Captura integral do acervo da Brasiliana Fotográfica (Biblioteca Nacional) para s3://brasiliana: 13.060 itens, 12.985 com imagem de preservação, 13.059 com miniatura derivada, 2.137 cópias legadas e 636 posts do blog. 41.444 objetos no ledger. Os 75 itens sem preservação estão em errors.md: a página do item responde 200, mas a origem serve o bitstream com HTTP 500. Nenhum fica fora do mural, porque todos têm thumbnail. Não versionado, por viver no bucket ou ser reconstruível: catálogo, posts .jsonl, atlas .webp, sqlite de estado e logs. Credenciais ficam de fora pelo .gitignore.
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| 38636 | https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=38636 | Dia Internacional da Dança | Andrea Wanderley | 2025-04-29T14:23:48+00:00 |
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2026-09-10T10:19:33.568Z |
Dia Internacional da Dança
Com uma fotografia de autoria de Marc Ferrez (1843 – 1923) da escultura Dançarina, a Brasiliana Fotográfica homenageia o Dia Internacional da Dança, instituído, em 1982, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, a UNESCO. Marc Ferrez. Estátua “Dansarina”, c. 1908. Rio de Janeiro, RJ / Acervo IMS A data foi escolhida em homenagem ao nascimento do professor de balé e bailarino francês Jean-Georges Noverre (1727-1810), pioneiro da reflexão teórica sobre o balé, escritor das Cartas sobre a Dança. Jean-Georges Noverre (1727-1810) A escultura Dançarina, em mármore de Carrara, foi inaugurada, em 1908, na Praia de Botafogo. É uma réplica de uma obra do escultor francês Paul Darbefeuille (1852-1933). Na década de 1950, foi fotografada no Jardim do Méier, e, em 1960, estava na Avenida Presidente Vargas, em frente à Central do Brasil. Em 1992, foi encontrada no Largo do Tanque, em Jacarepaguá, tendo sido transferida, em janeiro de 1996, para a Praça Leony Mesquita, no mesmo bairro. Em 2023, uma das mãos da escultura foi restaurada pela Secretaria de Conservação do Rio de Janeiro. A DANÇA E A ALMA Carlos Drummond de Andrade
A dança? Não é movimento, súbito gesto musical. É concentração, num momento, da humana graça natural. No solo não, no éter pairamos, nele amaríamos ficar. A dança – não vento nos ramos: seiva, força, perene estar. Um estar entre céu e chão, novo domínio conquistado, onde busque nossa paixão libertar-se por todo lado… Onde a alma possa descrever suas mais divinas parábolas sem fugir à forma do ser, por sobre o mistério das fábulas.
Lembramos que o Grupo Corpo, uma das mais importantes companhias de balé do Brasil com renome internacional, completa, em 2025, 50 anos de existência. Andrea C. T. Wanderley Editora e pesquisadora da Brasiliana Fotográfica Fontes: ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1964. Monumentos do Rio Site Conselho Internacional da Dança Site Lu Lacerda
Itens do acervo referenciados neste post:
20.500.12156.1/10104—itens/20.500.12156.1_10104/