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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de de 2025.
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Ao GT PR] VERTICE.
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#### Senhores(as),
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1. ASSUNTO
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#### 1.1. Projeto Vértice.
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### 2. CONTEXTUALIZAGCAO
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2.1. Através da Nota Executiva PRESI/GT PR] VERTICE Vértice (GT Projeto Vértice) solicitou parecer contébil
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#### Banco Master ao BRB, acerca da “possibilidade
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##### potenciais sinergias entre as duas instituigdes, para
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sustentével e
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###### 2.2. Além da Nota Executiva, foi disponibilizado o
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de Integragdo Estratégica BRB elaborado pela Consultoria de Relatério Executivo de Due Diligence (“aspectos preliminares outros. 2.3. A PwC analisou informagdes histdricas, dados Master S.A. (“Banco Master” ou "BM"), Banco Master de Mdltiplo S.A. ("BMM”), Maxinvest Securitizadora de Créditos Financeiros S.A.
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#### Holding Financeira Ltda. ("Will Holding”), Will Financeira (“Will CFI") e Will Produtos Ltda. (Will Produtos).
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##### 2025/002 (NE), o Grupo de Trabalho
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#### e tributario para a proposta apresentada pelo
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de negdcios conjuntos, com vistas a identificar
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fins de expandir negécios de forma orgénica, i) Plano de Negdcios (Business Plan BP), ii) Plano
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#### Pricewaterhousecoopers (PwC), iii) Minuta DD e Trabalhista"), dentre
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##### financeiros, operacionais e outros do Banco
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Investimentos S.A. (“BMI”), Banco Master
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#### (“Securatizadora”), Will
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S.A. Crédito, Financiamento e Investimento
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### 3. FUNDAMENTAGAO
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3.1. Lei n° 12,973, de 13 de maio de 2014: altera a legislacdo tributaria federal relativa ao Imposto sobre Renda das Pessoas Juridicas a Contribuigdo Social sobre Lucro Liquido
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a o
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CSLL, a Contribuicdo para o PIS/Pasep e a Contribuicdo para o Financiamento da Seguridade Social
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Cofins; e da outras providéncias.
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3.2. Decreto-Lei n° 1.598, de 26 de dezembro de 1977: altera a legislagdo do imposto sobre a renda.
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3.3. CMN n° 4.950, de 30 de setembro de 2021: dispde sobre os critérios contabeis aplicaveis as instituigdes financeiras e demais instituigdes autorizadas a funcionar pelo Banco Central
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do Brasil na elaboragdo dos documentos contébeis consolidados do conglomerado prudencial.
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3.4. Resolugdo CMN n° 4.817, de 29 de maio de 2020: dispde sobre os critérios para mensuragdo e reconhecimento contabeis de investimentos em coligadas, controladas e controladas
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#### em conjunto mantidos por instituigdes financeiras e demais instituigdes autorizadas a funcionar pelo
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Banco Central do Brasil.
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3.5. Pronunciamento Técnico CPC 18 (R3): Investimento em Coligada e em Empreendimento Controlado em Conjunto Correlagdo as Normas Internacionais de Contabilidade (IAS 28).
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3.6. Resolucdo CMN N° 4.842, de 30 de julho de 2020: consolida os critérios gerais para
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#### mensuragdo e reconhecimento de ativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, pelas instituicdes
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financeiras e demais instituigdes autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
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3.7. Resolucdo BCB n° 168, de 1° de dezembro de 2021: dispde sobre os critérios contabeis aplicaveis as instituigdes de pagamento, as sociedades corretoras de titulos e valores mobiliarios, as sociedades distribuidoras de titulos e valores mobilidrios e as sociedades corretoras de cémbio autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na elaboragdo dos documentos
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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de de 2025.
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consolidados do conglomerado prudencial e sobre os procedimentos operacionais para a elaboragdo desses documentos pelas instituicdes financeiras e pelas instituicdes de pagamento.
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#### 4. ANALISE CONTABIL
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4.1. De acordo com Nota Executiva PRESI/GT PR] VERTICE 2025/002, das
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a os representantes
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partes assinaram Memorando de Entendimentos (Memorandum of Understanding MoU), sendo
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#### acordado que a consolidagdo prudencial dos balangos no Conglomerado Prudencial do BRB é
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condicionante para a efetivacdo do negdcio.
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4.2. A operagdo proposta visa a aquisicdo das detidas pela Master Holding Financeira e por
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Daniel Vorcaro, sendo 48,88% das ordinarias e 54,00% das preferenciais de emissdo do Banco
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#### Master, com o objetivo de constituir um novo conglomerado prudencial.
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4.3. De acordo
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#### integrado pela controladas, direta
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b) demais
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##### pagamento ndo
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#### aquisicdo de operagdes
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sociedades de fomento
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## outras pessoas juridicas
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mencionadas nas
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| | com a | Resolugdo CMN | n© | 4.950/2021, |
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|---|---|---|---|---|
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| Instituigdo | Financeira autorizadas a | que autorizadas a funcionar pelo Banco Central | detenha ou indiretamente, no Pais ou no exterior, que sejam: funcionar pelo Banco | o |
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#### de crédito, inclusive imobilidrio,
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mercantil, sociedades securitizadoras que tenham por objeto social exclusivo a alineas "a" a "d"; f) fundos de investimento.
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e
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#### o conglomerado prudencial
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controle sobre uma
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#### a) instituigdes financeiras;
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Central do Brasil; do Brasil; d) entidades
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#### ou de direitos creditérios, participagdo societaria
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e sociedades de objeto é o grupo ou mais entidades
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#### c) instituigdes de
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que realizem
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#### a exemplo de
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##### exclusivo; e)
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nas entidades
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4.3.1. A existéncia de controle fica caracterizada nas situagdes em que a instituicdo investidora: a) esta exposta a, ou tem direito sobre, retornos variaveis decorrentes de seu envolvimento com a
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#### investida e tem a capacidade de afetar esses retornos por meio de seu poder sobre a investida; b)
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detém, de forma direta ou indireta, isoladamente ou em conjunto com outros sdcios, inclusive em fungdo da existéncia de acordos de votos, direitos de sécio que lhe assegurem preponderancia nas
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deliberagdes sociais ou poder de eleger ou destituir a maioria dos administradores; ou c) controla a entidade investida pela administragdo ou geréncia comum ou pela atuagdo no mercado sob a mesma
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marca ou nome comercial.
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4.3.2. O art. 6°, da Resolugdo CMN n° 4.950/2021, estabelece que as demonstragdes financeiras das entidades integrantes do conglomerado prudencial devem ser ajustadas, em cada data-base, para
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que, na avaliagdo e no reconhecimento de ativos, passivos, receitas e despesas dessas entidades, assim como nas informagdes registradas em contas de sejam aplicados os mesmos critérios, procedimentos e politicas contabeis utilizados pela instituicdo controladora
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consubstanciados no Cosif.
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4.4. A Resolugdo BCB n° 168/2021, dentre outros, estabelece os procedimentos operacionais para elaboragdo do conglomerado prudencial aplicaveis as instituicdes financeiras e demais instituigbes
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autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.
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4.5. De acordo Nota Executiva PRESI/GT VERTICE 2025/002, investimento sera
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com a o
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reconhecido no resultado do exercicio por meio de ganho por compra vantajosa. Dessa forma, o
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###### proponente solicitou os impactos contébeis e da transacdo diante do potencial
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#### reconhecimento por “compra vantajosa”.
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4.5.1. Portanto, desagio pode registrado ganho de resultados, pois
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| o | ser | como um | na |
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|---|---|---|---|
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| empresa compradora adquire | ativos | valor inferior | valor justo. Nesse sentido, indica- |
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a por um ao seu se o seguinte grupo Cosif:
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7.3.1,50.00.00-4 Titulo: LUCROS NA ALIENACAO DE VALORES E BENS
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Registrar a diferenca positiva entre o valor obtido na alienagio e o valor contabil liquido
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da para do valor justo de bens e valores. Base normativa: IN 498
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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de margo de 2025.
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4.5.2. Em contrapartida, deve ser contabilizado o investimento no ativo do BRB, no seguinte grupo Cosif:
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2.1,2,10.00.00-4 Titulo: PARTICIPACOES EM COLIGADAS, CONTROLADAS E CONTROLADAS EM CONJUNTO
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Registrar as em coligadas, controladas e controladas em conjunto no Pais
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avaliadas pelo método de equivaléncia patrimonial, conforme regulamentacéo vigente. Base normativa: IN 494
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4.5.3. Para fins de atendimento da legislagdo tributaria, deverd ser criada uma subconta para
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destacar o registro correspondente ao ganho por compra vantajosa/desagio.
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#### 4.6. AResolugdo CMN n° 4.817/2020 define controlada ¢é entidade sobre qual instituicdo
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que a a a investidora tenha o controle, direta ou indiretamente (art. 2°, V); e o controle a situagdo em que a
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investidora esta exposta a, ou tem direito sobre, retornos varidveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem a capacidade de afetar esses retornos por meio de seu poder
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sobre a investida (art. 2°, VII).
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4.6.1. Define, ainda, que desagio € o valor da diferenga negativa entre o custo de aquisigéo e o valor justo dos ativos identificaveis, deduzido do valor justo dos passivos assumidos da entidade adquirida, apurado na data-base da operagdo de aquisi¢do de participagdo societaria (art. 2°, IX).
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#### 4.6.2. O artigo 3° sobre o reconhecimento nas aquisigdes de participagdes em coligadas,
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##### controladas e controladas em conjunto, cujo vendedor da seja independente da instituigdo
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#### adquirente, além de exigir laudo realizado por empresa independente especializada em de ativos (§ 4°):
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Resolugéo CMN n° 4,817/2020:
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“Art. 3° As aquisicBes de em coligadas, controladas e controladas em
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conjunto cujo vendedor da seja independente da instituigdo adquirente devem ser reconhecidas, inicialmente, pelo valor de aquisicdo, segregando-se os seguintes itens: I valor justo dos ativos identificaveis deduzido do valor justo dos passivos assumidos da
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investida na data-base da operacdo, calculado com base na proporgdo da adquirida no capital da investida sobre o valor do patriménio liquido da investida ajustado
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naquela data; e
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11 4gio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), se houver.
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§ 1° 0 valor a que se refere o inciso I do caput deve ser segregado e classificado de acordo com os seguintes fundamentos econdmicos, comprovados por que sirva de
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base a I valor contabil do patriménio liquido da investida ajustado na data-base da II
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entre o valor justo e o valor contabil de ativos e passivos da investida na database da se houver; e
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III ativos identificaveis e passivos assumidos mensuréveis com confiabilidade, no
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registrados na contabilidade da investida na data-base da se houver. § 2° O valor de eventual diferenca positiva entre o valor de aquisicdo e o valor de que trata o inciso I do caput que n&o tenha fundamento econdmico em beneficios futuros deve
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ser reconhecido imediatamente no resultado do periodo como despesa no operacional.
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§ 3° 0 valor de deve considerar, além do valor justo dos ativos transferidos pela adquirente, todas as outras inclusive passivos incorridos pela adquirente devidos aos antigos proprietérios da adquirida e patrimoniais emitidas pela adquirente, assim como eventuais ajustes realizados apés a data-base da de
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ja previstos na
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| § 4° A | | | a valor justo dos ativos identificaveis e dos passivos assumidos | |
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|---|---|---|---|---|
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| da | investida Paragrafo | deve ser objeto de especializada em avaliagéo de ativos. Art. 49 Caso seja apurado desagio na nova avaliagdo por outra empresa independente especializada na | laudo realizado por empresa do valor justo dos ativos identificaveis e dos passivos assumidos da investida de que trata o § 4° do art. 39, deve ser realizada Caso a nova avaliagdo resulte em deségio, a instituicdo deve reconhecer | independente de ativos. |
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| caput.” | como receita | | ndo operacional o menor deséagio apurado nas avaliagdes mencionadas no | |
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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de de 2025.
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4.6.3. O artigo 4°, por sua vez, estabelece que caso seja apurado desagio na avaliagdo do valor deve ser realizada nova avaliagdo por outra empresa independente especializada na avaliagdo de
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ativos.
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4.6.4. Inicialmente, o reconhecimento da alienagdo com registro do ganho por compra vantajosa
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deve ser reconhecido no resultado do exercicio como receita ndo operacional. Ademais, nesse cenario, reforga-se a necessidade de elaboragdo de dois laudos independentes, sendo que o
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registro deve-se pautar pelo menor dos dois desagios.
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4.6.5. O art. 13 da Res. 4.817/2020 estabelece que os investimentos em participagdes em coligadas, controladas e controladas em conjunto devem ser avaliados nos periodos subsequentes a pelo método da equivaléncia patrimonial (MEP) e ajustados mensalmente. O MEP é o método de contabilizagdo por meio do qual o investimento em uma entidade é ajustado de forma a refletir a
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participagdo do investidor no patriménio liquido da investida.
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4.7. Conforme Pronunciamento Técnico CPC 18 (R3), que trata de investimentos em coligadas,
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controladas e empreendimentos controlados em conjunto, o Método da Equivaléncia Patrimonial é o partir dai, é ajustado para refletir a alteragdo pds-aquisigdo na participagdo do investidor sobre os
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ativos liquidos da investida. As receitas despesas do investidor incluem participagdo
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ou as sua nos
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lucros ou prejuizos da investida, e os outros resultados abrangentes do investidor incluem a sua participacdo em outros resultados abrangentes da investida.
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4.8. O passivo fiscal diferido devera ser constituido no Cosif 4.9.4.30.00.00-8 a débito das
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despesas 8.9.4.10.20.00-0 / 8.9.4.20.20.00-9.
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8.9.4.10.20.00-0
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Titulo: - Passivo Fiscal Diferido Funcéio:
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Registrar os valores relativos a de passivos fiscais diferidos de imposto de
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renda relativos a ganhos tipificados como diferencas temporarias entre as praticas
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contébeis e as regras fiscais. Base normativa: Copia de IN 437 a 543
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8.9.4.20.20.00-9
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Titulo: - Passivo Fiscal Diferido
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Registrar os valores de passivos fiscais diferidos de social relativos a ganhos tipificados como diferencas temporérias entre as préticas contabeis e as regras fiscais. Base normativa: Copia de IN 437 a 543
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4,9,4,30.00,00-8
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Titulo: PROVISAO PARA IMPOSTOS E CONTRIBUICOES DIFERIDOS
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Registrar os valores relativos & para impostos e pagar em
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a
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periodos futuros.
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Base normativa: INBCB496
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#### 5. ANALISE TRIBUTARIA
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5.1. Com base nas informagdes e documentos recebidos, o reconhecimento do investimento sera registrado como ganho por compra vantajosa no resultado do exercicio (receita ndo operacional). Esse ganho por compra vantajosa excluido na do IRPJ e CSLL, reduzindo referidos tributos
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#### no ano-calendario da aquisicdo. Por outro lado, também deverd ocorrer a constituigdo do passivo diferido fiscal correspondente.
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5.2. A Resolugdo CMN n° 4.842/2020, estabelece que as instituicdes devem reconhecer as
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fiscais diferidas decorrentes de diferengas temporarias no periodo em que ocorrer o reconhecimento das receitas ou das variagdes patrimoniais correspondentes (art. 7°). Além disso,
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banco
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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de margo de 2025.
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##### apresenta as condigBes para que as instituigdes efetuem o registro contabil de ativos fiscais diferidos
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decorrentes de diferengas temporarias, sendo os principais requisitos (art. 4°):
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5.2.1. Haja expectativa de geragdo de lucros ou de receitas tributaveis futuros para fins de Imposto de Renda da Pessoa Juridica e Contribuig&o Social sobre o Lucro Liquido, conforme o caso, em periodos
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#### subsequentes, baseada em estudo técnico que demonstre a probabilidade de ocorréncia de obrigagdes
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futuras com impostos e que permitam a realizagdo do ativo fiscal diferido no prazo maximo de dez anos; e
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5.2.2. Apresentem histérico de lucros ou de receitas tributdveis para fins de Imposto de Renda da Pessoa Juridica e Contribuigéo Social sobre o Lucro Liquido, conforme o caso, comprovado pela
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###### ocorréncia dessas em, pelo menos, trés dos ultimos cinco exercicios sociais, incluido o exercicio em referéncia.
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5.3. O Decreto-Lei n® 1.598/1977 sobre o Investimento em Sociedades Coligadas ou
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#### Controladas Avaliado pelo Valor de Patriménio Liquido:
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#### Decreto-Lei n° 1,598/1977:
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SUBSECAO 11
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Investimento em Sociedades Coligadas ou Controladas Avaliado pelo Valor de Patriménio Liquido Desdobramento do Custo de
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| Art. 20, | | O contribuinte que avaliar investimento pelo valor de patriménio liquido devera, |
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|---|---|---|
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| por | da aquisicio da dada pela Lei n© 12.973, de 2014 | desdobrar o custo de aquisicdo em: (Vigéncia) |
|
||||
| I - | disposto no artigo 21; e | valor de patriménio liquido na época da aquisicio, determinado de acordo com o |
|
||||
| II - | | mais ou menos-valia, que corresponde a diferenca entre o valor justo dos ativos |
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liquidos da investida, proporgdo da porcentagem da participacdo adquirida, valor
|
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|
||||
na e o
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||||
de que trata o inciso I do caput; e dada pela Lei n® 12,973, de 2014
|
||||
|
||||
(Vigéncia)
|
||||
|
||||
111 agio por rentabilidade futura (goodwill), que corresponde a diferenca entre o custo
|
||||
|
||||
de do investimento e o somatério dos valores de que tratam os incisos I e II do
|
||||
|
||||
| caput. | (Incluido pela Lei n° 12,973, de 2014 | (Vigéncia) |
|
||||
|---|---|---|
|
||||
| § 1° | Os valores de que tratam os incisos I a | III do caput serio |
|
||||
| subcontas distintas, | (Redacdo dada pela Lei n® 12,973, de 2014 | (Vigéncia) |
|
||||
| §20- | pela Lei n° 12,973, de 2014 | (Vigéncia) |
|
||||
| § 3° | 0 valor de que trata o inciso II do caput por perito independente que devera ser protocolado na Secretaria da Receita | ser baseado em laudo elaborado |
|
||||
|
||||
| Federal | do Brasil ou cujo | sumario devera | ser | registrado | em | Cartério de Registro | de |
|
||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
|
||||
| Titulos | e Documentos, subsequente ao da | até o | dia da participagdo. | Gtil do | 13° | (décimo terceiro) dada pela Lei n° 12,973, | més |
|
||||
| de 2014 § 4° | (Vigéncia) | (Revogado pelo Decreto-lei n® 1,648, de 1978). | | | | | |
|
||||
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| § 50 A aquisicdo de | societdria sujeita a | pelo valor do patriménio |
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| liquido exige o reconhecimento e a (Vigéncia) | (Incluido pela Lei | 12,973, de 2014 |
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| I - | primeiramente, dos ativos | adquiridos e dos passivos assumidos a valor |
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| justo; e TI - | (Incluido pela Lei n® 12.973, de 2014 posteriormente, do gio por rentabilidade futura (goodwill) ou do ganho proveniente | (Vigéncia) |
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| de compra vantajosa. § 6° | (Incluido pela Lei n® 12,973, de 2014 O ganho proveniente de compra vantajosa de que trata o § 5°, que corresponde ao | (Vigéncia) |
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| excesso | do valor justo dos ativos liquidos da investida, | proporcdo da na |
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| adquirida, | em relagdo ao custo de do lucro real no periodo de | do investimento, sera computado na da alienagdo ou baixa do |
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| investimento. § 7° A Secretaria da Receita Federal do Brasil disciplinara o disposto neste artigo, podendo | (Incluido pela Lei n© 12.973, de 2014 | (Vigéncia) |
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estabelecer formas alternativas de registro e de apresentagéo do laudo previsto no § 3°,
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(Incluido pela Lei n° 12.973, de 2014 (Vigéncia)
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5.4. O registro do ganho por compra vantajosa deve ocorrer em subconta distinta do investimento, consubstanciado por laudo independente protocolado na Secretaria da Receita Federal, até
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###### Ultimo dia Util do 13° més subsequente da aquisigdo da
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o ao
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banco
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PARECER DIFIC/SUCOC 2025/001 Brasilia, 21 de margo de 2025.
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#### 6. CONCLUSAO
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6.1. Dado o exposto, o reconhecimento da alienagdo com registro do ganho por compra vantajosa (desagio) deve ser reconhecido no resultado do exercicio como receita ndo operacional, com a
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#### respectiva constituigdo de passivo fiscal diferido. Nesse de desdagio, reforga-se a necessidade
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de elaboragdo de dois laudos independentes, sendo que o registro deve-se pautar pelo menor dos dois desagios. A partir da aquisigdo, o investimento avaliado por meio do método de equivaléncia
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patrimonial.
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6.2. Para fins de mensuragdo e reconhecimento dos ativos e passivos fiscais, correntes e diferidos, devem ser adotados os critérios e aliquotas vigentes na data-base das demonstragdes financeiras.
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6.3. As demonstragdes financeiras das entidades integrantes do conglomerado prudencial devem ser ajustadas, em cada data-base, para que, na avaliagdo e no reconhecimento de ativos, passivos,
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receitas e despesas dessas entidades, assim como nas informagdes registradas em contas de compensagdo, sejam aplicados os mesmos critérios, procedimentos e politicas contdbeis utilizados
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pela instituigdo controladora consubstanciados no Cosif.
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##### Atenciosamente,
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DIRETORIA EXECUTIVA DE FINANCAS E CONTROLADORIA DIFIC
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SUPERINTENDENCIA DE CONTABILIDADE E TRIBUTOS SUCOC ee
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Bruno Vitor Morais Martins
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Superintendente SUCOC e.e.
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# Dario Oswaldo Gowcio Junior
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Dario Oswaldo Garcia Junior Diretor Executivo DIFIC
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Reference in New Issue
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