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34848690 08016.005800/2026-05
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Ministério da Justiga e Seguranga Publica
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Secretaria Nacional de Politicas Penais Diretoria da Policia Penal Federal
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# Coordenagao-Geral de e de Presos
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## NOTA TECNICA 6/2026/CGCMP/DPPF/SENAPPEN/M)
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INTERESSADO: Diretoria da Policia Penal Federal
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# 1. INTRODUCAO
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## 1.1. Trata-se de Decisdo [34848764], proferida pelo do Supremo Tribunal Federal STF, André no bojo da Petigdo 15.556/DF, que
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formulados por Daniel Bueno Vorcaro, atualmente custodiado na Penitenciaria Federal (PFBRA). Considerando que a decisdo em tela vulnera normas basilares do Sistema
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SPF, apresenta-se esta nota técnica a fim de fornecer subsidios para busca de sua da
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atuagdo da Advocacia-Geral da Unido (AGU), cuja provocagdo é sugerida ao final. 1.2. Preliminarmente, tendo em vista a similiridade da manifestagdo, o teor do Despacho N2 394/2025/CGCMP/DPPF/SENAPPEN [34853181], com seus relacionados, o qual versou sobre o Despacho 2462 (33442075), por meio do qual a junto ao Ministério da Justica e Seguranca Publica (Conjur/MISP), por meio do n¢ 7369/2025/NAJ-CCJ/CCJ/CONJUR/MJ requereu subsidios (33441160).
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2. SINTESE DA DECISAO
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2.1. Proferida no dia 9 de marco de 2026, nos autos da PET 15556/DF, a decisdo do Excelentissimo Ministro da Suprema Corte deferiu pedidos da defesa de Daniel Vorcaro, incluido no ultimo dia 6 de margo no Sistema Penitenciario Federal (PFBRA), oriundo do sistema penitencidrio do
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| Estado de | Paulo, no qual estava custodiado desde o dia 4.03.2026. |
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| 2.2. | Em primeiro lugar, a decisdo determinou que a PFBRA permita a realizacdo de visitas dos |
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| advogados | regularmente constituidos nos autos, independentemente de agendamento, sem a realizagdo |
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de qualquer tipo de monitoramento ou por dudio e/ou video, com o seguinte fundamento:
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3. De acordo com o art. 32, § 29, da Lei 11.671, de 2008, os estabelecimentos penais federais de seguranga maxima deverdo dispor de monitoramento de audio e video no parlatério e nas reas comuns, para fins de
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preservagdo da ordem interna e da seguranga publica. Nada obstante, 0 mesmo dispositivo legal excetua
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expressamente o uso do referido monitoramento durante o atendimento advocaticio, salvo se houver
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autorizagdo judicial sentido contrario. expressa em
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4. Confira-se o teor da legislagdo de regéncia, in verbis: “Art. 32 Serdo incluidos em estabelecimentos penais federais de seguranca maxima aqueles para quem a medida se justifique no interesse da seguranca publica ou do preso, condenado ou provisorio.
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§ 22 Os estabelecimentos penais federais de seguranga maxima deverdo dispor de monitoramento de audio e video no parlatério e nas areas comuns, para fins de preservagdo da ordem interna e da seguranca publica,
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vedado seu uso nas celas e no atendimento advocaticio, salvo expressa autorizacdo judicial em contrario.”
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[grifo do autor]
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| 2.3. | Ainda, | o referido | Ministro possibilidade de os advogados tomarem notas escritas durante os encontros. | autorizou | o ingresso de cdpias | impressas dos autos | e a |
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|---|---|---|---|---|---|---|---|
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| 2.4. de adotar as medida de | | | | | Ao fim, a decisdo assegurou a administracdo do estabelecimento prisional a possibilidade necessdrias para que a concretizagéo das autorizagbes ora deferidas | | |
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| | seja compatibilizada com a | do custodiado e do estabelecimento como um todo. | das | | | necessdrias a preservagéo da seguranca integral | |
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| 3. | ORGANIZACAO | DAS | ROTINAS | DO CUSTODIADOS: NECESSIDADE DE AGENDAMENTO PREVIO DOS ATENDIMENTOS ADVOCATICIOS | SPF | E | TRATAMENTO | ISONOMICO | ENTRE | OS |
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|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
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| 3.1. | | | | presos de alta periculosidade, circunstancia que imp&e a adogdo de procedimentos de controle de acesso | | Conforme é de amplo conhecimento, as penitenciarias federais destinam-se a custédia de | | | | |
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e de revista de visitantes significativamente mais rigorosos e, consequentemente, mais demorados.
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3.2. Nesse contexto, o agendamento de toda e qualquer atividade, especialmente quando envolve pessoas externas, traduz-se em contingéncia inerente a de qualquer
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estabelecimento prisional, sendo uma medida necessaria para a da disciplina interna, da seguranga institucional e do bom funcionamento da Unidade. No ambito do Sistema Penitenciario Federal, tais cuidados assume relevédncia ainda maior em razdo das caracteristicas especificas do regime
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aplicado.
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3.3. Por conseguinte, as limitagdes de hordrios e o controle dos atendimentos também para viabilizar a participagdo dos presos nas atividades diarias do destacar que, para além da assisténcia juridica, os apenados recebem outras
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ao longo do dia, bem como participam de procedimentos préprios da rotina carceraria, se destaca o banho de sol. Assim, o prévio agendamento busca assegurar a adequada
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3.4. Nas penitencidrias federais o direito a assisténcia juridica é Todavia, como em toda instituigdo publica organizada, seu exercicio deve observar regras destinadas a garantir o respeito aos principios da legalidade, da moralidade, da publico sobretudo, da isonomia entre custodiados. E contexto
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e, os nesse que se a
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necessidade de agendamento prévio das entrevistas.
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3.5. A inexisténcia dessa regulamentagdo comprometeria o acesso
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juridica pela populacdo Despacho 1241 34841335 SEI 08084.001106/2026-05 /
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favorecendo alguns em detrimento de outros. Além disso, tal situagdo acarretaria a
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gestdo administrativa, inclusive pela fisica de espagos destinados as entrevistas.
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3.6. E exatamente tais motivos normativo disciplina Procedimentos de
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por que o que os Seguranga e Rotinas de Trabalho no ambito do Sistema Penitenciario Federal prevé expressamente que as entrevistas de presos custodiados com seus advogados legalmente constituidos ocorrerdo,
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ordinariamente, uma vez por semana, em dia e hordrio de expediente administrativo, unicamente em parlatério, mediante prévio agendamento no setor competente, tendo duragdo maxima de uma hora.
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Nos termos do Manual de Procedimentos de Seguranca e Rotinas de Trabalho: Art. 43. A entrevista do preso com seu advogado legalmente constituido uma vez por semana,
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em dia e de expediente administrativo, unicamente em parlatério, as segundas, tergas ou sextasfeiras, mediante prévio agendamento no setor competente e tera duragdo maxima de 1 (uma) hora.
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3.7. Ademais, PORTARIA DIPF-BRA 11, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2019 [34851227], a que
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## disciplina os procedimentos administrativos de marcagdo e agendamentode atendimento de advogados
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com os internos da Penitenciaria Federal em Brasilia e da outras providéncias, assim prevé:
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Art. 12 As entrevistas de advogados(as) com internos custodiados na Penitencidria Federal em Brasilia/DF
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PFBRA serdo previamente agendadas, em dia e hordrio de expediente administrativo, mediante requerimento escrito, enviado através de correio (e-mail), ao setor Nucleoluridico da PFBRA no endereco eletrdnico juridico.pfbra@mj.gov.br. [grifo nosso]
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XVI. N3o é permitido ao advogado entrevistar o interno fora do horario de agendamento.
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## 3.8. Nesse contexto, a exigéncia de agendamento prévio constitui medida necessaria para
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garantir o adequado funcionamento da Unidade e a seguranga de servidores, visitantes e presos, bem
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como tratamento igualitario entre todos, uma vez que seria impossivel atender a todos desta forma.
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3.9. Ressalte-se também que os custodiados no SPF, em regra, respondem a processos criminais e execugdes penais de grande complexidade e extensdo. Ainda assim, eventuais demandas que
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possuam carater de urgéncia podem ser previamente comunicadas a Dire¢do da Unidade, possibilitando a analise e, em caso de comprovada necessidade, 0 agendamento de mais de uma entrevista na semana. 3.10. Registre-se, ainda, que o direito previsto no inciso Ill do artigo 12 da Lei n? 8.906/94
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(Estatuto da Advocacia) ndo possui carater absoluto. Sua aplicagdo deve harmonizar-se com outros
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principios e garantias igualmente protegidos pela Constituicdo Federal, como, por exemplo, o principio da
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| isonomia. | A realizagdo de visitas | a qualquer dia | e horario, sem | limitagdo | de tempo ou | quantidade, |
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|---|---|---|---|---|---|---|
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| poderia | resultar em tratamento carcerdria, que ficaria com acesso reduzido a assisténcia juridica. | privilegiado a | determinados | presos, em | prejuizo da | coletividade |
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| 3.11. | | | o entendimento do Superior Tribunal de Justica sobre o ponto é exatamente o de que “[...] sem a pretensdo ou mesmo qualquer minima intengdo de negar ou tolher esses direitos, também | | | |
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chamados ‘prerrogativas dos advogados’, é preciso compreender que certas medidas de seguranca
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## precisam ser adotadas quando se trata do acesso a penitenciarias e presidios.” (STJ, SS ne 2023/0332048-7).
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| 3.12. | Por fim, cumpre salientar que a Administragdo Publica deve orientar supremacia do interesse publico sobre o privado, assegurando que interesses sobreponham ao adequado funcionamento do servigo publico e a coletividade atendida. observancia das normas administrativas estabelecidas para o agendamento de | pela se a |
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|---|---|---|
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## medida necessaria para garantir a regularidade, a seguranga e a igualdade no acesso a
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no ambito da unidade prisional.
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4. MONITORAGAO DAS COMUNICAGOES DOS INTERNOS: PREMISSA
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## PENITENCIARIO FEDERAL
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4.1. O ponto mais preocupante da decisdo refere-se a autorizacdo judicial que
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seja dispensado o monitoramento e a gravagdo dos atendimentos juridicos entre o procuradores. Importa mencionar duas premissas essenciais a respeito do ponto:
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Trata-se de pedido recorrente por parte de presos do SPF o
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monitorados;
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I- N3o se conhece, até o presente momento, outra decisdo vigente, sendo a ora
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analisada, que admita a dispensa do monitoramento e gravacdo de dos
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internos com pessoas externas ao sistema, tais como advogados.
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4.2. De acordo com a Lei n211.671/2008, a qual dispde sobre a transferéncia e inclusdo de presos em estabelecimentos penais federais de seguranga maxima e da outras providéncias, em seu art.
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## 39, paragrafo 22:
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Os estabelecimentos penais federais de seguranga maxima deverdo dispor de monitoramento de audio e video no parlatdrio e nas areas comuns, para fins de preservagdo da ordem interna e da seguranca publica, vedado seu uso nas celas e no atendimento advocaticio, salvo expressa autorizagdo judicial em contrario.
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[grifo nosso]
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## 4.3. Conforme se depreende da referida norma, é imprescindivel, de fato, que haja decisdo
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judicial determinando a e gravagdo dos atendimentos advocaticios. Ocorre que tal decisdo ja existe e possui(ia) plena vigéncia.
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4.4. Em 05.06.2025, a 152 Vara Federal Criminal da SIDF da Judiciaria do Distrito Federal, nos autos do Processo n? 1007300-83.2018.4.01.3400, assim determinou:
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a) fica autorizado o monitoramento, escuta, captagdo e gravacdo ambiental de didlogos, imagens e/ou
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documentos produzidos no parlatdrio ou em qualquer local da unidade (a excecdo das celas individuais e das
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destinadas a visita intima) onde haja haver didlogos de perimetro de ou possa ou mensagens, no
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seguranga maxima da Penitenciaria Federal de Brasilia, abrangendo os presos, inclusive aqueles que vierem a
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ser transferidos, visitantes, servidores, advogados, membros da DPU, membros do MPF e Juizes Federais,
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pelo prazo de 03 (trés) anos. A exclusdo do monitoramento de qualquer agente operador do sistema prisional federal o colocaria em risco e colocaria em risco os demais.
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4.5. No que tange ao assunto, vale ainda mencionar o conjunto de entendimentos consolidados
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nos Workshops sobre o Sistema Penitencidrio Federal, os quais estabelecem diretrizes que harmonizam a
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prerrogativa da defesa com o imperativo da seguranga publica no ambiente de seguranga maxima,
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conforme segue:
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Recomendagdo 9: A pedido do Ministério Publico ou da autoridade penitencidria, por ordem fundamentada do Juizo Corregedor do Presidio Federal de Seguranga Maxima, pode haver monitoramento
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de sons e imagens das conversas entre o advogado e o preso, no parlatério, desde que a medida vise garantir
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a seguranca publica e a regular execugéo da pena no estabelecimento penal, mantido o absoluto sigilo em relagdo ao material produzido. (I Workshop sobre o Sistema Penitenciario Federal) [grifo nosso] Enunciado 71: Nos termos do art. 32, § 22, da Lei n. 11.671/2008, é admissivel, mediante autorizagdo judicial, o monitoramento do atendimento juridico realizado entre os internos incluidos no Sistema Penitenciario Federal e su defesa técnica. (XI Workshop sobre o Sistema Penitenciario Federal) [grifo nosso]
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26. Denota-se que o monitoramento audiovisual em parlatérios é considerado medida de carater estrutural, nado meramente acessoria, detendo carater instrumental para preservacao da funcionalidade do Sistema.
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4.6. O Sistema Penitenciario Federal SPF, coordenado pela Secretaria
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Penais SENAPPEN, é um regime de execugdo penal concebido com a finalidade de
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## organizado, isolando as liderangas criminosas e os presos de alta periculosidade, cuja no
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sistema prisional estadual representa grave risco a seguranga publica ou a integridade preso.
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4.7. Desde a sua criagao, é referéncia de rebelido nem entrada de materiais ilicitos nas unidades
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Execugdo Penal.
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| 4.8. | A partir de um breve histérico do Sistema Penitenciario Federal é |
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| forma absolutamente | clara o porqué da legislagdo |
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| penitencidrias | federais, inclusive suas comunicagdes |
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| Sistema | Penitencidrio Federal previa a possibilidade de contato dos |
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| sem monitoramento, | sendo inclusive admitida a realizagdo de visitas intimas. |
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| 4.9. | Entretanto, diversos fatos graves |
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| dentre os quais | se destacam o homicidio de trés servidores do Sistema Penitenciario |
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| emissdo de ordens | para a pratica de ataques e rebelides, |
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regem o SPF. 4.10. Diante desse contexto, o monitoramento foi adotado utilizagdo indevida desse contatos, mostrando-se
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## praticas ilicitas. Trata-se, inclusive, de procedimento
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referéncia também em ambito internacional. 4.11. Vale salientar monitoramento sé faz sentido
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que 0 custodiados de uma mesma Unidade. 4.12. E essencial para que realmente surta efeitos
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## O SPF abriga individuos de elevada periculosidade, inclusive liderangas de contexto, a limitagdo do monitoramento a casos
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Sistema, abrindo espago para que presos
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constrangidos ou cooptados por aqueles que a ela
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de comunicagdes ilicitas para o exterior da unidade prisional.
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4.13. Ademais, vale destacar que o objetivo do controle consiste
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crimes e ndo interferir no direito de defesa do preso.
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## disciplina e procedimento, uma vez penitenciarias, aplicando-se
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## possivel e da jurisprudéncia patria admitirem a
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com advogados. Em sua
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internos com de
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de
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em o ocorridos no contexto da seguranga
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como a
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levaram ao aprimoramento dos normativos que como medida destinada a coibir a instrumento absolutamente eficaz para prevengdo de
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que vem sendo reconhecido e observado como se for feito em relagdo a todos os que a medida nao seja dada de forma seletiva. criminosas. Nesse isolados poderia gerar no funcionamento do ndo submetidos a restricdo fossem eventualmente
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estejam sujeitos, a fim de intermediar a em prevenir a de novos Portanto, o resultado https:/sei.mj.gov.brisei/controlador php?acao=procedimento\_trabalhar&acao\_origem=protocolo\_pesquisa\_rapida&id\_protocolo=39590591&infra. 4/8
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do monitoramento é, via de regra, destruido, sem utilizagdo para qualquer propdsito fora do SPF. Apenas se os contatos com visitantes revelarem a pratica ou o planejamento de novos crimes é que a prova é preservada e utilizada. Igualmente, como salvaguardas procedimentais, foi determinado que todos os
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visitantes seriam alertados do monitoramento e de seus limites e restou igualmente determinado que as
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provas colhidas deveriam ser informadas ao Juiz da Execugdo antes de qualquer compartilhamento com
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outras autoridades, visando impossibilitar a frustragdo da da utilizagdo como prova para crimes pretéritos.
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4.14. Desta forma, ndo obstante o cumprimento de pena no Sistema Penitenciario Federal se caracterizar pelo controle de liderangas criminosas, desde a sua criagdo o Sistema Penitenciario Federal vem cumprido seu papel de cumpridor de direitos, estando em perfeita sintonia e obediéncia as Regras Minimas das Nagdes Unidas sobre Tratamento de Prisioneiros, aos Tratados Internacionais de Direitos
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Humanos, a Lei de Execugdo Penal, as determinagdes da Lei n? 11.671/2008 e Decreto Federal n2 6.887/2009.
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4.15. Por conseguinte, também ndo se pode olvidar que admitir que um Unico preso goze de prerrogativas mais amplas tem o cond&o de criar perigoso precedente, o qual é plenamente passivel de
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ser utilizado, na sequéncia, pelos maiores lideres de facgdes criminosas do pais, desnaturando todo o arcabougo no qual se sustenta o Sistema Penitenciario Federal, fragilizando o combate ao crime organizado e pondo em risco a sociedade como um todo.
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5. PREDECENTE DO STF: HABEAS CORPUS 245.864 RIO GRANDE DO NORTE 5.1. Ainda com a finalidade de colaborar com a discussdo, destaca-se o também pelo Excelentissimo Ministro André nos autos do HC
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datada em 06/05/2025.
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| 5.2. | Trata-se de importante decisdo, uma vez que possui mesmo objeto, mesma |
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|---|---|
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| e mesmo ministro | prolator de decisdo que a ora em aprego. |
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| 5.3. | Na referida agdo, a Defensoria Publica da Unido pleiteava, em ultimo plano, 1 2 5 0 4 7 7 8 3 6 |
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## de decisdo proferida pelo Tribunal Regional Federal da 52 Regido a qual determinou 0 de todas as comunicagdes dos internos da PFMOS.
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5.4. Conforme o relatério da decisdo, a DPU argumentou que “a medida sacrificio absoluto do direitos de todos os internos em favor do Estado, o que ndo pode relativizado com suporte na mera suspeita de atividades estranhas ou na generalizacdo de toda a coletividade", e que a medida néo estaria vinculada a qualquer investigagdo e
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que a autorizagdo judicial ndo delimita objeto, sujeitos ou fatos investigados. 5.5. Pois bem. Na oportunidade, Ministro André Mendonca, divergindo do
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o
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consagrado no feito referente ao interno Daniel Vorcaro, decidiu pela improcedéncia do pedido, com a
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| manuntencdo | do | monitoramento especialmente elencando os seguintes fundamentos: | dos O monitoramento de audio | nas e video em inclusive no parlatério, ndo viola direitos ou prerrogativas da advocacia, desde | entrevistas | com | seus advogados, presidios federais de seguranca |
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|---|---|---|---|---|---|---|---|
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que autorizado judicialmente e justificado em razdes de seguranga publica;
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## Tais direitos ndo possuem cardter absoluto, podendo ser excepcionalmente
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relativizados quando constatado o uso indevido do atendimento juridico para
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comunicagdes ilicitas com organizagdes criminosas, sendo ainda preservado o sigilo quanto ao uso probatério das gravacdes (art. 32, § 32, da Lei 11.671/2008);
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## 0 - O fato de que precedentes do STF admitem, em carater excepcional, o
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monitoramento ambiental de e video em presidios federais de seguranga maxima,
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inclusive no parlatério, desde que haja autorizagdo judicial expressa, a decisdo seja
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fundamentada e a medida vise preservar a ordem interna e a seguranga publica, nos
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termos do art. 32, § 29, da Lei 11.671/2008;
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IV- Inexisténcia de as prerrogativas da advocacia, pois o monitoramento ndo
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impede a assisténcia juridica, ndo autoriza o uso das gravagdes como prova de crimes
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10/03/2026, 15:33
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anteriores ao ingresso
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## coibir comunicagdes ilicitas regular da advocacia;
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V- O fato de de constando contetdo relacionado justifica a medida excepcional adotada 5.6. A decisdo é assim finalizada:
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Por fim, a luz dos fundamentos até aqui expostos,
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pela impetrante, seja
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atendimentos entre advogados e detentos
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Unido dos efeitos do monitoramento, internas do estabelecimento
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6. DESTAQUE FINAL: INGRESSO ADVOGADO CONSTITUIDO DO CUSTODIADO
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| 6.1. | Embora a leitura da decisdo, |
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|---|---|
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| PFBRA esta | autorizada a realizar a devida fiscalizagdo dos materiais |
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| para o atendimento | juridico, bem |
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| unidade, | entende-se oportuno registrar expressamente tal |
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| ingresso e a | retirada desses materiais estardo sujeitos |
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| 6.2 | No que se refere ao ponto, sdo situagdes admitidas pelo Sistema, |
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| as limitagdes | e regras aplicaveis a todos |
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| Manual de | Procedimentos de Seguranga |
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## 2014):
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SEI/MJ 34848690 Nota Técnica
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## no sistema prisional (art. 32, § 32, da Lei 11.671/2008 e visa
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com organizagdes criminosas, situagdo alheia ao exercicio que entre presos ordindrias apontaram a existéncia de dialogos e troca e advogados, estranhas ao exercicio da advocacia,
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## com atividades externas de facgdes criminosas, o que
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na Penitenciaria Federal em ndo ha como acolher os pleitos subsididrios formulados
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para restringir monitoramento as areas dos parlatérios onde realizados
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0 os
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seja excepcionar membros da Defensoria Publica da —, para os
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escuta e gravacdo ambiental de conversas produzidas nas dreas
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[grifo nosso]
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COM COPIAS IMPRESSAS E TOMADA DE NOTAS PELO especialmente em sua parte final, se permita concluir que a
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a serem ingressados com o advogado
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como a verificar as anotagdes realizadas por este antes da saida da
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a fim de que reste o aos referidos procedimentos de mas que
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os custodiados do Sistema Penitenciario Federal
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e Rotinas de Trabalho (Portaria n2 38, de 10 o
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de parlatério, ndo podendo adentrar com nenhum material, folhas, apontamentos, entre
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outros. No parlatério devera ser fornecido caneta e papel ao advogado.
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Paragrafo Unico. Material referente a processos devera ser enviado ao Nucleo de
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Inteligéncia para e posterior deliberagdo do Diretor para entrega ao preso.
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6.3. Vale destacar ainda os termos da PORTARIA DIPF-BRA N2 11, DE 12 DE DE
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2019, acima mencionada, a qual, sobre o assunto, assim
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Art. 52 O advogado(a) devidamente trajado, observado o decoro inerente a classe, ao parlatério, ndo podendo adentrar comnenhum material, folhas, apontamentos, entre
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outros. §12 No parlatério devera ser fornecido papel e caneta ao advogado(a). As eventuais anotacdes realizadas
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legiveis Gtese alguma, poderdo mostradas diretamente através do vidro
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ser e, em ser ao preso
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do parlatério, forma de sendo final da entrevista, tais apontamentos poderdo
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como que, ao
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ser fotocopiados pelos servidores da ade.
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§2° Mat ial referente a processos devera ser enviado ao Niicleo Juridico, através de peticdo, para anélise
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§32 Em razdo da autorizagdo judicial de monitoramento, escuta e gravagdo ambiental (imagens, audio e
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documentos) das conversas entrepresos e advogados, fi ca vedado ao advogado e ao preso qualquer artificio
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que busque burlar a seguranga por meio da transmissdo de veladasou ndo auditaveis entre si,
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como mimicas ou gestos. [grifo nosso]
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6.4. Nesse sentido, mister rememorar o art. 32 da Lei n? 11.671/2008, que dispde sobre a transferéncia e de presos em estabelecimentos penais federais de seguranca maxima, prevé, em seu inciso Ill, como uma das caracteristicas da inclusdo em estabelecimento penal federal de seguranca maxima, o monitoramento de todos os meios de comunicagdo, inclusive de correspondéncia escrita.
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# 7. REPRESENTACAO DA AGU
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7.1. Conforme estabelece o artigo 131 da Constituicdo Federal de 1988, a Advocacia-Geral da
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Unido é a instituicdo responsével pela representacdo judicial e extrajudicial da Unido, cabendo-lhe as
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10/03/2026, 15:33
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atividades de consultoria a Lei Complementar n.2 73/1993,
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7.2.
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relevéancia para o
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Penais, especificamente da Diretoria do Sistema Penitenciario Federal
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## Classificagdo e
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AGU acionada
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8.
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8.1. Excelentissimo Senhor Ministro André Mendonga, contetido constituem como missdo precipua presos de altissima periculosidade. 8.2. federal ndo apenas
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mas também
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integridade do ambiente prisional
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qualquer possibilidade de interferéncia criminosa
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8.3.
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possui carater absoluto, devendo
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condicionado
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## disciplinado na
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8.4. atendimento das
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## incompativeis
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8.5. A realizagdo de atendimento juridico
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rigorosos
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continuidade de atividades criminosas
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a adogdo de
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Secretaria Nacional.
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8.6.
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a imediata provocagdo da Advocacia-Geral
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constitucionais Unido, da Secretaria estabilidade do
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consonancia com as normas
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8.7.
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formalidade, mas
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destaca nacional
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eventos criticos.
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e assessoramento
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que Nesse passo, considerando
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interesse publico e
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Movimentagdo de Presos encaminha
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para o patrocinio dos interesses ENCAMINHAMENTO FINAL
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Diante do exposto,
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a propria esséncia do Sistema a de garantir a
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A dispensa de monitoragdo das comunicagdes de
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afronta os procedimentos cria precedente perigoso
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federal,
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Cumpre salientar que o
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ser
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a inexisténcia de riscos
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legislagdo e regulamentagdo vigente. Ademais, destaca-se que a
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## normas regulamentares com a peculiar condi¢do dos custodiados do SPF. Reitera-se o compromisso
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de seguranca e disciplina medidas que mitiguem
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Assim, visando preservar a
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e legais, adote as medidas judiciais
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Nacional de
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Sistema Penitencidrio
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regulamentares vigentes. Finalmente, reforca-se
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## instrumento indispensével
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e internacionalmente
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8.8. Nestes termos, encaminha-se
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SEI/MJ 34848690 Nota Técnica
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juridico de todos os entes da administragdo direta. Ademais,
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organiza a AGU, reforga em seu artigo 12 tal competéncia.
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que a decisdo em questdo envolve questdes de grande
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## para o cumprimento das fungdes da Secretaria Nacional de Politicas
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DISPF, esta Coordenagdo-Geral de
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a presente Nota com o fito de orientar que seja a
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da Unido perante o processo em comento.
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| resta | evidenciado no | que | a | decisdo | proferida | pelo da Petigdo 15.556/DF vulnera normas cujo |
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| | | seguranga publica mediante o isolamento e a | Penitenciario Federal | - | SPF, o qual, por sua vez, tem rigorosa de | |
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pessoa custodiada em estabelecimento e protocolos de seguranga instituidos no &mbito do SPF,
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e potencialmente desestabilizador, colocando em risco a
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concebido justamente para eliminar ou mitigar ao maximo
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ou vulnerabilidade sistémica.
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## direito a atendimento juridico, embora assegurado ponderado a luz do principio da seguranga maxima e
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efetivos ou potenciais a seguranga
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## propria judicial condicionou a
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da unidade prisional, as quais, conforme com a efetividade da execugdo penal e com a no Sistema Penitenciario Federal deve ser
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que caracterizam essas unidades, e a garantir a ordem. A situagdo em tela exige a
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os riscos potenciais, em consondncia com as ao
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sdo
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os a e seguranga, a disciplina e a integridade do SPF,
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da Unido AGU, para que, no exercicio de
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cabiveis a defesa dos interesses institucionais da Politicas Penais SENAPPEN e, especialmente, da seguranca e
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Federal SPF, buscando a revisdo da decisdo judicial, em que o respeito as normas internas do SPF ndo constitui mera
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a eficacia do modelo federal de execugdo penal, que se pelos altos indices de seguranga, estabilidade e auséncia de
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a presente nota técnica para as providéncias cabiveis.
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https:/sei.mj.gov.brisei/controlador. 718
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seil
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bets
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Documento assinado eletronicamente por CARLOS LUIS VIEIRA PIRES, Coordenador(a)-Geral de
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Classificagdo Movimentagdo de Presos, 10/03/2026, as 15:09, fundamento § 32 do art.
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e em com no
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42 do Decreto n2 10.543, de 13 de novembro de 2020.
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4:
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A autenticidade do documento pode ser conferida no site http://sei.autentica.mj.gov.br informando o = codigo verificador 34848690 e o codigo CRC A7CCCO0D
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0 documento pode ser acompanhado pelo site http://sei.consulta.mj.gov.br/ e tem validade de prova
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de registro de protocolo no Ministério da e Seguranca Publica.
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Anexos:
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34853906, 34853779, 34853782, 34853793, 34853796, 34853797, 34853799, 34853813, 34853820, 348 53824, 34853827, 34853830, 34853831, 34853837, 34853839, 34854220, 34853845 e 34853849
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Referéncia: Processo n® 08016.005800/2026-05 SEI n° 34848690 https:/sei.mj.gov.brisei/controlador php?acao=procedimento\_trabalhar&acao\_origem=protocolo\_pesquisa\_rapida&id\_protocolo=39590591&infra. 88
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Reference in New Issue
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