Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional)
para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059
com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444
objetos no ledger.
Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde
200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural,
porque todos têm thumbnail.
Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo,
posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de
fora pelo .gitignore.
A Brasiliana Fotográfica fez uma seleção de imagens de fortes do litoral brasileiro do século XIX e do princípio do século XX. São registros que os fotógrafos Augusto Malta (1864 – 1957), Augusto Stahl (1828 – 1877), Juan Gutierrez (1859 – 1897), Marc Ferrez (1843 – 1923), Pedro Gonsalves da Silva (18? – 19-?) e Revert Henrique Klumb (c.1826 – c. 1886), produziram de fortalezas em Niterói, em Recife, no Rio de Janeiro e em Salvador. Ao longo da história do Brasil, centenas de fortes foram construídos e tinham como função principal preservar a integridade do território nacional.
Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, por ser considerado um testemunho material único de um contato produzido entre diferentes culturas do Velho e do Novo Mundo e por ter tido um papel significativo na ocupação territorial da América do Sul, o conjunto de fortificações do Brasil foi um dos seis bens culturais incluídos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) na Lista Indicativa brasileira do Patrimônio Mundial, em 2015. Poderá ser, futuramente, apresentado ao comitê do Patrimônio Mundial.
Acessando o link para as fotografias de fortes brasileiros disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.
Andrea C. T. Wanderley
Editora-assistente e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica