#### DOC. 4 ----- ![](img_p2_1.png) Assinado deforma digital SONIA por SONIA COCHRANE COCHRANERAO:029566018 RAO:029566 06Dados: 01806 2026.05.2015:15:04 -03'00' Projetos Lida ![](img_p2_2.png) (Br Pactual ##### RELATÓRIO DE DILIGÊNCIA TÉCNICA TDD ALBURY - DIVERSAS UFVs - 06 .20 JUNHO DE 2020 VERSÃO 00 ----- ![](img_p3_1.png) **SUMÁRIO** ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS ......................................................................................... 5 1 INTRODUÇÃO .................................................................................................................. 6 2 OBJETIVO......................................................................................................................... 6 3. METODOLOGIA DOS TRABALHOS ..................................................................................... 8 3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA ........................................................................................... 8 3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES ................................................................................................. 9 3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO .......................................................................................... 9 4. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO................................................ 9 4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1 ............................................................ 9 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 12 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 13 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 17 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 19 SISTEMA DE MEDICAO DE FATURAMENTO ............................................................................ 20 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 20 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 20 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 20 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 21 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 22 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 23 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 26 4.2. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 2 - UFV MOC2 .......................................................... 28 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 29 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 30 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 34 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 37 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 38 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 39 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 40 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 41 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 43 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 44 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 45 ----- ![](img_p4_1.png) PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 49 4.3. USINA DE SOLO - VISCONDE DO RIO BRANCO - UFV VRB................................................. 50 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 51 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 52 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 59 SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA ............................................. 62 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 62 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 64 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 64 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 66 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 67 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 69 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 70 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 75 4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL................................................... 77 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 79 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 81 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 81 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 81 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 81 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 81 PARECER DE ACESSO E CUSD.................................................................................................. 82 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ........................................................................................... 82 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS....................................... 83 4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES.................................................................... 85 ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA ...................................... 86 ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO.............................................................................. 87 ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS.................................................................. 93 SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO ............................................................................ 95 ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA .......................................................................... 97 ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA..................................................................................... 97 LICENCIAMENTO AMBIENTAL................................................................................................. 98 REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA.................................................................................................. 99 PARECER DE ACESSO E CUSD................................................................................................ 100 CONTRATOS DE FORNECIMENTO ......................................................................................... 101 ----- ![](img_p5_1.png) 3.2.19 PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS ........................ 104 4.6. USINA TIPO ROOFTOP - DIVERSAS LOCALIDADES............................................................ 105 5. PLANEJAMENTO FINANCEIRO ...................................................................................... 108 6. OPERACAO E MANUTENCAO........................................................................................ 111 6.1. ESTIMATIVA DE CUSTOS PARA O&M ............................................................................ 112 6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES ..................................................... 112 6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS ............................................................................... 113 7. MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES................................................................................... 114 7.1. RESULTADOS ............................................................................................................... 114 8. CONCLUSÃO ................................................................................................................ 116 ----- ![](img_p6_1.png) ##### lmeng 3 Projetos Liga ###### ABREVIATURAS E TERMOS DEFINIDOS Neste documento serão utilizadas as seguintes abreviações e acrônimos. CONSULTORA ou LMENG: Refere-se a empresa contratada para realização do descritivo de operação e manutenção - nomeadamente a empresa LMENG Engenharia Ltda. CCD: Refere-se ao contrato de compartilhamento da transmissão. Documento firmado entre as empresas geradora e a distribuidora acessada de forma a regular a relação entre elas para aprovação de projetos e implantação de empreendimentos em suas instalações. Companhia/Geradora: Refere-se a empresa detentora do ativo de geração considerado como escopo de diligência. Dentro dos contratos pode ser nomeadamente a SPE ou a empresa com razão social referenciada nos documentos, que seja o objeto alvo deste documento. ----- ![](img_p7_1.png) ###### 1 INTRODUÇÃO O BTG como investidor no setor elétrico do Brasil contratou a LMENG Consultoria para a realização de diligência técnica de diversos ativos em fase de construção, de propriedade da empresa ALBURY PARTICIPAÇÕES . A LMENG foi responsável pela análise técnica do ativo através da verificação de documentações técnicas em escritório, avaliação dos equipamentos informados através de memorial descritivo e solução utilizada, análise da produção de energia considerada a partir de dados secundários emitida pela Companhia, avaliação das estruturas contratuais e planejamentos de construção e término de desenvolvimento de cada usina, dentre outros aspectos. Também coube uma avaliação da exequibilidade do empreendimento dentro dos prazos mencionados pela Companhia. Eventuais riscos e possibilidades de desvio frente ao planejado são apresentados dentro do corpo do presente relatório de forma a subsidiar discussões entre as partes. ###### 2 OBJETIVO O objetivo deste relatório é o de levar a cabo a avaliação técnica (aderência do empreendimento as condições executivas projetadas e em desenvolvimento) e de geração de energia das diferentes usinas fotovoltaicas apresentadas pela Companhia ao Banco em regime de minigeração distribuída. Estas usinas se dividem em 2 grupos: usinas instaladas no solo e usinas instaladas em telhados de galpões industriais. De forma a organizar as instalações dentro do presente documento, optou-se pela divisão em 2 partes: a primeira envolvendo a análise completa das usinas instaladas em solo e a segunda com as usinas instaladas em telhados - usina tipo rooftop. Todas as instalações serão abordadas e ao final do relatorio uma análise de CAPEX e OPEX de forma integrada dos ativos será feita, usando como base os referenciais de mercado para instalações deste tipo. Eventuais riscos de variações quanto a parte financeira e outros associados a celebração dos contratos, no que tange e parte técnica serão abordados em uma matriz especifica para esta finalidade. ----- ![](img_p8_1.png) Este documento refere-se ao relatório de avaliação técnica com base no material técnico disponibilizado pela Companhia e conhecimento da empresa de consultoria neste tipo de empreendimento. O relatório tem como objetivo fornecer as seguintes informações para a avaliação: - Principais pontos de atenção e análise dos fatores que resultem em necessidade de adequação ou contingenciamento por parte da empresa que irá avaliar a compra e realizar o devido acompanhamento. - Verificar as condições de construção em comparação com os documentos contratuais, a fim de rever quaisquer problemas ou potencial de risco. - Comentar quaisquer pedidos de variação ou contestações de partes envolvidas analisando sua validade e necessidade, onde for aplicável e se existirem. - Análise dos documentos regulatórios e sua suficiência para o atendimento aos requisitos de empreendimentos desta natureza. - Verificação das condições de regularização fundiária dentro do material apresentado - Verificação das condições de informação/parecer de acesso junto a distribuidora. - Mapeamento de riscos e sua mitigação. - Atualização de licenças e documentação regulamentar que permitam a implantação e operação contínua do empreendimento. Todo o material de suporte utilizado para emissão do opinativo técnico será fornecido como parte integrante e anexa do relatório e as considerações da Consultora estabelecidas ao longo do presente documento. Os riscos potenciais são apresentados juntamente com os respectivos graus de importância e, para os casos com preocupação média e alta, ações de mitigação são sugeridas. ----- ![](img_p9_1.png) ###### 3. METODOLOGIA DOS TRABALHOS Para a realização dos trabalhos em questão foi realizada a partir da adjudicação da Consultora, a elaboração de uma lista de documentos necessários, estabelecendo também um grau de prioridade para o recebimento do material. Foi definido o sistema de troca de informações através de correspondência eletrônica, e um repositório criado pela Companhia (Google Drive) onde a Consultora teve acesso as informações. Os trabalhos foram desenvolvidos considerando etapas distintas, a saber: ###### 3.1. COLETA DE DADOS E PESQUISA Nesta etapa foram coletados os dados para elaborar a análise independente da geração de energia, na região e em específico na usina objeto do estudo. O time engajado para a execução da certificação da geração da energia, considerou a localização da usina, bem como o arranjo e projeto de disposição dos módulos fotovoltaicos e demais componentes (tais como inversores, rastreadores etc.). Todas as instalações foram visitadas e reportadas através dos relatórios técnicos que fazem parte do anexo 1 deste documento. A coleta de dados teve como base: - Dados e informações fornecidos pelo investidor, como localização e dimensionamento das plantas; - Informações públicas obtidas a partir de pesquisa nos órgãos governamentais; - Levantamentos de dados secundários de registros internacionais de dados Solarimétricos; - Recebimento de informações a partir de lista de documentos solicitados pela Consultora e disponibilizadas através de link na nuvem; - Troca de e-mails com a empresa detentora do projeto - Recebimento das invoices de componentes ----- ![](img_p10_1.png) - Contratos e propostas para realização de serviços que estão pendentes nas instalações. ###### 3.2. ANÁLISE DE INFORMAÇÕES De posse dos documentos solicitados a empresa, foi feita a avaliação do projeto básico, equipamentos considerados, layout de disposição da usina, redes de média tensão e ponto de conexão no sistema considerado. Estas análises servem para embasamento e elaboração do opinativo da Consultora a respeito do partido técnico adotado pela empresa geradora. Também foram feitas as análises de documentos intercedentes, tais como licenças ambientais, propostas e contratos EPC, contratos de arrendamento, contratos com a distribuidora, contratos e análise dos materiais elaborados pela detentora do projeto, no que tange ao empreendimento e suas interfaces, assim como os projetos disponibilizados. ###### 3.3. CONSOLIDAÇÃO DO RELATÓRIO Com o término da análise foi feita a consolidação dos dados resultando no presente documento, somando-se também as análises financeiras e os relatórios de todas as visitas em campo realizadas. ###### 4. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS - USINAS DE SOLO A descrição completa do empreendimento foi realizada a partir do levantamento das informações recebidas notadamente os memoriais descritivos e informações apresentados pela Companhia. ###### 4.1. USINA DE SOLO - MONTES CLAROS 1 - UFV MOC1 O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Montes Claros 1, também chamada Northenergia com capacidade nominal de 3000kWp e limitada a capacidade de transformação em 2,5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo: ----- ![](img_p11_1.png) Consutorta Projeto As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Montes Claros e o layout, assim como a cabine de medição. ![](img_p11_2.png) Caos Mins Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade ![](img_p11_3.png) GERAGCAO DISTRIBUIDA ALBURY Localização da planta fotovoltaica - referência dentro da propriedade arrendada ----- ![](img_p12_1.png) ![](img_p12_2.png) Lay-out básico da UFV As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento no trecho da rodovia que é asfaltada estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 1 está localizada a aproximadamente 18 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 7km de estrada não pavimentada na área rural. No trecho que corresponde a estrada não pavimentada na zona rural é necessária uma sinalização para o empreendimento devido as bifurcações até o local da obra, assim como uma melhoria em alguns trechos com aterro/ compactação e alargamento da via para que possibilite a chegada de equipamentos ao local da obra. Não foram iniciadas atividades de obra nestas instalações até o presente momento. Pela visita em campo realizada, percebe-se que a área deve ser preparada para o início das atividades, envolvendo detalhamento executivo necessário, bem como desenvolvimento dos projetos considerando em especial os projetos de drenagem superficial da planta, dada a condição natural do terreno. ----- ![](img_p13_1.png) Consutorts Projetos Lita ![](img_p13_2.png) UFV MOC 1 - condição natural do terreno Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em 13,8kV localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da CEMIG. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Foram identificados também pedidos para alteração do traçado da rede até o ponto de conexão de forma a permitir uma redução da estimativa de custos juntos a distribuidora. Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia. Eventualmente alguns itens podem ser alterados em projeto executivo pelas empresas de projeto, os quais a Consultora não teve acesso, uma vez que estes ainda estão sob execução e alteração. ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes: - Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia) - Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia) ----- ![](img_p14_1.png) ##### lmeng - Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema - Sistemas de controle, proteção e operação da planta - Sistema de Medição de Faturamento ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição. No caso deste empreendimento, o projeto executivo está em fase de detalhamento para que as atividades de obra sejam iniciadas. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos. Pelo levantamento apresentado pela Companhia de componentes considerados para esta usina já são módulos de 405W e com tecnologia diferente dos aplicados nos outros projetos. ----- ![](img_p15_1.png) Projetos Lisa ![](img_p15_2.png) 1- DO 11 © presente contrato tem por objeto prestagho de serviqo de fornecimento dos seguletes materials: a a) Para UFY 7.407 painis solares HT de 405 Whats. b) Para UPY ds Serra: 3.783 painés solares HT de 405 Whats. 8 tapecerica ©) Para a UFV Paulinia de 2.350 paindis solares HT de 330 Whats. © Para UFV VRB: 2.424 solares HT de 330 Whats. a ©} Para Northenergia: 3 MW de estruturs Mesilics Galvenizada Goomax, tonforme projeto de 8 ![](img_p15_3.png) sina apresentado. fl Pers UFV da Serre: 1,532 MW de estruture Goomax, 8 da using apresentado, gl Para UV Unhares: 1,350 MW de estrutura galvanizada Goomar, conforme projeso ds a sina apresentado. 1h) Inversores de G0Kw, modelo BNTOBOKTL, 380v, da marca 81 tambeém, de toda logistics ne transporte dos referidos materials até pomo e o de montage, ![](img_p15_4.png) 2-DO VALOR DO CONTRATO DE PAGAMENTO E 21 O valor deste contrato ¢ de RS 13.005.073,00 (treze mihBes, cinco mil setenta trés reals) ¢ descrimenados da seguinte forma: Para UFV Northenergia; 7.407 paindis solares HT de 405 Whats no total de RS 4,614.500,00 a b) Para a UFV Itapecerica da Serra: 3,783 painés solares HT de 405 Whats no total de RS 2.357.000.00 Para UFV de 2.380 painéss sclares HT de 330 Whats no total de RS 1.147.000,00 a « df Para UFV VRE: 2.424 painess solares de 330 no 10tal de R$1.168.368,00 a HT ![](img_p15_5.png) ©) Pars UFV Northenergia: MW de estrutura Galvanizada Goomax no total de a 3 f) Para UFV itapecerica da Serra. 1.532 MW de estrutura Metdlica Galvan izada Gocman no total de a R$432.255,00 11 Pars UFV Linhares: 1 350 MW de estruturs galvanizads Goomax no total de RS 389,000,00 h} 81 Inversores de 60Kw, modelo BNTOSOKTL, tnfasico, da marca Afore no total de R$1.671.700,00 1 Custos de logistica (importacio, desembarago transporte até ponto de montagem| no total de € © RS 4 / Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo monocristalino, com potência de 405Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156M-405. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos. ----- ![](img_p16_1.png) Consutoris Projetos Liga ![](img_p16_2.png) MULTIWAY+ HT72-156M-C HT72-156M(V)- C 385W/390W/395W/400W/405W Engineering Drawing Electrical Characteristics --- Fv Te) a -— a ![](img_p16_3.png) em nme 1 Sway wi Sy | av rm Ey nn a Fy Ey Tn Fone Sw ET ment a | T EH YY ![](img_p16_4.png) ET re Ta. Tan Ta = re a Mechanical Characteristics HA 1 TTY jon rt Ma 1 gt 1 Cy EE 1 1 = T WC Comat ![](img_p16_5.png) 1 Temperature Characteristics To ie IV Curves Warranty | Tom Te - ![](img_p16_6.png) n Information Box ESS = Características dos módulos de projeto considerado ----- ![](img_p17_1.png) Consutorta Projetos Lisa Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura. ![](img_p17_2.png) BNTOS0KT DC (W) Power Max DC (V) Voltage Vorage 1 MPPT OC Voltage Range (V) Start DC (V) up Max DC Curent (A) of Number MPPT Tracker Number of OC (sed) Connections Output ACY ![](img_p17_3.png) Max (W) AC Power AC (W) Nominal Power Max (A) AC Current AC (A) Current AC Voliage (V) 230M00 AC (Hz) Nominal frequency Power Factor Output current THD Projetos A Consultora sugere também que este trabalho deva ser acompanhado por supervisor terceiro da Companhia ou Fiscalização proprietária de forma a garantir a adequabilidade da solução e também da execução da solução pelas empresas contratadas. No item especifico de propostas e contratos, serão apresentadas as soluções da Companhia para endereçamento das correções. Quanto a montagem das estruturas, foram feitas algumas considerações dentro do relatorio de visita técnica - Anexo 1 - do documento. No entanto pode-se observar o alinhamento dos módulos já montados. ESTRUTURA DE SUBESTAÇÃO E REDES INTERNAS ###### SUBESTAÇÃO COLETORA Não foi identificada a necessidade de uma subestação especifica na planta. Ao contrário, foi utilizada uma linha única de média tensão do transformador a cabine de medição, onde eles são ligados diretamente. Os skids são as estruturas de conversão (DC/AC) e elevação da tensão para distribuição até a rede. ![](img_p60_2.png) ----- ![](img_p61_1.png) Consutorta Projeto Liga ![](img_p61_2.png) Especificagdo de Componentes saul Fotovolaico Peso Vee Je imp EE EC eon T6632 | Modelo Pol Mex. Tensdo de de entrodo | 7260 | | Pot. nominal] | Tensdo de sada de sada EX | \| Frequéncio \| | \| Corrente | \| nominal Corrente méx. \| Fotor | \| | \| wor. \| | | |---|---|---|---|---|---| | de s0ido | de said ED | de 3 | de Poténcio To | Eficiéncia | Quantidode 77 | do Sistema ![](img_p61_3.png) CC Circuito CA tensdo Guantidade de arranjos 924 de soda inversores sduos por oronjo 0 Corrente de saido inversores. a7 por inversor 2 Corrente méx. de saido inversores 958 | Poténcia pico por 5.94 kip. Greuto CA Voc por armani de saido inversores por Corrente de soido inversores 9264 Jus gor Corrente mx. de saida inversores 849A Imp orronjo, | de do Pot. pico do sistemo por UG do Transformador 250000 Os cubículos de média tensão (cabines de medição) conectam-se ao transformador que por sua vez conecta-se ao painel de baixa tensão. O painel de baixa tensão concentra todos os inversores, por ilha de geração, que concentra os circuitos internos provenientes das redes de interligação das mesas fotovoltaicas. Existem cubículos de média tensão para cada transformador, uma para a chegada dos transformadores elevadores, um de saída para a linha de 11,4kV que vai da planta (cabine de medição) até a rede de distribuição e uma última para a medição operacional da planta. Ressalta-se que a configuração adotada impossibilita o escoamento alternativo entre as ilhas de geração e não possui qualquer redundância operativa no setor de média tensão. Para o caso de defeito ou de manutenção de um transformador da planta implicará na perda do percentual de geração da planta ligado àquele equipamento. Caso haja defeito no único cubículo de medição, ocorrerá também parada de metade da planta. ###### REDES ENTERRADAS Toda a interligação dos equipamentos CC e CA devem ser alojadas abaixo do solo, sob forma de interligações enterradas. A profundidade da instalação foi definida no projeto executivo. Pela avaliação da documentação recebida, os desenhos contêm as ----- ![](img_p62_1.png) #### lmeng Consutoria informações necessárias para a execução devida das atividades. Existem recomendações claras a respeito deste tipo de escopo de fornecimento no memorial descritivo elaborado, bem como nos desenhos de localização das valas. ![](img_p62_2.png) ![](img_p62_3.png) ![](img_p62_4.png) ![](img_p62_5.png) Detalhes de canalização e aterramento O sistema de aterramento também foi localizado em projeto e também durante as instalações em campo. ----- ![](img_p63_1.png) A Consultora teve acesso ao detalhamento da solução e, portanto, menciona condições que foram identificadas como necessárias para a conclusão efetiva das obras civis e montagem eletromecânica das instalações. ###### SUBESTAÇÃO DE CONEXÃO Foi informada a subestação de conexão para a planta - SED VRB 2, de propriedade da ENERGISA. A conexão se dará a partir da aplicação de reforços nas estruturas de forma a manter a capacidade de escoamento. Não houve, no entanto, bloqueio da ENERGISA quanto a possibilidade de acesso. Foram apresentados inclusive o traçado de 3,1km entre a planta até o ponto de conexão. SISTEMA SUPERVISÓRIO, CONTROLE E PROTEÇÃO DA PLANTA De acordo com o memorial descritivo apresentado, o sistema de controle da planta pode ser usado local e remotamente (através de conexão com o sistema de supervisão) na usina fotovoltaica via web. Além disso ainda é possível a operação a partir de centros remotos, caso a empresa opte por montar uma base de atendimento a diferentes plantas, por exemplo. O sistema é responsável pela coleta de dados e informações dos principais equipamentos deixando-os disponíveis a nível local, ou ainda comandos através chaves e acionadores, (como nos painéis de baixa e média tensão), além da possibilidade de operação a partir do sistema de forma remota, a partir de instalação de servidor supervisório em nuvem. O sistema a ser implementado deve considerar o fornecimento de um sistema de aquisição e controle para cada um dos inversores e ser devidamente integrado em um sistema centralizado. Não foi localizado o projeto executivo de tais instalações. No entanto, o memorial descritivo apresentado detalha as características técnicas do mesmo e estão em conformidade. SISTEMA DE MEDIÇÃO DE FATURAMENTO A Consultora não teve acesso ao sistema de medição de faturamento da planta. No entanto, dado que o sistema é padrão ENERGISA, pode-se utilizar as cabines de referência para outros projetos desenvolvidos pela Companhia. Desta forma todos os itens, incluindo painéis, equipamentos de medição, equipamento de sincronização de ----- ![](img_p64_1.png) #### A Liga base de tempo, e os equipamentos de medição (transformadores de corrente e tensão), devem ser devidamente instalados e validados junto a distribuidora. O projeto da cabine de medição foi disponibilizado pela Companhia e está em conformidade aos padrões ENERGISA. ![](img_p64_2.png) ![](img_p64_3.png) ----- ![](img_p65_1.png) ![](img_p65_2.png) ![](img_p65_3.png) ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento. ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA A Consultora analisou os relatórios de recursos solar do UFV realizados em projeto básico, revisando os métodos de avaliação de recurso solar e produção para a usina. Ressalta-se que não foi instalada uma torre de medição de dados previamente a escolha do local do projeto, sendo, portanto, realizada todas as análises a partir de dados secundários e bases históricas de dados. ----- ![](img_p66_1.png) Consutorta Projetos Liga ![](img_p66_2.png) 1 VRE (60kw) resultados principais | | | | | | Giobkor T\_Amb Glebine Glen Eamy E Gnd PR | | x ate awh MWh Janeiro 157% ne ma "50 1540 880 8771 1571 7M ua 7 0.650 Marco "27 wie “iz 0849 186.9 | Maio Junho | 1234 1057 1001 1004 | sz “is 50% | ze | 154 26 3 | ms na? 185 | 1267 185 mse | 59 T1898 7001 7852 | 0.850 0.678 0.635 0688 | |---|---|---|---|---|---|---|---|---| | Agosto Setembro | 1220 1318 | wm wn | aw 2 | wr | me "2 | na we | LL] | osm 00st | | Novembro | ALLE) 142 | nes sor | Mme | wa | wo “wee | ras | | 0 mo | | Dezembro Ano | 1531 3070 | 013.75 | 2651 400 | 1452 1083.0 | 1300 008.2 | A350 2053.9 | A236 35014 | 0.651 0.00 | Legendas Dior re plano dos Global Energia IAM & pant 8 sak do gree na mde Rao (Quocients dn Valores de geração mensal e anual consideradas (apenas ano 1) ![](img_p66_5.png) ###### so] Albury SA. Sistema acoplado a rede: Resultados principals Projeto : VRE Variante da simulacdo VRB 1 (60kw) © | principsts do sistema Ormntagdo do plana dos médulos | Tipo de sistema Modelo de méduos | No 3D scene defined, no 16° HT72-156P-330 17712 | |---|---|---| BNTOGOKTL Nimeo de undades 750 (rode) Resultados da simulacio do sistema 9561,4 MWhiano Prod. Indice do performance (PR) 65.30 % shadings atin Prom total Prom Prom total o 330 Wp SBAS 60.0 kW 4500 especifica 1435 be Pagina 214 2c ac ![](img_p66_7.png) ----- ![](img_p67_1.png) Consutoria Projetos Liga Dado que toda a produção foi certificada a partir de dados secundários, faz-se necessário uma validação da aderência da produção em função dos valores reais encontrados após a entrada em operação comercial da planta, durante a etapa dos testes de performance. Deve necessariamente ser analisado dentro do modelo financeiro os valores considerados, bem como os quantitativos para atendimento ao contrato com o cliente final. LICENCIAMENTO AMBIENTAL A Consultora teve acesso ao documento autorizativo ambiental. ![](img_p67_2.png) [ 1.1 Social: ANDRADE 12 1.3 ALBURY 5.4 1 29.026 Clow 1.5 SODNIGO ANDRADE Enderece VARGAS 16 AV. 18 (omplemento; SALA GUL 1.9 Barro; BELO ![](img_p67_3.png) 30112080 Municipio: a 113 Telefon. 57 som 1.35 Supram [ das dy de no no da Normative ni 21 Trata-se athidsde Unico COPAM 217/177 no Descrever, sucintamente, ais) athidadels) no empreendiments quadro shama: 1. |REALZAR ATIVIDADE DE CORTE | COM DISPOSICAD EM SOTA. FORA PARA FINS DE ZI ![](img_p67_4.png) 3 a 5. 22 de stividade listada ds no Anexo Unico Normativa COPAM 217/177 [J im. atin sn des es emt: 3 hs ie Tote 22.14 principal ser licenciads uma de sistema de abastecimunto sérec de com capacidade total de armazenagem até 15m”, desde que destinadas sxclusivaments 40 abastecimento do detentoe das [Jom do vem 2.24 Tels 3 Por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. As medidas apresentadas estão de acordo e o documento dentro do período de validade legal. ----- ![](img_p68_1.png) Consutorta Projetos Liga ![](img_p68_2.png) GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERALS SECRETARIA DE ESTADO DE MEO AMBIENTE € DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL de Melo Ambieme Supram DECLARACAO DE DISPENSA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL Cenforme Caracterizagio do Empreendimento, empreendedor na 0 RODRIGO AMOHADE BOTELIO de DICLARA, que © ALBURY 5.4, no municipio Belo Herlosts, ![](img_p68_3.png) 29.024 80, dw pelo ete 1 Segundo Irformacio do no de Belo no Estado de Mines o Goran, al) de: Descrigho [REALIZAR ATIVIDAGE DF CORTE E FORA PARA DESATERND COM DISPOSIGAD EM BOTA, FINS OF I REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A. Os documentos encontram-se em conformidade de clausulas típicas para este tipo de empreendimento. ----- ![](img_p69_1.png) ![](img_p69_2.png) ![](img_p69_3.png) ![](img_p69_4.png) regerd pelas Rural para Instalacho de Geradora de Energia ![](img_p69_5.png) do lr de ou quaisauer divides, conforme certidlo de dnus datada de 2 correspondech (sels) hectares, cud sard destacaca nas 3 a 6 a memorial descritivo 6a area do do 2 © rede elétrica atitude Longitude 42. a h poligonal em devendo mesmo ser pelo ARRENDANTE 0 Quanto a viabilidade jurídica de tais documentos, não faz parte do escopo da presente diligencia. ----- ![](img_p70_1.png) ##### lmeng 3 Projetos Liga PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados os devidos documentos para comprovar os temas de conexão. No entanto foram apresentados todos os documentos de execução das implantações de rede e reforços necessários. ###### PARECER DE ACESSO Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível. Os trabalhos foram realizados inclusive junto as empresas referidas para realização do reforço na rede. A empresa contratada para as obras foi a CELT, homologada pela ENERGISA para prestação de serviços desta natureza. ![](img_p70_2.png) ![](img_p70_3.png) ![](img_p70_4.png) ###### CUSD Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta. ----- ![](img_p71_1.png) CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia, destacam-se os documentos necessários para contratação da execução das obras civis e da parte de montagem eletromecânica. Os principais pontos encontram-se abaixo. A situação deste empreendimento é importante destacar em função da necessidade de implantação dos trabalhos associados a execução da drenagem em seu formato definitivo, bem como a recomposição do terreno e terraplanagem para permitir a conclusão do empreendimento. Atualmente o empreendimento não se encontra concluído. Quanto aos módulos e equipamentos foram apresentadas as NF de remessa e importação e identificados também os lotes dos painéis endereçados e montados pela empresa DELTA ENERGIAS. ###### CONTRATOS DE FORNECIMENTO REGIME EPC A Consultora teve acesso aos contratos celebrados para execução dos serviços de EPC. O contrato quanto a abrangência de escopo, contemplam as atividades necessárias para a instalação da planta fotovoltaica. ----- ![](img_p72_1.png) Consutorta Projetos Liga ![](img_p72_2.png) FICHA DE INFORMAGOES DO CONTRATO ORDEM DE SERVIGO (“OS") N° 0025/2019 A empresa A ALBURY privado, com sede Bairro Funciondrios, ![](img_p72_3.png) 31.384.397/0001-96 RODRIGO ANDRADE BOTELHO, inscrito no CPF sob 0 n° 463.006.356- 00 e OSCAR MOURA VORCARO. inscrito 68 a seguir denominada ENERGIAS LTDA, Montes Claros Centro, CEP 39400-075, inscrita Cadastro Estadual ![](img_p72_4.png) CONTRATADA, neste ato representada Eron Souza Oliveira, conformidade com os PARTICIPACOES S/A, pessoa juridica de direito em Belo Horizonte- MG a Av. Getilio 466, sala 601, , CEP: 30112.-020, inscrita no CNPJ sob o n® neste ato representada por seus Socios, o Sr. no CPF sob 0 n® 753.956.656- CONTRATANTE: autoriza a empresa DELTA pessoa juridica de direito privado, com sede em MG, na rua Bardo Rio Branco, 302, bairro do n° 439 / sala no CNPJ sob o n° 08.244.379/0001-97 e no sob o n® 001014789-00-12. aqui denominada por seu Socio Administrador, Sr. inscrito no CPF sob o n° 784.415.796-87, em termos Clausula 1incisos B Clausula 1.2; ¢ ## Dens dar To obra Ob a ![](img_p72_5.png) citado. obra esta denominada de VRB, localizada no Municipio de Visconde do Rio Branco-MG. para de Mio de Obra de Instalagdes FV no periodo de 20 de Agosto 2019 a 10 de Novembro 2019 obedecendo aos padrdes tecnicos e as exigéncias descritas do Contrato conforme da (s) Etapa (s) abaixo: 1 REFERENCIA DO CONTRATO: ![](img_p72_6.png) \* Poténcia a instalar: 5.400 KWp \* (Cidade: Visconde do Rio Branco = Concessiondria: Energiza Prazo de Execugdo: 20/08/2019 a 10/11/2019 Valor do Contrato: R$972.000,00 ----- ![](img_p73_1.png) Projetos Liga Consutorta Engenkariz das Extruturas de Sok; Instalaches Eletricas; \* + | e povkionemento | das | e ¥ Separagiu organizicdo | dos matersity; | |---|---|---|---| | ¢ | dm | dos cabos (Ce | CA; | Langamento das es mata de € oldas db stertamentos pars do dus sma; « dos dos Pulsin Fy: + | dot | “ | dos Quadros de | |---|---|---| | dus PIN + Cole | 0 | dm | Ugaglies dos cabos MCE dos MT CC ¢ da doe « Catine de Madigho Winhamesto panes “ do sstera Dado que houve a necessidade de paralização das atividades, foi refeita a proposta para continuidade dos trabalhos pela própria DELTA: ![](img_p73_4.png) 6 VALORES 4+ 6.1: USINA FV INSTALACOES: R$900.000,00 6.1.1 CRAVAGAO DOS PINOS: R$ 50.000,00 6.1.2 E 6.1.3 PODA CAPINA: R$ (Novecentos mil reais) (Cinquenta mil reals) (Quatro reais) mil ![](img_p73_5.png) 20/08/10 . 20/08/19 ![](img_p73_6.png) 20/04/10 7 CONDICOES DE PAGAMENTO: ee 24 2 R$ 90.000,00 [PAGO) --- RS130.857,00 RE er R$ R$150,000,00 R$ 25,000,00 (PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO) (PAGO) 20/06/20 74 R$137.095,33 + + Modiglo 20/08/20 9 Medico R$137,00%,33 + —~ ----- ![](img_p74_1.png) Liga Além disso foi estabelecido um outro contrato com a empresa NENEM TRATORES para a execução da terraplanagem. ![](img_p74_2.png) SONTRATO DE OF §/A, de | 406, | ale | 601, | Rawr CONTRATANTE. | Funconivos. | Hel 385 | |---|---|---|---|---|---| prises, com sade 1 CUP sw Varga, doravante por stu LTDA - EPP, de Divineua/ MG CEP | TRATORES | na | da Moegs, ans burs, cidade | |---|---|---| | 00 CHE) sab 0. | aged | pelo 5000 | | 3.546.000, 4.547 | 16, | representada | | Boseia, portator do CPF | 528 938-1, | Scravante denceninada CONTRATADO. | CONTRATO OF DE pois Tm que = ![](img_p74_3.png) 1-00 ORIETO 11 © do 3 Frestagho de na sre gor Me des de sus 7 Vinconde do NG C0 1268 8 PICS Sta 111 de em Alanbrado sestnte + + na pane superar Matar Tass oo mee dos len ![](img_p74_4.png) Estrada [arte do men] + dal para Soles des VALDN DO CONTRATE CONDICORES DE PAGAMENTO DO | deste contrato 2.4.0 € mil Que sagas em 03 valor ¢ de R$ VON 4 mi resi). 50.000,00 Bl RS 9 Para o caso da implantação do projeto complementar de drenagem, foi contratada a empresa em regime de escopo global - TEIXEIRA CONSTRUTORA. O prazo de execução compromissado pela construtora é de 60 dias. ----- ![](img_p75_1.png) Consatoria Projetos Engenkariz Liga ![](img_p75_2.png) DO OBJETO DO CONTRATO Clausula 1%, O presente tem como OBJETO a ca obra de drenagem para de uma usina fotovoitaica na cidade de Visconde do Rio Branco/MG, de acorda com no da drenagem REV. 2.0 de da 2010 (tudo ![](img_p75_3.png) conforme planta e planitha em arexo), Localizado na Rodovia MG 447, esquina com 2 estrada Sant’ ana, Municipio de Visconde do Rio Branco/MG, matricula 22.885 do Registro de Imoveis de Visconde do Rio Branco, Oficio do Cartério de Registro de Iméveis de livre 2, de propriedade da Juridica Capoblango pessoa Imobilidrios LTDA. ![](img_p75_4.png) Clausula EMPREITEIRA CENto vinte reais) Este valor Primeira parcela nove reais e contrato, parcela Quarenta e nove reais ![](img_p75_5.png) 9%. Fica ajustado que o CONTRATANTE pacara & EMPRESA © valor total de RS 398.248,64 (trezentos e noventa e oito mil e referente a execuglio da primeira etapa da obra de drenagem, dividido da seguinte forma: de R$ 127.439,6 (cento e vinto sata mil, quatrocentos e trinta sessenta centavos), sendo a primeira no ato da assinatura deste no valor de R$ 79.645,70 (Setenta mil, seiscentos e nove a setenta centavos) na data oe 01/07/2020, no valor de R$ 47.789,80 (quarenta sete mil, setecentos e oitenta @ nove reais & oitenta centavos) na data de 01/08/2020, Quarta parcela valor de R$ 31.859,90 (trinta no e um mil, oitocentos e cinquenta nove reals noventa centavos) na data de 01/09/2020, Quinta parcela valor de R$ 31 859,90 cngquenta no (trinta e um mil, o € nave reais @ noventa centavos) na data de 01/10/2020. | Sexta parcela | | valor de R$ 31.859,90 (trinta | | | |---|---|---|---|---| | | no | | & um mil, | citocentos e cinquenta | | nove reais & | noventa centavos) | na data de | 01/11/2020, | | no valor de R$ 23.894 90 (vinte o trés mil, oitocentos e noventa o quatro reais e noventa centavos) data de 01/12/2020, na ORtava parcela valor de R$ 23,894,90 (vinte trés no e mil, oitocentos e noventa = quatro reais novents centavos) na data de 01/01/2021. A Consultora não teve acesso aos contratos de fornecimento específico dos módulos e inversores neste empreendimento, mas teve acesso aos documentos de faturamento dos módulos. Também foi disponibilizado o contrato de vigilância patrimonial. Foram disponibilizados também outros contratos específicos para a instalação do bay pela ENERGISA, o contrato com a CELT para execução dos serviços de reforço e rede de media tensão para o circuito interligando a planta até a subestação da distribuidora, bem como serviços específicos - vigilância patrimonial. Estes contratos ----- ![](img_p76_1.png) encontram-se em conformidade quanto aos valores e as condições típicas de prestação de serviços. ###### OUTROS CONTRATOS A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento: - Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura. - Empresa para execução de O&M - Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M. PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 45 dias para execução da terraplanagem, 60 dias para execução dos serviços de drenagem e os itens associados a conclusão de montagem eletromecânica da planta. (90 dias), estando o material na planta. As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo: ----- ![](img_p77_1.png) ![](img_p77_2.png) DA ETAPA Terraplanogem da Cota Obras de Drenogens e de pantos | 1a 1 #### lmeng Consutorta Projetos Liga 8 08/08 20/07 6 08/06 20/07 ![](img_p77_3.png) Montagens das infios ¢ da rua principal 30 20/064 10/07 cota « dos Pinos do Cota 24/06 4 25/07 Inclinada ![](img_p77_4.png) e instalogdes dos 25/066 25/07 Mesas fixas da Cota inclinoda Montagens dos Modulos do Cota 10207 25/06 25/07 ![](img_p77_5.png) ¢ dos Quadros QGBT, Transformodores, Cubiculos ¢ 05/076 23/07 de Cabine (angamento dos Cabos ![](img_p77_6.png) Cabos de CA Cados de MT 05/07a 30/07 e com conexbes ¢ testes das cobos e langamenta de Comunicagéo e para 28/070 28/08 Sola de Controle Conteiner na @ Os prazos apontados pela Companhia são mais agressivos que os estipulados contratualmente com as empresas. Desta forma sugere-se que um prazo adequado após os materiais em obra - de 140 dias - para conclusão efetiva de recuperação das áreas e energização. A planta pode vir a ser energizada até 1ª quinzena de setembro de 2020, como proposto acima, no entanto, provavelmente as atividades de ----- ![](img_p78_1.png) compactação e correção de terraplanagem não terão sido concluídas, inclusive com o plantio de grama para retenção maior do solo. Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto. ###### 4.4. USINA DE SOLO - ITAPECERICA DA SERRA - UFV - ENEL O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica a ser instalada em Itapecerica da Serra. Esta usina tem dimensionamento para 1532kWp e 1,5MW. Esta usina encontra-se dentro da cidade de Itapecerica da Serra e as áreas alocadas para ela estão adequadas para a execução do empreendimento. ![](img_p78_2.png) ![](img_p78_3.png) ![](img_p78_4.png) PLANTA DE LOCALIZACAD Estrada de Sho Vicente, Potuvera, tapecerica da Serra Acessa pelo da Rod BR-116 A Consultora não teve acesso aos projetos executivos do empreendimento, tais como layouts e diagramas elétricos. Dentro do planejamento de execução, os prazos de liberação das licenças e início das atividades são apresentados abaixo: ----- ![](img_p79_1.png) Consutorta Projetos Liga ![](img_p79_2.png) LENG AS FONDA, | 0 BAR AEXECUTAR ESTRUTURAS AEXCUTAR AGO ![](img_p79_3.png) ESTRUTURAS DE AEXCUTAR AERECUTAR | INFRA CARDE LANCAMENTO DOS | EXCUTAR A CABOR CCE CA AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020 COMBSIONAMENTO DA USINA Dado que o planejamento se encontra para a construção da planta em um período de 90 dias. A análise propriamente dita da viabilidade destes prazos e das responsabilidades contratuais associadas estão dentro do item especifico do presente relatório. ###### Figura 1 - Local a ser instalado a Usina Solar Voltaica de 1,5 mW de capacidade ----- ![](img_p80_1.png) Consutorta Projetos Liga ###### Figura 3 - Local a ser instalado a Subestação A planta encontra-se em fase de início de atividades aguardando as liberações e dispensas ambientais. Esta usina se conectará na instalação da distribuidora, localizada através de rede aérea e protegida no ponto da acessada por uma chave seccionadora fusível, através de uma conexão à rede existente da ENEL SP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório, dado que não foram disponibilizados materiais associados a esta planta. Nesta instalação está alojada a medição de faturamento da usina. Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia. ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA As estruturas que serão consideradas para o fornecimento da planta não foram totalmente disponibilizadas em projeto. No entanto, pela analise do contrato de fornecimento especifico dos equipamentos apresentados pela Companhia, a Consultora retirou o excerto dos principais componentes considerados: ----- ![](img_p81_1.png) #### lmeng Consutorta Projetos Liga ![](img_p81_2.png) 1- DO 8 O presente contrato objeto prestacho seevico tem por a de de formacmento dos a) Para UFV 7.407 salares HT de 405 Whats, a Northenetgia: bj Pars UFY apecerica di Serra: 3.783 solares HT de 405 Whats, & | Para a UFY de Ratiba; 2.380 painés solares HT de 330 Whats, e d) Para UFY VRB: 2.424 solaces HT de 330 Whats. a Para Northenergiz: MW de estrutura Metilics Gahvarizada Goomax, conforme profeto da 3 3 ![](img_p81_3.png) 1 Pars UPY Rapecenica da Serra; 1.530 MW de estiutura Metdlics Galvaeizada Goomas, conforme da using apresentado. 8! Para LFV Linhares: 1,350 MW de estrutura galvanaada Goomas, conforme projeto da & ine spresentado, | | hI 81 Inversores de 60Kw, | madelo BNTOSOKTL, 380v, da marca Afore, | |---|---|---| | 12 de montagem. | também, de toda 2- DO VALOR DO CONTRATO £ | na importagiic transporte dos referidos materials descritos até ponto e o DE PAGAMENTO | © valor deste contrate € de RS (reve milhdes, cinco ds rewls) © descriminados da seguinte forme: Para UFV Neethenergia: 7,407 painds solares HT de 405 Whats total de RS 4.614.500,00 no Is) Para UFV Itapecerica da Serra: 783 paindis solaces HT de 405 Whats no total de #5 2.357.000,00 a 3 ©) Para UFV do Itatiba: 2.380 painéis solares HT de 330 Whats so total de #5 1.147.000.00 i @ ![](img_p81_5.png) Pars a UFV VRE: 2424 painéis solures HT de 330 Whats no total de 368,00 Para UFY Northenergia: 3 MW de estrutura Metilica Galvasizada Goomax no total de 450,00 a f) Para UFV tapecerica da Serre: 1,532 MW de estrutura Metdlica Galvanizada Goomax mo total de a Para UFV Linkares: 1.350 MW de metilica galvanizada Gooenax no total de RS 389.000,00 a 81 de 60Kw, modelo 380v, total de R51.671.700,00 da marca Afore no 1 Custos ge logistica até ce no total de @ © R$ 378.800,00 4 Desta forma pode-se considerar como as condições de estrutura fixa e uso dos painéis, de 405W, assim como a estrutura apresentada para a UFV MOC 1 (Northenergia). Eventualmente podem ser alteradas algumas condições, dado que estes componentes ainda não foram comprados pela Companhia. Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes: - Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia) - Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia) - Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema ----- ![](img_p82_1.png) - Sistemas de controle, proteção e operação da planta - Sistema de Medição de Faturamento ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO De acordo com a situação do projeto em desenvolvimento, a Consultora entende que as mesmas premissas que foram utilizadas nos demais projetos, deverão ser seguidas neste empreendimento. Como não teve acesso aos projetos, que serão elaborados a partir da formalização da contratação das empresas, a Consultora sugere que sejam seguidas as mesmas premissas de projeto que os demais ativos. ESTACAO DE MEDIÇÃO - METEOROLOGICA Está sendo prevista estação meteorológica dedicada para as instalações. A Companhia informou que a estação será instalada nesta planta e atenderá a UFV. Não foi identificada a localização exata em projeto para a instalação de tal equipamento. ANÁLISE DE PRODUCAO DE ENERGIA Não foi disponibilizado documento com certificação de energia para a planta. LICENCIAMENTO AMBIENTAL Em fase de emissão, segundo a Companhia. A Consultora não teve acesso ao referido documento. No entanto, por se tratar de instalação de minigeração solar é comum a dispensa de licenciamento ambiental pelos órgãos ambientais, de forma que a Consultora considera haver risco baixo neste ponto. REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Não foram apresentados os documentos de contrato de arrendamento de imóvel rural entre proprietário e a arrendatária ALBURY PARTICIPACOES S.A. ----- ![](img_p83_1.png) PARECER DE ACESSO E CUSD Não foram apresentados conexão. Consutorta Projetos os devidos documentos para comprovar os temas de ###### PARECER DE ACESSO Quanto ao parecer de acesso da distribuidora, não se pode considerar como disponível. ###### CUSD Não foi disponibilizado o contrato de CUSD para a referida planta. CONTRATOS DE FORNECIMENTO Dentro do conjunto de contratos disponibilizados pela Companhia foi observado apenas uma proposta elaborada pela empresa MINERA para a execução dos serviços com prazo de 90 dias. ![](img_p83_2.png) SERVICOS TECHICOS DE MONTAGEM ELETROMECANICA DE USINA SOLAR COM POTENCIA DE 1532 KW (INTERIOR DE SAO PAULO - EMEL ) ![](img_p83_3.png) DESCRICA0 Serviges Técnicos VALOR UNITARIO RS 180,00 | QUANTIDADE (KW) 1532.00 | VALOR TOTAL RS 275.760.00 A Consultora entende que o prazo de 90 dias somente poderá ser obtido se todos os componentes já tiverem sido disponibilizados para a montadora. Alia-se a isto o fato da necessidade de cabine de medição padrão da concessionaria. A Consultora entende que o prazo em um cenário conservador para a obtenção das atividades é de 150 dias. A montagem do empreendimento de 1,5MW não deve ser o problema para atingimento dos 90 dias propostos pela empresa de EPC. No entanto, a cadeia de suprimentos deve ser o caminho crítico para a execução do empreendimento. ----- ![](img_p84_1.png) ###### OUTROS CONTRATOS A partir da entrada em operação do empreendimento, a Consultora entende que outros contratos devem ser celebrados no futuro. Desta forma elenca aqui alguns principais, exceto o de O&M, mas que são normalmente associados e necessários para a entrega de energia de forma satisfatória do empreendimento: - Comunicação de Dados entre os centros conforme arquitetura. - Empresa para execução de O&M - Serviços específicos sob demanda - não cobertos dentro do contrato de O&M. PLANEJAMENTO DE CONSTRUCAO - ANÁLISE DE CRONOGRAMAS A partir das informações disponíveis pela Companhia, foi analisado planejamento do cronograma da obra. Os prazos apresentados nas propostas (considerando obra civil e montagem) encontram-se divididos em 90 dias praticamente para a execução das atividades, após a chegada dos materiais. As atividades não podem ser feitas em paralelo, sob risco de execução em condições inadequadas tanto da drenagem quanto eventuais correções de montagem. Além disso foram identificados pontos de correções nas instalações das caixas de passagem e eventuais alinhamentos de módulos e componentes. A Companhia apresentou um cronograma agressivo para execução das atividades, exposto abaixo: ----- ![](img_p85_1.png) Projetos Consutorta Liga ![](img_p85_2.png) IN MINERA ENGENHARIA LTDA ME thorn S51 Sunk - 55 ot 001 CRONOGRAMA DE OBRAS ENEL Status DATA AN BY TIRRARENAGEN | AEXECUTAR FONDA, BAR | 0 AEXECUTAR ESTRUTURAS AEXCUTAR AGO ![](img_p85_3.png) ESTRUTURAS DE AEXCUTAR AERECUTAR | INFRA CARDE LANCAMENTO DOS | | AEXCUTAR CABOS CC ECA AEXCUTAR TESTES E AEXECUTAR | SET2020 DA USINA Desta forma sugere-se que um prazo adequado para conclusão dos serviços de 150 dias. Sugere-se fortemente um alinhamento gerencial das datas programadas de forma a evitar atrasos no projeto, especialmente quanto ao desenvolvimento dos projetos e início de obras de drenagem. Neste caso especifico, sugere-se a fiscalização em campo da execução das atividades para garantir a aderência ao projeto. ----- ![](img_p86_1.png) ###### 4.5. USINA DE SOLO - LINHARES - UFV LINHARES O ativo em questão se refere à Usina Fotovoltaica de Linhares, com capacidade nominal de 1354kWp e limitada a capacidade de transformação em 5MW. As descrições das características técnicas da planta, encontram-se abaixo: As figuras abaixo mostram a localização do empreendimento no município de Visconde de Rio Branco e o layout, assim como a cabine de medição. ![](img_p86_2.png) Linhares ES Localização da planta fotovoltaica - referência a partir da cidade As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV Linhares está localizada a aproximadamente 14 km do centro de Linhares/ES. ----- ![](img_p87_1.png) Consutoria Projetos Liga Não há via de acesso interno na planta, as estruturas com os módulos foram instaladas muito próximas da cerca e dos cubículos de alvenaria em que estão instalados os inversores. ![](img_p87_2.png) Lay-out básico da UFV A planta encontra-se em fase de montagem, estando em estágio de execução. Durante a visita realizada foram observados diferentes pontos de atenção que são reportados no Anexo 1 do presente relatório. Esta usina conecta-se na instalação da distribuidora, em através da tensão da concessionaria de 220V - trifásico. A UFV é formada por 18 unidades de geração conectadas a rede elétrica da EDP. O detalhamento desta conexão e os projetos existentes disponibilizados serão analisados em outra parte do relatório. Todas as estruturas componentes da planta fotovoltaica deverão ser detalhadas a seguir no relatório, a partir de informações disponibilizadas pela Companhia. ANÁLISE DAS ESTRUTURAS E ATIVIDADES REALIZADAS NA PLANTA Dadas as estruturas da planta, serão consideradas para analise as seguintes: - Estrutura do Parque Fotovoltaico - (geração de energia) - Estrutura de Cabine e Redes internas - (distribuição de energia) - Linha de Transmissão ao ponto de conexão no sistema - Sistemas de controle, proteção e operação da planta ----- ![](img_p88_1.png) Consutorta Projet: Liga - Sistema de Medição de Faturamento ESTRUTURA DO PARQUE FOTOVOLTAICO Dentro deste item, serão avaliados os principais componentes do parque fotovoltaico, entenda-se a situação dos módulos, inversores, rastreadores, além dos itens de obra civil (mesas de sustentação dos módulos, vias de acesso interno, drenagem, pavimentação) e instalação da estação de medição. No caso deste empreendimento, o projeto executivo está concluído e o empreendimento encontra-se em fase de montagem. Os principais componentes quando a inversores e módulos encontram-se devidamente definidos. ![](img_p88_2.png) UFV Linhares | Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | | 1354 kWp 1080 kW | |---|---|---| | Equipamentos. | Marca/Modelo | Poténcia | | Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp) | Solar group 342 Inversores Afore BNTOGOKTL 60 kw| 18 Transformador Ideal Transformadores 80 kVA] 18 ![](img_p88_3.png) Nome para Registro: EMPREENDIMENTOS PAGUE MENOS S/A do Sistema conectado rede Fabricante modelo médulos 568 dos § Quantidade Total de moduios fotovoltaicos 2s de wba por Fein (string) id am Nimeros do (strings) am paralelo per n de Namero Total Sleiras (strings) Fabricante dots) AFGIE Medals dels) TL ![](img_p88_4.png) Paténcia Nomad Total 60000 W Quantidade de Inversares i Fabricante modelo estruturs de K2 SYSTEMS Cabo Solar CC. (entre médulos ¢ nversar] Fabricante cabo CA. inversor quadio geral/medidor) « » Schneider Electric Fabricante modelo dirjuntares Finder Finder Fabricante modelo OPS (C.A) Data de de de 3030 01 30 de Margo de 030 Data do ----- ![](img_p89_1.png) Consutoria Os módulos que serão utilizados na UFV são do tipo policristalino, com potência de 330Wp da marca HIGHWAY, modelo HT72-156P-330. A Tabela abaixo mostra as principais características do módulo em questão e o relatório considera em anexo o datasheet dos módulos. ![](img_p89_2.png) HIGHWAY Server Choe For Mighes Engineerir i ###### 45W/ 350W ![](img_p89_3.png) ![](img_p89_4.png) ![](img_p89_5.png) Características dos módulos de projeto considerado ----- ![](img_p90_1.png) Consutorta Projetos Lisa Os inversores utilizados na UFV são da Marca Afore, com potência de 60 kW, sendo o modelo BNTO60KTL. As características dos inversores são apresentadas diretamente no datasheet em anexo ao presente relatório. Os inversores são do tipo string, trifásico e com características específicas para um sistema de conexão à rede. O inversor tem um rendimento máximo superior a 99,0%, garantindo assim a máxima eficiência de conversão de energia solar fotovoltaica. Seguindo uma configuração bastante habitual nestes equipamentos, os inversores são instalados ao tempo com cobertura. ![](img_p90_2.png) BNTOS0KT DC (W) Power Max DC (V) Voltage Vorage 1 MPPT OC Voltage Range (V) Start DC (V) up Max DC Curent (A) of Number MPPT Tracker Number of OC (sed) Connections Output ACY ![](img_p90_3.png) Max (W) AC Power AC (W) Nominal Power Max (A) AC Current AC (A) Current AC Voliage (V) 230M00 AC (Hz) Nominal frequency Power Factor Output current THD © sas | os | Tie ssw ms ae ne we 0 ou 155 Wana] [] [] 3 ![](img_p113_3.png) 096 | ° ° a ¢ Sx | Garo] is |e u a ww | To : A928 11.400 185 0 L158 | A925 11.400 om per am] Tie [ne [ares sen EE wn aro I Px made 2 ny O custo associado a Linhares está muito alto em função da necessidade de montar uma estrutura especifica para o atendimento, dado que são os únicos projetos na região. No entanto os demais encontram-se em patamares adequados. ###### 6.2. GARANTIAS DE PERFORMANCE DE COMPONENTES Não foi localizado dentro do material disponibilizado as condições de garantia e de performance dos equipamentos considerados na ilha de geração, notadamente os módulos. Porém em ----- ![](img_p114_1.png) Consuhoria Projetes Lida pesquisas realizadas pela Consultora quanto a garantia de geração dada pelo módulo pelo período de 30 anos. ![](img_p114_2.png) Advanced surface Treatment lower surface reflection 588 coll can and design reduce the series and resistance ![](img_p114_3.png) PIO Resistant ###### 6.3. ALOJAMENTO DE PARTES E PECAS Deve ser criada ou considerada uma área para acomodação das peças sobressalentes, não prevista no projeto básico analisado pela Consultora. ----- ![](img_p115_1.png) Os itens sobressalentes podem ser divididos em 2 partes: equipamentos maiores, tais como módulos e inversores. O outro grupo é equipamentos menores, tais como fusíveis, reles de proteção, placas eletrônicas, fontes de alimentação e equipamentos de comunicação. A Consultora entende como correta tal medida e evita situações de degradação acelerada de componentes, tais como módulos, em virtude da alocação ao tempo. ###### 7. MATRIZ DE RISCO E SUGESTÕES A fim de proporcionar uma identificação explícita do potencial variação, uma matriz de risco foi desenvolvida considerando vários pontos de análise, os quais foram avaliados pela Consultora. Como o empreendimento encontra-se em estágio de pré-implantação, os riscos de construção estão disponíveis e devem ser endereçados Companhia, além dos riscos de compra e chegada dos equipamentos de forma a manter a cadência de execução dentro do planejamento realizado. Cada requisito analisado foi classificado de acordo com o grau de importância (alta, média ou baixa), e as considerações da Consultora são colocadas ao lado de forma de endereçar uma forma de resolução. ###### 7.1. RESULTADOS Os requisitos avaliados com nível de importância estão listados na tabela a seguir, onde também ações mitigadoras são indicadas para os riscos apontados. ----- ![](img_p116_1.png) #### feng. | ITEM | RELEVÂNCIA | Pontos de atenção / riscos | IMPACTOS | RECOMENDAÇÃO | |---|---|---|---|---| | Variação cambial | Alto | Variação cambial em função de crise e pandemia associada ao COVID-19 | Aumento da parcela do empreendimento custeada em dólar, essencialmente os módulos, inversores e racks. | Concluir a negociação comercial através de Notas de procedimento, ou lastreamento financeiro da moeda | | Atrasos em função da indústria chinesa | Alto | Dado o impacto do COVID-19 na fabricação chinesa, pode-se ter redução das atividades fabris desta região. | Atraso na chegada dos módulos e demais equipamentos que são importados deste país | Acompanhar o cronograma de fabricação e no caso de atrasos de fabricação, verificar o impacto na alteração do módulo. | | Acompanhamento do cronograma de execução | Alto | Dada a concorrência de atividades envolvendo a Companhia, deve-se considerar a necessidade de acompanhamento próximo para evitar atrasos na execução dos diferentes empreendimentos | Atraso na entrada para operação dos empreendimentos | Acompanhamento próximo pelo cliente e engenharia dos proprietários exigindo a apresentação dos recursos de forma independente pelo lado do EPC para tratativa dos empreendimentos | | Execução das atividades em VRB | Alto | Necessidade de realização do trabalho de terraplanagem e implantação do projeto de drenagem com a planta já parcialmente montada | Necessidade de retirada de estruturas ou danos aos equipamentos já montados | Acompanhamento de fiscalização independente e uso de força manual em pontos críticos levantados e apontados no relatorio técnico de visita pela Consultora | | Parecer de Acesso | Médio | Pendente emissão do informe de acesso pela distribuidora para as plantas não iniciadas | Atrasos no início das atividades com risco de atendimento do prazo. Risco de variação de não haver viabilidade na conexão; | Verificar junto ao EPC e/ou desenvolvedor qual estratégia será seguida. | | Estudo Hidrológico | Médio | Não foi verificado estudo hidrológico nos projetos disponibilizados. | Pode impactar no dimensionamento das drenagens do empreendimento e gerar variações no CAPEX previsto. | Confirmar junto a empresa de EPC que isto está sendo considerado. | | Sobressalentes | Médio | Não foi verificado equipamentos sobressalentes na documentação disponibilizada. Não foi previsto no projeto básico a construção de ambiente coberto para acondicionamento de peças. | Alto tempo de recomposição do ativo em caso de defeitos. Desgaste acelerado de componentes em virtude de exposição a intempéries. | Confirmar junto ao desenvolvedor como está sendo considerado este tema. Prever no CAPEX estas rubricas. | | Sistema de Proteção de Descargas Atmosférica | Médio | Não foi verificada a instalação do SPDA nas instalações a partir dos projetos disponibilizados | Possibilidade de queima de equipamentos e indisponibilidade da planta de geração | Instalação dos componentes sobre a área do supervisório, cabine de medição e estruturas da planta, se houverem (skid) | ----- ![](img_p117_1.png) ###### 8. CONCLUSÃO A análise identificou a situação atual de desenvolvimento das diferentes plantas fotovoltaicas, a sua execução, gestão e planejamento de conclusão, bem como os pontos fortes e pontos de atenção, além das ações apresentadas através de uma matriz de risco. Em relação a execução do empreendimento, a Consultora verificou uma serie de não conformidades associadas especialmente aos projetos de VRB e Linhares, que tem impacto na condição geral do ativo, bem como na sua segurança. A Companhia apresentou planos para recuperar e montar os ativos de forma adequada. A Consultora recomenda uma avaliação e acompanhamento próximo quando da execução destas correções/alterações de forma a garantir que os procedimentos e métodos adequados estejam sendo aplicados. Há também uma divergência entre os prazos apresentados pela Companhia como sendo necessários para a conclusão das atividades. De forma a suportar sua posição, a Companhia apresentou documentos onde a empresa empreiteira assume um prazo de execução das atividades. Independente disso, o empreendimento e os prazos devem correr à medida que os equipamentos estejam em obra prontos para montagem. A Consultora entende que se deve considerar um prazo moderado, como apresentado no relatório para cada empreendimento, evitando-se assim a entrada em operação com pendencias. Isso não prejudica o desenvolvedor do projeto dado que as diferenças não são expressivas em diferença de meses entre as partes. Quanto a solução técnica aplicada, os projetos contam com equipamentos principais de fabricantes com experiência em fornecimentos desta natureza. O emprego de módulos fixos sem rastreamento configura uma solução de implementação de baixo custo, tanto de implementação quanto de O&M, no entanto pode reduzir consideravelmente o aproveitamento solar da planta. Deve-se ter um alinhamento das expectativas de produção energética da planta e o modelo financeiro com dados reais após a entrada em operação para confirmação da capacidade de atendimento aos contratos. ----- ![](img_p118_1.png) Os prazos de obra devem ser fortemente acompanhados, pois alguns dos itens, de responsabilidade da Companhia, impactam na linha direta de entrada em operação do empreendimento. Importante ressaltar a existência de concorrência entre projetos simultâneos da Companhia o que pode acarretar divisão de recursos e consequente atrasos nos cronogramas de projeto. Vale também para condições atípicas como redução da capacidade fabril da China e a situação de pandemia que impacta o globo. Além dos pontos e ressalvas expostas acima, a Consultora não vê outros óbices técnicos que possam ser configurados como situações prejudiciais a participação do investidor no empreendimento. Finalmente, deve ser notado que esta análise atual foi desenvolvida com base em evidências obtidos e verificada durante o processo de preparação do presente relatório e, por conseguinte, baseia-se na situação observada até à data. Os cenários apresentados aqui podem mudar se ocorrerem novos eventos ou decisões de alterações de atividades já iniciadas. ----- ![](img_p119_1.png) ###### RELATÓRIO TÉCNICO ###### Código: A ser inserido pela Administração L&M Montes Claros-MG, 14/05/2020 **Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2** ###### Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p120_1.png) lneng Sumário 1 Objetivo.............................................................................................................................................4 2 Participantes .....................................................................................................................................4 3 Metodologia .....................................................................................................................................4 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................4 4.1 Localização.................................................................................................................................5 5 Análises .............................................................................................................................................6 5.1 Acesso Interno e Externo ......................................................................................................... 6 5.2 Cercamento e Portão ............................................................................................................... 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................16 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................17 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 19 5.8 Saúde e Segurança ...................................................................................................................20 6 Anexos .............................................................................................................................................21 6.1 Anexo I ......................................................................................................................................21 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................21 **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p121_1.png) lneng Índice de Figuras Figura 1 - Layout UFV MOC 2 ............................................................................................................. 5 Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852) ..................................... 5 Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2..................................................................................... 6 Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2......................................................................................7 Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2..................................................................................7 Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste........................................................................8 Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.......................................................8 Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.....................................................9 Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé ....10 Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem...........10 Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.....................................................................11 Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, processo inicial de erosão...11 Figura 13 - Vista externa da guarita .................................................................................................. 12 Figura 14 - Banheiro da guarita ........................................................................................................ 12 Figura 15 - Vista interna da guarita ................................................................................................... 13 Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2 ........................................................... 13 Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2............................................................ 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2............................................... 14 Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2 .............................................. 15 Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido...16 Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos ........................................... 16 Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta ........ 17 Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada........................................................................................... 18 Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão ............................... 18 Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 19 Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos ............................ 19 Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2 ............................................................................................ 20 Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada ......... 20 **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p122_1.png) ###### 1 Objetivo Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV MOC2, de propriedade da Norsol Energia, localizada na Fazenda Açougue, na cidade de Montes Claros/MG. ###### 2 Participantes 1. Charles Sala (LMENG) 2. Eron Souza (Delta Energias) ###### 3 Metodologia Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV MOC2 na data de 14/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:  Local da obra;  Aspectos técnicos;  Status da montagem eletromecânica;  Obras civis. ###### 4 Dados Básicos da Planta UFVMOC2 | Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | | 2993 kWp. 2520 kVA | |---|---|---| | Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia | | Médulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 Goomax | 330 Wp - | Afore BNTOSO0KTL 60 kW| 2 Transformador Romagnole 1500 kVA 2 ![](img_p122_3.png) **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p123_1.png) #### lmeng Consutoris Projetes Engentaris Lda ![](img_p123_2.png) **Figura 1 - Layout UFV MOC 2.** ###### 4.1 Localização ![](img_p123_3.png) **Figura 2 - Localização UFV MOC 2 (coordenadas: -16.742472, -43.745852).** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p124_1.png) ### lmeng Projetos Luda ###### 5 Análises ###### 5.1 Acesso Interno e Externo As condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao tráfego de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV MOC 2 está localizada a aproximadamente 16 km do centro de Montes Claros/MG, sendo pouco mais de 3km de estrada não pavimentada na área rural. O acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos transformadores é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do acesso interno em sua maioria são boas, devendo ser dada uma atenção maior a erosão na região noroeste da planta. ![](img_p124_2.png) ![](img_p124_3.png) ### MOC UEY 2 14/05/2020 15:39 **Figura 3 - Via de acesso leste da UFV MOC 2.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p125_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ![](img_p125_2.png) ![](img_p125_3.png) V MOB-2 020.15:41 **Figura 4 - Via de acesso norte da UFV MOC 2.** ![](img_p125_4.png) ![](img_p125_5.png) MOC:2 **Figura 5 - Via de acesso central da UFV MOC 2.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p126_1.png) Consutora Py ![](img_p126_2.png) **Figura 6 - Erosão na via de acesso na região noroeste.** ![](img_p126_3.png) 14/06/2020.1.6;30 **Figura 7 - Via de acesso externa não pavimentada na área rural.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p127_1.png) Consutoris Projetes Engentaris Lda ###### 5.2 Cercamento e Portão De acordo com inspeção visual a execução do cercamento apresenta um bom desenvolvimento com bom acabamento, sendo os mourões e o rodapé pintados de branco, porém, ainda se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. O rodapé de concreto com uma barra transversal faz com que a estrutura como um todo fique firme, principalmente na região noroeste em que iniciou um processo de erosão e que sem o rodapé a cerca estaria comprometida. No rodapé foram deixadas aberturas/saídas que integrarão o projeto de drenagem que ainda não foi executado. A barra transversal que constitui o rodapé não deve ficar exposta para que não ocorra oxidação que pode comprometer estrutura. No lado leste da planta há um grande desnível em relação a área externa e um processo inicial de erosão. Não foram observados problemas na execução das telas. A concertina e o portão da UFV MOC 2, ainda não foram instalados. ![](img_p127_2.png) ![](img_p127_3.png) UFV MOC 2 **Figura 8 - Entrada da UFV MOC 2, em que será instalada o portão.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p128_1.png) Consutoria Proj ![](img_p128_2.png) **Figura 9 - Mourão fincado diretamente no solo, com a barra transversal que constitui o rodapé.** ![](img_p128_3.png) **Figura 10 - Região da cerca com abertura no rodapé que integrará o projeto de drenagem.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p129_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ![](img_p129_2.png) **Figura 11 - Mourão de apoio não fixado corretamente.** ![](img_p129_3.png) **Figura 12 - Região com grande desnível entre a cerca e a área externa, com processo inicial de erosão.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p130_1.png) Consuttoria Projetos ###### 5.3 Guarita ![](img_p130_2.png) **Figura 13 - Vista externa da guarita.** ![](img_p130_3.png) **Figura 14 - Banheiro da guarita.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p131_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ![](img_p131_2.png) **Figura 15 - Vista interna da guarita.** ###### 5.4 Drenagem O projeto de drenagem apresentado ainda não foi executado. Ao realizar inspeção por toda a extensão da UFV MOC 2, foi possível verificar a ausência de vegetação a ser plantada na área dos painéis da UFV com objetivo de evitar os problemas de erosão. Uma cobertura vegetal adequada assume importância fundamental para a diminuição do impacto das gotas de chuva. Há redução da velocidade das águas que escorrem sobre o terreno, possibilitando maior infiltração de água no solo e, diminuição do carreamento das suas partículas. ![](img_p131_3.png) **Figura 16 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p132_1.png) ![](img_p132_2.png) **Figura 17 - Carreamento do solo no interior da UFV MOC 2.** ![](img_p132_3.png) **Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p133_1.png) ![](img_p133_2.png) ![](img_p133_3.png) UE 4/05/2026 15:47. **Figura 19 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.** ![](img_p133_4.png) **Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV MOC 2.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p134_1.png) Consutoris Projetes Engentaris Lda ###### 5.5 Vegetação No interior da UFV MOC 2, não foi verificada presença de vegetação rasteira, o que deixa o solo exposto às chuvas. Em alguns pontos abaixo das estruturas de suporte dos módulos há desenvolvimento de vegetação vertical. Na região sul há uma árvore que faz sombreamento em alguns módulos. Durante a inspeção não foi verificada existência de ninhos de insetos ou pragas. ![](img_p134_2.png) UFV MC **Figura 21 - Ausência de vegetação rasteira na área dos módulos deixando o solo desprotegido.** ![](img_p134_3.png) UFV MC **Figura 22 - Desenvolvimento de vegetação vertical em alguns pontos.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p135_1.png) Consutoris Projetes Engentaris Lda ![](img_p135_2.png) ![](img_p135_3.png) UFV MOG-2 14/05/2020 15:41 **Figura 23 - Árvore no lado externo da UFV que faz sombra nos módulos ao norte da planta.** ###### 5.6 Estrutura dos módulos Durante a inspeção foi verificado que as estruturas apresentam alinhamento adequado além de bom nivelamento, porém, não foi possível ser verificado um controle de torqueamento. Foi apresentado pela Delta Energias o relatório de ocorrências durante a montagem, no qual apresenta um problema em que os parafusos espanaram ao realizar o torque. A Delta Energias informou que devido a dificuldade de comunicação com o fabricante, realizou uma análise da montagem e modificou o posicionamento da arruela de pressão no conjunto (parafuso/arruela/arruela de pressão/porca), como pode ser observado no anexo II. Com a modificação os parafusos não espanaram com o torque, porém como o ponto em que foi realizada a adaptação ser o de travamento da viga de sustentação e regular o ângulo da mesa, é necessário um posicionamento por parte do fabricante atestando que a modificação não compromete a estrutura mecanicamente e não afeta a garantia de serviço. **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p136_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ![](img_p136_2.png) **Figura 24 - Estrutura alinhada/ nivelada.** ![](img_p136_3.png) “am ae **Figura 25 - Adaptação modificando o posicionamento da arruela de pressão.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p137_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ###### 5.7 Módulos Fotovoltaicos Os módulos instalados na UFV apresentam boas condições de montagem e alinhamento. Nos pontos de fixação dos módulos nos perfis é possível notar que houve uma pequena deformação na chapa com o torque. ![](img_p137_2.png) **Figura 26 - Módulos fotovoltaicos alinhados.** ![](img_p137_3.png) **Figura 27 - Pequena deformação na chapa nos pontos de fixação dos módulos.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p138_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos ###### 5.8 Saúde e Segurança Não foi verificada durante a inspeção a equipe de saúde e segurança do trabalho na planta. Mas foi possível verificar uma preocupação com sinalização e mapeamento de riscos no interior da UFV. ![](img_p138_2.png) UFV MOC 2 **Figura 28 - Mapa de riscos UFV MOC 2.** ![](img_p138_3.png) UFY MO: 2020 1454 **Figura 29 - Área que será instalada a cabine de medição/proteção devidamente sinalizada.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p139_1.png) lneng ###### 6 ANEXOS ###### 6.1 Anexo I Link com fotos da Usina UFV MOC 2. https://drive.google.com/drive/folders/1oLj4YFmBv5QRCkKk\_5k0XoHn7diescD8?usp=sharing ###### 6.2 Anexo II Relatório de ocorrência da montagem mecânica da UFV MOC 2 elaborado pela Delta Energias. **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p140_1.png) ###### RELATÓRIO TÉCNICO ###### Código: A ser inserido pela Administração L&M Visconde do Rio Branco-MG, 18/05/2020 **Referência: Instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB** ###### Desenvolvido por : Charles Sala Revisado por : Tiago Ferreira **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p141_1.png) lneng Sumário 1 Objetivo.............................................................................................................................................5 2 Participantes .....................................................................................................................................5 3 Metodologia .....................................................................................................................................5 4 Dados Básicos da Planta ..................................................................................................................5 4.1 Localização.................................................................................................................................6 5 Análises .............................................................................................................................................7 5.1 Acesso Interno e Externo .......................................................................................................... 7 5.2 Cercamento e Portão ................................................................................................................ 9 5.3 Guarita .................................................................................................................................... 12 5.4 Drenagem ................................................................................................................................13 5.5 Vegetação ................................................................................................................................18 5.6 Estrutura dos módulos .............................................................................................................20 5.7 Módulos Fotovoltaicos ............................................................................................................ 25 5.8 Interface eletromecânica ........................................................................................................ 26 5.9 Saúde e segurança .................................................................................................................. 29 6 Anexos .............................................................................................................................................29 6.1 Anexo I ......................................................................................................................................29 6.2 Anexo II ....................................................................................................................................29 **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p142_1.png) lneng Índice de Figuras Figura 1 - Usina Solar VRB .................................................................................................................. 5 Figura 2 - Layout UFV VRB ................................................................................................................. 6 Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214) ......................................... 6 Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................................... 7 Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB ..................................................................... 8 Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB ...................................................................... 8 Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.9 Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ................................................................................. 10 Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca ............................................................................... 10 Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão ............................................................. 11 Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado ............................................ 11 Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina ......................................................... 12 Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto .............................................................. 12 Figura 15 - Projeto de drenagem da UFV VRB, que ainda não foi executado .................................. 13 Figura 16 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, na região com módulos e estruturas instaladas.14 Figura 17 - Erosão do solo no interior da UFV VRB ........................................................................... 14 Figura 18 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 15 Figura 19 - Erosão do solo no interior da UFV VRB, próximo a cerca ............................................... 15 Figura 20 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB, na via de acesso central ............ 16 Figura 21 - Carreamento/erosão do solo no interior da UFV VRB ................................................... 16 Figura 22 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 23 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 17 Figura 24 - Erosão do solo no interior da UFV VRB .......................................................................... 18 Figura 25 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 18 Figura 26 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 27 - Vegetação rasteira na área dos módulos ....................................................................... 19 Figura 28 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 29 - Área da planta sem cobertura vegetal ........................................................................... 20 Figura 30 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 21 Figura 31 - Estrutura alinhada/ nivelada .......................................................................................... 22 Figura 32 - Arruelas dobradas utilizadas para fixação dos módulos ................................................ 22 Figura 33 - Grampos intermediários de fixação dos módulos .......................................................... 23 Figura 34 - Arame recozido utilizado durante a montagem ............................................................. 23 Figura 35 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24 **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p143_1.png) Figura 36 - Estrutura com processo de oxidação/ferrugem ............................................................. 24 Figura 37 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 38 - Módulos fotovoltaicos alinhados ................................................................................... 25 Figura 39 - Caixa de passagem com lama ......................................................................................... 26 Figura 40 - Eletroduto com água ..................................................................................................... 27 Figura 41 - Caixa de passagem desnivelada em relação ao solo ...................................................... 27 Figura 42 - Caixa de passagem cheia de mato/plástico .................................................................... 28 Figura 43 - Caixa de passagem e eletroduto com lama .................................................................... 28 Figura 44 - Eletrodutos com as pontas soltas possibilitando entrada de água ................................ 29 **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p144_1.png) #### lmeng Consutoria Prof 2s Lita ###### 1 Objetivo Apresentar o resultado da análise referente a visita técnica realizada nas instalações da Usina Solar Fotovoltaica - UFV VRB, de propriedade da Albury Participações S.A, localizada na Avenida Santana, 460 - área 3, bairro: Residencial Costa do Sol na cidade de Visconde do Rio Branco/MG. ###### 2 Participantes 1. Charles Sala (LMENG) 2. Eron Souza (Delta Energias) ###### 3 Metodologia Previamente agendada a visita técnica em campo com a Delta Energias, para avaliação da situação da implantação da UFV VRB na data de 18/05/2020 de maneira a emitir um parecer técnico sobre os seguintes elementos:  Local da obra;  Aspectos técnicos;  Status da montagem eletromecânica;  Obras civis. ###### 4 Dados Básicos da Planta UFV VRB | Poténcia Pico Instalada Poténcia Nominal Instalada | | 5488 kWp 4620 kW | |---|---|---| | Equipamentos | Marca/Modelo | Poténcia | | Modulos Fotovoltaicos Estrutura | HT72-156P-330 | 330 Wp | Usiminas 299 Inversores Afore BNTOGOKTL 60 kW| 77 Transformador Romagnole 2500 kVA] 2 ![](img_p144_3.png) ALBL Ry USINA soLar VRE 5000,00 kw **Figura 1 - Usina Solar VRB.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p145_1.png) #### lmeng Consutoria Proj 2s Lida ![](img_p145_2.png) ![](img_p145_3.png) ![](img_p145_4.png) **Figura 2 - Layout UFV VRB.** ###### 4.1 Localização ![](img_p145_5.png) Vise. do fis Minas 38230003 **Figura 3 - Localização UFV VRB (coordenadas: -21.035415, -42.829214).** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p146_1.png) #### lmeng Consuttoria Projetos | 5 | Análises | |---|---| | 5.1 | Acesso Interno e Externo | | As | condições gerais de conservação da via externa de acesso ao empreendimento estão adequadas ao | | tráfego | de veículos leves e pesados esperados para a fase de operação da planta. A UFV VRB está localizada | | a | aproximadamente 3 km do centro da cidade Visconde do Rio branco/MG. | | O | acesso interno é composto basicamente de vias que estão dispostas junto à cerca da UFV. O acesso aos | | transformadores | é realizado por entre as linhas centrais de painéis e a via de acesso central. As condições do | | acesso | interno em sua maioria necessitam de atenção devido ao carreamento e a erosão do solo. | ba, ![](img_p146_2.png) **Figura 4 - Via de acesso interna da UFV VRB.** ![](img_p146_3.png) **Figura 5 - Via de acesso interna da UFV VRB.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p147_1.png) Consuttoria Projetos ![](img_p147_2.png) Rie 15:28 **Figura 6 - Erosão na via de acesso interna da UFV VRB.** ![](img_p147_3.png) **Figura 7 - Erosão na via de acesso central da UFV VRB.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p148_1.png) Consutoria Projetos Engentaria Ltda ###### 5.2 Cercamento e Portão A execução do cercamento não foi concluída, e se faz necessário a fixação correta dos mourões de apoio que não estão concretados sendo que alguns estão presos com arame recozido enferrujado. Com relação aos mourões destaca-se o fato de que estão sendo concretadas as fundações apenas dos mourões que possuem as escoras, os demais estão fincados diretamente no solo. Como o projeto de drenagem ainda não foi executado, e com o período de chuvas recente, o rodapé da cerca acabou se tornando uma barreira direcionando a água das chuvas no interior da planta e com isso, um processo de carreamento do solo e erosão se formou próximo a cerca deixando a fundação em algumas regiões exposta. Não foram observados problemas na execução das telas. ![](img_p148_2.png) **Figura 8 - Entrada da UFV VRB, em que será instalada o portão com acentuado processo de erosão.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p149_1.png) Consutoria Projetos Engentaria Ltda ![](img_p149_2.png) **Figura 9 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.** ![](img_p149_3.png) **Figura 10 - Erosão próximo ao rodapé da cerca.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p150_1.png) ![](img_p150_2.png) **Figura 11 - Fundação do mourão exposta devido a erosão.** ![](img_p150_3.png) **Figura 12 - Mourão de apoio preso com arame recozido enferrujado.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br** ----- ![](img_p151_1.png) Projetos Luda ![](img_p151_2.png) **Figura 13 - Vegetação da área externa cobrindo a concertina.** ###### 5.3 Guarita Na região da guarita é possível verificar uma erosão, resultando na exposição do radier. ![](img_p151_3.png) **Figura 14 - Erosão na área da guarita, com radier exposto.** **LMENG Consultoria Projetos Engenharia Ltda. Rua do Ouvidor 108, 5º Andar Centro, RJ CEP 20.040-030 Fone: (21) 3554-1801: lm@lmeng.com.br**