Files
brasiliano/tasks/TODO.md
T

3.8 KiB
Raw Blame History

TODO — notas técnicas (Brasiliana → S3)

Só o que está aberto. O que foi concluído, com os achados e o histórico das sessões, está em tasks/done/; a última versão completa deste arquivo, com os achados 2.15–2.28 e 3.1–3.5 citados abaixo, é done/TODO-2026-09-30.md. Plano, estado e descrição NOBRADE: PLANO.md. Scripts e estado em pipeline/.

Pendente

Movido para tasks.md, a lista única de tarefas abertas do projeto.

Notas técnicas úteis pra retomar

  • Downloads automáticos do Chrome exigem permissão manual em chrome://settings/content/automaticDownloads (site adicionado: https://brasilianafotografica.bn.gov.br) — já concedida, vale pra novos scripts também, não só o original.
  • BRAS, BAIXA, BAIXA_THUMB, BAIXA_EXTRA — todos no window da mesma aba, mesmo IndexedDB (bras). Todos sobrevivem a fechar/reabrir a aba (dado fica salvo), mas o loop para e precisa recolar o script certo pra retomar.
  • Regerar as miniaturas derivadas (tudo reconstruível, nada precisa ser guardado): no finland, apt install libvips-tools parallel + s5cmd; pra cada chave de itens/*/preservacao/*, s5cmd cat num tmp e vipsthumbnail "$TMP" --size 256 --output "$OUT[Q=80,strip]", com parallel -j 10. ~640 thumbs/min, tráfego intra-Hetzner (bucket é hel1, o finland também) — não passa pelo link de casa. O que ainda está só em ~/Downloads sai mais barato derivado localmente com magick: mandar os 71 GB pro finland custaria os mesmos dias do upload pendente.
  • Cuidado ao parsear s5cmd ls: nomes de arquivo do acervo têm espaço duplo (48094 Álbum 311 - ...jpg). awk '{$1="";$2="";$3=""; print}' recolapsa esses espaços e produz chaves que não existem — 31 downloads falharam assim antes de eu perceber. Use sed -E 's|^[0-9/]+ +[0-9:]+ +[0-9]+ ||'`, que preserva o resto literal.
  • sqlite3 desta máquina tem .sqliterc forçando modo box: qualquer script que leia a saída precisa de sqlite3 -init /dev/null -noheader -separator $'\t', senão vem borda de tabela no lugar dos dados (me custou um diff inteiro de falso positivo).
  • until ! pgrep -f X; do sleep; done nunca termina: a linha de comando do próprio loop contém X, então o pgrep -f se acha e a condição nunca vira falsa. Um loop desses ficou girando horas depois do trabalho acabar (12/09, morto à mão). Esperar por PID (while kill -0 $PID) ou usar pgrep -f '[t]humb-local' para o padrão não casar consigo mesmo.
  • Parar processo lançado em background: SIGTERM, não SIGINT. Processo iniciado com & num shell não interativo herda o SIGINT ignorado (o subidor.py ficou 60 s vivo depois do kill -INT). Com SIGTERM, o aws s3 cp filho termina órfão, o que é inofensivo: sem linha no ledger e sem apagar o local, o próximo uploader sobe de novo a mesma chave.
  • Upload de casa: 69 Mbps (networkQuality -s, 12/09); download 312 Mbps.
  • Assinaturas aceitas como imagem (subidor-paralelo.py): JPEG FFD8, PNG, TIFF II*\0/MM\0*, GIF, JP2, BMP BM, WebP. Content-Type sai do conteúdo, não da extensão (TIFF chega com nome .jpg).
  • vipsthumbnail --output é relativo à pasta do arquivo de entrada, não ao diretório corrente: vipsthumbnail tmp/x.img --output out/y.webp tenta gravar em tmp/out/y.webp e falha. Usar caminho absoluto na saída. (Custou uma miniatura "refeita" que não foi refeita, em 13/09.)
  • Scripts-fonte em pipeline/: coletor.js / coletor-resume.js (metadados), baixador-navegador.js (preservação, todos os itens), baixador-thumb.js (miniaturas), baixador-extras.js (2a+ imagem de itens multi-bitstream), reparo-multibitstream.js (enumera bitstreams reais de um item).