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rodado 290c4cc21d feat: acervo Brasiliana Fotográfica coletado e mural 3D no ar
Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional)
para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059
com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444
objetos no ledger.

Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde
200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural,
porque todos têm thumbnail.

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2026-09-13 20:17:02 +02:00

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17426 https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=17426 O Campo de Santana Andrea Wanderley 2020-01-28T11:45:44+00:00
Análise de documento
Biografia
Cronologia
Curadoria
Efemérides
Convidados
Preservação digital
Sem categoria
20.500.12156.1/6772
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20.500.12156.1/4574
20.500.12156.1/6771
20.500.12156.1/6111
2026-09-10T10:00:31.865Z

O Campo de Santana

No centro do Rio de Janeiro, a praça que hoje é tema da Brasiliana Fotográfica já teve diversos nomes ao longo de sua história: Campo de Santana, Campo da Honra, Praça do Curro, Campo da Aclamação e Praça da República – este último, até hoje, sua denominação oficial. Mas ficou mesmo conhecida como Campo de Santana, palco de celebrações e de importantes acontecimentos da história do Brasil como a aclamação de dom João VI como como rei de Portugal, Brasil e Algarves (1818), a aclamação de Pedro I como imperador do Brasil (1822), as comemorações populares de coroação de D. Pedro II (1841), festas do Império do Divino Espírito Santo promovidas pela Irmandade de Santana, festejos pelo fim da Guerra do Paraguai (1870), um baile em celebração da Abolição da Escravatura (1888) e a Proclamação da República (1889). Também na região foram construídos prédios como a Estação de Ferro Central do Brasil, o primeiro Palácio da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, a primeira sede do Museu Nacional e a Casa da Moeda – atual sede do Arquivo Nacional. O portal traz imagens do Campo de Santana e de algumas dessas construções produzidas por Augusto Malta(1864 – 1957), Jorge Kfuri (1893 – 1965), Juan Gutierrez (c. 1860 – 1897), Marc Ferrez (1843 – 1923)z, Uriel Malta (1910 – 1994) e também por fotógrafos ainda não identificados. Várias fotografias do Campo de Santana de autoria de Augusto Malta foram publicadas na matéria O Jardim do Campo de Sant´Anna, publicada na Revista da Semana, 15 de janeiro de 1938.   Marc Ferrez. Campo de Santana – Grutas, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS   Acessando o link para as fotografias do Campo de Santana e de alguns prédios em seu entorno disponíveis na Brasiliana Fotográfica, o leitor poderá magnificar as imagens e verificar todos os dados referentes a elas.   Marc Ferrez. Campo de Santana, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS   Uriel Malta. Campo de Santana (Vista do Alto, 7 de maio de 1941. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ   Até meados do século XVIII, o Campo de Santana era deserto e abandonado, tendo sido escolhido para o despejo de detritos, fato que perdurou até a gestão do vice-rei Conde Resende (1790 a 1801), que ordenou o aterro e o saneamento do campo. A partir daí, surgiu a praça, edificações e novas delineações urbanas. Foi o botânico e arquiteto paisagista francês Auguste Glaziou (1828 – 1906), que tinha vindo para o Brasil – segundo a maioria das fontes, a convite de dom Pedro II -, o responsável pelo embelezamento da praça, iniciado nos primeiros anos da década de 1870 (Jornal do Commercio, 2 de maio de 1872, terceira coluna; e Diário do Rio de Janeiro, 24 de dezembro de 1873, primeira coluna) com a a construção de jardins românticos, cascatas, pontes e grutas. A inauguração da obra aconteceu em 7 de setembro de 1880 com a presença do imperador. Na ocasião, Glaziou foi condecorado com a Ordem de Cristo (Gazeta de Notícias, 7 de setembro de 1880, primeira coluna; e Gazeta de Notícias, 8 de setembro, primeira coluna).   Marc Ferrez. Campo de Santana – Cascata, c. 1880. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS   Auguste Glaziou / Wikipedia Glaziou nasceu na cidade de Lannion, na Bretanha, em 30 de agosto de 1828 ou 1833. Formado em Engenharia, estudou Botânica no Museu de História Natural de Paris e participou da reforma do Jardim Público da cidade de Bordeaux. Chegou ao Rio de Janeiro em 1858, onde permaneceu até 1897, quando se aposentou e voltou para a França, onde faleceu em 30 de março de 1906. Durante sua estadia no Brasil, foi Diretor dos Parques e Jardins da Casa Imperial e Inspetor dos Jardins Municipais, além de ter integrado a Associação Brasileira de Aclimação, tendo trabalhado em obras de melhoramentos no Jardim Botânico, na Quinta da Boa Vista, na Floresta da Tijuca e no Passeio Público. Também realizou obras nos jardins da residência das princesas imperiais, da família do Barão de Nova Friburgo, do Barão de Mauá, no Rio de Janeiro, e de Tavares Guerra, em Petrópolis, dentre outros.     Andrea C. T. Wanderley Editora e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica   Fontes: COARACY, Vivaldo. Coleção Rio 4 séculos, volume 3. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1965. GERSON, Brasil. História das Ruas do Rio. Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2013. Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional Site da Casa de Rui Barbosa Site da MultiRio Site do Museu Nacional      Campo de Santana – Praça da República, s/d. Rio de Janeiro, RJ / Acervo AGCRJ


Itens do acervo referenciados neste post:

  • 20.500.12156.1/6772 — itens/20.500.12156.1_6772/
  • 20.500.12156.1/6767 — itens/20.500.12156.1_6767/
  • 20.500.12156.1/4574 — itens/20.500.12156.1_4574/
  • 20.500.12156.1/6771 — itens/20.500.12156.1_6771/
  • 20.500.12156.1/6111 — itens/20.500.12156.1_6111/