por arvores ou formações naturais
Consutorts Lita
Quanto a solução elétrica, vale o arranjo proposto na usina e representado abaixo:
UMFLAR BASCO
Este arranjo deve ser adequado quanto ao número de módulos e inversores para cada usina, mas a representação dele para todas as instalações desta natureza podem ser aplicadas.
Podem existir particularidades quanto a forma de conexão em cada uma das distribuidoras (cabines para alojamento dos medidores), porém sem alto nível de complexidade.
De forma a garantir a síntese do conjunto de usinas e deixar explicitada as soluções conceituais elaboradas pela Companhia, a Consultora irá elaborar uma matriz para cada usina considerando todos os tópicos cobertos nos capítulos associados as usinas de solo.
| USINAS | STATUS | SOLUÇÃO TECNICA | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| GRU 1 & 2- 0,8MWp | GRU 1 EM CURSO GRU 2 EM CURSO | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| SOROCABA 0,4MWp | EM CURSO | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| PAULINIA 0,7MWp | NÃO INICIADA | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| ATIBAIA 0,2MWp | EM CURSO | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| ITATIBA 0,2MWp | NÃO INICIADA | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| ITAJAI 0,7MWp | EM CURSO | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
| CASCAVEL 0,4MWp | CONCLUIDA | SOLUÇÃO PADRÃO DE MODULOS HT E INVERSOR COM PROJETO DE LOCAÇÃO DOS MODULOS | |||||
lmeng
Projetos Lida
ACESSO A GERAÇÃO DE CONSIDERAÇÕES CONSULTORA
EPC DISTRIBUIDORA ENERGIA
OK SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais
para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA
OK SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais
para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA
SEM SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais INFORMAÇÃO para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA
SOLICITADO SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais
para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA
SEM SIM Atentar para as considerações de montagem conforme Anexo 1 do relatorio. Sem riscos adicionais INFORMAÇÃO para a execução da planta. ANDROMEDA/MINERA
OK SIM Atentar para as condições de reparo já apontadas e que geraram a necessidade de retrabalho ANDROMEDA/MINERA
OK SIM Sem pontos adicionais ANDROMEDA/MINERA
MAPA DOS CRONOGRAMAS DAS OBRAS
PADROES ANDROMEDA PADROES
MINERA EPC DELTA EPC LOUSAVAR ALUMAR
INICIO DATATERMINO | | DATATERMINO | DATAINICIO | DATATERMING | DATAINICIO | | DATAINICIO | TERMINO
DATA DATA
NORSOL 20/jul
05/fev
| NORTHENERGIA VRB LINHARES | 01/nov | 15/jun 20/set 09/jun 20/jun | ||
|---|---|---|---|---|
| GRU 1 | 10/jun | 30/jun | abr/20 | 30/jun |
| GRU 2 | 20/jun | 30/jul | 15/jun | 15/set |
| ITAJAT | 01/jul | 15/ago | ||
| CASCAVEL 05/@n 30/jun 27/mai 23/jun | ||||
| PAULINIA | 01/jul | 25/ago | 15/jun | 15/ago |
| [TATIBA | 01/jul | 25/ago | 10/jun | 30/jul |
| ATIBAIA 01/nov 30/iun 01/ago 15/jun | ||||
| SOROCABA | 01/nov | 30/jun | abr/20 | 30/jun |
| ENEL | 01/jul | 30/set | 15/jun | 15/sat |
Lida
Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance. Normalmente não se instalam estações solarimetricas neste tipo de empreendimento.
Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final.
5. PLANEJAMENTO FINANCEIRO
O planejamento apresentado pela Companhia foi analisado a partir dos seguintes documentos:
- Notas Fiscais de recebimento e pagamentos dos equipamentos importados
- Planilhas com os itens pendentes de compra e fornecimento para cada usina
- Planilha de arranjos entre usinas realizados pela Companhia
- Planilha integral dos valores pendentes por usina para conclusão.
O documento apresentado pela Companhia segue transcrito abaixo:
CRADRD OE INVESTIMINTOS AS
[= ana
wi
Consuhoria Projetes
Lida oa Sev tre
| | nme
FEE seater mene
0 compen mn
tage com
6 ER
180 mre 140
wee
Gud con
Lam aes Span
Matt
smn
hac sane + comerac 3
LA
ad
Pars de S94 MH co de nd smn sts 350
Os numeros diferem dos recebidos como CAPEX pelo BTG, que são apresentados abaixo:
owe *®
» - » - » - OW mel We HF Coe DM OW mF Tews Mom 1 i a ” wv wm “ a "
sn
| . . was 0 ew » me a 0 0 am
08M
| | Serena | GMO | MME | MME | OSD | Ee | NSN | RSH | DN | Toe |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| | | a | © | eo |
| | oot Cameron! | maw | ae | eee | Le | Ame | me | mew | woe | mum |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| | | . | . | . | © | em |
en — sa um a | BLIN ZAG SAME SLIM JUNE DAS TAI
Capes vt FO TG ANGI MSA
|
— WE LARS LGN MANE ARAN LOWEN 0
Con
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De forma totalizada e em conversa com a Companhia os numeros divergem pelo seguinte motivo:
- Diferença a maior de 1MM de reais para implementação das correções na UFV Linhares
2p Lida
- Alteração da taxa cambial - incialmente considerada junto ao BTG de 5,8 R$/USD e atualmente considerada como 5,2 R$/USD
Deve-se acompanhar a planilha a partir do totalizador dos valores para conclusão, dado que a Companhia executou organizações e alocacao de paineis e materiais em diferentes instalacoes e os numeros individuais não irão necessariamente estar na ultima versao perante o arquivo recebido pelo BTG.
Frente aos valores aqui apresentados, a Consultora tem como parecer:
- Os valores apresentados para conclusão das obras encontram-se adequados aos orcamentos recebidos que comprovam as necessidades de realização dos serviços.
- Os racionais para realização do CAPEX dos empreendimentos estão adequados aos patamares de mercado, sejam nas usinas de solo quanto nos patamares de rooftop ( 3,8MM/MWp)
- Há evidências atraves das visitas em campo dos serviços ainda a serem executados.
- Quanto ao valor de CAPEX, encontra-se enquadrado em projetos de geração distribuída e tamanho previsto.
- Deve ser verificado o desembolso conforme as necessidades individuais de cada projeto.
Todos os documentos e planilhas com os itens necessarios para serem comprados e concluidos encontram-se no Anexo 2 do presente relatório.
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6. OPERACAO E MANUTENCAO
A Operação e Manutenção da usina deste porte deve ter o seu formato de execução muito similar ao modelo de mercado e as práticas realizadas para empreendimentos similares já em operação.
Foi recebido da Companhia a planejamento de OPEX para o projeto. O BTG apresentou o plano de OPEX considerando O&M e outros custos. A planilha apresentada pelo BTG considera:
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Os principais itens relacionados a O&M de empreendimentos desta natureza consistem na cobertura completa das atividades, operação remota do ativo e correto fluxo de consumo de sobressalentes.
Este conjunto de atividades, permite, uma vez superada a fase de inercia dos componentes principais (chamada de "curva da banheira dos equipamentos") garantir a adequabilidade e taxa de decaimento de geração dos módulos e da planta conforme planejado.
CURVA DE DEGRADAÇÃO DOS MODULOS
A curva de degradação natural dos módulos envolve a variação de geração na medida da vida útil dos materiais em questão. Ressalta-se que deve ser realizado acompanhamento e atuação integral de manutenção destas placas referentes a potência de forma a garantir que a curva de degradação destas seja consistente com as demais consideradas nas plantas. Caso contrário, pode-se ter uma inversão da atuação de tais itens, já que os custos de implantação e manutenção destes módulos são considerados na geração da energia efetivamente comercializada do empreendimento como um percentual adicional, onerando o OPEX calculado.
Lida
6.1. ESTIMATIVA DE CUSTOS PARA O&M
Uma estimativa de custos para o O&M de empreendimentos deste porte, leva em consideração os valores de R$/W. Dada a consideração de diversas usinas com entrada em operação próximas, e para facilitar a análise comparativa, a Consultora elaborou um texto comum a todos os empreendimentos para os valores de OPEX.
Para plantas menores de 10MW de potência instalada, os valores médios considerando soluções onde a empresa prestadora, realiza todos os serviços pode ser dada por uma razão de 65.000 reais/MWp por ano. Para plantas, estilo rooftop, admite-se uma variação da ordem de 15%, dado que uma série de itens são compartilhadas com a própria estrutura da empresa/galpão onde está instalado o sistema (como vigilância, por exemplo)
Neste valor deve ser englobado todos os custos, com serviços, peças, seguranças, seguros operacionais e eventuais contratos específicos.
Os valores apresentados pela Companhia estão dentro destes patamares em conjunto, dado que provavelmente serão usadas estruturas comuns para atendimento e sinergia entre os ativos.
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O custo associado a Linhares está muito alto em função da necessidade de montar uma estrutura especifica para o atendimento, dado que são os únicos projetos na região. No entanto os demais encontram-se em patamares adequados.
6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES
Não foi localizado dentro do material disponibilizado as condições de garantia e de performance dos equipamentos considerados na ilha de geração, notadamente os módulos. Porém em
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pesquisas realizadas pela Consultora quanto a garantia de geração dada pelo módulo pelo período de 30 anos.
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6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS
Deve ser criada ou considerada uma área para acomodação das peças sobressalentes, não prevista no projeto básico analisado pela Consultora.
Os itens sobressalentes podem ser divididos em 2 partes: equipamentos maiores, tais como módulos e inversores. O outro grupo é equipamentos menores, tais como fusíveis, reles de proteção, placas eletrônicas, fontes de alimentação e equipamentos de comunicação.
A Consultora entende como correta tal medida e evita situações de degradação acelerada de componentes, tais como módulos, em virtude da alocação ao tempo.
7. MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES
A fim de proporcionar uma identificação explícita do potencial variação, uma matriz de risco foi desenvolvida considerando vários pontos de análise, os quais foram avaliados pela Consultora.
Como o empreendimento encontra-se em estágio de pré-implantação, os riscos de construção estão disponíveis e devem ser endereçados Companhia, além dos riscos de compra e chegada dos equipamentos de forma a manter a cadência de execução dentro do planejamento realizado.
Cada requisito analisado foi classificado de acordo com o grau de importância (alta, média ou baixa), e as considerações da Consultora são colocadas ao lado de forma de endereçar uma forma de resolução.
7.1. RESULTADOS
Os requisitos avaliados com nível de importância estão listados na tabela a seguir, onde também ações mitigadoras são indicadas para os riscos apontados.
feng.
| ITEM | RELEVÂNCIA | Pontos de atenção / riscos | IMPACTOS | RECOMENDAÇÃO |
|---|---|---|---|---|
| Variação cambial | Alto | Variação cambial em função de crise e pandemia associada ao COVID-19 | Aumento da parcela do empreendimento custeada em dólar, essencialmente os módulos, inversores e racks. | Concluir a negociação comercial através de Notas de procedimento, ou lastreamento financeiro da moeda |
| Atrasos em função da indústria chinesa | Alto | Dado o impacto do COVID-19 na fabricação chinesa, pode-se ter redução das atividades fabris desta região. | Atraso na chegada dos módulos e demais equipamentos que são importados deste país | Acompanhar o cronograma de fabricação e no caso de atrasos de fabricação, verificar o impacto na alteração do módulo. |
| Acompanhamento do cronograma de execução | Alto | Dada a concorrência de atividades envolvendo a Companhia, deve-se considerar a necessidade de acompanhamento próximo para evitar atrasos na execução dos diferentes empreendimentos | Atraso na entrada para operação dos empreendimentos | Acompanhamento próximo pelo cliente e engenharia dos proprietários exigindo a apresentação dos recursos de forma independente pelo lado do EPC para tratativa dos empreendimentos |
| Execução das atividades em VRB | Alto | Necessidade de realização do trabalho de terraplanagem e implantação do projeto de drenagem com a planta já parcialmente montada | Necessidade de retirada de estruturas ou danos aos equipamentos já montados | Acompanhamento de fiscalização independente e uso de força manual em pontos críticos levantados e apontados no relatorio técnico de visita pela Consultora |
| Parecer de Acesso | Médio | Pendente emissão do informe de acesso pela distribuidora para as plantas não iniciadas | Atrasos no início das atividades com risco de atendimento do prazo. Risco de variação de não haver viabilidade na conexão; | Verificar junto ao EPC e/ou desenvolvedor qual estratégia será seguida. |
| Estudo Hidrológico | Médio | Não foi verificado estudo hidrológico nos projetos disponibilizados. | Pode impactar no dimensionamento das drenagens do empreendimento e gerar variações no CAPEX previsto. | Confirmar junto a empresa de EPC que isto está sendo considerado. |
| Sobressalentes | Médio | Não foi verificado equipamentos sobressalentes na documentação disponibilizada. Não foi previsto no projeto básico a construção de ambiente coberto para acondicionamento de peças. | Alto tempo de recomposição do ativo em caso de defeitos. Desgaste acelerado de componentes em virtude de exposição a intempéries. | Confirmar junto ao desenvolvedor como está sendo considerado este tema. Prever no CAPEX estas rubricas. |
| Sistema de Proteção de Descargas Atmosférica | Médio | Não foi verificada a instalação do SPDA nas instalações a partir dos projetos disponibilizados | Possibilidade de queima de equipamentos e indisponibilidade da planta de geração | Instalação dos componentes sobre a área do supervisório, cabine de medição e estruturas da planta, se houverem (skid) |
8. CONCLUSÃO
A análise identificou a situação atual de desenvolvimento das diferentes plantas fotovoltaicas, a sua execução, gestão e planejamento de conclusão, bem como os pontos fortes e pontos de atenção, além das ações apresentadas através de uma matriz de risco.
Em relação a execução do empreendimento, a Consultora verificou uma serie de não conformidades associadas especialmente aos projetos de VRB e Linhares, que tem impacto na condição geral do ativo, bem como na sua segurança. A Companhia apresentou planos para recuperar e montar os ativos de forma adequada. A Consultora recomenda uma avaliação e acompanhamento próximo quando da execução destas correções/alterações de forma a garantir que os procedimentos e métodos adequados estejam sendo aplicados.
Há também uma divergência entre os prazos apresentados pela Companhia como sendo necessários para a conclusão das atividades. De forma a suportar sua posição, a Companhia apresentou documentos onde a empresa empreiteira assume um prazo de execução das atividades. Independente disso, o empreendimento e os prazos devem correr à medida que os equipamentos estejam em obra prontos para montagem. A Consultora entende que se deve considerar um prazo moderado, como apresentado no relatório para cada empreendimento, evitando-se assim a entrada em operação com pendencias. Isso não prejudica o desenvolvedor do projeto dado que as diferenças não são expressivas em diferença de meses entre as partes.
Quanto a solução técnica aplicada, os projetos contam com equipamentos principais de fabricantes com experiência em fornecimentos desta natureza. O emprego de módulos fixos sem rastreamento configura uma solução de implementação de baixo custo, tanto de implementação quanto de O&M, no entanto pode reduzir consideravelmente o aproveitamento solar da planta. Deve-se ter um alinhamento das expectativas de produção energética da planta e o modelo financeiro com dados reais após a entrada em operação para confirmação da capacidade de atendimento aos contratos.
Os prazos de obra devem ser fortemente acompanhados, pois alguns dos itens, de responsabilidade da Companhia, impactam na linha direta de entrada em operação do empreendimento. Importante ressaltar a existência de concorrência entre projetos simultâneos da Companhia o que pode acarretar divisão de recursos e consequente atrasos nos cronogramas de projeto. Vale também para condições atípicas como redução da capacidade fabril da China e a situação de pandemia que impacta o globo.
Além dos pontos e ressalvas expostas acima, a Consultora não vê outros óbices técnicos que possam ser configurados como situações prejudiciais a participação do investidor no empreendimento.
Finalmente, deve ser notado que esta análise atual foi desenvolvida com base em evidências obtidos e verificada durante o processo de preparação do presente relatório e, por conseguinte, baseia-se na situação observada até à data. Os cenários apresentados aqui podem mudar se ocorrerem novos eventos ou decisões de alterações de atividades já iniciadas.
RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Montes Claros-MG, 14/05/2020
Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
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Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4
4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6
5.1 Acesso Interno e Externo ......................................................................................................... 6 5.2 Cercamento e Portão ............................................................................................................... 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................16 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................17 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 19 5.8 Saúde e Segurança ...................................................................................................................20 6 Anexos .............................................................................................................................................21
6.1 Anexo I ......................................................................................................................................21 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................21
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Índice de Figuras
Figura 1 - Layout UFV MOC 2 ............................................................................................................. 5 Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852) ..................................... 5 Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2..................................................................................... 6 Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2......................................................................................7 Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2..................................................................................7 Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste........................................................................8 Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.......................................................8 Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.....................................................9 Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé ....10 Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem...........10 Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.....................................................................11 Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, processo inicial de erosão...11 Figura 13 - Vista externa da guarita .................................................................................................. 12 Figura 14 - Banheiro da guarita ........................................................................................................ 12 Figura 15 - Vista interna da guarita ................................................................................................... 13 Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2 ........................................................... 13 Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2............................................................ 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2............................................... 14 Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 .............................................. 15 Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido...16 Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos ........................................... 16 Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta ........ 17 Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada........................................................................................... 18 Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão ............................... 18 Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 19 Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos ............................ 19 Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2 ............................................................................................ 20 Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada ......... 20
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1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2, de propriedade da Norsol Energia, localizada na Fazenda Açougue, na cidade de Montes Claros/MG.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Eron Souza (Delta Energias)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV MOC2 na data de 14/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra; Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica; Obras civis.
4 Dados Básicos da Planta
UFVMOC2
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 2993 kWp. 2520 kVA | |
|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia |
| Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 Goomax | 330 Wp - |
Afore BNTOSO0KTL 60 kW| 2
Transformador
Romagnole 1500 kVA 2
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Consutoris Projetes Engentaris Lda
Figura 1 - Layout UFV MOC 2.
4.1 Localização
Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852).
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Projetos
Luda
5 Análises
5.1 Acesso Interno e Externo
As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 2 está localizada a aproximadamente 16 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 3km de estrada não pavimentada na área rural. O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria são boas, devendo ser dada uma atenção maior a erosão na região noroeste da planta.
MOC
UEY 2 14/05/2020 15:39
Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2.
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Consuttoria Projetos
V MOB-2
020.15:41
Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2.
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Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2.
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Consutora Py
Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste.
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Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.
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Consutoris Projetes Engentaris Lda
5.2 Cercamento e Portão
De acordo com inspeção visual a execução do cercamento apresenta um bom desenvolvimento com bom acabamento, sendo os mourões e o rodapé pintados de branco, porém, ainda se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. O rodapé de concreto com uma barra transversal faz com que a estrutura como um todo fique firme, principalmente na região noroeste em que iniciou um processo de erosão e que sem o rodapé a cerca estaria comprometida. No rodapé foram deixadas aberturas/saídas que integrarão o projeto de drenagem que ainda não foi executado. A barra transversal que constitui o rodapé não deve ficar exposta para que não ocorra oxidação que pode comprometer estrutura. No lado leste da planta há um grande desnível em relação a área externa e um processo inicial de erosão. Não foram observados problemas na execução das telas. A concertina e o portão da UFV MOC 2, ainda não foram instalados.
UFV MOC 2
Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.
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Consutoria Proj
Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé.
Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem.
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Consuttoria Projetos
Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.
Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, com processo inicial de erosão.
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Consuttoria Projetos
5.3 Guarita
Figura 13 - Vista externa da guarita.
Figura 14 - Banheiro da guarita.
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lmeng
Consuttoria Projetos
Figura 15 - Vista interna da guarita.
5.4 Drenagem
O projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV MOC 2, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão. Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas.
Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.
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Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.
Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.
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UE
4/05/2026 15:47.
Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.
Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.
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Consutoris Projetes Engentaris Lda
5.5 Vegetação
No interior da UFV MOC 2, não foi verificada presença de vegetação rasteira, o que deixa o solo exposto às chuvas. Em alguns pontos abaixo das estruturas de suporte dos módulos há desenvolvimento de vegetação vertical. Na região sul há uma árvore que faz sombreamento em alguns módulos. Durante a inspeção não foi verificada existência de ninhos de insetos ou pragas.
UFV MC
Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido.
UFV MC
Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos.
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UFV MOG-2 14/05/2020 15:41
Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta.
5.6 Estrutura dos módulos
Durante a inspeção foi verificado que as estruturas apresentam alinhamento adequado além de bom nivelamento, porém, não foi possível ser verificado um controle de torqueamento. Foi apresentado pela Delta Energias o relatório de ocorrências durante a montagem, no qual apresenta um problema em que os parafusos espanaram ao realizar o torque. A Delta Energias informou que devido a dificuldade de comunicação com o fabricante, realizou uma análise da montagem e modificou o posicionamento da arruela de pressão no conjunto (parafuso/arruela/arruela de pressão/porca), como pode ser observado no anexo II. Com a modificação os parafusos não espanaram com o torque, porém como o ponto em que foi realizada a adaptação ser o de travamento da viga de sustentação e regular o ângulo da mesa, é necessário um posicionamento por parte do fabricante atestando que a modificação não compromete a estrutura mecanicamente e não afeta a garantia de serviço.
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Consuttoria Projetos
Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada.
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Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão.
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5.7 Módulos Fotovoltaicos
Os módulos instalados na UFV apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Nos pontos de fixação dos módulos nos perfis é possível notar que houve uma pequena deformação na chapa com o torque.
Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados.
Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos.
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5.8 Saúde e Segurança
Não foi verificada durante a inspeção a equipe de saúde e segurança do trabalho na planta. Mas foi possível verificar uma preocupação com sinalização e mapeamento de riscos no interior da UFV.
UFV MOC 2
Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2.
UFY MO: 2020 1454
Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada.
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6 ANEXOS
6.1 Anexo I
Link com fotos da Usina UFV MOC 2.
https://drive.google.com/drive/folders/1oLj4YFmBv5QRCkKk_5k0XoHn7diescD8?usp=sharing
6.2 Anexo II
Relatório de ocorrência da montagem mecânica da UFV MOC 2 elaborado pela Delta Energias.
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RELATÓRIO TÉCNICO
Código: A ser inserido pela Administração L&M
Visconde do Rio Branco-MG, 18/05/2020
Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB
Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira
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Sumário
1 Objetivo.............................................................................................................................................5 2 Participantes .....................................................................................................................................5 3 Metodologia .....................................................................................................................................5 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................5 4.1 Localização.................................................................................................................................6 5 Análises .............................................................................................................................................7 5.1 Acesso Interno e Externo .......................................................................................................... 7 5.2 Cercamento e Portão ................................................................................................................ 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................18 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................20 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 25 5.8 Interface eletromecânica ........................................................................................................ 26 5.9 Saúde e segurança .................................................................................................................. 29 6 Anexos .............................................................................................................................................29 6.1 Anexo I ......................................................................................................................................29 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................29
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Índice de Figuras
Figura 1 - Usina Solar VRB .................................................................................................................. 5 Figura 2 - Layout UFV VRB ................................................................................................................. 6 Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214) ......................................... 6 Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................... 8 Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB ...................................................................... 8 Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.9 Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ................................................................................. 10 Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ............................................................................... 10 Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão ............................................................. 11 Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado ............................................ 11 Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina ......................................................... 12 Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto .............................................................. 12 Figura 15 - Projeto de drenagem da UFV VRB, que ainda não foi executado .................................. 13 Figura 16 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, na região com módulos e estruturas instaladas.14 Figura 17 - Erosão do solo no interior da UFV VRB ........................................................................... 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 15 Figura 19 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, próximo a cerca ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB, na via de acesso central ............ 16 Figura 21 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 16 Figura 22 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 23 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 24 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 18 Figura 25 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 18 Figura 26 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 27 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 28 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 29 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 30 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 21 Figura 31 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 22 Figura 32 - Arruelas dobradas utilizadas para fixação dos módulos ................................................ 22 Figura 33 - Grampos intermediários de fixação dos módulos .......................................................... 23 Figura 34 - Arame recozido utilizado durante a montagem ............................................................. 23 Figura 35 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24
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Figura 36 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24 Figura 37 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 38 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 39 - Caixa de passagem com lama ......................................................................................... 26 Figura 40 - Eletroduto com água ..................................................................................................... 27 Figura 41 - Caixa de passagem desnivelada em relação ao solo ...................................................... 27 Figura 42 - Caixa de passagem cheia de mato/plástico .................................................................... 28 Figura 43 - Caixa de passagem e eletroduto com lama .................................................................... 28 Figura 44 - Eletrodutos com as pontas soltas possibilitando entrada de água ................................ 29
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Consutoria Prof 2s Lita
1 Objetivo
Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB, de propriedade da Albury Participações S.A, localizada na Avenida Santana, 460 - área 3, bairro: Residencial Costa do Sol na cidade de Visconde do Rio Branco/MG.
2 Participantes
- Charles Sala (LMENG)
- Eron Souza (Delta Energias)
3 Metodologia
Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV VRB na data de 18/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:
Local da obra; Aspectos técnicos; Status da montagem eletromecânica; Obras civis.
4 Dados Básicos da Planta
UFV VRB
| Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | 5488 kWp 4620 kW | |
|---|---|---|
| Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia |
| Modulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp |
Usiminas 299
Inversores
Afore BNTOGOKTL 60 kW| 77
Transformador Romagnole
2500 kVA] 2
ALBL Ry
USINA soLar VRE
5000,00 kw
Figura 1 - Usina Solar VRB.
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Consutoria Proj 2s Lida
Figura 2 - Layout UFV VRB.
4.1 Localização
Vise. do
fis Minas 38230003
Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214).
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Consuttoria Projetos
| 5 | Análises |
|---|---|
| 5.1 | Acesso Interno e Externo |
| As | condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao |
| tráfego | de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV VRB está localizada |
| a | aproximadamente 3 km do centro da cidade Visconde do Rio branco/MG. |
| O | acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos |
| transformadores | é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do |
| acesso | interno em sua maioria necessitam de atenção devido ao carreamento e a erosão do solo. |
ba,
Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB.
Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB.
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Consuttoria Projetos
Rie
15:28
Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB.
Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB.
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Consutoria Projetos Engentaria Ltda
5.2 Cercamento e Portão
A execução do cercamento não foi concluída, e se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio que não estão concretados sendo que alguns estão presos com arame recozido enferrujado. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. Como o projeto de drenagem ainda não foi executado, e com o período de chuvas recente, o rodapé da cerca acabou se tornando uma barreira direcionando a água das chuvas no interior da planta e com isso, um processo de carreamento do solo e erosão se formou próximo a cerca deixando a fundação em algumas regiões exposta. Não foram observados problemas na execução das telas.
Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.
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Consutoria Projetos Engentaria Ltda
Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.
Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.
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Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão.
Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado.
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Projetos Luda
Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina.
5.3 Guarita
Na região da guarita é possível verificar uma erosão, resultando na exposição do radier.
Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto.
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